Diário da República, 1.ª série
Portaria n.º 5/2011
- Data
- 2011-01-01
- Tipo
- Portaria
- Emitente
- RURAL E DAS PESCAS E DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO
Texto integral (128 135 palavras)
Portaria n.º 5/2011
de 5 de Janeiro
Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no dis-
posto na alínea a) do artigo 40.º e no n.º 1 do artigo 118.º,
ambos do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto,
com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei
n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do
Decreto-Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Con-
selho Cinegético Municipal de Castelo Branco, de acordo
com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso
das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura,
do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho
n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do
Ambiente e do Ordenamento do Território pelo despacho
n.º 932/2010, de 14 de Janeiro, manda o Governo, pelos
Secretários de Estado das Florestas e Desenvolvimento
Rural e do Ambiente, o seguinte:
Artigo 1.º
Concessão
É concessionada a zona de caça turística do Ponsul
(processo n.º 5659-AFN), por um período de 12 anos, à REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
Lazer e Floresta — Empresa de Desenvolvimento Agro-
-Florestal, Imobiliário, Turístico e Cinegético, S. A., com Assembleia Legislativa
o número de identificação fiscal 504529319 e sede na
Rua de Laura Alves, 4, 10.º, 1050-138 Lisboa, constituída
por vários prédios rústicos sitos na freguesia de Castelo Decreto Legislativo Regional n.º 1/2011/A
Branco, município de Castelo Branco, com a área de
734 ha, conforme planta anexa à presente portaria e que Plano Regional Anual para 2011
dela faz parte integrante.
A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos
Artigo 2.º Açores decreta, nos termos da alínea p) do n.º 1 do ar-
Terrenos em área classificada
tigo 227.º e do n.º 1 do artigo 232.º da Constituição, e da
alínea b) do artigo 34.º e do n.º 1 do artigo 44.º do Estatuto
A concessão de alguns dos terrenos incluídos em áreas Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores,
classificadas poderá terminar, ou ser condicionada sem o seguinte:
direito a indemnização, sempre que sejam introduzidas
novas condicionantes por planos especiais de ordenamento Artigo 1.º
do território ou obtidos dados que determinem, por razões
de conservação da natureza, a necessidade de condiciona- É aprovado o Plano Regional Anual para 2011.
mento, total ou parcial, da actividade cinegética, até um
máximo de 10 % da área total da zona de caça. Artigo 2.º
Artigo 3.º É publicado em anexo ao presente diploma, dele fazendo
parte integrante, o documento contendo o Plano Regional
Efeitos da sinalização Anual para 2011.
A concessão referida no artigo 1.º só produz efeitos Aprovado pela Assembleia Legislativa da Região
relativamente a terceiros com a instalação da respectiva
sinalização. Autónoma dos Açores, na Horta, em 25 de Novembro
de 2010.
Artigo 4.º
Produção de efeitos O Presidente da Assembleia Legislativa, Francisco Ma-
nuel Coelho Lopes Cabral.
Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte ao
da sua publicação. Assinado em Lisboa em 20 de Dezembro de 2010.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Publique-se.
Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 27 de Dezembro de
2010. — O Secretário de Estado do Ambiente, Humberto O Representante da República para a Região Autónoma
Delgado Ubach Chaves Rosa, em 20 de Dezembro de 2010. dos Açores, José António Mesquita.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 15
PLANO REGIONAL ANUAL PARA 2011 por programa, projecto e acção, os valores da despesa de
investimento associada, com indicação dos montantes por
Introdução ilha, e ainda um texto sobre programas e iniciativas com
Com o Plano Regional para 2011 inicia-se o terceiro comparticipação comunitária em vigor na Região.
e penúltimo ano do ciclo de programação traçado para o
I — Caracterização e Enquadramento
quadriénio 2009-2012.
As propostas incluídas neste documento integram-se 1 — Economia Mundial
de forma articulada e coerente com a estratégia de desen-
volvimento definida para o quadriénio, sem prejuízo de No ano de 2009, registaram-se quebras nas actividades
recolher algumas medidas adaptadas à actual envolvente produtivas em termos internacionais, mas situando-se
externa. a um nível global menos grave do que o inicialmente
Conforme a legislação aplicável, o Plano de 2011 com- previsto.
preende um primeiro capítulo onde se apresenta de forma Efectivamente, naquele ano, a evolução do agregado
sintética a envolvente socioeconómica internacional, do do Produto Interno Bruto a nível mundial traduziu-se na
país e da Região à execução deste plano, um segundo taxa média anual negativa de –0,6 %, mas não atingindo
capítulo com as principais prioridades de ordem geral e a intensidade perspectivada há cerca de um ano atrás,
as linhas de orientação estratégica das políticas sectoriais quando se admitia a projecção de uma quebra de produção
a prosseguir no período anual, a programação desdobrada na ordem de –1,4 %.
Evolução da Economia Mundial
Taxa de Variação, em percentagem
2007 2008 2009 2010*
PIB Economia mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,2 2,8 –0,6 4,8
Economias avançadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,7 0,2 –3,2 2,7
EUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,0 0,0 –2,6 2,6
Japão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,3 –1,2 –5,2 2,8
Área do euro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,6 0,5 –4,1 1,7
Economias emergentes e em desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,3 6,0 2,5 7,1
Rússia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,1 5,2 –7,9 4,0
China . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13,0 9,6 9,1 10,5
Índia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9,3 6,4 5,7 9,7
Médio Oriente e Norte de África . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,3 5,0 2,0 4,1
Brasil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,7 5,1 –0,2 7,5
Volume de comércio mundial de bens e serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,2 2,9 –11,0 11,4
Economias avançadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Importações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,7 0,4 –12,7 10,1
Exportações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,2 1,9 –11,4 11,0
Economias emergentes e em desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Importações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13,8 9,0 –8,2 14,3
Exportações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9,5 4,6 –7,8 11,9
Preços no consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Economias avançadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,2 3,4 0,1 1,4
Economias emergentes e em desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,4 9,2 5,2 6,2
Preços internacionais de matérias-primas (dólares dos EUA). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Petróleo (brent) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10,7 36,4 –36,3 23,3
Matérias-primas não energéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14,1 7,5 –18,7 16,8
* Projecções.
Fontes: Fundo Monetário Internacional, Outubro 2010.
A queda absoluta de produção foi significativamente De então para cá, à medida que o processo se foi difun-
condicionada pela redução no volume de comércio inter- dindo e agravando através da acumulação da turbulência
nacional de bens e serviços, na sequência da desaceleração financeira com o colapso da Lehman Brothers em Setem-
iniciada em fase anterior nas economias avançadas. Já em bro de 2008, o crescimento real da economia mundial foi
2007 o ritmo de crescimento das importações das econo- ficando mais dependente dos factores internos às econo-
mias avançadas não acompanhou o ritmo da produção mias emergentes em desenvolvimento.
económica mundial, situando-se, respectivamente, às taxas Entretanto, e depois do agravamento do ritmo reces-
médias anuais de 4,7 % e 5,2 %. sivo no ano de 2009, os dados sobre a evolução intra-
16 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
-anual apontam no sentido da recuperação do comércio Margens reduzidas de intervenção e de regulação eco-
internacional e na produção da maior parte dos países, nómica tradicionais, a par de certos desequilíbrios em
perspectivando-se já em 2010 indícios de retoma, com o mercados financeiros, apontam para a necessidade de
comércio internacional a reocupar a condição de factor assegurar condições de confiança nos mercados, com po-
dinamizador da economia mundial. líticas de estabilização e consolidação de índole fiscal e
As previsões apontam no sentido de que a retoma tem financeira, a um nível de coordenação internacional de
vindo a recuperar mais do que as estimativas projectadas, políticas com efeitos globais.
beneficiando da implementação de medidas de relança-
mento das economias e, por outro lado, favorecendo a 2 — Economia Portuguesa
inversão nas perdas de confiança.
A evolução dos preços integra-se nas dinâmicas das Depois da estagnação económica em 2008, traduzida
economias a nível internacional, confirmando aspectos numa taxa de variação média anual nula, a economia
de diferenças estruturais entre as economias avançadas portuguesa entrou em recessão durante o ano de 2009,
e as emergentes em desenvolvimento e, também, aspec- registando uma taxa média anual de –2,6 %.
tos de ritmo cíclico e conjuntural. Em 2009 a inflação Esta evolução integra-se no quadro de deterioração da
média desceu, reflectindo a subutilização de capacidade actividade económica a nível mundial e de crise nos merca-
produtiva, assim como a correcção descendente dos pre- dos financeiros internacionais. Todavia, sendo certo que a
ços em matérias-primas. Todavia a evolução intra-anual recessão atingiu aquela taxa de –2,6 %, é verdade que, por
dos preços voltou a registar índices crescentes, o que é outro lado, a quebra de produção não assumiu a gravidade
compaginável com pressões decorrentes de retoma eco- admitida dos cenários traçados pelas diversas instituições,
nómica. cujas taxas ultrapassavam decréscimos de –3,0 %.
Evolução da Economia Portuguesa
Cenário Macroeconómico
2010 (p)
2007 2008 2009
MFAP CE BdP OCDE
1 — Despesa e PIB (variação em volume, em %)
Consumo Privado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,6 1,8 –1,0 2,0 1,0 1,8 1,5
Consumo Público . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,0 0,6 3,0 1,9 –0,3 1,5 –0,9
Investimento (FBCF) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,1 –1,8 –11,9 –2,0 –4,2 –4,2 –5,4
Exportações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,5 –0,3 –11,8 8,6 3,8 7,9 5,3
Importações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,6 2,8 –10,8 6,7 1,1 4,2 1,9
PIB . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,9 0,0 –2,6 1,3 0,5 1,2 1,0
2 — Preços (taxas de variação, em %)
Deflator do PIB . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,0 2,0 1,2
Taxa de Inflação (a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,5 2,6 –0,8 1,3 1,0 1,4 0,9
3 — Emprego e desemprego
Emprego Total (taxa de variação, %) . . . . . . . . . 0,0 0,4 –2,4 –1,4
Taxa de desemprego ( %) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,0 7,6 9,5 10,6 9,9 – 10,6
4 — Administrações Públicas ( % do PIB)
Saldo das Administrações . . . . . . . . . . . . . . . . . –2,8 –2,8 –9,3 –7,3 –8,5 – –7,4
Dívida Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62,7 65,4 76,1 82,4 85,8 – –
Notas: (a)Variação média anual;
(p) previsões e estimativas:
MFAP — Ministério das Finanças e Administração Pública.
CE — Comissão Europeia, Previsões da Primavera.
BdP — Banco de Portugal, Boletim Económico.
OCDE — Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico.
Fontes: Ministério das Finanças e da Administração Pública, Programa de Estabilidade e Crescimento 2010-2013, Março 2010, Previsões
Macroeconómicas actualizadas em 7 de Outubro de 2010 e Proposta de Orçamento de Estado para 2011.
Para este tipo de moderação geral contribuíram as di- Em termos da oferta, a recessão económica difundiu-se
versas componentes da procura, exceptuando apenas a de entre indústrias e serviços, mas atingiu de forma mais
exportações, particularmente para os mercados externos intensa as actividades produtivas de bens materiais e
actualmente mais representativos. Mesmo a componente transaccionáveis, como é revelado por uma queda abrupta
de investimento (FBCF), que se caracteriza por volatili- no índice de produção da indústria transformadora. Já
dades maiores, registou uma quebra efectiva menor que no sector da construção observou-se uma redução mais
a inicialmente projectada. A componente de consumo moderada e a análise intra-anual permite mesmo obser-
público assumiu a sua função própria de incentivo a con- var um certo comportamento contra-cíclico, na lógica
dições estabilizadoras, tendo registado um acréscimo à de efeitos da implementação de medidas de estímulo à
taxa média anual de 3,0 %. economia.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 17
O tipo e a intensidade de variação nas actividades Em síntese, há dados que apontam no sentido de retoma
económicas geraram e acentuaram efeitos em relação à económica, mas com forte grau de incerteza quanto à sua
capacidade produtiva instalada, implicando subutilização trajectória, sendo necessário gerir equilíbrios entre medi-
de recursos e favorecendo a redução de preços. Por exem- das de consolidação e de reorientação económica, com a
plo, o volume de população activa empregue decresceu finalidade de minimizar efeitos demasiado adversos ao
à taxa média anual de –2,4 % e a desempregada atingiu próprio crescimento económico.
a taxa média anual de 9,5 %. Já a inflação, medida pelo
IPC — Índice de preços no Consumidor, registou uma II — Análise da Situação Económica e Social da Região
redução no índice médio de bens e serviços.
Nestes termos, verificou-se um aumento de nível vida 1 — Recursos Humanos
médio da população activa empregue, cujo volume, to-
davia, diminuiu, engrossando o desemprego e, por esta No ano de 2009, e segundo estimativas oficiais, a popu-
via, o valor do agregado de rendimento disponível das lação residente nos Açores somava um total de 245 374 ha-
famílias. bitantes. Este número integra um acréscimo de 594 habi-
Tendo o consumo público crescido de forma signifi- tantes em relação ao ano anterior, correspondendo a uma
cativa, como foi visto atrás, e, por outro lado, as receitas taxa média de variação anual de 0,24 %.
fiscais sido penalizadas por via da quebra nas actividades A variação global combina variações positivas, quer
económicas, o Saldo das Administrações Públicas traduziu- da componente natural (saldo fisiológico), quer da com-
-se num défice de –9,3 % do PIB e numa acumulação de ponente migratória, traduzindo-se cada uma em 353 e
Dívida Pública que atingiu 76,3 % do mesmo PIB. 241 habitantes, respectivamente.
Decomposição da Evolução Demográfica
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009*
População. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 024 241 206 242 241 243 018 244 006 244 780 245 374
Saldo natural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445 550 579 471 597 562 353
Saldo migratório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 812 632 458 306 391 212 241
* Dados provisórios.
Fonte: INE, SREA.
A distribuição da população segundo os grandes grupos %
etários situa-se no âmbito de tendências de anos anteriores.
1991 2001 2007 2008 2009
De facto, as estimativas apontam no sentido de uma
concentração na pirâmide etária dos escalões de residen-
tes com idade activa, não só pela progressão natural de 15-64 anos . . . . . . . . . . . . 61,1 65,6 68,6 68,8 69,0
65 e + anos . . . . . . . . . . . . 12,5 13,0 12,4 12,4 12,5
elementos jovens, como também da agregação de novos
elementos por via da atractividade revelada pelo saldo mi- Fonte: INE.
gratório. Todavia, esta componente estará sujeita a maior
variabilidade por efeitos decorrentes de ciclos de evolução 2 — Aspectos Macroeconómicos
socioeconómica. O Crescimento Económico
Já no grupo etário dos 0-14 anos evidencia-se a redução
mais regular e progressiva de representatividade. O valor preliminar de 3 395 milhões de euros do Pro-
duto Interno Bruto da Região Autónoma dos Açores em
Estrutura Etária da População 2008 representa um crescimento à taxa média anual de
% 2,3 % em termos reais.
A esta evolução correspondeu uma quota de partici-
1991 2001 2007 2008 2009 pação no âmbito da economia portuguesa de 2,04 e um
rendimento per capita de 13,9 mil euros, que representou
0-14 anos . . . . . . . . . . . . . 26,4 21,4 19,0 18,8 18,5 89 % da média registada no conjunto do país.
Produto Interno Bruto — a Preços de Mercado
Unid.: Milhões de Euros
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008*
1 — Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 488 2 666 2 785 2 887 3 018 3 199 3 343 3 395
2 — País. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 308 135 434 138 582 144 128 149 123 155 446 163 119 166 437
% (1/2). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,92 1,97 2,01 2,00 2,02 2,06 2,05 2,04
PIB per capita (mil euros/hab.) . . . . 10,5 11,2 11,6 12,0 12,5 13,2 13,7 13,9
* Resultados preliminares.
Fonte: INE, Contas Regionais (base 2000).
18 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Analisando a evolução da riqueza através de compo- De facto, a desaceleração da produção face ao volume
nentes de crescimento, verifica-se que os dados apon- de população activa empregue reflectiu-se nos níveis mé-
tam para uma alteração significativa durante o ano dios de produtividade, ficando os acréscimos de produção
de 2008. global mais dependentes do volume de emprego.
Crescimento do PIB/Hab. e Componentes
0,10
0,08
0,06
Taxa de Emprego
0,04 Produtividade
0,02
0,00
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
-0,02
A desaceleração económica ter-se-á repercutido de forma mais intensa em actividades produtoras de bens mercantis
e transaccionáveis do que em serviços.
Efectivamente, e observando o quadro sobre o Valor Acrescentado Bruto por ramos de actividade, verifica-se que
os serviços registam as maiores variações positivas.
VAB por Ramos de Actividades Económicas, (A6)
Unid.: Milhões de Euros
Actividades 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008*
Primárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 311 313 323 321 316 318 276
Industriais e energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193 216 232 248 265 289 313 317
Construção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 172 161 173 162 164 174 173
Comerciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 484 517 544 569 594 628 653 679
Financeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 332 371 373 406 424 445 494
Outros serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 707 769 798 824 849 916 962 997
Total . . . . . . . . . . . . 2 170 2 317 2 419 2 510 2 597 2 737 2 865 2 936
* Resultados preliminares.
Fonte: INE, Contas Regionais (base 2000).
Mercado de Emprego sentando um acréscimo líquido significativo em relação
No ano de 2009, a população activa na ordem de 120 mil à evolução média global.
indivíduos representa um crescimento de 2,3 % em relação Apesar da evolução positiva na capacidade de oferta
ao ano anterior. Sendo este ritmo de crescimento superior líquida de emprego registou-se um acréscimo de desem-
ao da população total, observou-se um maior grau de prego: de facto, observou-se uma oferta efectiva de em-
utilização dos recursos humanos, atingindo-se uma taxa prego maior, que se estima ter atingido 112 171 indivíduos;
de actividade de 49,1 %, enquanto no ano anterior fora todavia o ritmo ainda mais intenso da procura implicou um
de 48,2 %. maior desequilíbrio no mercado de trabalho, traduzindo-
A participação da mulher no mercado de trabalho -se numa taxa de desemprego de 6,7 %, enquanto no ano
traduziu-se numa taxa de actividades de 39,7 %, repre- anterior fora de 5,5 %.
Condição da População Perante o Trabalho
N.º Indivíduos
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
População Activa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 099 108 586 109 773 111 755 112 159 117 582 120 290
Empregada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 066 104 892 105 283 107 500 107 284 111 168 112 171
Desempregada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 033 3 694 4 490 4 255 4 875 6 414 8118
População Inactiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134 440 132 583 131 873 130 956 131 222 126 540 124 904
Tx. de Actividade ( %) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43,8 45,0 45,4 46,0 46,1 48,2 49,1
Tx. de Act. Feminina ( %) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32,1 33,4 33,8 34,9 36,0 38,4 39,7
Tx. de Desemprego ( %) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,9 3,4 4,1 3,8 4,3 5,5 6,7
Fonte: SREA, Inquérito ao Emprego.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 19
Em termos da população inactiva continuaram a verificar-se as tendências anteriores, particularmente através da
redução na componente classificada como doméstica e do aumento na de reformados.
Na componente residual e classificada de “Outra” encontra-se como parte representativa a população estu-
dantil.
População Inactiva — %
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Domésticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27,3 27,3 26,6 25,2 24,8 23,1 21,6
Reformados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16,4 15,8 16,0 17,4 17,6 19,8 20,2
Outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56,3 56,9 57,4 57,5 57,6 57,1 58,2
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: SREA, Inquérito ao Emprego.
O sector terciário tem revelado capacidade de gerar oferta de emprego líquida, não só como efeito significativo de
serviços públicos, mas também através de diversos serviços comerciais.
No sector secundário registaram-se reduções líquidas de postos de trabalho, destacando-se de forma mais expressiva
em actividades de construção.
O sector primário registou um decréscimo no último ano, mas integrando-se num patamar de relativa estabilidade,
cuja grandeza se situa à volta de 12 %.
População Activa Empregada por Sectores de Actividade — %
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Sector Primário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12,8 12,5 12,4 12,4 12,0 13,1 12,7
Sector Secundário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28,2 26,4 25,4 25,9 26,8 26,7 24,4
Sector Terciário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59,0 61,1 62,2 61,7 61,2 60,2 62,9
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: SREA, Inquérito ao Emprego.
O alargamento da população activa no sector terciário Complementarmente, profissões de trabalhadores não
incorpora um processo de envolvimento de empregos qualificados, de operadores ou condutores e de operários re-
em profissões mais exigentes em competências e habi- gistaram decréscimos em 2009. Aliás, o seu nível de emprego
litações. é mais condicionável pelos ciclos de actividade económica.
População Activa Empregada, por Profissão
25 000
20 000
2006
15 000
2007
2008
10 000
2009
5 000
0
Administrativos
Operários
Profissões
Agricultores e
Profissões técnicas Trabalhadores não
Operadores e
Quadros e
Pessoal serviços e
intelectuais e
dirigentes
científicas pescadores condutores
intermédias vendas qualificados
Observando a distribuição da população activa empregada segundo a situação na profissão, evidencia-se o predomínio
e uma certa tendência ao reforço na categoria por conta de outrem.
Já dentro desta categoria sobressai a subcategoria de trabalhadores sem termo.
20 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
População Activa Empregada, por Situação na Profissão — %
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Conta de Outrem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75,6 78,0 78,1 78,4 78,5 78,6 79,1
Sem termo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57,7 60,3 62,2 63,1 62,5 62,1 62,2
Com termo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14,3 13,9 12,8 12,6 13,8 13,5 13,3
Outros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,6 3,8 3,2 2,7 2,2 3,0 3,6
Conta Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21,8 19,9 19,9 19,4 19,1 19,9 19,4
Familiar e Outras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,6 2,1 2,0 2,2 2,4 1,5 1,5
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: SREA, Inquérito ao Emprego.
Preços no Consumidor Efectivamente observando a evolução intra-anual,
Em 2009, a evolução média dos preços no consumi- através das taxas de variações homólogas, verifica-se
dor traduziu-se numa taxa de 0,8 %, situando-se a um que as variações de preços seriam mais elevadas se
nível significativamente inferior ao de 3,5 % do ano an- se excluíssem do cabaz de produtos de referência os
terior. Esta evolução média correspondeu a um processo produtos Alimentares não transformados e os Ener-
de desaceleração de preços que se acentuou por via da géticos. Neste caso a evolução média dos preços no
componente de produtos Alimentares não transformados consumidor atingiria 1,4 %, em vez dos 0,8 % referidos
e de Energéticos. inicialmente.
Evolução de Preços no Consumidor
%
3,5
3,0
2,5
2,0 TO TAL
1,5
To ta l (exce pt o ha bita çã o)
1,0
0,5
To ta l (exce pt o pr od . a lim . n/
0,0 tr an sf . e en erg ético s)
-0,5
I II III IV V VI VII VIII IX X XI X II
-1,0
-1,5
De qualquer forma, a evolução geral ao longo do ano sidade, enquanto os dados trimestrais mais recentes de
de 2009 foi reveladora de uma tendência integrável num 2010 revelam sinais de estabilização ou mesmo de retoma
processo de desaceleração de preços. e aceleração de crescimento.
Apenas os dados dos últimos meses parecem mostrar Efectivamente, os dados mais recentes já registam taxas
alteração naquela tendência, mostrando mesmo indícios de variação positivas ou, então, aparentam integrar-se em
no sentido da própria inversão. trajectórias com esse sentido.
Por exemplo, a evolução do número de licenças de obras
3 — Indicadores de Actividade — Evolução Recente atingiu o crescimento de 3,1 % no 2.º trimestre de 2010,
como que confirmando uma inversão de ciclo ocorrida
Observando os indicadores simples de conjuntura, em 2009 e antecipando uma certa correlação com a oferta
verifica-se que o ano de 2009 regista a maior frequência de cimento que, por definição, será mais coincidente com
em quebras de actividade e com maiores graus de inten- evolução efectiva das actividades económicas.
Indicadores Simples de Conjuntura
2007 2008 2009 1.º Trim 2010 2.º Trim 2010
∆% ∆% ∆% ∆% ∆%
Leite Entregue nas Fábricas (litros) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,1 1,9 4,7 0,7 0,5
Pesca Descarregada nos Portos (mil toneladas). . . . . . . . . . 33,9 –27,4 –18,1 –16,7 –23,8
Licenças de Obras (n.º) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . –11,2 –17,4 –35,2 –8,7 3,1
Oferta de Cimento (toneladas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,7 –9,1 –14,6 –2,8 –2,0
Consumo de Electricidade (GWh) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,0 3,5 0,4 3,0 3,7
Dormidas na hotelaria (n.º) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,4 –4,8 –10,9 –8,3 –3,3
Venda de Automóveis Ligeiros Novos (n.º). . . . . . . . . . . . . –11,2 12,9 –26,1 61,2 35,0
Fonte: SREA, Boletim Trimestral de Estatística.
III — Prioridades e Políticas Sectoriais internacional, que se transformou em crise e estagnação
agora ao nível económico, a que se juntou uma crise or-
1 — Prioridades
çamental e de gestão de dívida pública a nível mundial.
No passado ainda recente, de uma “bolha” no mercado É com uma envolvente externa com grande grau de
imobiliário americano, evolui–se para uma crise financeira incerteza que se enquadra o Plano Regional para 2011.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 21
Na actual conjuntura e a com a antecipação do próximo Reforçar os instrumentos de apoio e de fomento de
período anual, as políticas públicas a prosseguir na Região criação de valor e de emprego na Região por parte das em-
têm uma função insubstituível de regulação e equilíbrio presas regionais, não só as dos sectores tradicionais, mas
entre as propostas e objectivos de médio prazo, consagra- também as que se inserem em novas áreas e actividades,
dos nas Orientações de Médio Prazo 2009-2012: consolidado as estratégias do sector privado sustentadas
Melhorar as qualificações e as competências dos aço- na aceitação do risco, na competitividade das respectivas
rianos produções e na exportação para os mercados externos.
Promover o crescimento sustentado da economia Proceder já a partir de 2011, de forma mais consistente,
Reforçar a solidariedade e a coesão social ao reforço da coordenação entre as acções de promoção
Gerir com eficiência o território promovendo a quali- externa da região e dos seus produtos, acentuando também
dade ambiental a sua interligação com as empresas açorianas, assegurando-
Qualificar a gestão pública e a cooperação -se um esforço integrado de promoção dos produtos regio-
nais e da gestão das dotações orçamentais previstas nas
A concepção e a execução do Plano para 2011 procura acções 7.3.5, 11.1.3, 9.4.2 entre outras.
dar resposta ao momento actual no ciclo de desenvolvi- Consolidar elementos de discriminação positiva em
mento dos Açores e a um enquadramento externo incerto políticas públicas, em parcelas do território regional com
e ainda com algum grau de adversidade. menor potencial, fomentando a coesão regional.
As políticas sectoriais terão por base prioridades claras Monitorizar a evolução da conjuntura social e econó-
no processo de afectação dos recursos disponíveis, com si- mica e dos efeitos da envolvente externa, fomentando em
nergias que ultrapassam a mera execução do investimento paralelo acções de parceria estratégica entre os níveis da
público e dos seus efeitos imediatos. governação e os parceiros e actores sociais, em ordem
O equilíbrio das Finanças Públicas continuará a constituir- a despistar situações de bloqueio ou efeitos perversos,
-se como o suporte incontornável da acção governativa, sociais e económicos, originados pela conjuntura e a evo-
incluindo, naturalmente, o investimento público. lução da envolvente ao território regional.
Continuar-se-á a proporcionar níveis de confiança e
estabilidade na acção dos diversos agentes económicos e Pese embora ser possível, neste Plano, dar continuidade
sociais, sustentados numa intervenção pública estruturada ao investimento público, com níveis muito próximos dos
e firme, minorando-se assim o ambiente e as dificulda- anteriores, face às opções do Orçamento de Estado, que
des externas potencialmente indutoras de perturbação e influenciam negativamente a economia e o rendimento
instabilidade. das famílias, serão privilegiadas as dotações financeiras
O reforço da competitividade das empresas açorianas em determinadas áreas, como as que detêm maior valor
será aposta renovada, em que a racionalização dos custos reprodutivo e efeitos na sustentabilidade económica e na
de produção, aliada a estratégias empresariais inovadoras, competitividade das empresas açorianas e na criação de
com a facilitação de ambientes logísticos proporcionadores mais emprego, bem como reforçar as provisões para as-
de economias externas, alancará a actividade económica segurar a protecção e a solidariedade social. Deste modo,
e a penetração das produções regionais nos mercados face aos efeitos negativos de uma envolvente financeira
externos. desfavorável no quadro do OE, constitui-se como prioritá-
A diversificação da base económica regional é aposta rio o apoio às empresas regionais, introduzindo, paralela-
segura, abrindo-se novas oportunidades, designadamente mente, medidas compensatórias no Plano e no Orçamento
ao nível da economia do mar, mas também no apoio se- da Região destinadas a apoiar as famílias. Serão, igual-
lectivo ao sector agrícola, com prioridade à exportação mente, reforçadas dotações para satisfazer compromissos
de produtos, no desenvolvimento de novos produtos, na presentes e futuros com instituições prestadoras de serviços
inovação e desenvolvimento tecnológico, mantendo-se na área social e outras destinadas a apoios eventuais a
firme a aposta no desenvolvimento das energias renová- situações sociais e pessoais de emergência.
veis, não só na produção de electricidade, mas também
na sua penetração nos sectores da actividade económica. 2 — Políticas Sectoriais
Não só no mundo empresarial, mas também no que se
relaciona com as famílias açorianas, será dedicada especial Melhorar as Qualificações e as Competências dos Açorianos
atenção à evolução do acesso ao crédito. No caso particular
do impacto de algumas medidas nacionais restritivas e de Educação
contenção verificar-se-á um esforço de alguma compensa- As políticas educativas consubstanciam-se no Plano
ção desses efeitos através de prestações sociais. de Investimentos para 2011 através de uma contínua me-
Estas prioridades sustentam as grandes linhas de força lhoria das infra-estruturas e equipamentos escolares, na
da intervenção do Governo em matéria de objectivos ope- formação profissional, no apoio social aos alunos, no de-
racionais e sintetizam-se em: senvolvimento do ensino profissional, na consolidação do
Manter o nível de ocupação da população activa, as- currículo regional da educação básica, na implementação
segurando que as taxas de desemprego se mantenham de projectos pedagógicos e na avaliação do sistema edu-
dentro de parâmetros aceitáveis, inferiores ao que se vem cativo regional.
observando no contexto nacional. A qualidade do parque escolar continuará a merecer uma
Aprofundar o nível de selectividade, de rigor e de efi- atenção especial do Governo Regional, destacando-se a
ciência na afectação material dos recursos públicos, con- construção, ampliação e requalificação de várias escolas
jugando efeitos directos da sua aplicação com estratégias em diferentes ilhas dos Açores. No que se refere às escolas
e resultados integrados em objectivos de desenvolvimento do 1.º ciclo do ensino básico, alguns destes investimentos
de médio prazo. serão realizados em colaboração com as autarquias.
22 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
O parque escolar continuará a ser dotado de novos Neste domínio, concluir-se-á a nova Biblioteca Pública
equipamentos e materiais potenciadores de um processo e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo e dar-se-á
de ensino e aprendizagem mais eficaz. início à construção do Arquipélago — Centro de Arte
Mantendo uma clara aposta no desenvolvimento profis- Contemporânea. A par destas obras prosseguir-se-á ao
sional dos recursos humanos, estabelecem-se prioridades restauro e conservação ou reabilitação dos equipamen-
no âmbito da formação dos professores, com destaque para tos culturais públicos, como o núcleo de Santo André, o
os Novos Programas de Matemática, para as Orientações antigo Hospital da Boa Nova em Angra do Heroísmo, a
Curriculares das Línguas Estrangeiras, para a área curri- ampliação do Museu dos Baleeiros, em simultâneo com
cular não disciplinar de Cidadania e para as tecnologias as intervenções museográficas e de manutenção em todos
da informação e comunicação. os Museus da Região.
O apoio social aos alunos, importante estratégia para A requalificação do Museu de Santa Maria, com a cria-
assegurar melhores condições educativas e de coesão so- ção de um pólo em Vila do Porto, as novas instalações do
cial, continua a merecer especial atenção do Governo Museu Francisco Lacerda, na ilha de São Jorge, e a criação
Regional. de um Museu da Autonomia no Palácio da Conceição, em
No âmbito do alargamento da escolaridade obrigatória Ponta Delgada, dão continuidade a este desígnio regional
para 12 anos, salienta-se a aposta no ensino profissional, de preservação da memória e de aposta no futuro.
como uma via importante para a motivação dos alunos Em 2011 continuará o período de Comemorações do
para a formação e qualificação profissional. Centenário da República, com um vasto programa co-
Simultaneamente, procura-se criar condições para uma memorativo em todas as ilhas, com especial relevância a
maior qualidade na educação básica através da imple- reabilitação da Casa Manuel de Arriaga na ilha do Faial.
mentação do Currículo Regional e de projectos pedagó-
gicos importantes para todo o sistema educativo, como a Juventude
Educação para o Empreendedorismo, a Educação para a Um dos objectivos estratégicos que tem vindo a ser
Saúde, o projecto-piloto no âmbito do apoio educativo na desenvolvido pelo Governo dos Açores, através de diver-
educação pré-escolar e no primeiro ciclo — Intervir para sos departamentos, passa pela criação de mais e melhores
Vencer e o Plano Regional de Leitura. oportunidades para os jovens açorianos, de modo a pode-
Destaca-se, ainda, o investimento em projectos ineren- rem ter a oportunidade de realizarem os seus projectos nos
tes à utilização das Tecnologias de Informação e Comu- Açores. Se, por um lado, esta dimensão é determinante
nicação, em especial na implementação de um sistema para a definição das políticas públicas, em áreas como o
centralizado de gestão, que será um instrumento funda- emprego, a qualificação profissional, a educação, o em-
mental para a agilização da comunicação entre a tutela e preendedorismo, também é certo que não se pode descurar
os serviços dependentes. a vertente da educação para a cidadania.
A avaliação externa das escolas, após a experiência Os jovens açorianos são cidadãos do mundo e, como
piloto em 2010, arrancará em pleno para, em articulação tal, devem estar devidamente conscientes que, quer o seu
com a avaliação interna, se constituírem como instru- projecto de vida, quer a sua participação cívica não têm
mentos potenciadores da qualidade do sistema educativo fronteiras. Deste modo, dar mais mundo aos jovens Aço-
regional. rianos é um dos vectores de desenvolvimento que refor-
çaremos no ano de 2011, devidamente conjugado com o
Cultura
investimento no aumento da participação cívica e com a
Em 2011, o Plano da Região Autónoma dos Açores no promoção da açorianidade.
que respeita à Cultura prossegue a estratégia de qualifica- Contudo, os paradigmas actuais da nossa sociedade têm
ção da actividade e do património culturais como factores vindo a alterar-se com uma cadência cada vez maior. E, se
basilares de valorização da sociedade açoriana. a inovação deve ser, cada vez mais, algo muito presente na
A gestão, preservação e valorização do património cul- definição dos objectivos estratégicos das políticas públicas,
tural nas suas várias expressões (quer material ou imate- duas áreas de intervenção devem ser reforçadas, não só
rial) e a renovação e a produção de novos bens culturais por uma questão de cidadania, mas também por razões
são parte estrutural das acções do Plano, bem como a estratégicas: o voluntariado e o empreendedorismo.
formação de novos públicos e a interacção de iniciativas Na base de intervenção dessas duas áreas está um con-
culturais com a Educação, o Turismo e o Ambiente. ceito: iniciativa. O fomento da livre iniciativa, da criativi-
São também prioridades o aumento da visibilidade das dade e do empowerment junto da juventude açoriana é um
actividades culturais açorianas no Pais, na Europa e na passo que queremos aprofundar no ano que se avizinha.
Diáspora, o fomento da criação artística contemporânea, Deste modo, destacamos a implementação do programa
a dinamização da actividade cultural ligada ao sector au- de educação para o empreendedorismo, que abrange jovens
diovisual e às novas tecnologias e a introdução na Região desde o 2.º ciclo do ensino básico até ao ensino profissio-
de um maior contacto com as novas correntes estéticas nal; o programa de voluntariado, com uma componente
internacionais nas suas várias expressões. internacional e a reformulação do programa de mobilidade
Dar-se-á continuidade à inventariação dos acervos Bento de Góis, que assumirá maior abrangência.
culturais e artísticos da Região e à consolidação da rede Por outro lado, continuar-se-á a desenvolver o esforço
de equipamentos para a prática cultural, cujo relevante de renovar e reforçar os programas já existentes, em áreas
investimento, em termos orçamentais, constitui um sinal importantes para os jovens, perante necessidades identi-
inequívoco da importância da aposta na requalificação es- ficadas no actual contexto económico-social, procurando
trutural dos equipamentos para a cultura enquanto factores respostas conjuntas a toda a sociedade juvenil açoriana,
de dinamização da actividade e dos consumos culturais. residente, ou não, nos Açores.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 23
Emprego e Qualificação Profissional Desporto
O Plano para 2011 encontra-se em plena sintonia e numa Para o ano de 2011 será dada continuidade à concre-
lógica de viabilização das medidas descritas no Plano tização dos objectivos de política de desenvolvimento
Regional de Emprego para os Açores para 2010-2015. desportivo da Região, expressos no Programa de Governo
Pretende aquele Plano Regional de Emprego para os para a presente legislatura, salientando-se como principais
Açores ter uma intervenção central junto dos jovens em linhas de orientação:
qualificação profissional inicial, insistindo em estratégias A consolidação da democratização do acesso à prática
de preparação para a vida activa, factor essencial para a em- de actividades físicas e desportivas, numa perspectiva
pregabilidade. Também, junto dos jovens, visa este Plano associada à promoção da saúde e bem-estar dos cidadãos.
promover estratégias de transição para a vida activa, sobre- O reforço dos níveis de investimento na requalificação
tudo junto daqueles que apresentam um percurso escolar e construção de instalações desportivas.
menos próximo do tecido empresarial, com um objectivo A manutenção do apoio à expressão competitiva formal
claro: fazer com que os jovens cheguem ao mundo do tra- visando também a obtenção de resultados de excelência
balho com o máximo de possibilidades de emprego — no- e procurando afirmar cada vez mais o desporto açoriano
meadamente com capacidades próprias de encontrar no contexto nacional e internacional.
emprego, ou seja, ainda com maior empregabilidade, po-
tenciando um melhor conhecimento do tecido empresarial. Continuaremos a apoiar a formação dos agentes despor-
Pretende aquele Plano, ainda, agir junto dos activos tra- tivos não praticantes e em particular o reforço da formação
balhadores fazendo com que, através de uma qualificação e qualificação desportiva dos nossos jovens, nomeada-
mais adequada e mais próxima de novas competências, mente através das “Escolinhas do Desporto”; “Actividades
possam acompanhar a evolução dos processos e das or- de Promoção (sem enquadramento competitivo) formal”,
ganizações que hoje nos Açores vão exigindo um maior “Desporto Escolar”, “Treino e Competição dos escalões
reconhecimento do profissionalismo. de formação”, “Coordenadores da formação dos clubes”,
É assim colocada, com ênfase, a questão da valorização “Desporto Adaptado”, “Açores Activos”, “Formação de
e da validação e reconhecimento de competências que mi- Dirigentes Desportivos”, “Açores — Desporto Jovem”,
lhares de trabalhadores açorianos necessitam, assim como “Prémio de excelência desportiva”.
um leque de medidas que visam uma maior empregabili- No âmbito da vertente das infra-estruturas, e ao nível
dade no sentido de criar uma maior capacidade própria em das que integram os Parques Desportivos de Ilha, destaca-
manter o seu emprego ou em mudar de emprego. -se a 1.ª fase da cobertura e requalificação do Estádio
Também é pretensão deste Plano, especialmente: de S. Miguel. Serão também disponibilizados apoios ao
Agir junto dos desempregados no acompanhamento movimento associativo desportivo ao nível da constru-
para um emprego, na elaboração de Planos Pessoais de ção ou beneficiação de instalações, designadamente as
Emprego através de uma qualificação para uma maior cobertas, num contexto de oferta de espaços de prática,
empregabilidade, nomeadamente através do programa com qualidade.
Reactivar, ou na colocação em programas de minimização De igual modo e sempre num ideal de melhoria serão
dos efeitos sociais do desemprego; concedidos apoios para a modernização e informatiza-
Estabelecer condições para que os Serviços Públicos de ção, equipamentos e materiais desportivos, bem como
Emprego possam caminhar para dar resposta em 100 dias aquisição de viaturas para transporte de atletas, a clubes
aos desempregados inscritos; e associações.
Criar as condições de implementação de uma vigilância No âmbito do apoio ao desenvolvimento das actividades
estratégica nas questões ligadas ao emprego e à qualifica- desportivas nas suas mais variadas vertentes merecerão
ção profissional, em particular nas informações necessárias destaque a continuação do desenvolvimento dos projectos
a ter em conta para o controlo do trabalho ilegal e trabalho nas áreas:
precário, e do combate à precariedade;
Agir junto de uma franja importante de inactivos atra- Do apoio a clubes para a participação em quadros com-
vés da sua qualificação e da implantação de um certo petitivos nacionais e internacionais, utilização de atletas
número de iniciativas que visam uma maior atractividade formados nos Açores e prémios de classificação e contra-
do mundo do trabalho. tação de técnicos;
Não sendo a conjuntura actual no contexto nacional e Do apoio às associações desportivas para o desenvolvi-
internacional das mais favoráveis à actividade económica, mento das suas actividades competitivas de âmbito local,
desenha-se assim um pacote de medidas de carácter tem- regional e nacional e ainda no suporte dos projectos espe-
porário e excepcional de modo a reforçar a capacitação cíficos de alto rendimento, estrutura técnica associativa e
das organizações e das pessoas para responder à sua maior formação dos diferentes agentes desportivos.
fragilização face a este contexto, de modo a evitar algumas
Informação e Comunicação
perturbações na Economia Açoriana — trata-se sobretudo,
no contexto actual, de transformar fragilidades dos desem- Continuar a contribuir para o aperfeiçoamento tecnoló-
pregados em oportunidades de qualificação. gico e melhoria de infra-estruturas dos Órgãos de Comu-
Decorre ainda da intervenção programada em matéria nicação Social da Região e para a formação dos seus pro-
de emprego, quer a introdução, quer a continuidade de fissionais bem como para a difusão da realidade açoriana
medidas de política de emprego que estimulem a procura no exterior, em particular junto das comunidades.
de qualificações por parte do tecido empresarial, nomea- Apoiar o desenvolvimento e melhoria do Serviço Pú-
damente por via do reconhecimento do retorno económico blico Regional de Rádio e Televisão.
empresarial em consequência da mobilização de certas Fomentar a realização de encontros, seminários e
competências para o seio das organizações. workshops auto-organizados por OCS da Região que in-
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cidam sobre temas como a modernização, publicitação, este rácio será ainda mais enfático e necessitando de uma
projecção no contexto regional e ou nacional, financia- gestão orientada e específica. Por outro lado, está consen-
mento, ou outros. sualmente definido a nível internacional que o alto mar,
Promover o aprofundamento das relações político ins- progressivamente, terá de possuir normas de utilização e
titucionais entre a Região e outras realidades regionais na responsáveis pela sua implementação e gestão. Foi neste
Europa ou nos EUA, com incidência para a cooperação contexto que o Governo dos Açores propôs a classificação
económico — comercial e com particular ênfase para os de diversas áreas do ambiente marinho em contexto do
locais onde se encontrem comunidades açorianas. mar territorial, zona económica exclusiva e, com grande
Renovar as formas de comunicação entre a Administra- originalidade e ampla aceitação, já na zona de extensão da
ção Pública e o cidadão com base no Portal do Governo plataforma continental, ou seja, em águas internacionais.
dos Açores. Todas estas áreas serão, a breve trecho, integradas no
Parque Marinho dos Açores.
Promover o Crescimento Sustentado da Economia Em termos europeus, a publicação da Directiva Qua-
dro sobre a Estratégia Marinha, com a definição do Bom
Agricultura e Florestas
Estado Ambiental do ambiente marinho e a introdução de
Convicto de que a actividade agrícola e pecuária nos acções para a sua monitorização e, nos casos necessários,
Açores é determinante para o rendimento e bem-estar da a sua correcção, elevam os desafios para a uma gestão ade-
população Açoriana, o Governo Regional dos Açores con- quada desta enorme área a uma dimensão extraordinária.
tinuará a promover intervenções específicas para garantir Cumulativamente, a obrigação de efectuar um Plano de
a competitividade do sector agro-pecuário e a valorização Ordenamento do Espaço Marítimo, que segue o espírito
do Mundo Rural, considerando estes dois aspectos como definido pelas normas internacionais, também justificam
as duas grandes dimensões, que se complementam. a existência de uma direcção regional autónoma e dinâ-
Em 2011 será dada continuidade às principais linhas es- mica. Acresce ao já referido que a Estratégia Nacional
tratégicas seguidas, tendo como grande objectivo transver- para o Mar, com os seus objectivos e metas implicam um
sal a todas as intervenções, a promoção da competitividade acompanhamento permanente e uma dinâmica adaptação
das empresas e dos territórios, de forma ambientalmente ao contexto regional.
equilibrada e socialmente estável e atractiva. É por esta razão que foram aglutinadas num novo Pro-
Com esse fim pretende-se: jecto do Plano de Investimentos todos os assuntos rela-
Continuar o reforço da modernização infra-estrutural e cionados com a gestão marinha, incluindo assim também
organizacional das fileiras do leite e da carne, assumindo- a gestão das zonas costeiras, incluindo a qualidade das
-se estes como sectores essenciais da actividade agro- águas balneares e as acções de educação ambiental, como
-pecuária regional. o SOS Cagarro e o Festival Entre Mares.
Assegurar a melhoria constante das infra-estruturas de Competirá a este serviço a execução de importantes
base, com destaque para os laboratórios regionais de ve- infra-estruturas de protecção costeira, como a que se de-
terinária, de enologia e de sanidade vegetal, os parques de senrola na Baía de São Lourenço da Ilha de Santa Maria.
exposições agro-comerciais, a renovação e construção de A definição e priorização da estratégia relacionada com o
matadouros, caminhos agrícolas e rurais, sistemas de abas- risco e consequente protecção da orla das ilhas dos Açores
tecimento de água e energia eléctrica às explorações. será uma responsabilidade deste novo serviço e que se
Manter uma estratégia de apoio ao investimento pri- reflectirá no Projecto 14.
vado, ao rendimento e às organizações do mundo rural, Toda a acção planeada num ambiente de desenvolvi-
com clara aposta na qualidade e na diversificação da eco- mento sustentável, tal como sufragado pelos açorianos,
nomia rural. implica haver um investimento acentuado em conheci-
Continuar a implementar medidas que garantam o mento. Assim, para além das actividades previstas no
melhoramento e a sanidade animal e vegetal, consubs- espírito do departamento do Governo Regional com com-
tanciadas em planos globais integrados de vigilância e petência para a Ciência e Tecnologia, dar-se-á sequência
controlo. a programas de monitorização ambiental como o que diz
Assegurar a valorização e qualificação de conheci- respeito ao censo das aves marinhas. Alguns destes pro-
mentos de base, ao nível da formação, experimentação, jectos, para além das componentes relacionadas com o
divulgação e extensão rural. conhecimento puro e a monitorização, contêm outras no
Promover os produtos agro-pecuários, criando condi- âmbito da própria intervenção ambiental, como é o caso
ções para a sua valorização e promovendo-os nos mercados do projecto co-financiado pela União Europeia através do
externos à Região. Programa LIFE+ “Ilhas Santuário”. Será integrado neste
Assegurar a produção e o fornecimento de plantio para Projecto que será executada a participação regional no
manutenção das áreas florestais e acções de florestação, âmbito destas acções.
no âmbito do Programa de Melhoramento Florestal dos
Açores e dos Planos de Ordenamento da Floresta Açoriana, Pescas
valorizando o uso múltiplo da floresta Açoriana. Executar acções de fiscalização e sensibilização dos
pescadores em todas as ilhas dos Açores; acompanhar e
Assuntos do Mar
intervir, no âmbito das instituições europeias, com vista
O Mar dos Açores, com cerca de um milhão de qui- à restauração do limite das 200 milhas para reserva da
lómetros quadrados, possui uma área centenas de vezes frota dos Açores; intensificar a investigação científica
maior que o território terrestre. Num contexto de amplia- na ZEE dos Açores, através da celebração de protocolos
ção da plataforma continental, tal como submetido pelo de cooperação com o Centro do IMAR da UA para a
Governo da República à Organização das Nações Unidas, gestão e exploração N/I “Arquipélago” e da L/I “Águas
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Vivas”, para além da promoção de projectos no âmbito Prosseguir-se-á com o objectivo de fomentar a com-
do Programa Nacional de Recolha de Dados, Programa petitividade externa da economia regional, atribuindo
de Observação das Pescas dos Açores (POPA), avaliação incentivos financeiros aos operadores económicos para a
dos mananciais de espécies demersais, de profundidade colocação dos produtos regionais nos mercados de destino,
e de lapas, estudos da interacção dos cetáceos na pesca e apoiando a constituição de parcerias comuns de distribui-
estudos de viabilidade de aquicultura de cracas, ouriços ção, comercialização e promoção de produtos açorianos,
e de lapas; ou promovendo a participação das empresas em feiras e
Manter o programa de investimentos nos portos de outros eventos promocionais.
pesca demais infra-estruturas e equipamentos de apoio Pretende-se dar continuidade a iniciativas que contri-
ao sector; designadamente o incremento das condições de buam para a promoção da qualidade dos produtos açoria-
armazenamento e conservação do pescado. Apoiar finan- nos e a sua valorização junto do consumidor, nomeada-
ceiramente renovação da frota de pesca, através da cons- mente através de programas que visam a segurança e a
trução e modernização de novas embarcações, de forma a qualidade alimentar junto das empresas, com a colaboração
garantir melhores condições de segurança, habitabilidade das associações empresariais. Por outro lado, serão desen-
e autonomia às embarcações de pesca dos Açores; volvidas acções de sensibilização dos agentes económicos
Atribuir uma compensação financeira aos armadores para as vantagens decorrentes do Sistema Português da
das embarcações da pesca local, registadas em portos da Qualidade, nos domínios da certificação, normalização e
Região Autónoma dos Açores cujos equipamentos propul- metrologia.
sores sejam exclusivamente por motores fora de borda a ga- Dar-se-á seguimento aos processos de avaliação, carac-
solina; atribuir uma ajuda regional ao escoamento dos pro- terização e qualificação das águas minerais e termais, bem
dutos da pesca capturados pelas embarcações das ilhas da como dos recursos minerais não metálicos, tendo em vista
Coesão (Santa Maria, Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo); maximizar a utilização desses recursos e contribuir para
Promover a coesão social no âmbito da actividade da uma correcta integração dos mesmos nos instrumentos
pesca por via da atribuição de apoios aos pescadores atra- de ordenamento do território e protecção e recuperação
vés do Fundo de Compensação Salarial dos Profissionais ambiental.
da Pesca dos Açores; No sector do artesanato, as principais prioridades serão
Reforçar a capacidade de intervenção das associações o apoio financeiro no âmbito dos sistemas de incentivo
e organizações de produtores na gestão e no desenvol- em vigor, o desenvolvimento das empresas artesanais, a
vimento sustentável do sector das pescas; promover o valorização das técnicas artesanais através da transmissão
desenvolvimento da aquicultura; modernizar as unidades de saberes, a certificação da qualidade da produção e a
conserveiras e harmonizar os seus impactos no ambiente; divulgação e promoção do artesanato dos Açores.
realização de acções de formação profissional destinadas a Ao longo de 2011, serão também dinamizadas diver-
profissionais da pesca em todas as ilhas do arquipélago. sas iniciativas de fomento do empreendedorismo, parti-
cularmente junto dos mais jovens, com o objectivo de
Comércio, Indústria e Serviços incrementar uma nova cultura empresarial, baseada no
conhecimento e na inovação. O Empreende Jovem — Sis-
Será prestada uma particular atenção à política de in- tema de Incentivos ao Empreendedorismo, recentemente
centivos financeiros ao investimento privado, como ins- reformulado, vai seguramente contribuir para a renovação
trumento privilegiado para fomentar um desenvolvimento do tecido produtivo e para a concretização de iniciativas
económico sustentável a médio e longo prazo. Neste domí- empresariais de carácter inovador.
nio, assume especial importância o SIDER — Sistema de Será mantida a concessão de apoios no âmbito do micro
Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores, crédito, promovendo-se a integração no sistema económico
que envolve um vasto conjunto de medidas de apoio ao de pessoas em situações particulares de desfavorecimento
investimento nos sectores do comércio, indústria, turismo social, contribuindo-se deste modo para uma maior coesão
e serviços, proporcionando aos agentes económicos a ob- económica e social.
tenção de ganhos de produtividade e de competitividade, e De destacar, ainda, a actividade da APIA — Agência
acelerando o processo de ajustamento da economia regio- para a Promoção do Investimento dos Açores, E. P. E.,
nal em direcção a novos perfis de especialização. que tem por missão promover activamente a captação
O desenvolvimento de diversas iniciativas de natureza de projectos de investimento de capitais externos à Re-
legislativa, relacionadas com a regulação dos sectores do gião, nacionais ou estrangeiros, apoiar a realização desses
comércio e indústria, designadamente a revisão do regime projectos e contribuir, junto de potenciais investidores,
de licenciamento da actividade industrial, a reformulação para a identificação e divulgação das oportunidades de
do regime de autorização prévia do licenciamento comer- investimento nos Açores, bem como a implementação de
cial, a introdução do regime de declaração prévia para a um fundo de capital de risco, enquanto instrumento de
instalação dos estabelecimentos de restauração e bebidas, financiamento empresarial, especialmente vocacionado
bem como a alteração do regime jurídico da revelação e para apoio às pequenas e médias empresas nas fases ini-
aproveitamento de massas minerais, para além de outras ciais do ciclo de vida e aos projectos de investimento com
medidas, vai favorecer um ambiente estimulante da efi- forte cariz inovador.
ciência empresarial. Aquelas alterações, que permitirão
Turismo
simplificar procedimentos, encurtar prazos de resposta e
reduzir custos de contexto, enquadram-se num objectivo Prosseguir-se-á a sustentabilidade do sector do turismo
mais amplo e transversal relacionado com a desmateria- apostando na qualificação da oferta e na ampliação da
lização de processos e desburocratização administrativa, procura turística externa, em estreita concertação da ac-
traduzindo-se em ganhos de competitividade para os sec- tuação das entidades públicas e privadas., tendo em vista
tores de actividades abrangidos. um envolvimento harmonizado em diferentes domínios
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(ambiente, ordenamento do território, transportes, festivi- cessão de incentivos financeiros a associações e entidades
dades, segurança, qualificações, entre outras), uma efectiva afins para o desenvolvimento de planos de promoção e
aproximação às comunidades locais e a sua adequação às animação.
conjunturas internacionais, nacionais e regionais, assim Assegurar-se-á o apoio técnico e financeiro ao desen-
como às novas tendências da procura. volvimento de investimentos estratégicos no sector do
Continuar-se-á a apoiar, quer no mercado nacional quer turismo, celebrando-se contratos-programa com interesse
nos mercados internacionais considerados prioritários, a para o desenvolvimento do turismo nos Açores, como
realização de acções que permitem dar maior visibilidade forma de estruturar a colaboração entre a Região e as
ao destino, nomeadamente a realização de campanhas pu- entidades privadas que com ela pretendam cooperar na
blicitárias multimédia, a participação em feiras e noutros prossecução daquele objectivo, com planos de acção que
eventos de promoção turística que atraem grande número promovam o Destino Açores ou os diferentes produtos
de participantes, a organização de viagens de familiariza- turísticos nos mercados nacional ou internacional de forma
ção e a realização de visitas educacionais para jornalistas, coerente e integrada, desenvolvam a formação de activos
fotógrafos, equipas de televisão, escritores de guias. em áreas relevantes para a actividade turística nos Açores
Tendo em vista o aumento dos fluxos turísticos, bem ou visem o estudo, a monitorização e o acompanhamento
como a permanência e o gasto médio dos turistas nacio- do desenvolvimento da actividade turística dos Açores ou
nais e estrangeiros, pugnar-se-á pelo desenvolvimento concorram para a criação de uma oferta estruturada da
das acessibilidades aéreas e marítimas e continuar-se-á animação ou oferta turística.
a realizar acções de prospecção em diversos mercados Incentivar-se-á a competitividade do sector, valorizando-
no sentido de atrair para os Açores novas operações. Si- -se os serviços, a inovação e a criatividade e apoiando-se
multaneamente, será feito um acompanhamento quer do iniciativas formativas de forma a dotar os profissionais do
mercado nacional, quer dos mercados com os quais os turismo de melhores e mais adaptados conhecimentos.
Açores têm já relações, nomeadamente o Continente, a Divulgar-se-á junto dos agentes económicos, legisla-
Escandinávia, a Alemanha, Reino Unido, a Holanda, a ção específica do sector e promover-se-á a sua aplicação
França, Itália, os EUA e o Canadá. na Região, como por exemplo o diploma que estabelece
Nesse âmbito, avaliar-se-ão as possibilidades de cresci- as condições de acesso e de exercício da actividade das
mento face à oferta específica da Região e, com o intuito empresas de animação turística e dos operadores marítimo-
de diversificar e aumentar a procura turística, continuar- -turísticos e o novo Regime Jurídico dos Estabelecimentos
-se-á a estudar novos mercados que demonstram já algum Turísticos, dando-se continuidade ao programa de audi-
interesse pelos Açores, nomeadamente a Polónia e a Re- torias para reclassificação de todos os empreendimentos
pública Checa. existentes.
Com vista a aumentar a notoriedade do Destino Açores,
a reduzir a sazonalidade, a revelar os Açores mais activos, Investigação e Desenvolvimento e Inovação
dinâmicos e experienciais, através da diferenciação e da
diversificação da oferta, a captar targets em cada mercado A melhor estratégia de desenvolvimento sustentável
com maior potencial spending, será desenvolvida uma para os Açores está ligada ao reforço das capacidades
campanha de publicidade de grande dimensão, envolvendo regionais nos domínios do conhecimento.
cinco mercados num total de oito países, nomeadamente: O desenvolvimento científico e tecnológico ocupa, as-
Suécia, Noruega, Dinamarca, Alemanha, Reino Unido, sim, um lugar central nas organizações e na construção
Estados Unidos da Amércia, Canadá e Portugal Conti- de modelos organizacionais e operativos da Sociedade da
nental. Esta campanha será desenvolvida em parceria com Informação e do Conhecimento.
a ATA — Associação de Turismo dos Açores. Promover- Na Região Autónoma dos Açores, a tarefa da dinami-
-se-á, também, a progressiva profissionalização das enti- zação estratégica das orientações governamentais, nesta
dades com responsabilidades na promoção externa. matéria, é cometida à Direcção Regional da Ciência, Tec-
Tendo em vista a consolidação dos produtos turísticos nologia e Comunicações que, em sintonia com todas as
elencados no Plano de Marketing serão desenvolvidas outras linhas de acção governativa, tem a competência de
acções visando essencialmente os mercados emissores apoiar o desenvolvimento do potencial científico e tecnoló-
com forte apetência para os produtos de mergulho, ob- gico regional, em termos de recursos materiais, humanos e
servação de cetáceos, vulcanismo, percursos pedestres, intelectuais, através da promoção da investigação aplicada
golfe e meeting industry. e do desenvolvimento experimental em áreas de manifesto
Será estimulada a hospitalidade e a identidade turística interesse da Região.
regional mediante a prestação de serviços de informação O Programa Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informa-
turística, a produção de materiais de promoção e infor- ção e Comunicações integra um conjunto de Projectos, Ac-
mação turística, nomeadamente folhetos genéricos em ções e Medidas articuladas e direccionadas para questões
diferentes idiomas, livros promocionais, DVD, cartazes, correlacionadas com o potencial científico e tecnológico
enquanto suportes fundamentais para a realização de ac- regional que promovem e estimulam a criação e manuten-
ções promocionais nos mercados externos. ção de instituições e instrumentos, destinados a atender à
Continuar-se-á a apoiar o investimento no sector com procura na área das tecnologias, numa tentativa de associar
condições mais favoráveis para o investimento privado, o desenvolvimento no campo científico e tecnológico; ga-
através do SIDER — Sistema de Incentivos ao Desen- rantem a formação de especialistas e a internacionalização
volvimento Regional, e apoiar-se-á o desenvolvimento de investigadores nas áreas estratégicas para o desenvol-
de acções e eventos de animação e promoção turísticas vimento da Região; promovem medidas de incentivo para
por parte dos agentes económicos do sector, através dos a cooperação entre unidades de investigação e empresas,
incentivos financeiros concedidos ao abrigo do Subsistema conducentes à modernização de processos, à optimização
para o Desenvolvimento do Turismo, assim como a con- de recursos e ao aumento da produtividade com controlo
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de qualidade; fomentam a divulgação da cultura científica Prosseguir com a implementação de programas de qua-
e o ensino experimental das ciências; promovem o desen- lidade, certificação e acreditação dos serviços de saúde
volvimento e a dinamização de plataformas integradas de com vista a introduzir melhorias de qualidade na prestação
serviços e a divulgação de informação de utilidade pública, de cuidados de saúde, assim como proporcionar o aumento
com recurso a ferramentas de personalização e comunica- da qualificação dos profissionais que desempenham fun-
ção directa; garantem a consolidação e a continuidade da ções na área.
reforma administrativa apoiada em políticas de desenvol- Atribuir bolsas de estudo, executar o programa de for-
vimento do sector dos sistemas de informação; garantem a mação para profissionais de saúde e apoiar a realização de
continuidade e o apoio às estratégias de desenvolvimento encontros, seminários e jornadas de saúde e outras formas
tecnológico educacional, ao nível da qualificação humana, de actualização profissional.
social, cultural e económica, numa perspectiva de optimi- Iniciar a construção de uma unidade juvenil de trata-
zação e de rentabilização dos recursos disponíveis. mento e reabilitação em S. Miguel.
Continuar a execução do Plano Regional de Prevenção
Reforçar a Solidariedade e a Coesão Social e Combate às Dependências, fomentando as Estratégias
Locais de Inserção, em que os recursos existentes ao nível
Saúde local são mobilizados num esforço organizado entre os
Assegurar o desenvolvimento das infra-estruturas e vários parceiros locais, para a implementação de respos-
sistemas de saúde, nomeadamente dar início à construção tas integradas com os vectores ou áreas da Redução de
dos novos Centros de Saúde da Madalena e Ponta Delgada, Procura, Prevenção, Dissuasão, Tratamento, Redução de
continuação da Empreitada do Novo Centro de Saúde da Riscos e Minimização de Danos e Reinserção.
Graciosa e do Bloco C do Hospital da Horta; Consolidar a descentralização do tratamento de subs-
Continuação da construção do Novo Hospital da Ilha tituição opiácea, e melhorar a qualidade do tratamento e
Terceira e inicio da construção do Centro de Radioterapia aproximá-lo do cidadão e da sua comunidade, facilitando
dos Açores; também o processo de integração e reinserção;
Continuar a aperfeiçoar as políticas de promoção da Dar continuidade à prevenção, realizada pelas Comis-
saúde e prevenção da doença, nomeadamente através da sões de Dissuasão da Toxicodependência;
prossecução do Plano Regional da Saúde e respectivos Reforçar os acordos de cooperação com as Institui-
Programas Regionais já aprovados, da participação em ções que desenvolvem acções e projectos no âmbito da
eventos e da promoção de campanhas. Prevenção, Dissuasão, Tratamento, Redução de Riscos e
Prosseguir com projectos de implementação e operacio- Minimização de Danos e Reinserção;
nalização da melhoria de acessibilidades ao Serviço Re- Prosseguir e difundir os programas de prevenção em
gional de Saúde consolidando o projecto do “Enfermeiro meio escolar e extra-escolar, e de intervenção específica
de Família” e melhorando o funcionamento da Linha de em zonas de risco;
Saúde Açores. Implementar padrões de procedimentos e aperfeiçoar a
Dar continuidade ao Plano Regional de Vacinação. estrutura de monitorização das dependências;
Continuar com o projecto do vale saúde. Continuar com o projecto de Implementação e Ope-
Prosseguir com as políticas de Saúde Materna, Planea- racionalização da Rede de Cuidados Continuados e Pa-
mento Familiar e Incentivo à Natalidade, designadamente liativos;
através da procriação médica assistida. Promover parcerias, com IPSS, ONG e Outras, através
Continuar, sempre que possível, e em colaboração com do estabelecimento de protocolos, de investigação e de-
as Autarquias Locais, a implementação de Casas Mortuá- senvolvimento, com Universidades, hospitais e institutos
rias junto às populações; públicos, no sentido de articular e racionalizar os recursos
Equipar os actuais e novos serviços com os equipamen- e meios existentes.
tos e tecnologia necessários a uma integração harmoniosa Segurança Social
compatível com o SIS-ARD, procedendo à substituição
de equipamentos obsoletos e promovendo as aquisições As acções preconizadas no Plano de 2011 mantêm a
essenciais para colmatar carências de modo a que a evo- forte aposta no desenvolvimento de estruturas basilares
lução de cada serviço possa ser a mais adequada e eficaz ao suporte e prevenção do risco social, na dinamização de
na resposta às necessidades dos utentes; medidas de apoio e combate ao isolamento e nas respostas
Completar a informatização base do Sector na Re- integradas de apoio à família e comunidade.
gião — Sistema de Informação da Saúde — SIS-ARD), Estas acções, que estão agrupadas em quatro grandes
com vista à evolução da qualidade do Serviço Regional áreas: idosos, infância e juventude, públicos com neces-
de Saúde, colocando em funcionamento e em rede todas sidades especiais e família, comunidade e serviços, visam
as Unidades de Saúde garantindo a evolução simultânea e principalmente:
os níveis de eficiência operacional das diversas unidades Idosos:
que o compõem;
Apoiar instituições do Serviço Regional de Saúde e Alargar e qualificar a rede de equipamentos e serviços
pessoas colectivas, públicas ou privadas, para o desen- de apoio social para idosos, criando novos lares e remo-
volvimento de projectos no domínio da saúde. delando os existentes, e dotando-os de condições técnicas
Aprofundar as parcerias com as regiões ultraperiféricas e de conforto que garantam a adequabilidade às diferentes
através de fundos comunitários e reforçar a capacidade de necessidades gerontológicas;
intervenção em sede de emergência médica, nomeada- Reforçar as respostas de apoio alternativo à institu-
mente dando continuidade à implementação do Programa cionalização, promovendo e apoiando a permanência de
Regional para a Utilização de DAE por Não Médicos e idosos em sua casa com o auxílio dos serviços de apoio
de Acesso Público à Desfibrilhação. domiciliário, centros de dia e centros de noite;
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Atribuir apoio directo aos pensionistas, melhorando o Promover e apoiar acções de sensibilização, formação,
seu bem-estar social, através da comparticipação à aqui- informação, divulgação e certificação de boas práticas no
sição de medicamentos (COMPAMID) e do aumento da combate à descriminação e promoção da Igualdade de
capacidade de resposta ao nível da Rede Regional de Cui- Oportunidades;
dados Continuados integrados. Realizar ou apoiar estudos, projectos, conferências,
acções de cooperação e intervenção tecnológica no âmbito
Infância e Juventude: da transversalidade do princípio da Igualdade de Oportu-
nidades para Todos.
Alargar e qualificar a rede de equipamentos e serviços
de apoio social na área da Infância e Juventude, com es-
pecial relevo para respostas dirigidas à primeira infância, Disseminação da perspectiva da Igualdade de Género e
destacando-se a construção de novas creches em áreas promoção de medidas facilitadoras da conciliação da vida
populacionais em crescimento e com baixa cobertura ao pessoal com a vida profissional:
nível dos equipamentos, providenciando-se paralelamente Desenvolver, certificar e apoiar entidades privadas na
melhorias num conjunto de serviços sociais, com inter- promoção de medidas e acções facilitadoras da conciliação
venção no âmbito da prevenção dos factores de risco, na da vida pessoal com a vida profissional;
promoção e protecção das crianças e contribuindo para a Promover e apoiar acções de sensibilização, formação
facilitação e estabilidade das famílias jovens. e informação potenciadoras do mainstreaming da pers-
pectiva de género;
Públicos com Necessidades Especiais: Realizar ou apoiar estudos, projectos, conferências e
Continuar o alargamento da rede de centros de acti- acções de cooperação e intervenção tecnológica com o
vidades ocupacionais aos núcleos concelhios de maior objectivo de implementar os Planos da Igualdade na Ad-
densidade populacional e que possibilitam a gestão e ministração Regional, Local e nas entidades privadas;
rentabilização de outros serviços já concentrados na co-
munidade; Combater e prevenir a violência e atitudes discrimi-
Constituir novas residências para apoio à pessoa com natórias:
deficiência, garantindo-se as condições básicas de suporte Implementar e acompanhar o Plano Regional de Pre-
aos próprios e aos familiares cuidadores. venção e Combate à Violência Doméstica;
Promover e apoiar acções de sensibilização, formação,
Família, Comunidade e Serviços: informação, divulgação e certificação de Boas Práticas;
Promover uma política de acção social descentralizada Apoiar e alargar as estruturas de apoio, prevenção e
e territorializada no âmbito das respostas às pessoas às acolhimento para vítimas de violência (mulheres, crian-
famílias e aos recursos locais; ças e idosos) e serviços de proximidade de atendimento
Intensificar a qualidade do atendimento ao cidadão às vítimas;
através da continuação da modernização dos serviços da Implementar o Serviço de Teleassistência a vítimas de
segurança social. violência;
Criar o Programa de Reabilitação de Agressores Se-
Igualdade de Oportunidades xuais;
Realizar ou apoiar estudos, projectos, conferências e
Um dos pilares fundamentais para a coesão social e o acções de cooperação e intervenção tecnológica na área
desenvolvimento sustentável é a promoção de todos os do combate e prevenção da violência e atitudes discrimi-
aspectos da Igualdade de Oportunidades. natórias;
Fomentar e apoiar estratégias que promovam a Igual- Apoiar acções na área da Formação e do Emprego Pro-
dade de Direitos, de Representação, de Reconhecimento tegido e promover competências para a empregabilidade
e de Respeito, que ofereçam a todas as pessoas, indepen- para vítimas de violência e mulheres em situação de risco;
dentemente do sexo, origem étnica, religião ou crença, de- Alargar e potenciar o Programa de Suporte Socioeco-
ficiência, idade e orientação sexual, oportunidades iguais, nómico a vítimas de violência;
é o caminho certo para a construção de uma Região mais Alargar e potenciar o Programa de Reabilitação de
justa, mais solidária, mais rica em valores humanos. Agressores Conjugais — Contigo;
Nesta medida, e assegurando a continuidade das acções Asseverar e potenciar a Linha de Informação contra a
iniciadas em 2009, o Plano de 2011 contempla, no âmbito descriminação e violência.
do Projecto Igualdade de Oportunidades:
Promoção da Transversalidade do princípio da Igual- Igualdade de Oportunidades para pessoas com defi-
dade de Oportunidades para Todos: ciência:
Prosseguir a implementação e disseminação do Plano Implementar ou apoiar acções de sensibilização, for-
Regional para a Igualdade de Oportunidades; mação, informação para os direitos e certificação de boas
Implementar o Programa Família, Escola e Comuni- práticas;
dade — Berços da Cidadania e Igualdade de Oportuni- Realizar estudos, projectos, conferências, acções de
dades; cooperação e intervenção tecnológica na área da Igualdade
Implementar o Conselho Regional para a Igualdade de de Oportunidades para pessoas com deficiência;
Oportunidades; Apoiar a implementação de melhorias nas edificações
Apoiar instituições para a manutenção dos Centros de para promover as acessibilidades;
Informação e Acompanhamento das Políticas de Igual- Desenvolver e apoiar acções na área da formação e
dade; emprego protegido e promoção de competências para a
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 29
empregabilidade; Implementar ou apoiar acções, estruturas Para 2011, pretende-se dar continuidade às políticas em
e equipamentos facilitadoras da promoção da Igualdade curso, dando-se especial ênfase à:
de Oportunidades e prevenção e combate à descriminação
Promoção empresarial de habitação em regime de cus-
para pessoas com deficiência;
tos controlados através dos Contratos de Desenvolvimento
Desenvolver e apoiar acções promotoras do acesso à
para a Habitação (CDH’s);
cultura, desporto e lazer;
Reforço dos apoios à aquisição, construção e recupe-
Desenvolver e acompanhar o Programa Casa para Todos;
ração de habitação própria permanente;
Desenvolver e acompanhar o Plano Regional de Aces-
Dinamização do incentivo ao arrendamento destinado a
sibilidades.
responder a novas necessidades habitacionais e a dinamizar
Potenciar a inclusão social e consequente mobilidade
o mercado urbano;
social de grupos mais vulneráveis à exclusão Estímulo do arrendamento e subarrendamento, em re-
gime de renda apoiada, como alternativa de resposta ao
Desenvolver e acompanhar o Programa de Suporte realojamento das famílias em situação de grave carência
Psicossocial e Socioeconómico a pessoas em grave situ- habitacional, pela via da aquisição ou construção;
ação de exclusão; Requalificação do património erigido e reforço, em
Apoiar acções na área da Formação e promoção de articulação com os restantes organismos do Governo, dos
competências para a empregabilidade; apoios no combate à infestação das térmitas e no controlo
Apoiar a criação ou melhoria de estruturas e acções faci- da praga;
litadoras do atendimento aos públicos mais vulneráveis. Promoção da gestão do património da Região afecto
à habitação, bem como implementação de acções de for-
Habitação
mação que contribuam para o cumprimento dos contratos
É preocupação do Plano para 2011 continuar a melhorar estabelecidos e para a salutar convivência em regime de
as condições habitacionais das famílias açorianas no con- condomínio;
texto da política social de habitação do Governo Regional Desenvolvimento de estudos e intercâmbio de expe-
dos Açores e de salvaguarda e valorização patrimonial, riências com vista a propor medidas de melhoria nas áreas
assegurando a memória do edificado e a sua evolução, de habitação e reabilitação urbana; e
dentro de uma visão que é tornar os Açores uma Região Melhoria da proximidade e da resposta ao cidadão atra-
de referência em matéria de Habitação Social. vés da utilização das TIC’s e da descentralização da rede
Em termos estratégicos, assumem-se com a maior de atendimento.
importância para o desenvolvimento e consolidação das
orientações políticas regionais da área da habitação, os Gerir com Eficiência o Território Promovendo
seguintes pontos: a Qualidade Ambiental
Reforçar a melhoria de condições de vida dos agrega-
dos familiares, promovendo a coesão social da Região Ambiente
Autónoma dos Açores (reforço dos apoios à aquisição de
Ambiente, Ordenamento do Território e Recursos Hídricos
habitação, à recuperação do parque habitacional existente);
Dinamizar o mercado de arrendamento através da ope- Os grandes problemas ambientais do mundo estão re-
racionalização do programa “Famílias com Futuro” com lacionados com a sobre-exploração de recursos, com a
o objectivo da resolução de situações de carência habita- erosão do solo, com a poluição atmosférica, com a falta
cional através do incentivo ao arrendamento de prédios ou de água potável, com a perda de biodiversidade, com a
de fracções autónomas e do subarrendamento de imóveis proliferação de organismos invasores e com as alterações
em regime de renda apoiada; climáticas globais. Junto da opinião pública, a visibilidade
Incentivar a recuperação do edificado quer público quer que este último tema tem merecido acaba por ofuscar os
privado, tendo em vista reabilitar os núcleos urbanos e restantes, sendo que, alguns destes, no caso particular do
promover a sua sustentabilidade social e ambiental, bem arquipélago dos Açores, têm resultados mais intensos,
como implementar o novo regime de apoios financeiros mais profundos e perenes. Assim, assiste-se nos Açores a
dirigido aos imóveis infestados pela praga das térmitas; uma enorme necessidade de actuar na área da gestão de
Contribuir para o ordenamento harmonioso e sustentável resíduos, no combate à flora invasora e na restauração da
do território da Região, promovendo a requalificação ur- eficiência ecológica dos sistemas naturais. Para que haja
bana dos loteamentos promovidos pela Região e aplicando compreensão e solidariedade dos cidadãos e contribuintes
as orientações ambientais e de eficiência energética; na generalidade, é necessário mantê-los informados e
Promover o princípio da discriminação positiva diri- proporcionar um contexto participativo.
gido aos territórios e às populações mais desfavorecidos O X Governo dos Açores, através do seu Plano de Ac-
que lhes permita atingir um nível de desenvolvimento ção, definiu como áreas fundamentais para o Ambiente a
integrado; e Gestão de Resíduos, o Combate aos Organismos Invasores
Actualizar e desenvolver os indicadores de recensea- e a Recuperação dos Mananciais de Água.
mento habitacional e social dos agregados familiares com Em termos estratégicos, nas áreas de competência da
necessidades especiais através do Observatório Regional Direcção Regional do Ambiente, apenas se podem debelar
da Habitação. os temas referidos anteriormente se existir uma actuação
Todas estas estratégias de intervenção têm subjacente simultânea em temas relacionados com o Ordenamento
uma resposta social integrada, que se reflecte na melho- do Território, a Conservação da Natureza, os Recursos
ria das condições de vida e nos hábitos e competências Hídricos, incluindo a respectiva monitorização, a Ava-
das populações mais desfavorecidas, jovens e famílias liação Ambiental em termos gerais, os Resíduos e com a
monoparentais. Promoção Ambiental.
30 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Neste momento, para neutralizar a carência de gestão costeiras de transição e interiores, assim como a monito-
efectiva e adequada dos resíduos e responder aos desígnios rização do estado de eutrofização das lagoas.
comunitários, é necessário efectuar investimentos de várias Terá continuidade a implementação da rede de monito-
dezenas de milhões de euros. rização automática para a avaliação e estudo do ciclo hi-
Por outro lado, séculos de uso abusivo dos terrenos agrí- drológico nas diferentes ilhas e serão avaliados os perigos
colas e de recreio no arquipélago, conduziram à existência naturais associados à ocorrência de cheias e deslizamentos.
de cerca de 370 espécies de plantas naturais e mais de mil Merecerá ainda destaque a questão da protecção e valori-
exóticas. Esta pressão, sob pena de se perder património zação dos recursos hídricos, designadamente, através da
insubstituível, carece de acções vigorosas de combate às limpeza de ribeiras e da protecção de nascentes.
piores espécies exóticas (invasoras) e recuperação dos O cidadão comum apenas alterará o seu comportamento
habitats naturais. Para além dos efeitos perversos directos e contribuirá para o real valor dos serviços ecológicos,
(perda de biodiversidade), existem consequências indirec- se for sensibilizado para a temática ambiental. Assim, o
tas ao nível da redução da eficiência do funcionamento Governo Regional através do departamento especialmente
dos ecossistemas o que, por sua vez, tem implicações a vocacionado para esta temática, pretende estimular, de
diversos níveis, como seja a falta de mananciais de água forma significativa, a participação pública activa e infor-
potável e a promoção da erosão das arribas costeiras. mada. Consequentemente e a este nível, o Plano de Inves-
No âmbito dos instrumentos de Gestão Territorial serão timentos deverá reflectir um acentuado esforço ao nível
desenvolvidas as seguintes acções prioritárias: implemen- do investimento associado às infra-estruturas e acções de
tação do Plano Regional de Ordenamento do Território promoção ambiental.
dos Açores; conclusão dos Planos de Ordenamento da Energia
Orla Costeira das ilhas do Pico e do Faial; acompanha-
mento da elaboração e revisão dos Planos Municipais de Uma elevada dependência do petróleo e seus derivados,
Ordenamento do Território; elaboração dos Planos de um recurso não renovável e limitado, acarreta, por um lado,
Ordenamento de Bacias Hidrográficas das Flores e de fortes impactos ambientais e, por outro lado, grande ins-
S. Miguel (Lagoas do Fogo, Congro, São Brás, Empadadas tabilidade dos preços devido ao risco associado ao actual
e Canário); elaboração do Plano Sectorial de Ordenamento sistema de abastecimento, muito dependente de regiões
do Território para as Actividades Extractivas na Região politicamente instáveis, à especulação e a um aumento da
Autónoma dos Açores. procura mundial resultante do crescimento económico dos
Para a avaliação e monitorização dos Instrumentos de países emergentes.
Gestão Territorial em vigor, terão continuidade os traba- A sustentabilidade dos sistemas energéticos exige uma
lhos conducentes à elaboração dos Relatórios de Avaliação aposta significativa e continuada nas energias renováveis
da Implementação dos Planos de Ordenamento da Orla e na eficiência energética, facto que é suportado pelas
Costeira e dos Planos de Ordenamento das Bacias Hidro- orientações políticas a nível internacional.
gráficas em vigor; do Relatório do Estado do Ordenamento O acesso ao conhecimento e o desenvolvimento de
do Território da Região Autónoma dos Açores. competências no domínio dos Sistemas Sustentáveis de
Sob o ponto de vista instrumental, prevê-se a conclu- Energia, normalmente assentes na introdução de pequenas
são do Sistema de Informação Geográfica do Ambiente e inovações, está ao alcance de regiões pequenas e abun-
do Mar, para a divulgação pública de todos os planos de dantes em recursos energéticos endógenos.
ordenamento dos Açores. A conjugação destes factores traduz-se numa oportuni-
Para a elaboração da Reserva Ecológica Regional, serão dade de exploração dos recursos energéticos endógenos
avaliados os perigos naturais em termos das condicionantes da Região, contribuindo para promover a criação de em-
de risco a considerar para efeitos do desenvolvimento da prego qualificado, a dinamização do tecido científico e
política de ordenamento do território e serão dinamizadas empresarial regional, nacional e internacional e para atrair
as acções conducentes à realização da Estratégia Regio- investimento na área das energias renováveis.
nal para as Alterações Climáticas. Neste contexto terá Importa assim criar condições para a promoção de um
continuidade a preparação de projectos e a execução de sistema sustentável de energia, alicerçado em elevados
empreitadas dirigidas para a protecção e a requalificação níveis de conhecimento técnico e científico, que aproveite
da orla costeira. Por via da aplicação de diversa legislação o potencial de recursos endógenos e transforme os Açores
na área da gestão territorial, salienta-se, ainda, o exercício num laboratório e numa região de referência nos domí-
de competências de forma continuada ao nível da emissão nios da eficiência energética e da utilização de energias
de pareceres no âmbito do licenciamento das actividades renováveis.
turísticas, da exploração de massas minerais, da localiza- Neste contexto, o Plano Anual 2010 contempla, no
ção de aterros, do licenciamento municipal de loteamentos domínio energético, um conjunto diversificado de acções
urbanos, nos concelhos que não possuem Plano Director destinadas à promoção da eficiência energética e a uma
Municipal em vigor, entre outras áreas temáticas. maior produção e utilização de energias renováveis na eco-
No que concerne à gestão e planeamento dos recursos nomia açoriana. Acresce a isto o pagamento da iluminação
hídricos regionais, destaca-se a implementação e ade- das vias públicas regionais, assim como o processo de
quação do modelo e quadro normativo e institucional, a electrificação das fajãs de S. João, Saramagueira, Cubres
e Caldeira de Santo Cristo.
optimização do modelo e estrutura de gestão da água para
As principais orientações de política a seguir são:
abastecimento e saneamento das águas residuais e a imple-
mentação de uma rede de monitorização adequada às novas Implementação do sistema de certificação energética
exigências comunitárias. Nestes domínios sublinham-se dos edifícios e da qualidade do ar interior (SCE), resultante
a preparação dos planos de gestão de recursos hídricos, a da transposição para a Região da Directiva n.º 2002/91/CE,
monitorização das águas balneares e das massas de água do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 31
Promover medidas de utilização racional de energia e Como áreas de intervenção salienta-se ainda a constru-
eficiência energética, quer através do Programa ProEner- ção, reabilitação, requalificação de Estradas Regionais e a
gia, devidamente articulado com o SCE, quer através das manutenção de equipamentos do parque de máquinas da
actividades da ARENA — Agência Regional da Energia SRCTE, garantindo assim, mais e melhores acessibilidades
e Ambiente da Região Autónoma dos Açores. e mobilidade intra-regional.
Fomentar a investigação e desenvolvimento no âmbito No âmbito dos transportes colectivos de passageiros,
das energias alternativas e renováveis, incorporando níveis destaca-se as medidas de actuação visando um crescimento
mais elevados de conhecimento científico e técnico, com na procura do transporte colectivo e consequentemente
envolvimento do tecido cientifico internacional, nacional e uma diminuição do número de viaturas ligeiras nos prin-
regional e a sua compatibilização com as formas de energia cipais centros urbanos.
tradicional, nomeadamente através do desenvolvimento e
da operacionalização de soluções técnicas que permitam Transportes Aéreos e Marítimos
um maior encaixe de energias renováveis em sistemas
eléctricos pequenos e isolados como os dos Açores. A Dando seguimento ao definido pelas Orientações de
este nível, é de destacar o apoio ao desenvolvimento e à Médio Prazo 2009-2012, nomeadamente no que concerne
implementação do projecto Green Islands, da responsa- à promoção da coesão social, económica e territorial da
bilidade do MIT — Portugal. Região, pugnar-se-á pela melhoria do sistema de trans-
portes de pessoas e bens, aéreos e marítimos, intra e inter-
Prevenção de Riscos e Protecção Civil -regionais, pela racionalização das frequências e tarifários
e pela igualização das condições de aquisição de bens
Continuar a dotar as corporações de Bombeiros de re- independentemente da dimensão dos mercados.
cursos humanos e equipamentos necessários para que pos- Continuar-se-á a desenvolver o modelo de transporte
sam garantir à população um socorro mais rápido e eficaz marítimo de passageiros inter-ilhas, quer por via das
através de apoio financeiro para a aquisição de viaturas obrigações de serviço público impostas no interior do
de combate a incêndio, ambulâncias de socorro — sendo Arquipélago e no Grupo Central e contratualizadas com
algumas medicalizáveis — e ambulâncias de transporte; a Atlanticoline, SA e Transmaçor, L.da, quer por via da
Prosseguir com a estratégia de investimento no âmbito intervenção na frota, quer, ainda, pela aposta numa ope-
da modernização, beneficiação, recuperação e construção ração mais simples, mais rápida e mais confortável, onde
de infra-estruturas; o objectivo primordial é a mobilidade dos açorianos.
Reforçar o papel dos bombeiros através do reforço De igual modo, assegurar-se-á o cumprimento das obri-
qualitativo de acções de formação; gações de serviço público no transporte aéreo inter-ilhas e
Reforçar a dinâmica do Programa Regional de Desfibri- acompanhar-se-á as implicações da nova frota de aviões
lhação Automática Externa (PR-DAE), através da expan- no complexo sistema de combinações de percursos, fre-
são do programa piloto, em colaboração com o Sistema quências e capacidades, imprescindível pela circunstância
Regional de Saúde;
da mobilidade dos açorianos entre as várias ilhas e para o
Prosseguir e aprofundar o desenvolvimento da polí-
exterior apenas ser possível durante todo o ano por recurso
tica de formação, privilegiando o envolvimento de toda a
ao transporte aéreo.
população, através do incremento das acção de formação
Fomentar-se-á de forma coordenada e integrada o
e sensibilização à população, dos cursos básicos de pro-
tecção civil e de suporte básico de vida, dos projectos “O reforço da oferta de transportes aéreos e da capacidade
Idoso em Segurança” e “Aprender a Socorrer” bem como hoteleira da Região, tendo em vista o desenvolvimento
dos “Clubes de Protecção Civil” nas escolas; de uma estratégia de continuidade que garanta fluxos de
Estabelecer ferramentas de coordenação e controle, atra- turistas inter-ilhas.
vés do envolvimento dos diferentes agentes de protecção Manter-se-á o esforço de melhoria da gestão dos aeró-
civil, em operações de protecção e socorro e exercícios; dromos regionais com o objectivo de obviar a quaisquer
Promover a integração de sistemas tendentes à melhoria transtornos ou inconvenientes que possam ser causados
qualitativa do atendimento do 112 na Região, através do aos passageiros.
apetrechamento do Centro de Operações de Emergência, Persistir-se-á na garantia de um sistema marítimo-
em recursos humanos, equipamento e ferramentas de apoio -portuário que permita o abastecimento e escoamento de
à decisão. mercadorias em condições de preço e de regularidade,
essenciais para o desenvolvimento económico dos Açores
Acessibilidades e para o apoio à produção e à população de cada ilha.
Colaborar-se-á na gestão dos portos comerciais, dos
Transportes Terrestres
portos de recreio e as infra-estruturas de apoio às activi-
A política a desenvolver para esse domínio de interven- dades marítimo-turísticas, como forma de fazer face às
ção passa pela melhoria das acessibilidades, através da rea- crescentes exigências que se lhes colocam em função dos
bilitação, requalificação e conservação das vias existentes, actuais movimentos que neles se registam no que concerne
bem como proceder à execução de projectos de variantes ao número de navios, mercadorias, passageiros, iates,
a alguns aglomerados urbanos e garantir condições de navios de cruzeiro ou actividades náuticas.
segurança nas Estradas Regionais, mediante a colocação Desenvolver-se-á a eficiência das estruturas reguladoras
de sinalização adequada e equipamentos de protecção. e administrativas dos portos regionais, promovendo a sua
Em paralelo continuar-se-á com o processo de refor- integração, fundamental para o desenvolvimento econó-
mulação da prestação do serviço público de transportes mico dos Açores e para o apoio à população de cada ilha.
colectivos de passageiros, com a reestruturação de carreira, Apoiar-se-á a reorganização do sistema portuário re-
horários e tarifários, bem como, com o apoio à moderni- gional tendo sempre em vista a obtenção de ganhos de
zação da frota de autocarros. racionalidade organizativa e financeira, no respeito pelo
32 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
actual modelo institucional e pelas prerrogativas de auto- Programação e Financiamentos Públicos
ridade e de serviço público inerentes ao mesmo. Aos mais diversos níveis e sectores de actividade, e na
Implementar-se-á um sistema de monitorização das presença de uma verdadeira política de coesão regional, é
infra-estruturas portuárias regionais, com o intuito de se de primordial importância continuar a incentivar o desen-
consolidar uma política integrada e coerente de realização volvimento e acompanhar o progresso das Ilhas em geral,
de investimentos que permita a coordenação das diferentes com particular ênfase para execução dos mais variados
valências dos portos regionais numa lógica de comple- projectos dinamizadores das economias locais.
mentaridade que será desenvolvida e encorajada junto de Os objectivos estratégicos definidos continuam a ser
toda a comunidade portuária. perseguidos e assumidos para consolidar a trajectória de
Em termos das medidas de política de investimento desenvolvimento da Região, assegurando maiores níveis
público, com o objectivo de incrementar o ordenamento de produção e de rendimento e estimulando a competitivi-
territorial e a eficiência das redes estruturantes, insistir-se-á dade externa das Ilhas em geral, aumentando a capacidade
com a política de desenvolvimento e consolidação das infra- de exportação e reduzindo as necessidades de importação,
-estruturas e equipamentos portuários e aeroportuários, de promovendo a incorporação de maior valor na actividade
entre os quais se destaca as intervenções no Porto da Horta, produtiva açoriana
no Porto da Madalena, no Porto das Lajes das Flores, no Nesse contexto, com vista a anular o impacto dos efei-
Aeroporto de São Jorge e no Aeroporto do Corvo. tos adversos da conjuntura económica e financeira in-
ternacional na Região Autónoma dos Açores o Governo
Qualificar a Gestão Pública e a Cooperação
Regional tem implementado um conjunto de medidas
Modernização Administrativa dirigidas, entre outras, às empresas açorianas, pelo que,
é imperativo manter e comportar os encargos resultantes
No domínio da Administração Pública, estão previstas dos instrumentos financeiros criados com vista a apoiar
como principais medidas de política a Gestão integrada dos as empresas regionais.
Recursos Humanos da administração regional dos Açores, A valorização do património regional deve continuar a
a Administração pública moderna e inclusiva, a promoção ser impulsionada, promovendo uma efectiva rentabilização
de projectos locais de interesse comum, no âmbito da e racionalização dos activos imobiliários.
cooperação com as autarquias locais, o fomento da aces- Ao nível da execução dos financiamentos comunitários
sibilidade aos serviços e organismos públicos e o fomento disponíveis na Região será dada continuidade à política
da cooperação técnica e financeira com a administração de simplificação dos procedimentos bem como na ma-
local e a melhoria da informação estatística a disponibilizar nutenção da dinâmica nos pagamentos dos reembolsos
sobre diversas actividades económicas e sociais da Região. devidos aos promotores de intervenções comparticipadas
Na prossecução das principais medidas de política, por fundos comunitários. Paralelamente será implemen-
destacam-se as seguintes iniciativas: tada a avaliação intercalar 2007-2010 do PROCONVER-
Conclusão do desenvolvimento da Fase 2 do SIGRHARA, GENCIA, dada continuidade às acções de verificação e
relativo à Gestão da ADSE acompanhamento, bem como, de publicidade e de in-
Desenvolvimento de novas funcionalidades para a formação dirigidas ao público em geral e aos potenciais
Fase 1 do SIGRHARA, em resultado da experiência do beneficiários.
primeiro ano de implementação. Cooperação Externa
Desenvolvimento do SI-SIADAPRA, aplicação in-
formática para gestão do processo de gestão e avaliação No que diz respeito à sua actuação externa, o Governo
do desempenho na Administração Pública Regional dos dos Açores, continuará, durante o ano de 2011, a reforçar
Açores. a intensidade e relevância das acções desenvolvidas na
Promoção de encontros e workshops com os interlo- área da cooperação inter-regional e dos assuntos europeus,
cutores departamentais ProSiMA, Núcleos para a Pro- conforme previsto nas Orientações de Médio Prazo.
moção da Qualidade e representantes dos Serviços de Se 2010 foi marcado pelo forte impacto, interno e ex-
Planeamento, Estratégia e Avaliação. 2.ª Edição do Prémio terno, da programação do galardão “Açores — Região
“A minha medida”. Europeia do Ano”, no ano de 2011, o Governo Regional
Auditorias externas ao Sistema de Gestão da Quali- prosseguirá activamente no reforço da presença e destaque
dade da DROAP, no âmbito da sua certificação segundo a externo da Região, aproveitando as sinergias decorrentes
NP EN ISSO 9001:2008 e da obtenção do 1.º nível de do papel de liderança que assume, desde a eleição de
excelência da EFQM. Maio de 2010, na presidência da Comissão das Ilhas da
Apoio financeiro às duas associações de funcionários Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Europa
públicos da Região (AFARIT E COOPDELGA). e que tomará a cargo, a partir do quarto trimestre de 2011,
Apoio socioeconómico aos trabalhadores em situações na presidência rotativa da Conferência dos Presidentes das
socialmente gravosas e urgentes, que exercem funções Regiões Ultraperiféricas da Europa.
públicas na Administração Regional dos Açores. Dar-se-á, assim, continuidade à forte dinâmica de actua-
Bonificação dos juros dos empréstimos contratados pe- ção, presença e visibilidade externa da Região Autónoma
los municípios para execução de projectos de investimento dos Açores, através da organização e participação em
co-financiados por fundos comunitários. eventos, grupos de trabalho, consultas públicas, projec-
Apoio financeiro às freguesias, a fim de garantir o nor- tos, acções e parcerias, na Região e no seu exterior, sobre
mal funcionamento dos seus órgãos autárquicos. assuntos e temáticas prioritárias no âmbito dos assuntos
Implementação do Sistema de Informação Geográfica da União Europeia e cooperação externa.
integrando com o IDEIA (Infra-estrutura de Dados Espa- Por outro lado, prosseguir-se-á com implementação das
ciais Interactiva dos Açores). medidas previstas no Programa do X Governo Regional
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 33
dos Açores, designadamente, durante 2011, no incentivo estratégicos, no quadro da política de desenvolvimento
à especialização e aprofundamento de conhecimentos e apresentada nas Orientações de Médio Prazo.
formação nas áreas dos assuntos europeus, bem como, em Os valores de despesa de investimento público previsto
geral, na continuidade da acção de liderança e visibilidade para 2011 ascendem a 801,3 milhões de euros, dos quais
da Região nos diversos organismos de cooperação inter- 506,7 milhões são da responsabilidade directa do Governo
-regional e na diversificação e aprofundamento de relações Regional.
de cooperação bilaterais, quer com regiões europeias, quer A dotação financeira afecta ao objectivo “Melhorar as
com territórios estratégicos externos à União. Qualificações e as Competências dos Açorianos”, que in-
A cooperação com as RUP, em particular, bem como, clui a programação para o domínio da Educação, Formação
no seu contexto, as relações com os arquipélagos da Ma- e da Qualificação Profissional, da Juventude, da Cultura,
caronésia, serão alvo de especial atenção no âmbito da do Desporto e da informação e Comunicação Institucional,
preparação e execução da Presidência da Conferência das ascende a 188,7 milhões de euros, absorvendo 23,6 % do
RUP, cabendo também um reforço da proximidade e do valor global do Investimento Público.
trabalho em conjunto com as instituições europeias, em As áreas de intervenção que integram o objectivo “Pro-
particular com a Comissão Europeia, através da Unidade mover o Crescimento Sustentado da Economia”, Agricul-
RUP da Comissão Europeia. tura e Florestas, Pescas, Turismo, Indústria, Comércio e
Também a aproximação entre a Europa e os Açores me- Exportação, Inovação e Apoio Financeiro ao Investimento
recerá uma especial atenção, em particular, no âmbito da Privado, representam 36,7 %, a que corresponde uma des-
organização de eventos na Região de relevância ou temas pesa prevista de 294,2 milhões de euros.
europeus e internacionais, como a comemoração do Dia O objectivo “Reforçar a Solidariedade e a Coesão So-
da Europa, bem como divulgação de questões europeias cial” que integra os sectores da saúde, da solidariedade
juntos das escolas e jovens da Região. social e da habitação, dotado com 78,8 milhões de euros,
representa 9,8 % do valor global do Investimento Público.
Comunidades Aos domínios do Ordenamento, Sistemas de Informa-
ção Geográfica, Ambiente e Energia, da Prevenção de
Tendo em conta as principais linhas de orientação, pre- Riscos e Protecção Civil e Acessibilidades, que promovem
tende-se, em 2011, garantir o apoio às comunidades açoria- o objectivo “Gerir com Eficiência o Território promo-
nas no mundo, assim como à integração de imigrantes nos vendo a Qualidade Ambiental”, será afecta uma verba de
Açores e aprofundar o relacionamento institucional com 215,2 milhões de euros, a que corresponde 26,9 % do valor
as Comunidades e/imigradas e seus representantes. global do Plano de Investimentos.
As principais realizações a concretizar em 2011 abrangem: Para Qualificar a Gestão Pública e a Cooperação, englo-
Acções culturais dirigidas a jovens; apresentações pú- bando as áreas da Administração Pública, Planeamento e
blicas de trabalhos culturais diversos; acompanhamento Finanças, incluindo a Cooperação Externa e Comunidades,
da execução de projectos candidatos a apoios; realização está consagrada uma dotação de 24,4 milhões de euros,
e participação em Congressos/Conferências; realização e representando 3,0 % do valor global.
participação em encontros temáticos e reuniões; exposi-
ções e similares; formação para emigrantes, regressados e Repartição do Investimento Público por Grandes
Objectivos de Desenvolvimento
imigrantes; publicações de estudos; publicações diversas e
divulgação nas Comunidades; protocolos de cooperação; Gerir com Eficiência Qualificar a Gestão
Revista Andarilhagem e newsletter; visitas de estudo; o Território
Promovendo a
Pública e a
realização da Conferência Metropolis.
Cooperação
Qualidade 3,0%
Ambiental Melhorar as
26,9% Qualificações e as
IV — INVESTIMENTO PÚBLICO Competências dos
Açorianos
23,6%
Dotação do Plano
Reforçar a
O Plano Anual 2011 corresponde ao terceiro e penúl- Solidariedade e a
Coesão Social
timo ano do ciclo de programação traçado para o qua- 9,8%
driénio 2009-2012, contemplando as acções promovidas
directamente pelos departamentos da administração re- Promover o
gional, mas também as que são executadas por entidades Cres cimento
Sustentado da
públicas que, em articulação com as respectivas tutelas Economia
governamentais, promovem projectos de investimento 36,7%
Investimento Público 2011
Desagregação por Objectivo
Euros
Objectivo/Programa Investimento Plano Outros Fundos
TOTAL 801 321 424 506 675 107 294 646 317
Melhorar as Qualificações e as Competências dos Açorianos 188 722 886 101 159 386 87 563 500
1 Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e do Sistema Educativo 55 226 211 55 226 211
2 Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor 90 378 720 4 057 220 86 321 500
34 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa Investimento Plano Outros Fundos
3 Juventude 5 419 457 5 419 457
4 Património e Actividades Culturais 22 769 231 22 669 231 100 000
5 Desenvolvimento Desportivo 13 390 900 12 248 900 1 142 000
6 Informação e Comunicação 1 538 367 1 538 367
Promover o Crescimento Sustentado da Economia 294 198 089 182 061 430 112 136 659
7 Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e Florestal 132 080 984 65 719 704 66 361 280
8 Valorização do Mundo Rural 35 088 471 7 938 092 27 150 379
9 Modernização das Infra-Estruturas e da Actividade da Pesca 29 497 890 20 497 890 9 000 000
10 Desenvolvimento do Turismo 31 798 311 31 798 311
11 Fomento da Competitividade 51 611 594 41 986 594 9 625 000
12 Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comunicações 14 120 839 14 120 839
Reforçar a Solidariedade e a Coesão Social 78 830 957 76 830 957 2 000 000
13 Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social 25 578 518 23 578 518 2 000 000
14 Habitação 23 377 230 23 377 230
15 Desenvolvimento de Infra-Estruturas e do Sistema de Saúde 29 875 209 29 875 209
Gerir com Eficiência o Território Promovendo a Qualidade Ambiental 215 169 417 127 923 259 87 246 158
16 Ordenamento do Território, Qualidade Ambiental e Energia 43 283 011 43 283 011
17 Protecção Civil 9 424 269 9 424 269
18 Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipamentos Colectivos 31 515 951 28 495 951 3 020 000
19 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos 64 607 884 15 191 726 49 416 158
20 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos 66 338 302 31 528 302 34 810 000
Qualificar a Gestão Pública e a Cooperação 24 400 075 18 700 075 5 700 000
21 Administração Pública, Planeamento e Finanças 22 243 475 16 543 475 5 700 000
22 Cooperação Externa e Migrações 2 156 600 2 156 600
Desagregação por Entidade Proponente
Euros
Entidade/Programa Investimento Plano Outros Fundos
TOTAL 801 321 424 506 675 107 294 646 317
Presidência do Governo 31 883 655 31 783 655 100 000
3 Juventude 5 419 457 5 419 457
4 Património e Actividades Culturais 22 769 231 22 669 231 100 000
6 Informação e Comunicação 1 538 367 1 538 367
22 Cooperação Externa e Migrações 2 156 600 2 156 600
Vice-presidência do Governo 22 243 475 16 543 475 5 700 000
21 Administração Pública, Planeamento e Finanças 22 243 475 16 543 475 5 700 000
Secretaria Regional da Educação e Formação 68 617 111 67 475 111 1 142 000
1 Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e do Sistema Educativo 55 226 211 55 226 211
5 Desenvolvimento Desportivo 13 390 900 12 248 900 1 142 000
Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos 55 061 059 52 041 059 3 020 000
12 Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comunicações 14 120 839 14 120 839
17 Protecção Civil 9 424 269 9 424 269
18 Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipamentos Colectivos 31 515 951 28 495 951 3 020 000
Secretaria Regional da Economia 214 356 091 120 504 933 93 851 158
10 Desenvolvimento do Turismo 31 798 311 31 798 311
11 Fomento da Competitividade 51 611 594 41 986 594 9 625 000
19 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos 64 607 884 15 191 726 49 416 158
20 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos 66 338 302 31 528 302 34 810 000
Secretaria Regional do Trabalho e Solidariedade Social 139 334 468 51 012 968 88 321 500
2 Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor 90 378 720 4 057 220 86 321 500
13 Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social 25 578 518 23 578 518 2 000 000
14 Habitação 23 377 230 23 377 230
Secretaria Regional da Saúde 29 875 209 29 875 209
15 Desenvolvimento de Infra-Estruturas e do Sistema de Saúde 29 875 209 29 875 209
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 35
Euros
Entidade/Programa Investimento Plano Outros Fundos
Secretaria Regional da Agricultura e Florestas 167 169 455 73 657 796 93 511 659
7 Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e Florestal 132 080 984 65 719 704 66 361 280
8 Valorização do Mundo Rural 35 088 471 7 938 092 27 150 379
Secretaria Regional do Ambiente e Mar 72 780 901 63 780 901 9 000 000
9 Modernização das Infra-Estruturas e da Actividade da Pesca 29 497 890 20 497 890 9 000 000
16 Ordenamento do Território, Qualidade Ambiental e Energia 43 283 011 43 283 011
Quadro Global de Financiamento da Administração Os principais empreendimentos do aproveitamento dos
Pública Regional Recursos Endógenos são os seguintes:
O valor de investimento público no ano 2011 ascenderá
a 801,3 milhões de euros. Ilha de Santa Maria
Apresenta-se de seguida o quadro de financiamento Está prevista a ampliação do actual parque eólico, com a
global para o ano de 2011. instalação de mais dois aerogeradores de potência unitária
Unidade: milhões de euros igual a 300 kW, que irá permitir um acréscimo de capaci-
dade de produção anual na ordem dos 1,6 GWh.
2011
Ilha de S. Miguel
Valor %
No que respeita a investimentos em geotermia, dar-
-se-á continuidade ao processo de optimização do apro-
Origem de Fundos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 411,9 100,00 veitamento dos recursos da actual Central Geotérmica
(1) Receitas Próprias . . . . . . . . . . . . . . . . . 563,3 39,90
(2) Transferências do OE . . . . . . . . . . . . . . 352,6 24,97 da Ribeira Grande, através da beneficiação dos poços
(3) Fundos Comunitários . . . . . . . . . . . . . . 169,4 11,99 geotérmicos CL2 e CL4 e possível execução de dois novos
(4) Outros Fundos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294,6 20,87 poços, o que permitirá manter uma produção média anual
Sub-Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 379,9 97,73 de cerca de 83 GWh.
(5) Nec. de Financiamento. . . . . . . . . . . . . 32,0 2,27
Aplicação de Fundos . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 411,9 100,00
Encontra-se ainda em fase de estudo a possibilidade
(6) Despesas de Funcionamento . . . . . . . . 610,6 43,25 de ampliação da Central Geotérmica do Pico Vermelho
Juros da dívida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10,5 0,74 e a construção de um novo centro produtor na zona das
(7) Investimento Público na RAA . . . . . . . 801,3 56,75 Caldeiras da Ribeira Grande.
Plano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 506,7 35,89 Ao nível da energia eólica, está prevista para o ano
Rácio (1)/(6). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92,25
de 2011 a entrada em serviço de um parque eólico nos
Graminhais que será dotada, numa primeira fase, com
Este elevado nível de investimento público, que se 10 aerogeradores com 900 kW de potência unitária.
projecta para o ano de 2011, será efectuado num quadro
de consolidação orçamental. Ilha Terceira
Esta política orçamental, está enquadrada no âmbito
de financiamento global previsto na Lei de Finanças das Ao nível da produção geotérmica, os resultados dos
Regiões Autónomas, baseando-se na prossecução do seu trabalhos já efectuados permitem fazer uma previsão de
integral cumprimento por parte do Governo da República uma potência geotérmica disponível, numa fase inicial
e no pressuposto de uma correcta afectação ao orçamento (Fase — A), não superior a 3 MW. Estima-se para esta fase
regional de todas as receitas fiscais efectivamente geradas uma produção média anual de energia eléctrica da ordem
na Região. dos 24 GWh. No entanto, prevê-se ainda a continuação
É de salientar que, para o ano de 2011, as despesas dos trabalhos de prospecção no sentido de se aferir da
de funcionamento da administração pública regional são possibilidade em se obter um potencial geotérmico com
financiadas em 92,25 % por receitas próprias da Região, capacidade para uma potência de pelo menos mais 7 MW
como se pode verificar pelo rácio apresentado no quadro (Fase B), de modo a que no conjunto se consiga uma po-
anterior, mais 2,2 pontos percentuais do que em 2010. tência total disponível de cerca de 10 MW, que permita
O investimento global previsto para o ano em análise atingir uma produção média anual de energia eléctrica de
permitirá à Região e a todos os agentes económicos nela origem geotérmica de cerca de 79 GWh.
envolvidos, públicos e privados, assegurar um futuro que Por outro lado, e como forma de compensar o atraso do
se deseja promissor e que possibilite encarar positivamente projecto geotérmico, o Grupo EDA prevê concretizar no
os grandes desafios de desenvolvimento e de crescimento ano de 2011 a ampliação do actual Parque Eólico da Serra
económico e social, convergentes com o restante território do Cume, com a montagem de mais 5 aerogeradores com
nacional e com a União Europeia. potência unitária de 900 kW. Com a conclusão desta acção,
o parque eólico ficará com uma potência total instalada
Investimentos da EDA, S. A. de 9 MW, o dobro da actual.
A proposta de investimento para 2011 ronda os 90 mi-
Ilha Graciosa
lhões de Euros, com 64,8 % afecto à Produção, 2,4 % ao
Transporte AT, 17,0 % ao Transporte e Distribuição MT, Está prevista a instalação de mais dois aerogeradores
8,5 % à Distribuição BT, 0,1 % ao Comercial MT, 0,7 % ao de potência unitária igual a 300 kW, bem como a des-
Comercial BT e os restantes 6,6 % a Outras Imobilizações. montagem dos dois aerogeradores em fim de vida útil de
36 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
potência unitária igual a 100 kW.O Parque Eólico da Serra emissões gasosas; Conclusão da construção de uma nova
Branca passará a contar com uma potência total instalada Central termoeléctrica nas Flores.
de 1.200 kW, mais 50 % do que a actual. Ao nível do Transporte AT destacam-se os seguintes
investimentos:
Ilha de São Jorge
Está prevista a instalação de três novos aerogeradores Ilha de S. Miguel
com 330 kW de potência unitária. A par desta intervenção, Conclusão da construção das linhas de transporte
está também prevista a desclassificação de uma potência 60 kV 30 Reis I — subestação da Lagoa do Congro (SELC)
de 550 kW, correspondente a cinco aerogeradores em fim e parque eólico dos Graminhais — subestação da Lagoa
de vida útil. O Parque Eólico do Pico da Urze terá assim do Congro (SELC).
uma potência total instalada de 1.590 kW, mais 38 % do
que o presente. Ilha Terceira
Nesta ilha, está também prevista a construção de um
aproveitamento hidroeléctrico, utilizando o potencial hí- Continuação da construção da linha de transporte entre
drico da Ribeira do Salto. Para o efeito, será edificada uma as subestações da Geoterceira (SECT) e da Vinha Brava
central hídrica na Fajã de São João. (SEVB).
Dos investimentos no Transporte e Distribuição MT e
Ilha do Pico na Distribuição BT, destacam-se os seguintes empreendi-
mentos, por ilha e segmento de actividade:
Está prevista a ampliação do actual parque eólico, com
a instalação de dois aerogeradores de 300 kW. Com a Ilha de Santa Maria
concretização desta ampliação, prevista para o ano de
2011, o Parque Eólico Terras do Canto passará a contar Subestações — Conclusão da remodelação da subes-
com uma potência total instalada de 2.400 kW, mais 33 % tação do Aeroporto (SEAR).
do que a actual. Centros de Controlo e telemedida — Conclusão das
montagens de teleinterruptores na rede MT 10 kV e dos
Ilha do Faial sistema de teleacção na rede MT de Vila do Porto.
Linhas de Distribuição — Conclusão da construção da
Está prevista a construção de um novo parque eólico. linha MT 10 kV entre a subestação do Aeroporto (SEAR)
Nesta nova infra-estrutura serão instalados cinco aero- e o teleinterruptor da Almagreira (TI da Almagreira) e
geradores com potência unitária igual a 850 kW. Com a remodelação da rede MT subterrânea de 6 kV (zona do
entrada em serviço desta infra-estrutura, prevista para o Aeroporto), para que esta seja explorada a 10 kV.
ano de 2011, a Ilha do Faial passará a contar com uma
Postos de Transformação — Conclusão da remodela-
potência eólica total instalada de 4.250 kW.
ção dos PTD da rede MT subterrânea de 6 kV (zona do
Aeroporto) para que esta seja explorada a 10 kV.
Ilha das Flores
Redes Rurais — Conclusão da remodelação da rede
Estão previstos dois investimentos em aproveitamentos BT São Lourenço — PT 8 e a conclusão da ampliação
hidroeléctricos. O primeiro corresponde à remodelação da da rede BT.
Central Hidroeléctrica de Além-Fazenda, cuja conclusão
está prevista para ano de 2012. A central passará a dispor Ilha de São Miguel
de uma potência total instalada de cerca de 1.600 kW, e a
sua produção anual será incrementada para um valor de Continuação da construção da nova subestação da La-
cerca de 5,2 GWh. goa de Congro (SELC) 60/30 kV, com uma potência apa-
O segundo investimento deste género nesta ilha com- rente inicial de 12,5 MVA, conclusão do fornecimento e
preende a construção de uma nova central hídrica, para montagem do 2.º transformador de 10 MVA — 60/10 kV
aproveitamento do potencial hidroeléctrico da Ribeira na subestação dos Foros (SEFO) e do 2.º transformador
Grande, cuja entrada em serviço está prevista para o ano com 12,5 MVA — 60/10 kV na subestação do Caldeirão
de 2013. A produção média anual estimada para esta nova (SECL).
central é de cerca de 5 GWh. Centros de Controlo e Telemedida — Conclusão da
Ao nível dos Centros Produtores de Energia Térmica 1.ª e da 2.º fase da instalação de teleinterruptores na rede
destacam-se os investimentos em novos grupos para fazer de 30 kV.
face ao aumento da procura e obras de melhoramento das Linhas de Distribuição — Continuação da remode-
condições de exploração, sendo de realçar: lação da rede MT 10 kV da Cidade de Ponta Delgada
Monitorização e remodelação da rede de afluentes lí- (3.ª Fase) e da construção da saída 30 kV da linha das
quidos da central térmica do Aeroporto; Continuação da Capelas (SECL-CALH), a conclusão da remodelação da
beneficiação dos afluentes oleosos da central térmica do linha 10/30 kV do Cabouco, e da rede subterrânea MT
Caldeirão e remodelação do sistema de combate a incên- 10 kV da Ribeira Grande, bem como diversas obras de
dio; Continuação da ampliação da central térmica de Belo ampliação de redes MT.
Jardim, com a instalação do grupo XI, e instalação do Postos de Transformação — A continuação da remode-
sistema de desnitrificação dos grupos 5 a 10; Na central lação de diversos PT e diversas electrificações e alterações
térmica do Pico, a conclusão da monitorização contínua de potência em PT.
das emissões gasosas; Instalação na central térmica de Redes Urbanas Continuação da remodelação da rede de
Santa Bárbara do grupo de emergência de 400kVA e a baixa tensão da Cidade de Ponta Delgada (3.ª fase).
conclusão da monitorização contínua, das respectivas, Redes Rurais — A continuação da ampliação de redes BT.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 37
Ilha Terceira Linhas de Distribuição — A remodelação das linhas
15/30 kV Madalena — Bandeiras — Santo António e
Subestações — Conclusão da 2.ª Fase da ampliação
Madalena — São Mateus 2.
da capacidade de transformação da subestação de Vinha
Postos de Transformação — A remodelação dos PT das
Brava, e a continuação da construção da subestação da
linhas 15/30 kV Madalena — Bandeiras — Santo António
Praia da Vitória (SEPV) e ampliação da subestação das
e Madalena — São Mateus.
Lajes (SELJ). Redes Urbanas — Remodelação da rede BT das Lajes
Centros de Controlo e telemedida — Continuação da do Pico.
instalação de teleinterruptores na rede de 15 kV. Redes Rurais — Remodelação de diversas redes BT,
Linhas de Distribuição — Continuação da remodelação onde se destacam as de São Mateus e Silveira, bem como
das linhas e ramais 15 kV do circuito entre o PT30 e a outras ampliações de redes BT.
Serreta e a conclusão da remodelação das linhas e ramais
do troço entre o PT71-PT79-Boaventura, e o inicio da Ilha do Faial
reconfiguração da rede MT para a inserção da subestação
da Praia da Vitória. (SEPV). Centros de Controlo e telemedida — Instalação de
Postos de Transformação — A electrificação e alteração teleinterruptores na rede MT de 15 kV e montagem do
de potências em PT’s. sistema de teleacção entre o posto de seccionamento da
Redes Urbanas — A conclusão da remodelação BT da Angustias e do Marcelino Lima e o PT 27 Major Ávila;
Estrada 25 de Abril (Praia da Vitória). Linhas de Distribuição — A remodelação das linhas MT
Redes Rurais — remodelação da rede BT de São Ma- 15 kV Horta — Cedros — PT 8 — PT 20, Horta — Cedros
teus e a ampliação da rede BT. (PTD 20 — PTD14) e Horta — Varadouro (PTD5-SESB)
e respectivos ramais.
Ilha Graciosa Postos de Transformação — — A construção dos PTD
Rua Dr. Neves, Rua José Aica (Cedros) e por razões de
Centros de Controlo e telemedida — Instalação de te- qualidade de serviço, e a electrificação e alteração de
leinterruptores na rede MT de 15 kV; potências em PT.
Postos de Transformação — A electrificação e alteração Redes Rurais — Diversas ampliações e construções
de potências em diversos PT. de rede BT.
Ilha de São Jorge Ilha das Flores
Centros de Controlo e telemedida — Instalação de te- Postos de Seccionamento — Construção do posto de
leinterruptores na rede de 15 kV; seccionamento de Santa Cruz.
Linhas de Distribuição — A construção da linha MT Linhas de Distribuição — A remodelação das linhas e
da central térmica de Caminho Novo ao Posto de seccio- dos ramais MT 15 kV de Ponta Delgada.
namento da Relvinha. Postos de Transformação — A electrificação e alteração
Postos de Transformação — A electrificação e alteração de potências em diversos PT..
de potências em diversos PT. Redes Rurais — Ampliação de rede BT.
Redes Rurais — A amplificação de redes BT e a remo-
delação da rede BT do Topo. V — Desenvolvimento da Programação
O Plano Regional Anual para 2011 estrutura-se em
Ilha do Pico
22 Programas, que por sua vez integram 106 projectos e
Subestações — A construção do centro de distribuição 504 acções.
de São Roque. Neste capítulo será apresentada a descrição de cada
Centros de Controlo e telemedida — Instalação de te- uma das acções previstas, o respectivo enquadramento em
leinterruptores na rede MT de 15 kV; programa e projecto e as respectivas dotações financeiras.
Melhorar as Qualificações e as Competências dos Açorianos
Programa 1 — Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e do Sistema Educativo
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
1 — Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e do Sistema Educativo . . . . . 55 226 211 55 226 211
1.1 — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 903 517 36 903 517
1.2 — Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778 600 778 600
1.3 — Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 393 150 11 393 150
1.4 — Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Instituições de Ensino 5 129 045 5 129 045
Privado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.5 — Tecnologias da Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 656 937 656 937
1.7 — Projectos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 962 364 962
38 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Programação Material 1.1.20 — Requalificação da Escola Básica Integrada
1.1 — Construções Escolares Canto da Maia
Conclusão do projecto de requalificação da EBI Canto
1.1.1 — Beneficiação e reabilitação de instalações es- da Maia.
colares, propriedade da R.A.A. 1.1.21 — Grande reparação da EBI da Horta
Transferências para os Fundos Escolares das Escolas Empreitada de requalificação das instalações da EBI da
para fins de obras de reabilitação e para intervenções es- Horta. Início da empreitada no início de 2011.
pecíficas conforme Carta Escolar. 1.1.22 — Requalificação do bloco sul da ES Domingos
1.1.2 — Construção, reparação e remodelação do par- Rebelo
que escolar do 1.º Ciclo (DLR n.º 32/2002/A, de 8 de Construção do auditório, laboratório de matemática e de
Agosto) línguas, salas de informática e gabinetes de departamento,
Cooperação financeira entre a Administração Regional e substituição das oficinas já desactivadas e recuperação
a Administração Local nos termos do DLR n.º 32/2002/A, do bloco sul.
de 8 de Agosto. 1.1.23 — Ampliação da EBI de Angra do Heroísmo
1.1.3 — Reparação e Adaptação do Ensino Secundário Construção de laboratórios, auditório e ligação entre
da EB2,3/S Padre Manuel A. Cunha edifícios.
Conclusão do projecto para a empreitada de grande 1.1.24 — Grande Reparação da EBI de Arrifes
reparação e adaptação ao Ensino Secundário e aquisição Empreitada de requalificação das instalações da EBI de
de terrenos. Arrifes. Início da empreitada no final de 2011.
1.1.5 — Construção da Nova EB2,3/S das Lajes do Pico 1.1.25 — Requalificação da Escola Profissional das Capelas
Instrução e lançamento do procedimento prevendo-se Início no 2.º semestre de 2011 da empreitada de requa-
o início da empreitada no final de 2011. lificação da Escola Profissional das Capelas.
1.1.7 — Construção da EB 1,2,3/JI de Água de Pau
Construção de um novo edifício escolar para cumprir 1.2 — Equipamentos Escolares
a Carta Escolar e melhorar o sucesso escolar e combater
o abandono precoce. Continuação da execução da em- 1.2.1 — Aquisição de Equipamentos para a Educação
preitada iniciada em 2010, com conclusão prevista para Pré-Escolar e para os Ensino Básico e Secundário
o ano de 2012. Aquisição de equipamento escolar para as Escolas.
1.1.8 — Construção da EB I Francisco F. Drumond — Verbas a transferir para os Fundos Escolares.
São Sebastião 1.2.2 — Empréstimo de Manuais Escolares
Construção de uma EBI a fim de permitir o descon- Empréstimo de Manuais Escolares.
gestionamento da EB2,3 de Angra do Heroísmo e evitar a
deslocação para Angra dos alunos daquela freguesia e das 1.3 — Formação Profissional
freguesias de Feteira e Porto Judeu melhorando as condi-
ções de frequência e, consequentemente, o sucesso escolar. 1.3.1 — Formação do Pessoal Docente e não Docente
1.1.9 — Grande Reparação e Adaptação ao Ensino Se- Despesas com a formação do pessoal em serviço nas
cundário da EB 2,3/S de Velas Escolas através de transferências para o Fundo Escolar.
Empreitada de substituição dos edifícios existentes e 1.3.2 — Apoio Social
construção de novos necessários ao ensino Secundário. Verba a transferir para os Fundos Escolares para garan-
1.1.10 — Assistência técnica e fecho financeiro tir os normativos da acção social escolar em vigor, bem
Custos com a assistência técnica dentro dos prazos de como para as Juntas de Freguesia para comparticipação
garantia das obras concluídas e a concluir. na aquisição de viaturas de transporte de alunos.
1.1.12 — Construção de novas instalações para a EB1,2/
JI Gaspar Frutuoso 1.4 — Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio
Aquisição de terrenos e início da empreitada de cons- às Instituições de Ensino Privado
trução da nova EBI. 1.4.1 — Apoiar o desenvolvimento do ensino profissio-
1.1.13 — Reabilitação do Pavilhão Gimnodesportivo nal e as instituições de ensino privado
da EB 1,2,3/S de São Roque do Pico Comparticipação regional nos custos do ensino profis-
Fecho financeiro desta acção. sional e apoios às instituições de ensino privado nos termos
1.1.14 — Construção do pavilhão gimnodesportivo da do D.L.R. n.º 26/2005/A, de 4 de Novembro.
EB1,2,3/JI/S Padre Maurício de Freitas 1.4.2 — Escola Profissional das Capelas
Fecho financeiro desta acção. Apoiar o ensino profissional na Escola Profissional
1.1.17 — Construção da Escola Básica da Ponta da de Capelas nos termos do Decreto Legislativo Regional
Ilha — Pico n.º 6/2008/A, de 6 de Março.
Construção das instalações para a Escola Básica da
Ponta da Ilha — Pico. Conclusão da empreitada no final 1.5 — Tecnologias da Informação e Comunicação
de 2011.
1.1.18 — Requalificação das instalações para os 2.º e 3.º Ci- 1.5.1 — Projectos inerentes à utilização das Tecnologias
clos da EB 1,2,3/JI Rui Galvão de Carvalho — conjunto II de Informação e Comunicação
Início das obras. Continuar a desenvolver os projectos inerentes à imple-
1.1.19 — Requalificação e construção do Auditório da mentação das TIC no âmbito do sector da educação, alar-
EB/S de Vila Porto gando a rede às escolas do 1.º ciclo, bem como assegurar
Requalificação do ginásio e construção do auditório na o licenciamento das aplicações informáticas nas escolas,
EBS de Santa Maria através do acordo Microsoft School Agrement.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 39
1.7 — Projectos Pedagógicos
1.7.1 — Avaliação do Sistema Educativo Regional
Pagamento de auditoria externa com vista à avaliação do sistema educativo regional.
1.7.3 — Projectos de Inovação Pedagógica
Aquisição de manuais escolares para o 1.º ciclo e elaboração de material de apoio para o currículo regional.
Programa 2 — Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
2 — Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 378 720 4 057 220 86 321 500
2.1 — Emprego e Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 378 720 4 057 220 86 321 500
Programação Material 2.1.6 — Defesa do Consumidor
Acções de promoção da defesa do consumidor.
2.1 — Emprego e Formação Profissional
2.1.7 — Estudos, Projectos e Cooperação
2.1.1 — Formação Profissional Estudos e projectos nas áreas de actuação da DRTQPDC,
Acções de formação profissional para activos (trabalha- em parceria, em particular, com entidades externas: Cam-
dores, funcionários públicos, desempregados) e formação peonato e Fórum das Profissões.
profissional inicial. 2.1.8 — Inspecção Regional do Trabalho
2.1.3 — Programas de Estágios Profissionais Actividades da IRT, em particular na área da Saúde e
Programas de Estágios profissionais nos Açores (Es- Segurança no Trabalho.
2.1.10 — Plano Regional de Combate ao Trabalho
tagiar L, T, U), na Europa (Eurodisseia e Leonardo da
Precário
Vinci) e EUA. Pretende-se agir, de uma forma pro-activa e transversal,
2.1.4 — Programas de Emprego em particular com a Inspecção Regional do Trabalho, nos
Programas de fomento, manutenção e criação de em- diferentes aspectos inerentes à precariedade, Sub-Emprego
prego. Apoio ao emprego dirigido a público fragilizado. e trabalho ilegal, em particular agindo sobre os diferentes
2.1.5 — Adequação Tecnológica dos Serviços factores que possam ter uma influência na redução da
Reequipamento em diferentes instalações da Precariedade Laboral, do Sub-Emprego e do Trabalho
DRTQPDC. Ilegal.
Programa 3 — Juventude
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
3 — Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 419 457 5 419 457
3.1 — Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 419 457 5 419 457
Programação Material 3.1.4 — Apoio e Incentivo ao Associativismo dos Jovens
3.1 — Juventude Programa de Incentivo e Apoio às actividades das As-
sociações de Jovens, bem como o desenvolvimento do
3.1.1 — Ocupação do Tempo Livre dos Jovens SIAJ.
Programas e iniciativas destinados à ocupação dos 3.1.5 — Sistema de Informação ao Jovem dos Açores
tempos livres dos jovens (OTLJ, Campos de Férias, Es- Apoio ao desenvolvimento do Sistema de Informação
paços Juventude e semana da juventude), nomeadamente, aos Jovens dos Açores.
durante os períodos de interrupção lectiva, bem como 3.1.6 — Apoio e Incentivo à Iniciativa dos Jovens
programas de sensibilização pré-profissional. Apoio e incentivo às iniciativas individuais dos jovens
3.1.2 — Apoio e Incentivo à Mobilidade dos Jovens bem como a grupos informais de jovens.
Concepção de programas e ou instrumentos, nomeada- 3.1.7 — Pousada de Juventude do Pico
mente, programa Bento de Gois e cartão Interjovem, que Requalificação da Zona envolvente do Convento S. Pe-
permitem aos jovens uma maior mobilidade entre as ilhas dro de Alcântara de S. Roque do Pico.
dos Açores, com o Continente Português e Madeira, com 3.1.8 — Pousada de Juventude de Santa Maria
a Europa, com as comunidades açorianas na diáspora e Construção de uma Pousada de Juventude em Vila do
com o resto do Mundo. Porto.
3.1.3 — Pousadas de Juventude dos Açores 3.1.9 — Cidadania e Incentivo ao Voluntariado
Apoio às Pousadas de Juventude dos Açores. Obras de Proporcionar meios que permitem a realização pessoal
modernização da pousada de juventude de Ponta Delgada. dos jovens, promovendo a existência de actividades que
40 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
garantam o exercício da cidadania activa e do voluntariado, 3.1.12 — Estudos, Projectos, Conferências e Coope-
nomeadamente, o programa Parlamento dos Jovens, pro- ração
grama Voluntariado Jovem e actividades similares. Estudos, Projectos, Conferências e Cooperação para o
3.1.10 — Desenvolvimento das Competências Tecno- Plano da Juventude. Implementação do Observatório de
lógicas e Empreendedorismo nos Jovens Juventude, co-financiamento de projectos conjuntos com
Proporcionar meios que permitam o desenvolvimento outros departamentos do Governo dos Açores nas áreas
de competências tecnológicas nos jovens, bem como o da cooperação externa e comunidades açorianas.
desenvolvimento de mecanismos que visem a promo- 3.1.13 — Promoção de Hábitos de Vida Saudáveis
ção de spin-off e de start-ups de jovens empreendedores, Desenvolvimento de projectos e programas que pro-
promovendo o programa férias com as TIC, o projecto da movam hábitos de vida saudáveis junto das camadas mais
Júnior Empresa e respectiva incubadora. jovens da sociedade. Projectos a serem desenvolvidos em
3.1.11 — Incentivo à Criatividade e Empreendedorismo parceria com outros departamentos do governo.
e Oficinas de Criação 3.1.14 — Academias de Juventude
Proporcionar aos jovens os meios que lhes permitam Instalação da Academia de Juventude e dinamização
desenvolver as suas capacidades nas áreas do empreende- de infra-estruturas.
dorismo cultural e tecnológico, através de projectos como 3.1.16 — Centro de Formação do Belo Jardim
o Labjovem, AzoresCombo e similares. Desenvolvimento Empreitada de construção do centro de formação es-
da rede de oficinas de criação. cutista de Belo Jardim.
Programa 4 — Património e Actividades Culturais
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
4 — Património e Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 769 231 22 669 231 100 000
4.1 — Dinamização de Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 669 330 2 569 330 100 000
4.2 — Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cultural . . . . . . . . . . . . . 20 099 901 20 099 901
Programação Material 4.1.11 — Centro Cultural e de Congresso — Miramar
4.1 — Dinamização de Actividades Culturais Dinamização da Actividade Cultural do Teatro Micae-
lense, Centro Cultural e de Congressos e Cine-teatro Mi-
4.1.1 — Escolas de Formação ramar.
Apoio aos cursos de educação extra-escolar no âmbito 4.1.12 — Apoio à Criação do Audiovisual
da Portaria n.º 40/2002, de 16 de Maio. Concessão de bolsas para formação e criação artística
4.1.2 — Edição de Obras de Cariz Cultural na área do audiovisual.
Edição de Obras de Cariz Cultural em diversos suportes
e sua divulgação; actualização da enciclopédia açoriana 4.2 — Defesa e Valorização do Património Arquitectó-
on-line. nico e Cultural
4.1.3 — Rede de Leitura Pública 4.2.1 — Aquisição e Restauro de Bens de Valor Cultural
Comparticipação nas despesas de criação e construção Aquisição e restauro de bens móveis de valor cultural.
da Rede de Bibliotecas Municipais, incluindo a formação Apoio a intervenções em edifícios classificados ao abrigo
dos respectivos técnicos e aquisição de fundos bibliográ- do Dec. Reg. Reg. 16/2000/A, de 30 de Maio.
ficos. Realização de actividades de promoção do livro e 4.2.2 — Inventário do Património Artístico e Cultural
da leitura. Inventário, tratamento e estudo do património arqui-
4.1.4 — Bolsas para Formação e Criação Artística tectónico e artístico da Região.
Concessão de bolsas para a formação e criação artística 4.2.3 — Classificação de Imóveis em Núcleos Prote-
na área cultural ao abrigo do D.L.R. n.º 29/2006/A, de 8 de gidos
Agosto e da Portaria n.º 83/2006 de 23 de Novembro. Apoios à consolidação e restauro dos imóveis ao abrigo
4.1.5 — Orquestra Regional dos Açores (Lira Açoriana) do DLR n.º 14/2000/A, de 23 de Maio.
Financiamento da Orquestra Regional dos Açores. 4.2.4 — Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do
4.1.6 — Eventos de Iniciativa Governamental Heroísmo — Novas Instalações
Promoção de espectáculos na Região em diversas áreas Empreitada de construção da nova Biblioteca Pública e
culturais. Arquivo Regional de Angra. Fiscalização da empreitada.
4.1.7 — Arte Contemporânea dos Açores — ArTca Aquisição de equipamentos.
Financiamento de intervenções ao nível da arte con- 4.2.5 — Investigação Arqueológica
temporânea com o objectivo de favorecer a sua criação, Intervenções de protecção, investigação, referenciação
difusão e aquisição. e estudo do património arqueológico regional. Projecto
4.1.8 — Apoios a Actividades de Relevante Interesse CASA (2010-2015).
Cultural 4.2.6 — Museus, Bibliotecas e Arquivos
Apoios a conceder a actividades consideradas de rele- Elaboração e execução de projectos Museográficos.
vante interesse cultural no âmbito do D.L.R. n.º 29/2006/A Aquisição de equipamentos para os diversos serviços pe-
de 8 de Agosto. riféricos (Museus e Bibliotecas).
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 41
4.2.7 — Museu do Pico — Museu dos Baleeiros 4.2.17 — Valorização e Restauro do Palácio de Santana
Empreitada de ampliação do Museu dos Baleeiros. Aquisições e pequenas obras de restauro do Palácio
4.2.8 — Salvaguarda do Património Baleeiro de Santana.
Recuperação do património baleeiro. 4.2.19 — Casa-Museu Manuel de Arriaga
4.2.9 — Divulgação e Sensibilização do Património Projecto de consolidação e reconstrução do imóvel.
Cultural Projecto museográfico.
Acções de promoção, divulgação e sensibilização para 4.2.20 — Antigo Hospital da Boa Nova
o património cultural da Região. Projecto de consolidação, restauro e adaptação do imó-
4.2.10 — Aquisição de Conteúdos para Bibliotecas e vel às novas funções.
Arquivos Públicos 4.2.21 — Execução de Protocolo com a Diocese de Angra
Aquisição de conteúdos para enriquecimento dos fundos Apoio à reconstrução das igrejas e estruturas pastorais,
das Bibliotecas e Arquivos Regionais. Aquisição de espólio das ilhas do Faial e Pico, afectadas pelo sismo de 9 de
fotográfico para o Centro do Conhecimento. Julho de 1998.
4.2.12 — Aquisição, Recuperação e Conservação de 4.2.23 — Igrejas do Carmo e São Francisco da Horta
Instalações para Entidades Culturais Recuperação e adaptação das Igrejas do Carmo e São
Francisco para utilização em funções culturais.
Apoios à aquisição, beneficiação, ou construção de
4.2.24 — Museu Francisco Lacerda
sedes e instalações de colectividades que prestam serviços Projecto de execução do edifício do Museu Francisco
na área da cultura, ao abrigo do DLR n.º 29/2006/A, de Lacerda.
8 de Agosto. 4.2.25 — Museu de Santa Maria
4.2.13 — Recolhimento de Santa Bárbara — Museu Execução do projecto do novo edifício do Museu de
Carlos Machado Santa Maria.
Reconstrução e adaptação a novas funções do antigo 4.2.26 — Restauro de Bens Arquivísticos Públicos
edifício do Recolhimento de Santa Bárbara. Acções para protecção e conservação de bens arqui-
4.2.14 — Espaço Cultural Multiusos da ilha do Corvo vísticos públicos.
Construção do Espaço Cultural Multiusos da ilha do 4.2.27 — Programa Museológico do Palácio da Con-
Corvo. ceição — Casa da Autonomia
4.2.15 — Arquipélago — Centro de Arte Contempo- Instalação Museológica do Palácio da Conceição, de-
rânea dicada à história da Autonomia.
Conclusão do projecto e início da empreitada de cons- 4.2.28 — Convento de Santo André
trução do Centro de Arte Contemporânea. Fiscalização Projecto de consolidação e reabilitação do Convento
da obra. de Santo André. Projecto museográfico.
Programa 5 — Desenvolvimento Desportivo
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
5 — Desenvolvimento Desportivo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 390 900 12 248 900 1 142 000
5.1 — Instalações e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 953 615 1 813 615 140 000
5.2 — Actividades Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 865 800 6 689 800 176 000
5.3 — Promoção e Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 571 485 3 745 485 826 000
Programação Material ção e beneficiações dos Serviços Centrais e Externos
5.1 — Instalações e Equipamentos da DRD.
5.1.6 — Apoio à Construção e Beneficiação de Pavi-
5.1.1 — Apoio à Construção e Beneficiação de Insta- lhões Desportivos e Sedes de Clubes e Associações Des-
lações Desportivas portivas
Apoio a construção e beneficiação de instalações des- Apoio à construção, beneficiação ou aquisição de pavi-
portivas. lhões desportivos e sedes sociais de clubes e associações
5.1.2 — Parque Desportivo de São Miguel desportivas incluindo a aquisição de equipamentos.
Construção e beneficiação de instalações do Parque 5.1.7 — Requalificação do Estádio de S. Miguel
Desportivo de S. Miguel. Início dos procedimentos da empreitada e fiscalização
5.1.3 — Parque Desportivo da Ilha Terceira da 1.ª fase da requalificação do Estádio de S. Miguel.
Construção e beneficiação de instalações do Parque 5.1.8 — Requalificação do Polidesportivo do Corvo
Desportivo da Terceira. Requalificação do Polidesportivo do Corvo.
5.1.4 — Parque Desportivo do Faial
Construção e beneficiação de instalações do Parque 5.2 — Actividades Desportivas
Desportivo do Faial.
5.1.5 — Modernização, Acessibilidades e Apetrecha- 5.2.1 — Apoio a Clubes por Utilização de Atletas For-
mento de Instalações mados na Região Autónoma dos Açores
Apoio à informatização, aquisição de material e Apoio pela utilização de atletas formados nos Açores
equipamento do movimento associativo. Informatiza- ou no Clube.
42 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
5.2.2 — Desporto Escolar Organização, realização e participação em congressos
Promoção, desenvolvimento e apoio às actividades do ou actividades similares, promoção e desenvolvimento de
desporto escolar. estudos e projectos de apoios técnicos na área da actividade
5.2.3 — Alta Competição, Prémios de Classificação e física e do desporto.
Subidas de Divisão 5.3.2 — Estrutura Técnica Associativa
Pagamento de prémios de classificação, manutenção, Apoio financeiro às associações desportivas e clubes
subida de divisão e apoios a alto rendimento. para suportar encargos com técnicos.
5.2.4 — Actividade Física e Desportiva Adaptada 5.3.3 — Eventos Desportivos, promoção e formação na
Promoção, desenvolvimento e apoio a projectos de área do desporto
actividade física e desportiva adaptada. Encargos com a promoção, formação, organização e
5.2.5 — Apoio à Participação em Quadros Competitivos participação em eventos desportivos.
Nacionais e Série Açores 5.3.4 — Jogos das Ilhas
Concessão de apoios financeiros à participação em Apoio a projectos de preparação das selecções regionais
quadros competitivos nacionais, internacionais e Série e participação nos jogos das ilhas.
Açores. 5.3.5 — Escolinhas do Desporto
5.2.6 — Apoio às actividades das Associações Des- Apoio à promoção e desenvolvimento do projecto “Es-
portivas colinhas do desporto”.
Apoio às actividades competitivas de âmbito local, 5.3.6 — Actividades de Treino e Competição
regional e nacional, arbitragem e outras do plano anual Apoio ao desenvolvimento das actividades de treino
das Associações Desportivas. e competição dos escalões de formação. Encargos com a
utilização de instalações desportivas.
5.3 — Promoção e Formação 5.3.7 — Actividade Física e Desportiva dos Adultos
Apoio à promoção, organização e desenvolvimento de
5.3.1 — Congressos e Seminários, Estudos e Investi- actividades físicas e desportivas da população adulta.
gação
Programa 6 — Informação e Comunicação
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
6 — Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 538 367 1 538 367
6.1 — Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 395 827 1 395 827
6.2 — Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 540 142 540
Programação Material
6.1.4 — Portal do Governo
6.1 — Apoio aos Media Lançamento novo Portal do Governo. Manutenção e
6.1.1 — Promedia gestão do actual portal do governo.
Apoios aos órgãos de comunicação social privada e aos 6.1.5 — Encontro de Órgãos de Comunicação Social/
profissionais de comunicação pública ou privada. Área de Imprensa
6.1.2 — Promoção mediática dos Açores no Exterior Promoção de encontros, seminários e workshops auto-
Apoio a entidades, pessoas, organizações ou eventos -organizados por OCS da RAA.
relevantes para a promoção da RAA no exterior.
6.1.3 — Apoio Regional ao serviço público de rádio e
televisão 6.2 — Jornal Oficial
Apoio a actividades desenvolvidas pelo Serviço Público 6.2.2 — Acesso à Base de Dados Jurídica
de Rádio e Televisão Apoio jurídico bibliográfico especializado.
Promover o Crescimento Sustentado da Economia
Programa 7 — Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e Florestal
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
7 — Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e Florestal . . . . . . . . . . . . . . . 132 080 984 65 719 704 66 361 280
7.1 — Melhoria e Desenvolvimento de Infra-estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 531 730 28 731 730 26 800 000
7.2 — Modernização das Explorações Agrícolas e Florestais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 722 067 19 827 454 16 894 613
7.3 — Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 827 187 17 160 520 22 666 667
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 43
Programação Material Exposições Agro-Comerciais de São Miguel. Continuação
7.1 — Melhoria e Desenvolvimento de Infra-estruturas dos trabalhos de melhoramentos do Parque de Exposições
do Faial; conclusão dos projectos e construção do Parque
7.1.1 — Reestruturação Fundiária de Exposições Agro-Comerciais de S. Jorge; conclusão da
Estudos e Intervenções de Ordenamento Agrário e aquisição dos terrenos e elaboração do projecto do Parque
Fundiário, tendo em vista políticas de reestruturação e de de Exposições Agro-Comerciais da Graciosa e requalifi-
ordenamento agrário, designadamente, pela criação de cação do Parque de Exposições Agrícola do Pico.
Perímetros de Ordenamento Agrário. Apoios da medida do 7.1.12 — Estudos e Tecnologias de Informação e Co-
eixo 3 do PRORURAL para promoção de actividades não municação
agrícolas de valorização do património cultural. Melhoria Realização de estudos no âmbito do sector agrícola e
de infra-estruturas locais de apoio à actividade económica do desenvolvimento rural. Financiamento de sistemas e
e desenvolvimento local. infra-estruturas de informação e comunicação de apoio
7.1.2 — Abastecimento de Água aos sistemas de informação existentes na SRAF. Finan-
Projectos, construção, requalificação e manutenção ciamento de sistemas e infra-estruturas de informação e
de sistemas de abastecimento de água destacando-se as comunicação de apoio aos sistemas de informação existen-
empreitadas de construção e reconversão da Lagoa do Car- tes na SRAF. Comporta os contratos pendentes relativos
vão — POA da Bacia Leiteira de Ponta Delgada e S.J.A.A. às aplicações de recolha de candidaturas e apuramento de
No POA da Zona Central da ilha de São Miguel. ajudas directas, pagamentos ambientais e manutenção da
7.1.3 — Caminhos Agrícolas actividade agrícola em zonas desfavorecidas.
Projectos, construção e requalificação de caminhos agrí- 7.1.13 — Sistema de Informação Geográfica da Agri-
colas destacando-se: na ilha de São Miguel, beneficiação cultura
de caminhos agrícolas no POA Zona Central; na ilha Ter- Projecto de produção de fotografia aérea e cartografia
ceira, beneficiação de caminhos agrícolas no POA de Serra de base da RAA.
do Cume/Agualva e na ilha de São Jorge beneficiação de 7.1.14 — Melhoramento das Infra-estruturas de Abate
caminhos agrícolas no POA Santo Antão/Topo. Em 2011 prevêem-se os seguintes investimentos por
7.1.4 — Electrificação Agrícola ilha: Flores — Conclusão da remodelação do matadouro:
Projectos e construção de sistemas eléctricos de apoio sala de desmancha, incineradora e ETAR; São Jorge — Re-
à actividade agrícola, designadamente, redes MT, PT’s e modelação do matadouro: aumento da capacidade de frio,
redes BT. sala de desmancha, incineradora e ETAR; Faial — Projecto
7.1.5 — Caminhos Rurais do novo matadouro.
Construção e beneficiação (revestimento betuminoso
e melhoria da rede de drenagem) de cerca de 45 km de 7.2 — Modernização das Explorações Agrícolas e Flo-
caminhos rurais; Recuperação e conservação de cerca restais
de 600 km de caminhos rurais; Renovação gradual do 7.2.1 — Sanidade Animal
parque de máquinas e viaturas dos Serviços Operativos Assegurar os trabalhos conducentes à erradicação da
da DRRF. brucelose e da leucose na RAA. Implementação dos pla-
7.1.6 — Infra-estruturas Florestais nos de vigilância do foro veterinário aplicados na Região,
Recuperação e beneficiação de cerca de 20 km de ca- com destaque para a Vigilância à BSE e à Tuberculose,
minhos florestais; Conservação e recuperação das diversas do Plano de Resíduos, do reforço obrigatório do Plano de
infra-estruturas afectas aos Serviços Operativos da DRRF Controlo Plurianual Integrado e Plano de Controlo Oficial
(sedes de serviços, casas de guarda, armazéns, oficinas, à Produção de Leite Cru. Garantir a operacionalização
outras infra-estruturas). do Laboratório Regional de Veterinária e das Divisões de
7.1.7 — Infra-estruturas dos Serviços Veterinária em todas as ilhas no âmbito das obrigações
Infra-estruturas dos serviços. oficiais da Sanidade Animal e da Higiene Pública Vete-
7.1.8 — Infra-estruturas Fitossanitárias rinária, bem como reforçar a implementação do Plano
Conclusão dos trabalhos de empreitada da construção Global de Sanidade Animal, cumprindo as exigências da
do Laboratório Regional de Enologia do Pico, aquisição inspecção higio-sanitária, a gestão de todos os sistemas
dos seus equipamentos tecnológicos, bem como do me- de identificação animal na Região, bem como a garantia
lhoramento das instalações do Laboratório Regional de do bem-estar animal e segurança alimentar no âmbito da
Sanidade Vegetal. Operacionalização das infra-estruturas legislação em vigor.
fitossanitárias da Região, segurança e limpeza do Labo- 7.2.2 — Sanidade Vegetal
ratório Regional de Sanidade Vegetal. Garantir a protecção fitossanitária. Evitar a introdução,
7.1.9 — Infra-estruturas Veterinárias dispersão e a instalação de organismos de quarentena.
Conclusão dos trabalhos de empreitada da construção Assegurar a certificação de sementes. Aprovar o registo
do Laboratório Regional de Veterinária e aquisição do de variedades de diferentes espécies vegetais nos Catálo-
respectivo equipamento tecnológico, melhoramentos e gos Nacionais de Variedades. Divulgar as boas práticas
investimentos em infra-estruturas de sanidade de bem- de utilização de fitofármacos no âmbito do Decreto-Lei
-estar animal e de higiene público veterinária na Região n.º 173/2005 de 21. Out. Promover a divulgação em maté-
de acordo com o Reg. CE n.º 1/2005 de 22 de Dez. ria de protecção agrícola e reforçar a prospecção e combate
7.1.10 — Infra-estruturas de Abate aos organismos inimigos das culturas; assegurar o pro-
Requalificação dos matadouros e aquisição de equi- grama de vigilância e controlo de resíduos de pesticidas
pamentos. em produtos vegetais na RAA.
7.1.11 — Parques de Exposições Agro-Comerciais 7.2.3 — Melhoramento Animal
Continuação dos trabalhos relativos à construção do Garantir a inscrição dos bovinos da Raça Frísia e de
Parque de Exposições da Ilha Terceira e do Parque de Raças especializadas de Carne na Região nos respectivos
44 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Livros Genealógicos Nacionais; Gerir o contraste leiteiro lização e alternativas de mercado, em particular, na área
e a sua supervisão. Preservar a Raça Bovina Autóctone das culturas da beterraba sacarina e do tabaco. Gestão do
Ramo Grande e promover a Raça Brava. Continuar os Programa Apícola Nacional e apoio à reestruturação e
programas de melhoramento genético das espécies de reconversão da Vinha.
interesse zootécnico (bovinos, equídeos, suínos e ovinos), 7.2.10 — Acompanhamento das Intervenções Comu-
bem como o reforço do Programa de bovinos cruzados de nitárias
carne. Assegurar a gestão informática dos registos zoo- Acompanhamento das intervenções comunitárias,
técnicos e certificação genética em bovinos; Garantir o nomeadamente a contrapartida da Região no Eixo 5 do
licenciamento e fiscalização dos sub-centros de Insemi- PRORURAL — Assistência Técnica que contempla as
nação Artificial. actividades de coordenação, informação, gestão, controlo,
7.2.4 — Experimentação e Divulgação Agrária acompanhamento e avaliação do PRORURAL.
Assegurar a execução de Projectos de Experimentação 7.2.11 — Resgate da Quantidade de Referência
Agrícola e Pecuária. Garantir a difusão da informação Pagamento de 50 % do resgate de quota leiteira levada a
agrária com base na edição de folhetos, publicações, ses- cabo na RAA na campanha leiteira 2009/2010 (pagamento
sões técnicas de esclarecimento e emissão do programa da 2.ª anuidade até 15 Junho 2011).
de Divulgação Agrária na TV. Promover e dinamizar a 7.2.12 — Reforma Antecipada
participação dos Açores em eventos — Feiras, Salões Promoção de acções com vista à renovação e reestrutu-
e Congressos de âmbito Agrícola e Pecuário; assegurar ração das empresas agrícolas por via da medida Reforma
as feiras agrícolas regionais e de ilha, bem como visitas Antecipada do PRORURAL (Pagamento aos agricultores
técnicas da especialidade a nível regional, nacional e in- que cessam a sua actividade agrícola).
ternacional a agricultores e técnicos. 7.2.13 — Incentivo à Compra de Terras Agrícolas (SI-
7.2.5 — Valorização e Qualificação Profissional Agrária
CATE/RICTA)
Fomentar e realizar acções de formação qualificando
profissionalmente os Jovens Agricultores enquanto em- Renovação e reestruturação das empresas agrícolas,
presários agrícolas. Aperfeiçoar e melhorar a informação designadamente através de estímulos ao redimensiona-
e os conhecimentos dos agricultores em matérias especí- mento e emparcelamento das explorações através do SI-
ficas para o desenvolvimento da actividade de empresário CATE — Sistema de Incentivo à compra de Terras (DLR
agrícola, dotando-os de mais capacidade para a gestão e n.º 23/99/A, de 31 de Julho) e RICTA — Regime de Incen-
modernização das suas explorações, bem como dos téc- tivos à Compra de Terras Agrícolas (DLR n.º 28/2008/A
nicos que lhes prestam apoio, contribuindo para o melhor de 24 de Julho).
desempenho e qualificação profissional em toda a fileira 7.2.14 — Apoio às Organizações de Produtores
agrícola e pecuária, bem como em toda a vertente da Agri- Apoio a acções desenvolvidas por organizações de
cultura, Florestas e Industrias Agro-Alimentares. produtores.
7.2.6 — Vulgarização e Extensão Rural
Reforçar a vulgarização agrária e a extensão rural de 7.3 — Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Flo-
modo a contribuir para o fortalecimento da orientação das restais
actividades agrárias, promovendo mais dinâmica empresa- 7.3.1 — Apoio à Indústria Agro-Alimentar
rial agrícola e pecuária, com eficiência e competitividade Comparticipação do ORAA nos projectos em execução
às explorações, dando-se destaque para as vertentes da ao abrigo do Programa — PRORURAL — Medida 1.7.
prevenção, da redução de custos de produção e produção 7.3.2 — Apoio ao Escoamento de Produtos na Indústria
de qualidade. Agro-Alimentar
7.2.7 — Serviços de Gestão e Aconselhamento Agrí- Ajudas destinadas ao escoamento dos excedentes de
cola
lacticínios produzidos na RAA (no valor de 6,235 € por
Contrapartida da Região no âmbito do PRORURAL
para apoios aos projectos da Medida 1.4. — Criação de mil litros de leite) referente ao ano de 2010.
serviços de gestão e aconselhamento agrícola. Acompa- 7.3.3 — Regularização de Mercados
nhamento das contabilidades da RICA e apuramento de Regularização dos mercados agrícolas (contingente
resultados. Apoio técnico aos agricultores que colaboram cereais, mercado de gado); Pagamento de ajuda aos adu-
com a RICA. bos (com reforço para adubos de dispersão controlada);
7.2.8 — Apoio ao Investimento nas Explorações Agrí- Pagamento dos juros dos Protocolos celebrados entre a
colas SRAF e organizações de produtores da Região Autónoma
Atribuição de apoios ao abrigo do PROAMA. Compar- dos Açores.
ticipação regional de 15 % relativo às medidas Instalação 7.3.4 — Qualidade e Certificação
de Jovens Agricultores e Modernização das Explorações Acções de controlo das ajudas comunitárias; Gestão das
Agrícolas do PRORURAL no domínio da pecuária. Atri- Quotas Leiteiras; Desenvolvimento das acções relativas
buição de apoios no âmbito da Linha de Compensação aos Prémios e Ajudas; Desenvolvimento das acções de
Financeira SAFIAGRI, da Linha de Crédito ao Fundo de classificação de leite e de carcaças (realização de análi-
Maneio e de uma nova Linha de Crédito para reforço da ses). Certificação e controlo de produtos que beneficiem
capacidade orgânica e funcional das Cooperativas Agríco- de regimes de qualidade da União Europeia — DOP, IGP
las junto do agricultor. Assegurar a reposição do aparelho e e ETG.
potencial produtivo agrário danificado por intempéries. 7.3.5 — Promoção de Produtos Açorianos
7.2.9 — Diversificação Agrícola Promoção de produtos regionais no mercado externo
Incentivos complementares ao investimento nas explo- que compreende, nomeadamente, campanhas publicitárias
rações agrícolas que estimulem as produções diversifi- aos lacticínios e à carne dos AÇORES, participação em
quem a produção agrícola regional, bem como a especia- feiras e outros eventos, etc.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 45
Programa 8 — Valorização do Mundo Rural
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
8 — Valorização do Mundo Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 088 471 7 938 092 27 150 379
8.1 — Melhoria da Qualidade de Vida e Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . 9 392 749 2 242 370 7 150 379
8.2 — Preservação e Valorização do Ambiente e da Paisagem Rural . . . . . . . . . . . . . . 25 695 722 5 695 722 20 000 000
Programação Material Contrapartida financeira da Região no âmbito do FE-
8.1 — Melhoria da qualidade de vida e diversificação ADER — Eixo 2, medida 2.1. — Pagamentos aos agri-
da economia rural cultores para compensar desvantagens noutras zonas que
não as de montanha.
8.1.1 — Diversificação da Economia Rural 8.2.2 — Pagamentos Agro-Ambientais e Natura 2000
Contrapartida financeira da Região no decorrer do Comparticipação da Região de 15 % por forma a asse-
Programa de Desenvolvimento Rural no âmbito do FE- gurar no âmbito da aplicação do Programa de Desenvol-
ADER — Eixos 3 e 4 para promover o apoio a projectos vimento Rural ao abrigo do FEADER as candidaturas à
que visem a diversificação para actividades não agrícolas, medida 2.2. — Pagamentos agro-ambientais e natura 2000
criação de microempresas, o incentivo a actividades tu- do eixo 2. Estes pagamentos destinam-se a compensar os
rísticas, criação de serviços básicos para a economia das agricultores dos custos incorridos com as perdas de ren-
populações, valorização do património natural, a promoção dimento, resultantes destes explorarem parcelas situadas
e a informação de agentes económicos que exerçam a sua nas zonas da Rede Natura.
actividade no âmbito da aplicação das medidas deste eixo, 8.2.3 — Uso Múltiplo da Floresta
o apoio a projectos destinados a aquisição de competências Gestão e manutenção das 30 Reservas Florestais de
com vista a executar as Estratégias Locais de Desenvolvi- Recreio da Região; Valorização e requalificação de 7
mento (ELD), acções de promoção e formação de anima- Reservas Florestais de Recreio (criação de Centros de
dores e pessoal envolvido na execução das ELD. Divulgação Florestal e de outras infra-estruturas para
8.1.2 — Medidas Florestais de Desenvolvimento Rural utentes), no âmbito do PRORURAL (*); Produção em
Pagamento de compromissos já assumidos com projec- cativeiro de espécies cinegéticas (perdizes e codornizes)
tos de arborização que transitam do PRODESA e PDRu e e piscícolas (truta arco-íris), para repovoamentos; Re-
assunção de novos compromissos com projectos no âmbito forço da capacidade de fiscalização do Corpo Guardas
do PRORURAL. Florestais da RAA; Implementação de um novo estudo
8.1.3 — Fomento e Gestão dos Recursos Florestais de “Gestão de Espécies Cinegéticas dos Açores” e do
Gestão e beneficiação anual de cerca de 5.400 ha de projecto FORESMAC.
pastagens baldias; Produção de plantas florestais (folho- 8.2.4 — Formação e Informação Florestal
sas, resinosas e endémicas) para projectos de arborização; Comemorações do “Dia Regional do Guarda Florestal”
Continuação dos trabalhos no âmbito do “Programa de e do “Dia Mundial da Floresta”; Realização de acções
Melhoramento Florestal dos Açores”; Implementação de formação sobre “Gestão florestal sustentável” e de 3
do “Plano de Ordenamento da Floresta Açoriana” e do programas televisivos sobre o “Dia Mundial da Floresta”,
“Projecto-Piloto de Gestão Florestal Sustentável”; Início
“Gestão Florestal Sustentável” e “Recreio florestal”; Ela-
da construção de um “Centro de Multiplicação de Plantas”.
boração de material de sensibilização e de divulgação
formativa e informativa sobre a actividade da DRRF, na
8.2 — Preservação e Valorização do Ambiente e da Pai-
vertente do recreio florestal: oferta de serviços/potencia-
sagem Rural
lidades dos espaços florestais; Formação profissional dos
8.2.1 — Manutenção da Actividade Agrícola funcionários.
Programa 9 — Modernização das Infra-Estruturas e da Actividade da Pesca
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
9 — Modernização das Infra-Estruturas e da Actividade da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 497 890 20 497 890 9 000 000
9.1 — Inspecção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 032 230 1 032 230
9.2 — Infra-Estruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 580 200 7 580 200 2 000 000
9.3 — Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 008 090 8 008 090
9.4 — Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 460 140 2 460 140
9.5 — Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 435 150 435 150
9.6 — Programa Regional de Desenvolvimento do Sector das Pescas . . . . . . . . . . . . . 7 982 080 982 080 7 000 000
46 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Programação Material 9.2.7 — Ampliação, Reordenamento e Beneficiação do
9.1 — Inspecção e Gestão Porto de Rabo de Peixe e Zonas Envolventes
Início da obra de ampliação, reordenamento e benefi-
9.1.1 — Fiscalização e Inspecção ciação do porto de Rabo de Peixe.
Execução de acções periódicas (semanais/mensais) de
fiscalização em todas as ilhas da RAA. Melhoramento de 9.3 — Frota
equipamento e material inspectivo, condições de operacio-
nalidade dos inspectores e juristas, nomeadamente acções 9.3.1 — Plano Regional de Renovação Frota de Pesca
de formação ao nível das tecnologias da pesca, legislação, Atribuição de apoios financeiros para a renovação e mo-
elaboração de bases de dados e de manuseamento do MO- dernização da frota de pesca da RAA. Pagamento despesas
NICAP e SIFICAP na óptica do utilizador, e acções de relativas ao acesso ao Sistema de Informação das Pescas
sensibilização junto da comunidade piscatória. (Si2P) e à aquisição de serviços informáticos necessários
9.1.2 — Cooperação com o DOP/IMAR/OMA e Outras à gestão da frota.
entidades 9.3.2 — FUNDOPESCA
Protocolos de Cooperação celebrados com o IMAR, Atribuição de subsídios aos pescadores quando as
para a gestão e exploração do N/I “Arquipélago” e da condições climatéricas impeçam o normal exercício da
L/I “Águas Vivas”. Grande reparação do N/I “Arquipé- actividade.
lago” e execução do CEPROPESCA II — Certificação e 9.3.3 — Regime de Apoio à Motorização das Embar-
Promoção de Pescarias e Produtos de Pesca Açorianos e cações de Pesca Local
do Programa de Observação para as Pescas dos Açores Atribuição de uma compensação financeira aos armado-
(POPA). Celebração de protocolos com diversas entida- res das embarcações da pesca local, registadas em portos
des para a realização de estudos/projectos no âmbito das da Região Autónoma dos Açores cuja propulsão seja ex-
pescas. Encargos com o Centro do Mar. clusivamente por motores fora de borda a gasolina.
9.1.3 — Congressos e Exposições 9.3.4 — Regime de Apoio à Redução de Custos da Ac-
Realização da Expopescas, Feira do Mar, Semana do tividade da Pesca
Pescador e de diversos encontros científicos e de profissio- Atribuição de uma compensação financeira aos arma-
nais para análise e debate de assuntos relacionados com o dores das embarcações da pesca registadas em portos da
sector das pescas. Participação da Região em congressos Região Autónoma dos Açores cuja propulsão seja motores
e exposições nacionais e internacionais. a gasóleo.
9.1.5 — Sistema de Acompanhamento Electrónico 9.3.5 — Regime de apoio à segurança no trabalho a
Continuação da implementação de um sistema para bordo da frota de pesca
monitorização da actividade da pesca de embarcações Atribuição de um apoio financeiro aos armadores des-
inferiores a 15 metros cabinadas na Região Autónoma tinado a apoiar os encargos com os seguros das suas tri-
dos Açores. Desenvolvimento de equipamentos para em- pulações.
barcações não cabinadas e infra-estrutura para recolha
automática de dados nos principais portos. 9.4 — Produtos da Pesca
9.2 — Infra-Estruturas Portuárias 9.4.1 — Cooperação Externa
9.2.1 — Portos da Região Protocolos com associações para representação da Re-
Pagamento dos encargos relativos à operacionalização gião em fóruns nacionais, comunitários e internacionais.
dos portos de pesca e respectivas instalações em diver- Apoio à deslocação de embarcações para outras zonas
sas ilhas. Realização de pequenas intervenções em infra- de pesca.
-estruturas e equipamentos portuários. 9.4.2 — Mercados e Comercialização
9.2.2 — Programa de Apoio à Actividade Marítimo- Concessão de apoios às associações de armadores ou
-Portuária no Sector das Pescas pescadores de todas as ilhas pelo serviço que prestam na
Contrato programa celebrado com a LOTAÇOR para gestão e no desenvolvimento do sector das pescas. Apoio
apoio à actividade marítimo-portuária no sector das pescas. à comercialização de pescado e à instalação de pescarias
9.2.3 — Protocolos com Associações do Sector nas diversas ilhas.
Celebração de protocolos para a gestão dos portos de 9.4.3 — Transformação e Aquicultura
pesca com associações de pescadores/armadores. Apoio ao sector da transformação, comercialização e
9.2.4 — Cooperação com Juntas de Freguesia e Câmaras aquicultura.
Municipais 9.4.4 — Apoio ao Desenvolvimento de Pescarias de
Celebração de Acordos de Cooperação com Juntas de Profundidade
Freguesia para apoio dos portos de pesca. Celebração de Apoiar a diversificação da actividade das embarcações
Contratos ARAAL com Câmaras Municipais. registadas na RAA para a captura de espécies de grande
9.2.5 — Cooperação com a Direcção de Faróis profundidade ou outras espécies não tradicionais, com
Pagamento das despesas decorrentes da celebração de vista a introduzir no mercado novos tipos de produtos
um Protocolo entre a SRAM e a Autoridade Marítima da pesca.
Nacional com vista à prestação de serviços de manutenção 9.4.5 — Regime de Compensação ao Escoamento dos
dos dispositivos de assinalamento marítimo dos portos Produtos da Pesca das Ilhas de Santa Maria, Pico, Gra-
da Região. ciosa, S. Jorge, Flores e Corvo
9.2.6 — Programa Regional de Requalificação e Am- Atribuição de uma ajuda regional ao escoamento dos
pliação dos Portos de Pesca produtos da pesca capturados pelas embarcações que se en-
Obras de construção e requalificação marítimas e ter- contram registadas e que operam nas ilha de Santa Maria,
restres de apoio ao sector das pescas. Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo e também do Pico.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 47
9.5 — Formação Profissional 9.5.3 — Estruturas e Equipamentos
Investimentos em estruturas e equipamentos de apoio
9.5.1 — Divulgação
administrativo ao sector das pescas.
Acções de publicidade e de divulgação de eventos re-
lacionados com o sector das pescas. Apoio a publicação
9.6 — Programa Regional de Desenvolvimento do Sec-
de livros relacionados com a temática da pesca.
tor das Pescas
9.5.2 — Formação
Realização de acções de formação profissional des- 9.6.1 — Apoio ao Investimento no Âmbito dos Pro-
tinadas a pescadores de todas as ilhas do arquipélago. jectos FEP
Encargos com a embarcação FORMAR. Celebração de um Pagamento da comparticipação regional de projectos
protocolo com a LOTAÇOR para a gestão da tripulação do promovidos por entidades públicas e privadas no âmbito
FORMAR. Celebração de protocolo com outras entidades do Programa Operacional PROPESCAS. Pagamento de
no âmbito da formação profissional. encargos das Estruturas de Apoio Técnico.
Programa 10 — Desenvolvimento do Turismo
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
10 — Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 798 311 31 798 311
10.1 — Promoção Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 144 564 22 144 564
10.2 — Oferta e Animação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 617 486 617
10.3 — Investimentos Estratégicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 167 130 9 167 130
Programação Material Direcção Regional do Turismo e aos empresários do sector
10.1 — Promoção Turística turístico. Edição de material informativo para distribuição
aos visitantes e aos empresários do sector.
10.1.1 — Estudos e Concertação da Política de Tu- 10.1.6 — Campanhas Publicitárias
rismo Celebração de contratos-programa com entidades des-
Desenvolvimento de diversos estudos que permitam portivas para desenvolvimento de planos de acção que
melhor conhecer a problemática do turismo, bem como a concorrem para o incremento da visibilidade dos Açores
tomada de decisões estratégicas. Participação em acções no mercado nacional. Celebração de um contrato-programa
de formação relevantes para o conhecimento e desenvol- com uma entidade responsável pela promoção turística
vimento do sector. Acções de coordenação e de divulgação nos mercados externos. Celebração de um Protocolo com
das linhas orientadoras das políticas do turismo junto dos o Turismo de Portugal com vista a incrementar a promo-
diferentes públicos. ção externa levada a cabo pelos operadores turísticos em
10.1.2 — Informação Turística mercados prioritários. Inserções publicitárias em meios
Melhoria da informação turística com o recurso às novas considerados importantes para a divulgação do destino
tecnologias. Requalificação dos espaços de prestação de Açores. Desenvolvimento de campanha multinacional, de
serviços de informação turística ao visitante, uniformi- grande espectro para o aumento da notoriedade do destino
zando a sua imagem. Açores, nos mercados prioritários.
10.1.3 — Eventos Promocionais
Desenvolvimento de acções/eventos de âmbito promo- 10.2 — Oferta e Animação Turística
cional em coordenação com outras entidades reconhecidas
para o efeito, tendo em vista o aumento da notoriedade 10.2.1 — Estruturas Físicas de Apoio
da Região nos mercados externos. Esta acção terá como Celebração de acordos com autarquias ao abrigo do
prioridade os seguintes mercados: Nacional, Reino Unido, DLR n.º 32/2002/A, de 8 de Agosto, para desenvolvimento
Alemanha, França, Espanha, Escandinávia, Holanda, Itá- de acções de requalificação da oferta turística local e in-
lia, EUA e Canadá. tervenção em espaços geridos pela Secretaria Regional
10.1.4 — Viagens Educacionais da Economia.
Desenvolvimento de acções em coordenação e colabo- 10.2.2 — Animação Turística
ração com os agentes do sector, que prosseguem objectivos Desenvolvimento de acções de animação em todas
comuns, no sentido de apoiar a organização de viagens as Ilhas dedicadas ao turista. Contratação de serviços
promocionais à Região, tendo como objectivo dar maior de animação temática que promovam o aumento da
notoriedade aos Açores nos mercados externos conside- estadia média do visitante e a requalificação da oferta
rados prioritários, bem como incrementar e diversificar turística.
a comercialização com o destino. Acções desenvolvidas 10.2.3 — Qualificação dos Percursos Pedestres e de
com diversos tipos de operadores turísticos ou órgãos de Outros Produtos Turísticos
comunicação social. Desenvolvimento de produtos para qualificação da
10.1.5 — Materiais de Promoção oferta turística, em conformidade com as linhas orienta-
Edição e aquisição de materiais de promoção turística doras do Plano de Marketing. Produção e colocação de
para suporte promocional às acções desenvolvidas pela sinalética nos percursos pedestres, sua limpeza e manu-
48 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
tenção, nas diferentes ilhas. Acompanhamento técnico dos lense — Centro Cultural e de Congressos, S. A. em 8 de
trabalhos pelo Gabinete de Apoio ao Turismo de Natureza Novembro de 2007.
e Espaço Rural. 10.3.3 — Desenvolvimento dos Recursos Termais
Acções de apoio ao desenvolvimento dos recursos ter-
10.3 — Investimentos Estratégicos mais com interesse para a exploração turística. Acções
de manutenção da oferta nas Termas da Ferraria e do Ca-
10.3.1 — Iniciativas Diversas rapacho.
Regime de financiamento público de iniciativas com 10.3.5 — Termas do Varadouro
interesse para a promoção e animação turística dos Açores Recuperação das Termas do Varadouro e acções corre-
(DLR n.º 18/2005/A, de 20 de Julho). Contratos-programa lacionadas tendo em vista a sua requalificação.
de investimento com interesse para o desenvolvimento 10.3.6 — Projecto da Marina da Barra e Requalificação
do turismo dos Açores (DLR n.º 30/2006/A, de 8 de da Zona Envolvente
Agosto). Realização de acções e parcerias tendo em vista o de-
10.3.2 — Centro Cultural e de Congressos senvolvimento do projecto da Marina da Barra e Requa-
Desenvolvimento de um plano de acções de interesse lificação da Zona Envolvente.
económico geral de animação de cariz cultural e turístico 10.3.7 — Requalificação da Baía João Câncio
ao abrigo do Contrato celebrado com o Teatro Micae- Requalificação da Baía João Câncio.
Programa 11 — Fomento da Competitividade
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
11 — Fomento da Competitividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 611 594 41 986 594 9 625 000
11.1 — Sistemas de Incentivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 855 675 30 855 675
11.2 — Apoio ao Empreendedorismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
11.3 — Qualidade e Inovação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 340 270 340
11.4 — Apoio à Actividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 744 929 10 119 929 9 625 000
11.5 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 519 060 519 060
11.6 — Micro Crédito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 050 113 050
11.7 — Instalações e Equipamentos da Secretaria Regional da Economia . . . . . . . . . . 39 720 39 720
Programação Material através do Concurso Regional de Empreendedorismo, da
11.1 — Sistemas de Incentivos realização da Gala do Empreendedor, de encargos de-
correntes da conclusão do Projecto GEM Açores (estudo
11.1.1 — Sistemas de Incentivos para o Desenvolvi- sobre empreendedorismo), de encargos relacionados com
mento Regional dos Açores o processo conducente à criação nos Açores de um Bu-
Pagamento de incentivos relativos a projectos aprova- siness Innovation Centre em cooperação com a Direcção
dos no âmbito do SIDER — Sistemas de Incentivo para o Regional de Ciência, Tecnologia e Comunicações.
Desenvolvimento Regional dos Açores e encargos resul-
tantes do funcionamento do programa. Apoio à execução 11.3 — Qualidade e Inovação Tecnológica
de políticas específicas de desenvolvimento na área da 11.3.1 — Dinamização do Sistema Tecnológico
economia. Apoio à investigação e ao desenvolvimento tecnológico,
11.1.2 — Sistema de Incentivos ao Empreendedoris- transferência de tecnologia para as empresas e controlo
mo — Empreende Jovem metrológico.
Pagamento de incentivos relativos a projectos aprova- 11.3.2 — Promoção da Qualidade
dos no âmbito do Empreende Jovem e encargos resultantes Implementação das acções decorrentes da Estratégia
do funcionamento do programa. Regional para a Qualidade e apoio à implementação de
11.1.3 — Sistema de Apoio à Promoção de Produtos sistemas de gestão pela qualidade. Promoção de boas
Açorianos práticas no sector industrial e planos de formação para o
Pagamento dos incentivos do Sistema de Apoio à Pro- tecido empresarial. Promoção de programas de segurança
moção de Produtos Açorianos e e encargos resultantes do alimentar. Desenvolvimento do projecto para a certificação
funcionamento do sistema. da Direcção Regional de Apoio ao Investimento e à Com-
11.1.4 — Sistema de Incentivos ao Artesanato petitividade pela Norma NP EN ISO 9001:2008.
Apoio financeiro a projectos de formação, de participa-
ção em feiras, de promoção e de investimento em unidades 11.4 — Apoio à Actividade Empresarial
produtivas artesanais.
11.4.1 — Valorização dos Recursos Geológicos
11.2 — Apoio ao Empreendedorismo Desenvolvimento do projecto TERMAZ — Terma-
lismo, Lamas Termais e Águas Engarrafadas dos Açores,
11.2.1 — Dinamização do Espírito Empreendedor em cooperação com o INOVA — Instituto de Inovação
Fomento do espírito empreendedor junto dos jovens, Tecnológica dos Açores. Acções de fiscalização de recur-
mediante a realização de acções diversas, designadamente sos geológicos, sobretudo massas minerais, em colabora-
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 49
ção com as restantes entidades, nomeadamente, a Direcção a promoção da coesão económica, social e territorial dos
Regional do Ambiente. Açores.
11.4.2 — Divulgação das Potencialidades Económicas
Participação em feiras e exposições e realização de 11.5 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Ar-
acções promocionais de produtos açorianos. Desenvol- tesanais
vimento de acções promocionais e pagamento de rendas
da “Loja Açores”. 11.5.1 — Aperfeiçoamento e Inovação dos Saberes
11.4.3 — Mobilização da Iniciativa Empresarial e Cap- Tradicionais
tação de Investimento Formação profissional em artesanato e formação espe-
Promoção de parcerias com associações empresariais. cífica em actividades artesanais e transversais a esta área.
Desenvolvimento de acções para incrementar a produti- Apoio à inovação, ao aperfeiçoamento e à transmissão de
vidade e competitividade do sector empresarial. Contrato- conhecimento.
-programa com a APIA — Agência de Promoção do In- 11.5.2 — Divulgação, Promoção e Comercialização das
vestimento dos Açores. Operacionalização de diversos Artes e Ofícios
programas e instrumentos nomeadamente, o Poseima, Apoio à realização e à participação do Centro Regional
cadastro comercial e industrial, venda de estampilhas espe- de Apoio ao Artesanato em feiras de artesanato regionais
ciais para bebidas espirituosas, licenciamento do comércio e nacionais. Divulgação do Artesanato dos Açores e pro-
externo e registo de declaração prévia dos estabelecimen- dução de diverso material promocional. Arrendamento de
tos de restauração e bebidas. espaços para a comercialização de artesanato. Estabele-
11.4.4 — Informações ao Investidor cimento de parcerias técnico-financeiras com entidades
Acções de divulgação dos sistemas de incentivos junto responsáveis pela dinamização de unidades produtivas
dos empresários açorianos e de toda a informação relevante artesanais.
para o sector empresarial. Despesas com o funcionamento 11.5.3 — Certificação e Protecção dos Produtos e Ser-
da rede de Gabinete do Empreendedor. Realização de viços Artesanais
seminários, colóquios e outros eventos. Acompanhamento técnico dos produtos já certificados
11.4.5 — Apoio ao Cooperativismo e certificação de novas produções artesanais. Promoção
Prestação de apoio técnico às cooperativas e divulgação de produtos certificados.
de informação relevante para o sector. Desenvolvimento da
base de dados do sector cooperativo — SISCOOP — e sua 11.6 — Micro Crédito
adaptação ao Sistema de Normalização Contabilística. 11.6.1 — Regime de Apoio ao Micro Crédito Bancário
11.4.6 — Estudos e Projectos Pagamento dos encargos resultantes da execução do
Desenvolvimento do Projecto MAC-Welcome, que visa Regime de Apoio ao Micro Crédito Bancário. Realização
dotar as regiões comerciais da Macaronésia de serviços de uma conferência versando a temática da micro finança.
gratuitos de informação mais eficientes e abrangentes
para o cidadão/visitante, ao nível das economias locais 11.7 — Instalações e Equipamentos da Secretaria Re-
através da introdução de tecnologia avançada. Apoio à gional da Economia
realização de estudos com importância para a actividade
económica regional. 11.7.1 — Equipamentos da Secretaria Regional da Eco-
11.4.7 — Apoio ao Desenvolvimento da Actividade nomia
Económica Melhoria dos espaços e equipamentos de apoio ao
Transferências para o FRACDE — Fundo Regional de atendimento ao público e às empresas. Intervenção nas
Apoio à Coesão e ao Desenvolvimento Económico para instalações da Secretaria Regional da Economia.
Programa 12 — Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comunicações
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
12 — Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . 14 120 839 14 120 839
12.1 — Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 453 487 12 453 487
12.2 — Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 788 320 788 320
12.3 — Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 010 353 010
12.4 — Cartografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526 022 526 022
Programação Material Apoio ao funcionamento do IBBA e CIVISA. Apoio à
12.1 — Investigação, Ciência e Tecnologia nos criação de infra-estruturas do IBBA.
Açores 12.1.2 — Projectos de Investigação Científica com Inte-
resse para o Desenvolvimento Sustentável dos Açores
12.1.1 — Apoio a Instituições de Investigação Cien- Projectos de investigação científica e tecnológica para
tífica implementação de políticas públicas. Projectos e redes
Manutenção e desenvolvimento de núcleos especializa- de investigação em parceria com instituições científicas
dos de I&D. Pólos de redes de observação e monitorização. internacionais
50 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
12.1.3 — Apoio à Formação Avançada 12.2 — Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRCTE
Bolsas de investigação científica e tecnológica para a 12.2.1 — Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRCTE
empregabilidade e formação, dirigidas para doutorados, Reestruturação dos programas informáticos da SRCTE.
licenciados e técnicos de investigação. Apoio à fixação 12.2.2 — Sistemas de Informação e Comunicações da
de bolseiros na RAA. Apoio à organização de eventos, SRCTE
reuniões científicas e publicações. Comunicações da SRCTE.
12.1.4 — Apoio a Infra-Estruturas de Divulgação Cien-
tífica e Tecnológica 12.3 — Comunicações
Criação, manutenção e desenvolvimento de infra-
-estruturas de divulgação da C&T. Projectos para o desen- 12.3.1 — Promoção/Divulgação/Cooperação
volvimento do ensino experimental das ciências. Ateliers Congresso de Telecomunicações e Formação em ITED
de ciência. 12.3.2 — Estação de Rastreio de Satélites, Estações
12.1.5 — Iniciativas de I&D de Contexto Empresarial VLBI e Centro de Monitorização do Atlântico
Estação de rastreio de satélites de Santa Maria; Esta-
Desenvolvimento de infra-estruturas tecnológicas, de-
ções VLBI e Centros de Monitorização do Atlântico e
signadamente no âmbito dos parques tecnológicos. Apoio Outras.
a projectos de investigação.
12.1.6 — Desenvolvimento das Tecnologias de Infor- 12.4 — Cartografia
mação e Comunicação
Necessidade de competências básicas em TIC; Melhoria 12.4.1 — Geodesia e Cartografia
das acessibilidades às TIC; Espaços TIC e Escolas Digitais. Alargamento da rede de estações permanentes da RAA
Modernização e eficiência administrativa. (RPRAA). Contratação de novos voos. Contratação para
12.1.7 — Apoio à Integração dos Cidadãos Portadores ortofotocartografia. Renovação de alguns equipamentos
de Deficiência na Sociedade do Conhecimento topográficos.
Apoio à aquisição de equipamentos na área das TIC 12.4.2 — Cadastro Predial
para cidadãos portadores de deficiência. Reequipa- Execução do cadastro predial. Informatização da in-
formação cadastral.
mento de infra-estruturas destinadas a cidadãos por-
12.4.3 — RAEGE
tadores de deficiência e com necessidades educativas Arranque do projecto RAEGE em cooperação com o
especiais. IGN Espanha
12.1.8 — Apoio ao Desenvolvimento Tripolar da Uni- 12.4.4 — Projectos Comunitários Transnacionais
versidade dos Açores Projectos: CARTOGRAF- voo ilha Terceira; GABI-
Comparticipação financeira para o desenvolvimento TEC — Conversão de Informação cartográfica analógica
tripolar da Universidade dos Açores. para digital, GEOCID — criação de um portal para dis-
12.1.9 — Construções Universitárias da Terceira e da ponibilização de informação geográfica.
Horta 12.4.5 — Informação Geográfica
Comparticipação financeira para as despesas da Uni- Projectos de endereços; Manutenção e actualização do
versidade dos Açores com o equipamento dos edifícios Portal IDEIA; Organização da informação geográfica;
interdepartamental de Angra e do DOP na Horta. Projecto Corine.
Reforçar a Solidariedade e a Coesão Social
Programa 13 — Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
13 — Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 578 518 23 578 518 2 000 000
13.1 — Equipamentos de Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 643 878 7 643 878
13.2 — Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 509 481 3 509 481
13.3 — Equipamentos de Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . . 1 619 609 1 619 609
13.4 — Equipamentos de Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . 11 739 860 9 739 860 2 000 000
13.5 — Igualdade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 065 690 1 065 690
Programação Material Reconstrução quase total do edifício do antigo tribunal
13.1 — Apoio a Idosos da Praia da Vitória para ampliação da capacidade de apoio
a idosos em lar
13.1.1 — Construção de lar nos Arrifes 13.1.4 — Criação de Lar de Idosos na Calheta
Construção de edifício para lar de idosos, centro de
dia e serviço de apoio domiciliário nos Arrifes, Ponta Criação de uma nova unidade de lar de idosos na Vila
Delgada. da Calheta, São Jorge.
13.1.3 — Remodelação e adaptação de edifício para lar 13.1.7 — Programa de Incentivos à Iniciativa Privada
de idosos na Praia da Vitória Lucrativa
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 51
Cumprimento dos apoios legalmente previstos de apoio 13.2.13 — Programa de incentivos à iniciativa privada
à iniciativa privada na área de idosos. lucrativa
13.1.8 — Projecto de Implementação da Rede de Cui- Apoios legalmente previstos de apoio à iniciativa pri-
dados Continuados dos Açores vada na área da infância e juventude.
Apoio à implementação da Rede de Cuidados Conti- 13.2.15 — Criação, melhoramento e apetrechamento de
nuados Integrados (RCCI) dos Açores. equipamentos sociais de apoio à infância e juventude
13.1.9 — Criação, Melhoramentos e Apetrechamento Realização de investimentos e atribuição de apoios a
de Equipamentos Sociais de Apoio aos Idosos Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e
Realização de investimentos e atribuição de apoios a equiparadas na área do apoio à infância e juventude.
Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) 13.2.17 — Remodelação e ampliação de edifício para
e equiparadas na área do apoio aos idosos. criação de novo equipamento de creche na Horta
13.1.10 — Construção de lar de idosos no Pico da Pe- Construção de edifício para creche na cidade da
dra Horta.
Construção de novo edifício para lar de idosos no Pico 13.2.18 — Construção de edifício para creche, centro
da Pedra. de dia e Casa do Povo na Maia
13.1.11 — Construção de lar de idosos e centro de dia Construção de edifício para creche, centro de dia e Casa
em Rabo de Peixe do Povo na Maia.
Construção de novos equipamentos sociais em Rabo
de Peixe em terreno adquirido para o efeito. 13.3 — Apoio aos Públicos com Necessidades Espe-
13.1.12 — Criação de centro de dia, centro de convívio ciais
e serviço de apoio domiciliário no Porto Judeu 13.3.3 — Construção de centro de actividades ocupa-
Construção de novo edifício para criação de centro de cionais da Ribeira Grande
dia, centro de convívio e serviço de apoio domiciliário Recuperação total de edifício antigo e sua adaptação,
no Porto Judeu. para instalação do actual centro de actividades ocupacio-
13.1.13 — Construção de lar de idosos em São Brás nais da Ribeira Grande.
Construção do novo edifício para instalação de lar de 13.3.5 — Criação, melhoramento e apetrechamento de
idosos em S. Brás, Praia da Vitória. equipamentos sociais de apoio à deficiência
13.1.14 — Adaptação de edifício a centro de dia e apoio Realização de investimentos e atribuição de apoios a
ao domicílio das Cinco Ribeiras Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS)
Adaptação de edifício a centro de dia e apoio ao domi- e equiparadas na área do apoio aos públicos com neces-
cílio das Cinco Ribeiras. sidades especiais.
13.1.15 — Construção de edifício para centro de con- 13.3.7 — Criação de lar residencial para cidadãos por-
vívio de idosos e atelier de tempos livres no Posto Santo, tadores de deficiência nos Valados, Ponta Delgada
Angra do Heroísmo Criação de lar residencial para cidadãos portadores de
Construção de edifício para centro de convívio de ido- deficiência nos Valados, Ponta Delgada.
sos e atelier de tempos livres no Posto Santo, Angra do
Heroísmo. 13.4 — Apoio à Família, Comunidades e Serviços
13.1.16 — Criação de centro de dia na Urzelina
Adaptação de edifício para instalação de centro dia na 13.4.1 — Programa de Alargamento dos Equipamentos
Urzelina, Velas. Sociais dos Açores — PARESA
Comparticipação em investimentos de IPSS e equipa-
13.2 — Apoio à Infância e Juventude radas para alargamento da rede de equipamentos sociais
nos Açores.
13.2.1 — Construção de edifício para creche em Vila 13.4.2 — COMPAMID
Porto Complemento para aquisição de medicamentos para
Construção de edifício para criação de uma creche em idosos.
Santa Maria. 13.4.3 — Investimentos de capital para Segurança Social
13.2.2 — Construção de novo edifício para creche em na Região dos Açores (CGFSS)
Ponta Delgada Obras de recuperação e melhoramento nos edifícios
Construção de novo edifício para instalação da creche de serviços de Segurança Social e infra-estruturação de
existente, que funciona em condições precárias, com au- serviços.
mento de capacidade. 13.4.4 — Construção de Edifício para Serviços de Se-
13.2.3 — Construção de creche e atelier de tempos livres gurança Social e Casa do Povo — Achadinha
nos Arrifes Construção de Edifício para Serviços de Segurança
Construção de novo edifício para instalação de creche Social e Casa do Povo na Achadinha, Nordeste.
e atelier de tempos livres nos Arrifes. 13.4.8 — Estudos, Projectos, Conferências e Coope-
13.2.4 — Construção de edifício para creche e serviço ração
de apoio domiciliário nas Capelas Realização, participação e colaboração em estudos, pro-
Construção de novos edifícios, em terreno adquirido jectos, conferências, formação, bem como a participação
para o efeito. em mecanismos de cooperação com outras instituições, nas
13.2.9 — Construção de edifício p/creche, jardim e áreas de actuação da Direcção Regional da Solidariedade
centro de actividades ocupacionais em Sta. Cruz da Gra- e Segurança Social.
ciosa 13.4.10 — Criação, melhoramento e apetrechamento de
Construção de edifício para os equipamentos já exis- edifícios e equipamentos de apoio à Comunidade e dos
tentes, em terreno adquirido há alguns anos. Serviços de Segurança Social
52 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Apoios pontuais a situações de necessidade urgente em da Igualdade na Administração Regional, Local e nas
vários tipos de apoio à comunidade e criação, melhora- entidades privadas.
mento e apetrechamento dos Serviços de Segurança Social, 13.5.3 — Combater e prevenir a violência e atitudes
nomeadamente da DRSSS e do SADEL. discriminatórias
13.4.12 — Promoção da qualidade da Rede de Serviços Implementação e Acompanhamento do Plano Regional
e Equipamentos Sociais na RAA de Prevenção e Combate violência doméstica; Promoção
Desenvolvimento do sistema de avaliação da qualidade e apoio a acções de Sensibilização, formação, informação,
dos serviços e equipamentos sociais da RAA e promo- divulgação e certificação de Boas Práticas; Manutenção
ção da aplicação de boas práticas e mecanismos de auto- e alargamento de estruturas de apoio, prevenção e aco-
-avaliação da qualidade da rede de serviços e equipamentos lhimento para vítimas de violência (mulheres, crianças
sociais através da atribuição de apoios e idosos) e serviços de proximidade de atendimento às
13.4.13 — Adequação Tecnológica dos Serviços da vítimas; Implementação do Serviço de Teleassistência a
Segurança Social vítimas de violência; Criação de Programa de Reabilitação
Acções de adequação tecnológica dos serviços da Se- de Agressores Sexuais; Realização Estudos, Projectos,
gurança Social, nomeadamente a aquisição de equipamen- Conferências e Acções de Cooperação e Intervenção Tec-
tos tecnológicos e software informático para a DRSSS e nológica; Apoiar acções na área da Formação e emprego
SADEL. protegido e promoção de competências para a emprega-
13.4.14 — Fundo de Compensação Social bilidade para vítimas de violência e mulheres em situação
Reforço e criação de mecanismos de apoio às famílias de risco; Manter e alargar Programa de Suporte Socioeco-
açorianas, com o objectivo de minimizar alguns dos im- nómico a vítimas de violência; Alargamento do Programa
pactos das medidas a vigorar a nível nacional em 2011. de Reabilitação de Agressores Conjugais — Contigo;
Manutenção da Linha de Informação contra a descrimi-
13.5 — Igualdade de Oportunidades
nação e violência.
13.5.1 — Promoção do Princípio da Igualdade de Opor- 13.5.4 — Potenciar a inclusão social e consequente mo-
tunidades para Todos bilidade social de grupos mais vulneráveis
Prosseguir a implementação e disseminação do Plano Programa de Suporte Psicossocial e Socioeconómico
Regional para a Igualdade de Oportunidades; Implemen- a pessoas em grave situação de exclusão; Apoiar acções
tação do Programa Família, Escola e Comunidade — Ber- na área da Formação e promoção de competências para a
ços da Cidadania e Igualdade de Oportunidades; Imple- empregabilidade; Apoio à criação ou melhoria de estru-
mentação e funcionamento do Conselho Regional para a turas e acções facilitadoras do atendimento aos públicos
Igualdade de Oportunidades; Apoio a Instituições para a mais vulneráveis.
manutenção dos Centros de Informação e Acompanha- 13.5.5 — Igualdade de Oportunidades para pessoas com
mento das Políticas de Igualdade e desenvolvimentos deficiência
de acções; Promoção e apoio a Acções de sensibiliza- Implementar ou apoiar acções de sensibilização, for-
ção, formação, informação, divulgação e certificação de mação, informação para os direitos e certificação de boas
boas práticas no combate à descriminação e promoção da práticas; Realização de Estudos, Projectos, Conferências,
Igualdade de Oportunidades; Realização Estudos, Projec- Acções de Cooperação e Intervenção Tecnológica; Apoio
tos, Conferências, Acções de Cooperação e Intervenção à implementação de melhorias nas Edificações para pro-
Tecnológica. mover a acessibilidades; Desenvolver e apoiar acções na
13.5.2 — Disseminação da perspectiva da Igualdade de área da Formação e emprego protegido e promoção de
Género e promoção de medidas facilitadoras da concilia- competências para a empregabilidade; Implementar ou
ção da pessoal com a vida profissional apoiar acções, estruturas e equipamentos facilitadoras da
Desenvolvimento, certificação e apoio a entidades promoção da Igualdade de Oportunidades e prevenção e
privadas na Promoção de medidas e acções facilitado- combate à descriminação para pessoas com deficiência;
ras da conciliação da vida pessoal com a profissional; desenvolver e Apoiar acções promotoras do acesso à Cul-
Promoção e apoio a acções de sensibilização, forma- tura, Desporto e Lazer; Programa Casa para Todos; Plano
ção, informação potenciadoras do mainstreaming da Regional de Acessibilidades.
perspectiva de Género; Realização Estudos, Projectos, 13.5.6 — Criação, melhoramento e apetrechamento de
Conferências e Acções de Cooperação e Intervenção edifícios, equipamentos e serviços da DRIO
Tecnológica com o objectivo de implementar os Planos Apoio a equipamentos e adequação tecnológica.
Programa 14 — Habitação
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
14 — Habitação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 377 230 23 377 230
14.1 — Incentivos à Construção e Aquisição de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . 4 394 330 4 394 330
14.2 — Recuperação do Parque Habitacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 440 750 3 440 750
14.3 — Promoção de Habitação para Realojamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 885 880 14 885 880
14.4 — Equipamentos Públicos, Adequação Tecnológica e Cooperação . . . . . . . . . . . 656 270 656 270
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 53
Programação Material concessão de apoios financeiros no combate à infestação
14.1 — Incentivos à Construção e Aquisição de Habi- por térmitas — DLR 20/2005/A, de 22 de Julho.
tação Própria 14.2.5 — Reconstrução de Habitação — Administração
Directa — Sismos
14.1.1 — Apoio à Construção, Ampliação e Alteração Apoios financeiros a conceder a agregados sinistrados
de Habitação Própria do sismo de 9 de Julho de 1998, nas ilhas do Faial e do
Subsídios não reembolsáveis a atribuir às famílias para Pico, ao abrigo do DLR n.º 15-A/98/A, de 25 de Setembro,
comparticipação na construção, ampliação e alteração de e Portaria n.º 11/2001, de 8 de Fevereiro.
habitação própria, ao abrigo do regime instituído pelo 14.2.6 — Programa de Requalificação Habitacional
DLR n.º 59/2006/A, de 29 de Dezembro. Desenvolvimento de acções de apoio à requalificação
14.1.2 — Apoio à Aquisição de Habitação Própria de habitações.
Subsídios não reembolsáveis a atribuir às famílias para
comparticipação na aquisição de habitação própria, ao 14.3 — Promoção de Habitação para Realojamentos
abrigo do regime instituído pelo DLR n.º 59/2006/A, de
29 de Dezembro. 14.3.1 — Acordos de Colaboração RAA/IHRU — PRO-
14.1.3 — Aquisição de Solos HABITA
Encargos com aquisição de solos urbanizáveis para a Encargos com a construção/aquisição de habitação para
promoção de habitação própria e de custos controlados realojamento de famílias residentes em barracas ou situa-
pelas vias individual, empresarial e cooperativa, ao abrigo ções abarracadas, no âmbito do programa de financiamento
do regime instituído pelo DLR n.º 21/2005/A, de 3 de para acesso à habitação — PROHABITA, instituído pelo
Agosto. Decreto-Lei n.º 135/2004, de 3 de Junho, alterado pelo
14.1.4 — Apoio ao Arrendamento a Famílias Caren- Decreto-Lei n.º 54/2007, de 12 de Março.
ciadas e Jovens 14.3.2 — Cooperação com Autarquias — Acordos Co-
Subsídios ao arrendamento de prédios ou de fracções laboração RAA/IHRU, I. P./Municípios
autónomas de prédios urbanos, destinados à habitação, a Encargos com empréstimos contraídos para construção/
atribuir a famílias carenciadas. aquisição de habitação destinada a realojamento de famí-
14.1.6 — Operações de Loteamento e Obras de Urba- lias residentes em barracas ou situações abarracadas, ao
nização abrigo dos contratos ARAAL celebrados com os municí-
Obras de urbanização para a promoção de habitação pios de Ponta Delgada, Lagoa, Ribeira Grande, Vila Franca
própria e de custos controlados pelas vias individual, em-
do Campo, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
presarial e cooperativa, ao abrigo do regime instituído pelo
14.3.3 — Salvaguarda Habitacional de Famílias em
DLR 21/2005/A, de 3 de Agosto.
14.1.7 — Reabilitação de Infra-estruturas Habitacio- Situação de Risco
nais Operações de realojamento de agregados familiares a
Reabilitação de infra-estruturas habitacionais em di- residir em zonas de risco, nomeadamente falésias, orla
versos loteamentos da Região Autónoma dos Açores, para costeira e leitos de ribeiras.
efeitos de integração no domínio público Municipal. 14.3.4 — Acordos de Colaboração RAA/IHRU, I. P. —
14.1.8 — Contrato Programa com a SPRHI, S. A. — PROHABITA, em Rabo de Peixe
Sismo Realojamento de famílias da orla marítima de Rabo de
Encargos decorrentes do contrato programa celebrado Peixe, no âmbito do Acordo de Colaboração celebrado
entre a Região Autónoma dos Açores e SPRHI, SA, no entre a RAA e o IHRH, ao abrigo dos Decretos -Lei
âmbito do sismo de 1998 e celebração de novo contrato n.º 226/87, de 6 de Junho, 197/95, de 29 de Julho, 30/97,
programa para conclusão das intervenções do sismo. de 28 de Janeiro, e 157/02, de Julho
14.3.5 — Cooperação com Autarquias — Acordos RAA/
14.2 — Recuperação do Parque Habitacional IHRU/Município da Ribeira Grande, em Rabo de Peixe
Realojamento de famílias no âmbito do acordo de co-
14.2.1 — Programa de Reabilitação Urbana laboração celebrado entre a RAA, o IHRU e o Município
Apoios não reembolsáveis a atribuir às famílias, ao
da Ribeira Grande, ao abrigo dos Decretos -Lei n.º 226/87,
abrigo do regime da concessão dos apoios financeiros a
de 6 de Junho, 197/95, de 29 de Julho, 30/97, de 28 de
obras de reabilitação, reparação e beneficiação em habita-
ções degradadas — DLR n.º 6/2002/A, de 11 de Março. Janeiro.
14.2.2 — Apoio à Recuperação do Parque Habitacional 14.3.7 — Resolução de Situações de Grave Carência
Autárquico — Colaboração com Autarquias Habitacional
Intervenções a levar a efeito em operações de recupera- Aquisição, construção e arrendamento, para subarrenda-
ção, reabilitação e requalificação de habitações degradadas mento, de imóveis destinados à habitação para resolução
promovidas por autarquias. de situações de grave carência habitacional, em regime
14.2.3 — Recuperação do Parque Habitacional Social de renda apoiada, cujo regime foi instituído pelo DLR
da RAA n.º 23/2009/A de 16 de Dezembro.
Intervenções a levar a efeito em operações de recupe- 14.3.8 — Cooperação com Autarquias — Contratos
ração e reabilitação do parque habitacional do domínio ARAAL
privado da Região Autónoma dos Açores Cooperação com Autarquias — Contratos ARAAL
14.2.4 — Apoio à Recuperação de Imóveis Afectados 14.3.9 — Contratos Programa com a SPRHI, SA
por Térmitas Contratos Programa a celebrar com SPRHI SA, no
Subsídios não reembolsáveis em intervenções a levar âmbito de acções de realojamento e de requalificação do
a efeito em habitações, ao abrigo do regime jurídico da Bairro Habitacional da Terra Chã.
54 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
14.4 — Equipamentos Públicos, Adequação Tecnológica 14.4.4 — Observatório Sócio-Habitacional dos
e Cooperação Açores
14.4.1 — Requalificação do Edifício e Equipamentos Investimentos no âmbito da estrutura técnica de co-
para a DRH operação e de planeamento interdepartamental e inter-
Obras de requalificação e adaptação de edifícios para disciplinar, criada pela Resolução n.º 69/2006, de 29 de
os serviços da Direcção Regional de Habitação. Junho.
14.4.2 — Adequação Tecnológica dos Serviços 14.4.5 — Reabilitação de Equipamentos
Actualização do equipamento informático, e respectivo Reabilitação de equipamentos, nomeadamente, das
software, para os serviços da DRH. viaturas afectas à DRH.
Programa 15 — Desenvolvimento de Infra-Estruturas e do Sistema de Saúde
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
15 — Desenvolvimento de Infra-Estruturas e do Sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 875 209 29 875 209
15.1 — Construção de Novas Infra-Estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 317 591 8 317 591
15.2 — Remodelação, Ampliação e Beneficiação de Unidades de Saúde . . . . . . . . . . 5 274 941 5 274 941
15.3 — Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 313 875 1 313 875
15.4 — Formação e Iniciativas em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 478 662 14 478 662
15.5 — Tecnologias de Informação na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 490 140 490 140
Programação Material 15.4 — Formação e Iniciativas em Saúde
15.1 — Construção de Novas Infra-Estruturas 15.4.1 — Actualização de Profissionais de Saúde
15.1.1 — Unidades de Saúde Atribuição e processamento de bolsas de estudo, execu-
Projectos e construção de infra-estruturas de apoio ao ção do programa de formação para profissionais de saúde
e comparticipação financeira na realização de encontros,
SRS.
seminários e jornadas de saúde e outras formas de actua-
15.1.2 — Centros de Saúde de Sta. Cruz da Graciosa,
lização profissional.
Madalena e Ponta Delgada
15.4.2 — Plano Regional de Saúde
Projecto e construção do Novo Centro de Saúde de Projecto para a Prevenção e Tratamento da Obesidade
Ponta Delgada e construção dos Novos Centros de Saúde Infantil na Região e Rastreio de Retinopatia Diabética.
de Santa Cruz da Graciosa e da Madalena do Pico. Operacionalização do Plano Regional de Saúde 2009-2012
15.1.3 — Centro de Rádio-Terapia dos Açores e dos Programas Regionais respectivos. Assinalamento de
Centro de Rádio-Terapia dos Açores. dias comemorativos. Participação em eventos. Realização
de campanhas.
15.2 — Remodelação, Ampliação e Beneficiação de 15.4.3 — Prevenção e Tratamento de Comportamentos
Unidades de Saúde de Risco
15.2.1 — Remodelação e Ampliação de Unidades de Implementação do plano regional contra as depen-
Saúde dências, com a análise e estudo pelas equipas locais de
Apoio geral das obras de remodelação e ampliação ne- intervenção e posterior actuação, comparticipação em
cessárias à constante adequação e evolução das instalações projectos no âmbito da prevenção e tratamento, criação
da rede de Saúde da Região Autónoma dos Açores, com de projectos de intervenção específica em zonas de risco,
destaque para o Centro de Saúde de Vila do Porto e para realização de campanhas de prevenção em meio escolar e
a obra do Bloco C do Hospital da Horta. extra-escolar, programa de intervenção precoce, eventos
15.2.2 — Beneficiação de Unidades de Saúde de sensibilização à prevenção e tratamento, apoio à dis-
Apoio geral a obras de beneficiação nas Unidades de suasão, início da construção do Centro de Reabilitação
Saúde do Serviço Regional. em S. Miguel e conclusão do processo de criação de um
Centro de Adictologia no Faial, programas de unidades
15.3 — Apetrechamento e Modernização móveis e programas de reinserção.
15.4.4 — Projecto de Implementação e Operacionaliza-
15.3.1 — Equipamentos para Unidades de Saúde ção da Rede de Cuidados Continuados e Paliativos
Aquisição, substituição, actualização e reparação dos Projecto de Implementação e Operacionalização da
diversos tipos de equipamentos das Unidades de Saúde Rede de Cuidados e Paliativos promovendo a diversifica-
da Região. ção e disponibilização de cuidados saúde domiciliários e a
15.3.3 — Emergência Médica articulação com a rede de cuidados continuados integrados.
Empreitada do Heliporto da Calheta da Ilha de São 15.4.5 — Projecto de implementação e operacionaliza-
Jorge. Programa Regional para a Utilização de DAE por ção da melhoria de acessibilidade ao SRS
Não Médicos e de Acesso Público à Desfibrilhação. Pro- Dinamizar e apoiar um programa de melhoria do
jectos no âmbito da Emergência Médica, Plescamac 2 e acesso no âmbito do Serviço Regional de Saúde de modo
outros. a adequar-se às necessidades da população, nomeadamente
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 55
a recuperação das listas de espera e a cobertura assisten- 15.4.9 — Vale Saúde
cial a utentes sem médico de família. Dinamizar e apoiar Dar continuidade ao projecto de implementação do
programas e projectos de melhoria de acesso ao Serviço Vale Saúde na RAA.
Regional de Saúde (Prestação de cuidados de saúde a es- 15.4.10 — Plano Regional de Vacinação
trangeiros; Enfermeiro de Família; Linha Saúde Açores; Prosseguir com o plano regional de vacinação.
Cobertura assistencial; entre outros). 15.4.11 — Planos de contingência — Saúde Pública
15.4.6 — Políticas de saúde materna, planeamento fa-
Iniciativas de contingência para manutenção da saúde
miliar e incentivo à natalidade
Medidas de apoio à implementação de políticas de saúde pública.
materna, planeamento familiar e incentivo à natalidade. 15.4.12 — Deslocação de doentes
15.4.7 — Parcerias Apoio a doentes nas deslocações inter-ilhas e estran-
Apoio a instituições do SRS e a pessoas colectivas, geiro.
públicas ou privadas, para o desenvolvimento de projectos 15.4.13 — Política do Medicamento
no domínio da saúde. Desenvolvimento de processos de controlo de substân-
15.4.8 — Promoção da qualidade dos serviços e de cap- cias psicotrópicas/estupefacientes.
tação e qualificação de profissionais de saúde
Prosseguir com a implementação de programas de qua- 15.5 — Tecnologias de Informação na Saúde
lidade, certificação e acreditação dos serviços de saúde
com vista a introduzir melhorias de qualidade na prestação 15.5.1 — Sistemas de Informação da Saúde
de cuidados de saúde, assim como proporcionar o aumento Continuação do desenvolvimento, instalação e manuten-
da qualificação dos profissionais que desempenham fun- ção do projecto Sistema de Informação da Saúde — Azores
ções na área da qualidade. Região Digital — SIS-ARD.
Gerir com Eficiência o Território Promovendo a Qualidade Ambiental
Programa 16 — Ordenamento do Território, Qualidade Ambiental e Energia
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
16 — Ordenamento do Território, Qualidade Ambiental e Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 283 011 43 283 011
16.1 — Ordenamento do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 946 687 11 946 687
16.2 — Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 112 619 5 112 619
16.3 — Sistemas de Informação, Divulgação e Apoio à Decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . 211 180 211 180
16.4 — Modernização dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 920 38 920
16.5 — Conservação da Natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 985 407 1 985 407
16.6 — Património Mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 890 583 890
16.7 — Avaliação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479 603 479 603
16.8 — Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 226 318 17 226 318
16.9 — Promoção Ambiental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 705 087 2 705 087
16.10 — Utilização Racional de Energia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 630 900 1 630 900
16.11 — Serviço Público e Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 830 875 830
16.12 — Instalação e Equipamento da Direcção Regional da Energia . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16.13 — Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 940 291 940
Programação Material Furnas; Contrato-Programa SPRAçores para a aquisição
16.1 — Ordenamento do Território de imóveis nas Sete Cidades; POVT Fundo de Coesão
do Ambiente — Requalificação das margens das Lagoas
16.1.1 — Revisão, Elaboração e Implementação do (SPRA); Proconvergencia Turismo — Requalificação das
PROTA margens das Lagoas (SPRA).
PSOTAE — Plano Sectorial de Ordenamento do Ter- 16.1.5 — Caracterização e Definição de Condicionantes
ritório para as Actividades Extractivas na RAA; EP@ de Risco
M — Sistemas de Estações da Paisagem da Macaronésia. Reserva Ecológica Regional; Estratégia Regional de
16.1.2 — Plano e Gestão de Zonas Costeiras Alterações Climáticas; Definição e caracterização de pe-
Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha do Pico; rigos naturais; SOST-MAC — Actuações Sustentáveis nos
Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha do Faial; Espaços Naturais da Macaronésia.
LITOMAC — Cooperação e Sinergias no Estabelecimento 16.1.6 — Acções de acompanhamento, divulgação, sen-
e Planeamento Sustentável das Zonas Litorais da Região sibilização e apoio à tomada de decisões
da Macaronésia; Plano de Ordenamento do Espaço Ma- Emissão de pareceres, vistorias, licenciamentos e gestão
rítimo dos Açores. urbanística (AIA, AAE, etc.).
16.1.3 — Planeamento e Gestão de Bacias Hidrográficas 16.1.7 — Requalificação e Protecção Costeira
de Lagoas Obras de protecção e requalificação das orlas costeiras;
POBHL São Miguel; POBHL Flores; Contrato- Contratos ARAAL; Contratos-Programa RAA-SPRAçores
-Programa SPRAçores para a aquisição de imóveis nas para a realização de empreitadas; Contrato-Programa APTGO.
56 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
16.2 — Recursos Hídricos 16.5 — Conservação da Natureza
16.2.1 — Implementação da Directiva Quadro da Água 16.5.1 — Biodiversidade
e da Lei da Água Adaptação do regime jurídico da Reserva Ecológica
Planos de Gestão de Recursos Hídricos; Domínio Pú- Nacional à RAA. Implementação dos planos de gestão das
blico Marítimo. áreas marinhas protegidas da rede OSPAR. Actividades
16.2.2 — Implementação da Directiva das Águas Sub- de recuperação do habitat do priôlo na ZPE do Pico da
terrâneas Vara/Ribeira do Guilherme.
Estudo socioeconómico para a gestão da água; georre- 16.5.2 — Erradicação de Organismos Invasores
ferenciação de nascentes e furo. Elaboração e implementação do plano de controlo e
16.2.3 — Rede de Monitorização Hidrometeorológica erradicação de espécies exóticas invasoras e realização
Automática de acções de monitorização em todas as ilhas.
Manutenção da rede do Grupo Oriental e aquisição do 16.5.7 — Jardins Botânicos
sistema para o Grupo Central e Oriental; Gestão da Rede Remodelação do edifício antigo do Jardim Botânico do
Meteorológica. Faial; construção de estufa; implementação de actividades
16.2.4 — Monitorização da qualidade das águas inte- relacionadas com o banco de sementes e herbário.
riores, de transição e costeiras 16.5.9 — Parque Natural dos Açores
Contratos trianuais de monitorização das águas super- Implementação dos parques naturais de ilha e elabora-
ficiais, costeiras e de transição. ção dos respectivos planos de ordenamento. Implementa-
16.2.5 — Monitorização da qualidade das águas bal- ção dos modelos de gestão dos centros de interpretação das
neares áreas protegidas. Implementação dos planos de gestão da
Monitorização da qualidade das águas balneares da RN 2000. Criação do geoparque dos Açores e desenvolvi-
RAA; Perfis de praias; Projecto CARMAC. mento de actividades no âmbito do GESPEA. Elaboração
16.2.6 — Controlo da eutrofização das lagoas dos Açores e implementação dos planos de acção das reservas da
Laboratório de análises da DROTRH; monitorização biosfera a integrar nos planos de ordenamento dos parques
da toxicidade de cianobactérias das lagoas e do fluxo de naturais de ilha.
azoto para controlo da eutrofização da água das lagoas;
Projecto Experimental da Lagoa de S. Brás. 16.6 — Património Mundial
16.2.7 — Prevenção e análise de risco de cheias e des-
lizamentos 16.6.1 — Gestão da Paisagem Protegida da Vinha do Pico
Estudos e cartas de avaliação de riscos de cheias e de Empreitada e Conteúdos do Centro de Interpretação da
deslizamentos, incluindo a monitorização de arribas em Paisagem Protegida da Vinha do Pico; Acordos de coope-
zonas balneares; instalação de sistemas de monitorização ração técnica e financeira; Instalação de infra-estruturas
e alerta nas ribeiras do Dilúvio (Pico) e Funda (Faial). eléctricas e telecomunicações na Paisagem Protegida da
16.2.8 — Requalificação e Protecção de Recursos Hí- Vinha do Pico; Casa dos Vulcões.
dricos 16.6.2 — Regime de Incentivos da Paisagem Protegida
Projectos e empreitadas para a requalificação e pro- da Vinha do Pico
tecção de recursos hídricos; acordos de colaboração com Regime de incentivos para a manutenção e reabilitação
juntas de freguesia; contratos e serviços de desobstrução da vinha e correcção de dissonâncias arquitectónicas.
e limpeza de ribeiras. 16.6.3 — Plano de Intervenção da Montanha do Pico
Conclusão da empreitada de instalação do Centro de
Interpretação da Casa de Apoio à Montanha do Pico; Re-
16.3 — Sistemas de Informação, Divulgação e Apoio
qualificação do trilho da Montanha do Pico; Projecto de
à Decisão
Ampliação da Casa de Apoio à Montanha do Pico.
16.3.1 — Infra-estrutura informática e de comunica- 16.6.4 — Gestão do Parque Natural da Ilha do Pico
ções Manutenção e funcionamento de estruturas de interpre-
Equipamentos, licenças de software, comunicações de tação (Casa de Apoio à Gruta das Torres, Centro Ambiental
dados em projectos, Contrato de outsourcing para manu- das Terras, Lajes do Pico). Outras acções relacionadas com
tenção. a implementação do Parque Natural do Pico.
16.3.2 — Sistema regional de informação georreferen-
ciada 16.7 — Avaliação Ambiental
Desenvolvimento de aplicações na área dos sistemas
de informação geográfica, incluindo a construção de pla- 16.7.1 — Relatório do Estado do Ambiente
taformas para a disponibilização de serviços a entidades Elaboração dos Relatórios do Estado do Ambiente.
e cidadãos. 16.7.2 — Regime Legal de Poluição Sonora
Implementação do Regime Legal da Poluição Sonora.
16.7.3 — Avaliação do Impacte Ambiental
16.4 — Modernização dos Serviços
Processos de Avaliação de Impacte Ambiental e rea-
16.4.1 — Formação e Modernização Serviços lização de um workshop sobre avaliação ambiental es-
Acções de Formação e Modernização Administrativa. tratégica.
16.4.2 — Estratégia e Planeamento 16.7.4 — Rede de Monitorização, Informação e Gestão
Execução de diversas actividades no âmbito da imple- Ambiental
mentação da estratégia e planeamento ambiental. Manutenção da Rede de Monitorização, Informação
16.4.3 — Informação Geográfica e Gestão Ambiental (inclui aquisição de equipamento
Sistema de informação geográfica e comunicação de hardware e software). Manutenção da estação de monito-
dados. Aquisição de equipamento hardware e software. rização da qualidade do ar. Construção de instalações de
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 57
apoio técnico e laboratorial (Horta); aquisição de estação ção de recursos endógenos e renováveis na produção de
de monitorização da qualidade do ar para Ponta Delgada. energia, com particular destaque para a micro produção
16.7.7 — Monitorização de Áreas Ambientais de electricidade, aquecimento de água através de painéis
Implementação e execução de acções de monitorização solares e utilização de bombas e recuperadores de calor.
de áreas ambientais protegidas. Inclui despesas relaciona- 16.10.4 — Apoio ao Desenvolvimento de um Sistema
das com aquisição e manutenção de equipamento e infra- Sustentável de Energia
-estruturas de apoio às acções de monitorização. Promoção de um Sistema Sustentável de Energia, ali-
cerçado em elevados níveis de conhecimento técnico e
16.8 — Resíduos científico, envolvendo a Universidade dos Açores e o
16.8.1 — Gestão de Resíduos Programa MIT — Portugal.
Operações de gestão de resíduos; implementação do 16.10.5 — Implementação do Sistema de Certificação
Sistema Regional de Informação de Resíduos (SRIR). Energética de Edifícios — SCE
16.8.2 — Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos Aquisição e desenvolvimento de software e aplicações
Projectos e empreitadas de construção de centros de informáticas e de comunicações com vista à implemen-
processamento de resíduos e centros de valorização or- tação do sistema de certificação energética dos edifícios
gânica por compostagem. e da qualidade do ar interior, resultante da transposição
16.8.3 — Remoção de Passivos Ambientais para a Região da Directiva n.º 2002/91/CE, do Parlamento
Operações de gestão de resíduos (compactação, con- Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro.
tentorização, transporte marítimo e terrestre). 16.10.6 — Desenvolvimento do Programa para a Mo-
bilidade Eléctrica dos Açores
16.9 — Promoção Ambiental Desenvolvimento de uma infra-estrutura piloto com
vista à implementação da mobilidade eléctrica nos Aço-
16.9.1 — Informação, Sensibilização e Promoção Am- res.
biental 16.10.7 — Apoio à Promoção da Substituição da Utili-
Programas de sensibilização e promoção ambiental; zação de Gases Liquefeitos — Corvo
apoio às ONGA´s na realização de actividades e programas Criação de incentivos destinados a promover a substi-
de educação ambiental. tuição da utilização de gases de petróleo liquefeitos na pro-
16.9.2 — Rede Regional de Ecotecas dução de águas quentes sanitárias e no aquecimento do ar
Conclusão da empreitada do Centro de Interpretação e interior, em cumprimento do estabelecido no artigo 99.º do
Ecoteca de Vila do Porto e desenvolvimento de actividades Decreto Legislativo Regional n.º 16/2009, de 13 de Outubro.
da rede regional de ecotecas.
16.9.3 — Centros de Interpretação Ambiental 16.11 — Serviço Público Social
Desenvolvimento dos Centros de Interpretação Am-
biental. 16.11.1 — Pagamento da Iluminação Pública das Vias
16.9.4 — Jardins Históricos Regionais
Requalificação dos jardins históricos. Pagamento da iluminação Pública das vias de comuni-
cação terrestres regionais da RAA.
16.10 — Utilização Racional de Energia 16.11.2 — Electrificação de Fajãs — S. Jorge
Electrificação das fajãs de S. João, Saramagueira,
16.10.1 — Agência Regional de Energia e Ambiente Cubres e Caldeira de Santo Cristo.
Apoio à ARENA — Agência Regional de Energia e
Ambiente para o desenvolvimento, de estudos e projectos 16.12 — Instalação e Equipamento da Direcção Regio-
com vista à promoção da eficiência energética e da utiliza- nal da Energia
ção de recursos energéticos endógenos e renováveis.
16.10.2 — Estudos e Projectos 16.12.1 — Obras e Aquisição de Equipamentos para
Contratação de serviços destinados à elaboração de as Instalações
estudos e projectos especializados para o sector energético. Aquisição de instalações e obras de adaptação.
Contratação de serviços de fiscalização e licenciamento
16.13 — Assuntos do Mar
na área dos elevadores.
16.10.3 — PROENERGIA — Sistema de incentivos à 16.13.1 — Estratégia para o Desenvolvimento e Sus-
produção de energia a partir de fontes renováveis tentabilidade do Mar dos Açores
Apoio às pequenas e médias empresas, Instituições Implementação de acções previstas no âmbito da Es-
Particulares de Solidariedade Social associações, sem fins tratégia para o Desenvolvimento e Sustentabilidade do
lucrativos e particulares, com vista a fomentar a utiliza- Mar dos Açores.
Programa 17 — Protecção Civil
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
17 — Protecção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 424 269 9 424 269
17.1 — Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 629 164 629 164
17.2 — Construção/Remodelação de Infra-Estruturas e Equipamentos dos CB’s . . . . 3 627 535 3 627 535
17.3 — Formação e Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556 660 556 660
17.4 — Serviço Regional de Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 610 910 4 610 910
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Programação Material Cumprimento do Protocolo com a Universidade dos
17.1 — Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB’s Açores.
17.3.2 — Apoios a Diversas Entidades
17.1.1 — Prontos-Socorros Médios Cumprimentos dos Protocolos com a Unidade de So-
Aquisição de 1 auto-tanque pesado para substituição corro da Cruz Vermelha, com a Junta Regional do Corpo
de outro em fim de vida. Nacional de Escutas, com a Associação dos Radioamando-
17.1.2 — Ambulâncias de Socorro
res; Apoio ao Sata Rally Açores; Apoio ao Rally Ilha Azul
Financiar a aquisição de 3 ambulâncias de socorro me-
dicalizáveis para a Santa Cruz das Flores, Ribeira Grande no Faial; Apoio ao Rally Sical ilha Lilás; Apoio à AHBV’s
e Vila Franca do Campo. Financiar a aquisição de 3 ambu- da Ribeira Grande na deslocação da Equipa de Manobras
lâncias de transporte para Santa Cruz da Graciosa, Velas ao campeonato nacional; realização do Exercício Açor
e Povoação e 2 ambulância de transporte múltiplo para a com as Forças Armadas.
Horta e Ponta Delgada. 17.3.3 — Estudos de Carácter Científico e Elaboração
17.1.3 — Reparação de Viaturas dos Corpos de Bom- de Cartas de Risco
beiros Cumprimento do Protocolo com a universidade dos
Apoiar as AHBV’s da RAA para garantir a operaciona- Açores, incluindo a assessoria técnico-científica para ana-
lidade das viaturas, principalmente as de socorro. lise de riscos e vulnerabilidades.
17.1.4 — Aquisição de Equipamento, Fardamento e 17.3.4 — Cooperação Técnico-Científica com a Uni-
Mobiliário para as AHBV’s versidade dos Açores
Apoiar as AHBV’s da RAA na aquisição de equipa- Protocolo com a Universidade dos Açores.
mento diverso, fardamento e mobiliários para os CB’s 17.3.5 — Formação Profissional ao Nível da Protecção
devido ao ingresso de novos elementos nos quadros de Civil
pessoal. Aquisição de equipamento de protecção indivi- Formação dos funcionários do SRPCBA, incluindo
dual para as equipas de combate a incêndios de matérias pessoal operacional.
perigosas e hidrocarbonetos e busca e resgate em edifícios 17.3.6 — Informação, Formação e Sensibilização da
colapsados. População
17.1.5 — Viaturas de Transporte de Pessoal e Equipa- De modo a reforçar a intervenção junto da população
mento para fomentar e garantir o seu envolvimento na promo-
Aquisição de 1 viatura de transporte de pessoal e equi- ção da prevenção e da segurança é necessário alargar os
pamento com reboque e 1 viatura táctica todo-o-terreno. cursos básicos de protecção civil e de suporte básico de
17.2 — Construção/Remodelação de Infra-Estruturas e vida à população da RAA. Continuação do Projecto para
Equipamentos dos CB’s Idosos “Aprender a Socorrer”; implementação nas escolas
dos Clubes de Protecção Civil para alunos do 3.º ciclo;
17.2.1 — Beneficiação e Reparação de Quartéis das divulgação de medidas de auto-protecção através de pro-
AHBV’s jectos de sensibilização a crianças do 1.º ciclo e a todas
Apoiar as AHBV’s da RAA na beneficiação dos res- as forças activas da sociedade, nomeadamente, escuteiros,
pectivos Quartéis.
IPSS’s, Clubes, fundações, Forças Armadas e Forças de
17.2.2 — Construção do Quartel da AHBV’s de Angra
do Heroísmo segurança.
Continuação da obra iniciada em 2010. 17.3.7 — Formação Profissional de Bombeiros
17.2.3 — II Fase do Quartel da Ribeira Grande De modo a garantir a qualidade e a capacidade de in-
Continuação da obra iniciada em 2010. tervenção bem como a qualificação crescente dos recur-
17.2.4 — Remodelação e Ampliação do Quartel da sos humanos dos CB’s é necessário realizar os seguintes
AHBV’s São Roque do Pico cursos: TAS, Recertificações TAS, TAT’s, Recertificações
Continuação da construção de um anexo com garagem TAT’s, Salvamento e Desencarceramento, Recertificações
e remodelação do Quartel (II fase). de SD, Salvamento em Grande Ângulo, Recertificações de
17.2.5 — Secções Destacadas dos Bombeiros na Vila SGA, cursos Condução em Emergência; PHTLS e DAE.
da Lagoa e Capelas Caso não se realizem estes cursos as manutenções das qua-
Início dos procedimentos, nomeadamente autorização lificações dos tripulantes de ambulância ficam em perigo.
das respectivas Câmaras Municipais, cedência de terrenos
por parte das autarquias ou eventual aquisição, elaboração 17.4 — Serviço Regional de Protecção Civil
do projectos de arquitectura, etc..
17.2.9 — Ampliação/remodelação do Quartel da AHBV’s 17.4.1 — Meios e Recursos
Sta Cruz das Flores Aquisição de 1 compressor táctico de grande capa-
Obra iniciada em 2010 prevendo-se a conclusão em 2011. cidade. Aquisição de equipamento e fardamento para o
17.2.11 — Centro de Formação de Protecção Civil núcleo operacional do SRPCBA, nomeadamente EPI es-
Continuação e conclusão do investimento em cenários pecializados (matérias perigosas).
de combate a incêndios em hidrocarbonetos, cenários de 17.4.2 — Radiocomunicações do SRPCBA
incêndios urbanos e industriais, cenários de desencarcera- Continuação da aquisição de links de 2GHZ e spares
mento e cenários de estruturas colapsadas, para que haja de 13 GHZ; e reforço dos sistemas de comunicação do
seguimento à formação adequada. SRPCBA.
17.4.3 — Meios e Recursos do SRPCBA — Equipa-
17.3 — Formação e Informação mentos para Socorro Imediato
17.3.1 — Equipamento de Vigilância Sismo-Vul- Aquisição de 2 compressores médios para os CB’s de
cânica Sta. Maria e Sta. Cruz das Flores, bem como 1 compressor
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 59
de grande capacidade para a ilha de S. Miguel destinados 17.4.5 — Projectos de Cooperação Transnacio-
ao socorro imediato na catástrofe. Aquisição de tendas, nal — MAC 2007-2013
contentores, material de escoramento e busca em edifícios Promover a realização dos 3 Projectos aprovados no
colapsados e equipamento para matérias perigosas; aqui- âmbito do PCT MAC Açores, Madeira, Canárias — Bom-
sição de 2 tendas para operações e triagem em catástrofe. bergis, Plescamac II e Emerne.
17.4.4 — Transporte Terrestre de Emergência 17.4.6 — Fundo de Emergência
Cumprimento dos Protocolos com as AHBV’s para fa- Transporte de pessoal e equipamento em situação de
zer face ao transporte terrestre de doentes em emergência. emergência.
Programa 18 — Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipamentos Colectivos
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
18 — Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipamentos Colectivos . . . . . . . 31 515 951 28 495 951 3 020 000
18.1 — Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 104 557 2 104 557
18.2 — Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 671 062 13 671 062
18.3 — Construção e Reabilitação de Miradouros e Zonas de Lazer . . . . . . . . . . . . . . 1 156 092 1 156 092
18.4 — SPRHI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
18.5 — Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . 5 870 905 2 850 905 3 020 000
18.6 — Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 664 120 2 664 120
18.7 — Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . 5 145 885 5 145 885
18.8 — Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 270 274 270
18.9 — Divulgação e Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 220 39 220
Programação Material Reabilitação de viadutos e de diversos troços de estradas
Regionais.
18.1 — Construção de Estradas Regionais
18.2.3 — Reabilitação da Rede Viária da Ilha de São
18.1.1 — Variante à ER 1-1.ª, em Rabo de Peixe Miguel
Empreitada de construção da variante à ER na freguesia Fecho financeiro de empreitadas, reabilitação de diver-
de Rabo de Peixe. sos troços, serviços de consultaria às SCUT e celebração
18.1.2 — Estrada dos Arrastadouros — Variante à ER 1-1.ª de Contratos com Câmaras Municipais.
na Povoação 18.2.4 — Beneficiação e Pavimentação de ER na Ter-
ceira
Empreitada de Construção de duas passagens hidráuli-
Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
cas na Estrada dos Arrastadouros — Povoação. versos troços de ER.
18.1.3 — Variante à Vila das Capelas 18.2.5 — Pavimentação da ER 1-1.ª entre a Cruz das
Elaboração do projecto de execução da Empreitada de Cinco Ribeiras (à Cruz) e S. Bárbara (às Bombas)
Construção da Variante à Vila das Capelas. Execução da empreitada de pavimentação da ER 1-1.ª
18.1.5 — Construção de ligação entre a ER 3-2.ª e a ER entre a Cruz das Cinco Ribeiras (à Cruz) e S. Barbara (às
4-2.ª na Ilha Graciosa Bombas).
Início da Construção da Ligação da ER 3-2.ª com a 18.2.6 — Beneficiação e Pavimentação de ER na Gra-
ER 4-2.º e construção de uma rotunda junto ao novo ar- ciosa
ruamento de acesso ao novo Centro de Saúde na Ilha Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
Graciosa. versos troços de ER.
18.1.6 — Variante à Cidade da Horta — 2.ª Fase 18.2.7 — Beneficiação e Pavimentação de ER em São
Elaboração do projecto de execução da empreitada de Jorge
Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
construção da Variante à Cidade da Horta — 2.ª Fase. versos troços de ER.
18.1.7 — Construção do Acesso à Escola de Agua de 18.2.8 — Beneficiação e Pavimentação de ER no Pico
Pau — Lagoa Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
Início da Empreitada de Construção de construção versos troços de ER.
de acesso à escola de Agua de Pau no concelho da 18.2.9 — Beneficiação e Pavimentação de ER no Faial
Lagoa. Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
versos troços de ER.
18.2 — Reabilitação de Estradas Regionais 18.2.10 — Beneficiação e Pavimentação de ER nas Flores
Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
18.2.1 — Beneficiação e Pavimentação de ER em Santa versos troços de ER.
Maria 18.2.11 — Beneficiação e Pavimentação de ER no Corvo
Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di- Empreitadas de Beneficiação e Pavimentação de di-
versos troços de ER. versos troços de ER.
18.2.2 — Beneficiação e Pavimentação de ER em São 18.2.12 — Requalificação Viária
Miguel Conservação da Rede Viária dos Açores.
60 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
18.2.13 — Requalificação do Parque de Máquinas da 18.7 — Construção, Ampliação e Remodelação, de Edi-
SRCTE fícios Públicos
Manutenção e funcionamento do Parque de Máquinas
18.7.1 — Beneficiação e Remodelação das Instalações
da SRCTE.
da SRCTE
18.2.14 — Calamidades nas Estradas Regionais da RAA
Beneficiação e remodelação das Instalações da SRCTE.
Conservação da Rede Viária dos Açores.
18.7.2 — Beneficiações no Palácio da Conceição
Diversas Beneficiações e reformulações das Instalações
18.3 — Construção e Reabilitação de Miradouros e Zo- do Palácio da Conceição.
nas de Lazer 18.7.3 — Beneficiações no Palácio de Santana
18.3.1 — Construção e Reabilitação de Miradouros e Diversas Beneficiações e reformulações das Instalações
Zonas de Lazer do Palácio de Santana.
Construção e reabilitação de miradouros e zonas de 18.7.4 — Palácio dos Capitães Generais
lazer adjacentes à Rede Viária Regional. Diversas Beneficiações e reformulações das Instalações
18.3.2 — Integração paisagística da rede viária regional do Palácio dos Capitães Generais.
Integração Paisagística da Rede Viária Regional. 18.7.5 — Jardim dos “Maroiços” na Madalena
Construção de um Jardim público na vila da Madalena.
18.4 — SPRHI 18.7.6 — Diversas reparações em edifícios públicos
Diversas Reparações em edifícios públicos.
18.4.1 — Contratos Programas — Rede Viária 18.7.10 — Beneficiação das Instalações da Assembleia
Reorganização financeira dos contratos programas de Legislativa da Região Autónoma dos Açores
Estradas Regionais, celebrados com a SPRHI, SA. Beneficiação das Instalações da Assembleia Legislativa
18.4.2 — Aquisição de Terrenos de Obras a Cargo da da Região Autónoma dos Açores.
SPRHI 18.7.11 — Remodelação do edifício do antigo conser-
Aquisição de terrenos destinados às obras em execução vatório da Horta
pela SPRHI, SA Remodelação do Edifício do Antigo Conservatório da
Horta para instalações da ALRAA.
18.5 — Sistema de Transportes Terrestres e Segurança 18.7.12 — Edifício dos Paços da Junta Geral
Rodoviária Execução da Requalificação do Edifício dos Paços da
18.5.1 — Serviço de Transporte Colectivo na Ilha das Junta Geral em Angra do Heroísmo.
Flores 18.7.13 — Melhoria das Acessibilidades dos Edifícios
Implementação de um serviço de transporte colectivo Públicos
Regular de Passageiros. Melhoria das acessibilidades em alguns edifícios pú-
18.5.2 — Serviço de Transporte Colectivo de Passa- blicos.
geiros 18.7.14 — Remodelação do Edifício da Rua Mãe de
Serviço de Transporte Colectivo de Passageiros na RAA Deus da DR Juventude
em período de fim-de-semana e em horário nocturno. Remodelação do Edifício da Rua Mãe de Deus da DRJ.
18.5.3 — Actualização dos Equipamentos e Softwares 18.7.15 — Reconstrução de um edifício da ALRAA,
de Viação e Trânsito em Angra do Heroísmo
Actualização e aquisição de software destinado aos Reconstrução de um edifício da Assembleia Legislativa
serviços de viação e trânsito. Regional, em Angra do Heroísmo.
18.5.4 — Estudo e Introdução de Tecnologia Híbrida
no Transporte de Passageiros 18.8 — Laboratório Regional de Engenharia Civil
Introdução de tecnologia Híbrida nos Transportes de 18.8.1 — Parede de Reacção do LREC
Passageiros. Avaliação do comportamento sísmico de edifícios com
18.5.5 — SIRIART estruturas de alvenaria de pedra tradicional e elaboração
Apoio à renovação da frota adstrita ao transporte co- de um manual de procedimentos técnicos no âmbito da
lectivo regular de passageiros. reabilitação e reforço sísmico daqueles edifícios.
18.5.6 — Sinalização da Rede Viária Regional 18.8.2 — Manutenção de Infra-estruturas e Equipa-
Sinalização Vertical e Horizontal na rede viária regio- mentos
nal. Reparação e reposição de infra-estruturas na referida Manutenção das Infra-estruturas e equipamentos afectos
rede. ao LREC.
18.5.7 — Implementação de Tarifas Sociais 18.8.3 — Aquisição de Equipamentos
Implementação de Tarifas sociais e pagamento de com- Aquisição de equipamento para sondagens geotécni-
pensações aos concessionários de transporte colectivo de cas (2009), equipamento triaxial, copactador de provetes,
passageiros moinho para rocha e compactador de solos. Aquisição de
18.5.8 — Serviço de Transporte Colectivo na Ilha de equipamento para a ULMC e ULM.
Santa Maria 18.8.4 — Sistema de Qualidade
Implementação de um serviço de transporte colectivo Implementação e desenvolvimento de um Sistema de
de passageiros. Qualidade no LREC.
18.6 — Cooperação com Diversas Entidades 18.9 — Divulgação e Sensibilização
18.6.1 — Apoio a Diversas Entidades 18.9.1 — Divulgação e Sensibilização
Apoios financeiros a diversas entidades. Diversas campanhas de sensibilização das populações.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 61
Programa 19 — Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
19 — Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 607 884 15 191 726 49 416 158
19.1 — Tráfego de Passageiros Inter-Ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 622 960 10 076 460 11 546 500
19.2 — Infra-Estruturas e Equipamentos Portuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 595 666 4 726 008 37 869 658
19.3 — Dinamização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 258 389 258
Programação Material 19.2.7 — Reordenamento do Porto de S. Roque
19.1 — Tráfego de Passageiros Inter — Ilhas Plano de Ordenamento do Porto de S. Roque.
19.2.8 — Reordenamento e Ampliação do Porto de Velas
19.1.1 — Apoio ao transporte marítimo de passageiros Construção do Edifício de Apoio ao Recreio Náutico
Apoio financeiro ao transporte marítimo de passageiros das Velas de S. Jorge.
e viaturas entre as Ilhas da Região Autónoma dos Açores Prolongamento do molhe cais do Porto de Velas.
ao abrigo do contrato de interesse económico geral cele- 19.2.9 — Aquisição de diversos equipamentos de apoio
brado entre a RAA, a Atlânticoline e o FRACDE. Apoio à exploração portuária
ao transporte marítimo regular no Grupo Central ao abrigo Melhoria das condições e dos equipamentos necessários
das novas obrigações de serviço público. Aquisição de às operações portuárias em diversas infra-estruturas.
duas embarcações para o transporte marítimo no Grupo 19.2.10 — Diversas obras nos portos
Central. Intervenções em infra-estruturas portuárias, designada-
19.1.3 — Construção do Terminal de Cruzeiros do Porto mente: Construção Oficinas e garagem para máquinas no
de Angra do Heroísmo Porto das Lajes das Flores; ampliação do sector de recreio
Construção do Terminal de Cruzeiros do Porto de Angra náutico e sector de pescas da Horta; Reforço da Muralha
do Heroísmo e reforço do enrrocamento de protecção do de Suporte da Rua Gaspar Corte Real e do Cais da Al-
Porto de Pipas. fândega de A.H.; Reparação/Requalificação do armazém
polivalente do Porto da Praia da Graciosa; Projecto para
19.2 — Infra-Estruturas e Equipamentos Portuários
melhoramento da agitação marítima na marina nascente
19.2.1 — Requalificação do Porto da Praia da Vitória de PDL; Beneficiação das tampas e caleiras do pipeline
Reestruturação da oficina, construção do armazém e cais comercial de PDL; Construção de Novas Oficinas
Portaria, código ISPS e rede de incêndios no Porto Praia de Mecânica da APSM; e Construção de rampas ro-ro
Vitória. nos portos.
19.2.2 — Recreio Náutico e Edifício no Porto das Flores 19.2.11 — Reordenamento Porto das Lajes das Flores
e Trabalhos Marítimos no Corvo Reforço da Cabeça do Molhe do Porto das Lajes das
Conclusão financeira das obras de construção do Re- Flores e prolongamento do Cais Comercial.
creio Náutico e Edifício no Porto das Flores e Trabalhos 19.2.12 — Plano Integrado de Reordenamento da Baía
Marítimos no Corvo. de Angra — II Fase
19.2.3 — Reordenamento e Requalificação da Baía da Apoio à segunda fase do reordenamento da Baía de
Horta Angra do Heroísmo, nomeadamente à requalificação da
Continuação das obras de Requalificação e Reordena- marginal, do passeio marítimo, do clube náutico e ao ar-
mento da Frente Marítima da Cidade da Horta — Terminal ranjo paisagístico da Porta da Prata.
Norte, rebaixamento da cota de fundação do molhe cais
norte do Porto da Horta e aumento da cota de coroamento 19.3 — Dinamização dos Transportes Marítimos
do terminal de passageiros do porto da Horta.
19.2.4 — Requalificação do Porto da Calheta de S. Jorge 19.3.1 — Desenvolvimento de sistemas de apoio à mo-
Parqueamento de apoio à gare de passageiros do porto nitorização nos portos dos Açores
da Calheta. Desenvolvimento do projecto para a instalação de um
Núcleo de Recreio Náutico da Calheta de S. Jorge. sistema GNSS de monitorização permanente nos portos
19.2.6 — Reordenamento do Porto da Madalena Açores.
Construção das Infra-estruturas Portuárias e Obras de Despesas com o funcionamento da rede de bóias on-
Melhoramento das Condições de Abrigo do Porto da Ma- dógrafo.
dalena. Novo Terminal de Passageiros e nova gare do Porto Apoio a acções, projectos, seminários e outros eventos
da Madalena. Projecto de Construção do sector de recreio que permitam a racionalização e a dinamização do sector
náutico do Porto da Madalena. marítimo e portuário da Região.
62 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Programa 20 — Desenvolvimento dos Transportes Aéreos
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
20 — Desenvolvimento dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 338 302 31 528 302 34 810 000
20.1 — Infra-Estruturas e Equipamentos Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 525 222 6 715 222 34 810 000
20.2 — Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 750 2 162 750
20.3 — Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 610 610 22 610 610
20.4 — Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
Programação Material 20.1.9 — Equipamentos da Frota
20.1 — Infra-Estruturas e Equipamentos Aeroportuá- Renovação e substituição de equipamentos da frota.
rios 20.1.10 — Infra-estruturas para Sistemas de Informa-
ção
20.1.1 — Aeroporto da Ilha do Pico Substituição e modernização dos meios informáticos.
Financiamento do Plano de Investimentos dos Aeró- 20.1.11 — Renovação da frota
dromos Regionais, nomeadamente os trabalhos de cons- Compromisso financeiro inerente à aquisição das novas
trução civil para a instalação do equipamento ILS/DME aeronaves da empresa pública regional SATA.
no Aeroporto do Pico e aquisição de terrenos.
20.1.2 — Aeródromo da Ilha de S. Jorge 20.2 — Gestão dos Aeródromos Regionais
Financiamento do Plano de Investimentos dos Aeródro-
mos Regionais, nomeadamente a empreitada de ampliação 20.2.1 — Gestão dos Aeródromos da Região Autónoma
e alargamento da pista do Aeródromo de S. Jorge. dos Açores
20.1.3 — Aeródromo da Ilha do Corvo Esta acção assegurará o contrato de concessão da gestão
Financiamento do Plano de Investimentos dos Aeró- e exploração dos aeródromos regionais.
dromos Regionais, nomeadamente a construção da torre
de controlo e o início da construção da nova Aerogare do 20.3 — Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-
Aeródromo do Corvo. -ilhas
20.1.4 — Aeródromo da Ilha da Graciosa
Financiamento do Plano de Investimentos dos Aeródro- 20.3.1 — Concessão das Rotas Inter-Ilhas
mos Regionais, nomeadamente a construção do aquartela- Cumprimento do contrato de obrigações de serviço
mento de bombeiros e tanque de abastecimento a viaturas, público, resultantes do contrato de concessão iniciado em
bem como a aquisição dos terrenos necessários à amplia- Outubro de 2009, por um período de 5 anos.
ção da pista do Aeródromo da Graciosa.
20.1.5 — Aerogare Civil das Lajes 20.4 — Promoção e Dinamização dos Transportes Aé-
Iniciar as empreitadas de “Ampliação e Reordenamento reos
do Parque de Estacionamento das Partidas/Chegadas” e de
“Construção do Terminal de Carga” e assegurar os serviços 20.4.1 — Apoio a Acções de Dinamização do Transporte
de manutenção e de gestão das infra-estruturas. Aéreo nos Açores
20.1.7 — Handlings das Escalas Apoio a acções e seminários com vista à divulgação e
Modernização dos equipamentos de apoio às assistên- promoção do transporte aéreo nos Açores, bem como en-
cias de aeronaves nas escalas. cargos inerentes aos serviços de aquisição e regularização
20.1.8 — Espaços Comercializáveis de terrenos necessários aos investimentos previstos nos
Modernização e renovação de lojas de vendas. aeródromos regionais.
Qualificar a Gestão Pública e a Cooperação
Programa 21 — Administração Pública, Planeamento e Finanças
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
21 — Administração Pública, Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 243 475 16 543 475 5 700 000
21.1 — Modernização Administrativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 735 962 735 962
21.2 — Informação de Interesse Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 192 470 2 092 470 1 100 000
21.3 — Serviços Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 500 238 500
21.4 — Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 791 730 791 730
21.5 — Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231 030 231 030
21.6 — Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 053 783 12 453 783 4 600 000
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 63
Programação Material 21.5 — Estatística
21.1 — Modernização Administrativa 21.5.1 — Produção, Tratamento e Divulgação de Infor-
21.1.1 — Acções de Modernização Administrativa mação Estatística
Acções de modernização administrativa Realização de inquéritos e divulgação da informação es-
21.1.2 — Sistema Integrado de Gestão dos Recursos tatística através de publicações e recolha da informação.
Humanos da Administração Regional dos Açores 21.5.2 — Projectos no âmbito de Programa de Coope-
Conclusão do desenvolvimento da Fase 2 do SI- ração Transnacional-Mac
GRHARA, relativo à Gestão da ADSE. Desenvolvimento Execução dos projectos aprovados: Metamac e Con-
do SI-SIADAPRA, aplicação informática para gestão do trimac.
processo de gestão e avaliação do desempenho na Admi-
nistração Pública Regional dos Açores, a disponibilizar a 21.6 — Planeamento e Finanças
todos os serviços via browser e que se articulará com o 21.6.1 — Gestão, Acompanhamento, Controlo e Ava-
SIGRHARA. Desenvolvimento de novas funcionalidades liação do Plano e Fundos Estruturais
para a Fase 1 do SIGRHARA (módulo de processamento Desenvolver as funções e as tarefas como Autoridade de
de trabalho extraordinário e motor de abonos). Gestão do PROCONVERGENCIA, do Organismo Inter-
21.1.3 — Promoção da Qualidade nos Serviços Públicos médio do POVT e da gestão do Programa de Cooperação
da Administração Pública Regional Transnacional — MAC.
Auditorias externas ao Sistema de Gestão da Quali- Implementação das acções de comunicação, publicidade
dade da DROAP, no âmbito da sua certificação segundo e divulgação previstas nos regulamentos comunitários.
a NP EN ISSO 9001:2008 e da obtenção do 1.º nível de Realização de acções de verificação e de acompanha-
excelência da EFQM. Execução do projecto “Avaliação
mento.
dos Serviços”, do ProSiMA e Núcleos para a promoção
Implementação da avaliação intercalar 2007-2010 do
da Qualidade.
21.1.4 — Reengenharia e desmaterialização de processos PROCONVERGENCIA.
Consolidar os sistemas de informação de suporte aos Desenvolvimento dos sistemas de gestão, de acompa-
processos na VPGR, dinamizando a inclusão de novas nhamento e de controlo interno.
funcionalidades e valências, tende por fundamento as po- Encargos submetidos a comparticipação comunitária
tencialidades das tecnologias e metodologias das SI/TIC. através das medidas de Assistência Técnica dos Progra-
mas.
21.2 — Informação de Interesse Público ao Cidadão 21.6.2 — Património Regional
Aquisição, valorização e rentabilização do património
21.2.1 — Rede Integrada de Apoio ao Cidadão regional.
Garantia da prestação de apoio aos cidadãos. Apro- 21.6.3 — Bonificação de Juros à Economia Empresarial
fundamento e ampliação da infra-estrutura tecnológica Privada
da RIAC. Assegurar a liquidação das bonificações de juros e co-
missões resultantes da operacionalização e gestão das
21.3 — Serviços Sociais Linhas de Crédito “Açores Investe”, “Açores Empresas”,
21.3.1 — Serviços de Apoio aos Funcionários Públicos “Açores Empresas II”, “Linha de Apoio à Reestruturação
Apoio às duas associações de funcionários públicos da da Dívida Bancária” e a criação de novos instrumentos de
Região, AFARIT e COOPDELGA, nos termos do Decreto apoio financeiro às empresas açorianas.
Regulamentar Regional n.º 7/84/A, de 2 de Fevereiro. 21.6.4 — Reestruturação do Sector Público Empresarial
Apoio socioeconómico aos funcionários públicos em situa- Reestruturação do Sector Público Empresarial.
ção socialmente gravosa e urgente nos termos disposto no 21.6.5 — Coesão Regional
Decreto Legislativo Regional n.º 8/2009/A, de 20 de Maio. No âmbito das “Ilhas de Coesão” realça-se a necessi-
dade de dar continuidade à execução de diversos projectos
21.4 — Cooperação com as Autarquias Locais de investimento que decorrem em várias ilhas.
21.4.1 — Cooperação Técnica Na ilha de Santa Maria prevê-se a conclusão do Pro-
Apoio técnico aos eleitos locais e funcionários das au- jecto de Arquitectura do Campo de Golfe e a aquisição
tarquias locais açorianas. dos respectivos terrenos e ainda a elaboração do plano
21.4.2 — Cooperação Financeira com os Municípios de ordenamento dos terrenos não afectos à actividade
Pagamento dos juros decorrentes dos empréstimos aeroportuária do aeroporto de Santa Maria.
municipais contratados ao abrigo das linhas de crédito Na ilha das Flores, em sequência à Reabilitação do
regional, para financiamento da parte do investimento Edifício da Fábrica da Baleia e sua adaptação a Museu,
municipal não coberta pela comparticipação comunitária decorrerá a implementação das obrigações e especifica-
(Decreto Legislativo Regional n.º 32/2002/A). Pagamento ções advenientes do projecto temático desenvolvido para
de encargos de funcionamento dos Conselhos de Ilha. o efeito.
21.4.3 — Cooperação Financeira com as Freguesias Na ilha de São Jorge preconiza-se a finalização da em-
Atribuição de apoios financeiros às freguesias aço- preitada de adaptação do Centro Pastoral da Calheta a
rianas para aquisição de mobiliário, equipamento e sof- Pousada da Juventude, bem como o início dos trabalhos
tware informático, e para realização de pequenas obras de construção do Parque de Campismo na Caldeira do
de beneficiação das sedes das juntas. Comparticipação de Santo Cristo.
investimentos municipais de aquisição/ /construção/grande Serão desenvolvidos novos projectos de investimento
reparação de edifícios sede de juntas de freguesia. (Decreto que resultem da análise no âmbito do Plano Estratégico
Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de 8 de Agosto). da Coesão dos Açores, PECA.
64 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Programa 22 — Cooperação Externa e Migrações
Programação Financeira
Euros
Programa/Projectos Investimento Público Plano Outros Fundos
22 — Cooperação Externa e Migrações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 156 600 2 156 600
22.1 — Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651 640 651 640
22.2 — Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 420 245 420
22.3 — Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 964 020 964 020
22.4 — Imigrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 520 295 520
Programação Material 22.2.2 — Protocolos de Cooperação
22.1 — Cooperação Externa Protocolos de cooperação com entidades, instituições e
organizações de índole social e de solidariedade, com o ob-
22.1.1 — Representação e Promoção Externa da Região jectivo da integração plena nas sociedades de acolhimento.
Dinamização e aprofundamento da relação com Estados, 22.2.4 — Encontros/Seminários
Entidades Territoriais, Instituições e Organismos Externos. Encontros temáticos (com Organizações Serviço Social,
Consolidação da Cooperação e intervenção externa da Projecto Regressos, Rede Interinstitucional Açores — Co-
Região com particular incidência em territórios insulares, munidades, Encontro Saudades dos Açores, entre outros)
regiões ultraperiféricas, territórios com ligações históri- com reflexão, debate, apresentação de trabalhos e de linhas
cas e culturais, bem como interesse económico e político orientadoras de novas políticas para a inclusão e sociali-
estratégico para a Região, por meio da promoção externa zação dos emigrados.
da Região, do estabelecimento e aprofundamento de rela- 22.2.5 — Projectos/Candidaturas
ções, actividades, protocolos e ou parcerias com entidades Apoio a projectos candidatos que visem: estudos sobre
territoriais congéneres e outras instituições e ou entida- os movimentos emigratórios e ou sobre regressos à RAA;
des, nacionais ou estrangeiras, relevantes para aquele fim. Formação e informação com objectivo da integração emi-
22.1.2 — Relações com Organismos de Cooperação grado/regressado.
Inter-Regional, Organizações e Associações Internacionais
Representação e participação da Região nas actividades 22.3 — Identidade Cultural
de organismos e entidades de cooperação e ou represen-
tação inter-regional (por ex: Comité das Regiões, Assem- 22.3.1 — Açorianidade e Raízes
bleia das Regiões da Europa, Conferência das Regiões Ciclos de conferências no Canadá, Estados Unidos e
Periféricas Marítimas, Congresso dos Poderes Locais e Re- Brasil, intercâmbios escolares entre os Açores e as Comu-
gionais da Europa, Conferência dos Presidentes RUP, Rede nidades; Raízes e Juventude.
NRG4SD, etc.), bem como relações com Organizações 22.3.2 — Comunicação Açores/Comunidades
Internacionais, em particular com as instituições da União Apoio à divulgação de programas culturais e infor-
Europeia e com organizações e programas no âmbito das mativos — televisivos, radiofónicos e da imprensa com
Nações Unidas, incluindo a promoção e apoio a estágios temática açoriana, nas comunidades emigradas; apoio à
e formação junto dessas instituições. Desenvolvimento divulgação de programas nos OCS locais sobre as vivên-
de protocolos, parcerias e iniciativas com Instituições, cias dos emigrados e descendentes, na RAA.
Organismos e ou entidades, nacionais ou estrangeiras 22.3.3 — Preservação da Identidade Cultural
que sejam relevantes no âmbito do trabalho desenvolvido Apoio bibliográfico, áudio e videográfico, bem como
pelos organismos de cooperação inter-regional e pelas instrumental, de temática histórica ou de cultura tradicional
Instituições comunitárias. às entidades colaboradoras, aos movimentos associativos
22.1.3 — Promoção e Divulgação de Questões Europeias e agentes culturais.
Promoção e divulgação na Região das actividades das 22.3.4 — Encontro Intercomunitário
entidades inter-regionais e organizações internacionais, Encontros temáticos com debates, reflexão, apresen-
em particular da União Europeia (ex: consultas públicas, tação de trabalhos e linhas orientadoras acerca de assun-
comemorações dias europeus, etc), bem como promoção tos relevantes para as Comunidades e para os Açores, na
e divulgação da Região nestas entidades e nas respectivas perspectiva de maior cooperação e divulgação da nova
actividades. imagem dos Açores nos Estados, Províncias e Regiões, em
22.1.4 — Apoio Especializado em Assuntos da União que as comunidades emigradas possam constituir pontes
Europeia com as sociedades locais e poderes político e económico,
Apoio especializado com vista ao fortalecimento da de modo a acrescentar mais-valias à RAA.
participação da Região nos processos de consulta pública, 22.3.5 — Divulgação Artística
de elaboração e concretização de documentos políticos e Apoio à divulgação cultural e artística produzidas na
legislativos da União Europeia. RAA e nas Comunidades emigradas; apoio à distribuição
de material bibliográfico, áudio e videográfico dos novos
22.2 — Emigrado/Regressado valores emergentes.
22.3.6 — Protocolos de Cooperação
22.2.1 — Integração Protocolos de Cooperação com Casas dos Açores, insti-
Apoio técnico, documental, (in)formativo e cultural, tuições sem fins lucrativos e associações várias no âmbito
aos emigrados e regressados. da identidade cultural.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 65
22.3.7 — Projectos/Candidaturas Programa de Cooperação Transnacional Madeira-Açores-
Apoio a projectos candidatos que visem a apresentação -Canárias. As intervenções comparticipadas pelo novo
e divulgação da cultura açoriana, bem como de projectos fundo comunitário para o mundo rural, o Fundo Europeu
informativos sobre a RAA e sobre as suas Comunidades de Apoio para o Desenvolvimento Rural (FEADER), que
dispersas pelo Mundo. substitui o anterior FEOGA, estão consubstanciadas num
programa que tem a designação de PRORURAL. No caso
22.4 — Imigrado das pescas, a componente regional recebeu a designação de
PROPESCAS, é comparticipada pelo novo Fundo Europeu
22.4.1 — Integração das Pescas (FEP), que substitui o anterior IFOP.
Apoio técnico, documental, (in)formativo e cultural, Em termos financeiros os valores disponíveis de fi-
aos imigrados na RAA. nanciamento comunitário para a Região para o período
22.4.2 — Protocolos de Cooperação de 2007-2013 atinge os 1,6 milhões de euros para uma
Protocolos com entidades, instituições e associações despesa pública de investimento de 1,9 mil milhões.
de solidariedade, com o objectivo da inclusão social dos
imigrados na RAA. Programas Operacionais 2007-2013
22.4.3 — Estudo sobre Imigração Unidade: euros
Publicação de estudos efectuados; Novos estudos e
apoios a pesquisas sobre a imigração nos Açores. Despesa Pública
Fundo Contribuição
Comunitário Regional
22.4.4 — Encontros/Seminários
Conferências e Encontros temáticos com reflexão, de-
PROCONVERGENCIA 1 190 905 450 966 349 049 224 556 401
bate, apresentação de trabalhos e de linhas orientadoras PRO-EMPREGO . . . . . 223 529 413 190 000 000 33 529 413
de novas políticas para a inclusão e socialização dos imi- POVT . . . . . . . . . . . . . . 100 000 000 70 000 000 30 000 000
grados. PRORURAL . . . . . . . . 345 113 603 293 346 563 51 767 040
22.4.5 — Projectos/Candidaturas PROPESCA . . . . . . . . . 39 437 713 33 522 057 5 915 656
Apoio a projectos candidatos que visem: estudos sobre PCT MAC . . . . . . . . . . 6 027 963 5 197 049 830 914
movimentos imigratórios na RAA; formação e informação Total . . . . . 1 905 014 142 1 558 414 718 346 599 424
com o objectivo da integração do imigrado.
VI — Os Programas e Iniciativas Comunitárias
A seguir apresenta-se uma sinopse das intervenções
Disponíveis para a Região regionais de programação da política europeia de coesão.
O Governo dos Açores delineou uma estratégia pró-
pria e diferenciada em matéria de afectação dos fundos
comunitários, para o período de programação 2007-2013
da política europeia de coesão.
Com efeito, em primeira linha, foi decidido pela concen-
tração dos meios financeiros em instrumentos de progra-
mação de âmbito regional, situação diversa da do anterior
período, em que alguns apoios aos agentes regionais se
encontravam em programas operacionais de âmbito sec- O Programa Operacional dos Açores para a Convergên-
torial/nacional. A única excepção prende-se com o Fundo cia é um programa comparticipado pelo fundo estrutural
de Coesão em que, por imperativo regulamentar, toda a FEDER, adoptado pela Decisão da Comissão C (2007)
intervenção no país fica consagrada num único programa, 4625, de 5 de Outubro de 2007, CCI 2007 PT 161 PO 006
mas mesmo aí, as intervenções a comparticipar na Região e abrange um leque diversificado de sectores e de benefi-
estarão concentradas num eixo específico e exclusivo. ciários finais das comparticipações comunitárias.
Em segunda linha, foi desenvolvida uma negociação que A estratégia de desenvolvimento contida neste instru-
permitiu um acréscimo substancial dos fundos europeus mento de programação encerra elementos de uma política
em relação ao anterior Quadro Comunitário de Apoio de coesão económica e social, abarcando um conjunto de
2000-2006. domínios estratégicos, com fortes ligações, interdepen-
A reforma da política europeia de coesão e o novo dências e interactividades entre si, envolvendo factores
quadro financeiro saído das perspectivas financeiras associados à produção e aos mercados, outros relaciona-
2007-2013, originaram a redução do número de instru- dos com o factor humano, outros ainda com a dotação e
mentos financeiros, de cinco para três, deixando os fun- funcionamento das infra-estruturas e dos equipamentos
dos destinados ao desenvolvimento do mundo rural e das de apoio distribuídos pelo território regional.
pescas de ser considerados como fundos estruturais, para As prioridades estratégicas do PROCONVERGENCIA
serem considerados em linhas orçamentais específicas. estruturam e identificam as principais medidas transversais
Por outro lado, observa-se um acréscimo de programas de política económica e social, sustentadas em instrumen-
operacionais, por via da nova regra sobre financiamento, tos de política pública. Deste quadro, emerge a selecção de
um fundo por cada programa. grandes linhas de orientação estratégica, sobre as quais irá in-
O quadro da intervenção da Região tem a seguinte cidir a concentração dos esforços do programa operacional:
configuração: um programa comparticipado pelo FEDER, i) Qualificação e robustecimento da economia, na
o PROCONVERGENCIA, um outro comparticipado pelo perspectiva de mais competitividade, fortalecimento e
fundo FSE, o PRO-EMPREGO, um eixo comparticipado diversificação do tecido produtivo regional, promoção do
pelo Fundo de Coesão no programa temático nacional, com espírito empresarial e no impulso à inovação, à utilização
a designação de Programa Operacional de Valorização do de novas tecnologias de informação e comunicação e à
Território — POVT, e ainda a participação da Região no sociedade da informação;
66 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
ii) Desenvolvimento dos recursos humanos, assente no No âmbito da afectação das dotações comunitárias
reforço do investimento no capital humano, melhorando inscritas no PROCONVERGENCIA, a 31 de Agosto de
a educação e as competências para a competitividade, na 2010, em termos acumulados desde o início da vigência
inclusão social e na qualidade vida; do actual período de programação, a autoridade de gestão
iii) Melhoria das acessibilidades, através da requalifi- aprovou já 530 candidaturas com um montante de des-
cação das redes estruturantes; pesa pública associada de 645,2 milhões de euros, a que
iv) sustentabilidade ambiental e a prevenção e gestão corresponde uma comparticipação do fundo estrutural
dos riscos;
FEDER de cerca de 507,7 milhões de euros e representa
v) compensação dos efeitos da ultraperiferia, em que de
acordo com o artigo 11.º do Regulamento (CE) 1080/2006, uma taxa de compromisso (AP/PR) de 52,5 % avaliada
de 5 de Julho, relativo ao FEDER, as regiões ultraperiféri- em termos de fundo.
cas recebem um tratamento particular, que se traduz numa A execução financeira (despesa efectivamente paga) das
dotação específica adicional utilizada a fim de compensar operações aprovadas ascendeu, em termos acumulados, ao
os sobrecustos derivados da sua condição de ultraperife- montante de 346,7 milhões de euros de despesa pública,
ricidade; com uma comparticipação FEDER de 275,8 milhões de
vi) Assistência técnica. euros a que corresponde uma taxa de execução de 28,5 %.
Execução Financeira por Eixo
31 de Agosto de 2010
Programado Aprovado Executado Indicadores financeiros
2007-2013 (PR) (AP) (EX) (Fundo) %
Taxa Taxa
Despesa Despesa Despesa
Fundo Fundo Fundo de compromisso de execução
Pública Pública Pública
(AP/PR) (EX/PR)
Total . . . . . . . . 1 190 905 450 966 349 049 645 230 275 507 675 859 346 661 979 275 772 777 52,54 28,54
EP I — Dinamizar a Criação
de Riqueza e Emprego nos
Açores . . . . . . . . . . . . . . . . 405 228 651 344 444 353 180 407 651 153 346 504 53 952 495 45 859 621 44,52 13,31
EP II — Qualificar e Integrar a
Sociedade Açoriana . . . . . . 275 037 039 233 781 483 131 252 441 111 533 296 86 502 624 73 527 230 47,71 31,45
EP III — Melhorar as Redes Re-
gionais de Infra-estruturas de
Acessibilidades . . . . . . . . . 201 164 364 170 989 709 149 363 778 126 959 212 115 590 055 98 251 546 74,25 57,46
EP IV — Valorizar e Qualificar
o Sistema Ambiental . . . . . 173 567 848 147 532 671 66 210 416 56 278 854 36 187 503 30 759 377 38,15 20,85
EP V — Compensar os Sobre-
custos da Ultraperifericidade 131 201 666 65 600 833 116 395 988 58 197 994 53 971 160 26 985 580 88,72 41,14
EP VI — Assistência Técnica 4 705 882 4 000 000 1 600 000 1 360 000 458 144 389 422 34,00 9,74
No âmbito do Quadro de Referência Estratégica Na- Em estreita relação com a finalidade estratégica acima
cional (QREN), componente FEDER, reportado a 30 de mencionada, o PO organiza-se em torno de 6 domínios
Junho de 2010, o PROCONVERGENCIA lidera com uma de intervenção:
taxa de execução financeira de 25,8 %, sendo a média do
Empregabilidade de jovens;
QREN/FEDER de 12,1 %. Consolidação das condições de empregabilidade no
sector privado;
Modernização do tecido produtivo e apoio ao empre-
endedorismo;
Empregabilidade e empreendedorismo com base em
I&D;
Competitividade regional na sociedade da informação
PRO-EMPREGO e do conhecimento;
Inclusão social por via da qualificação, do emprego e
Este programa operacional assenta numa grande finali- do empreendedorismo.
dade estratégica que consiste na colocação da intervenção
FSE ao serviço de um novo ciclo de desenvolvimento e de Estes seis domínios de intervenção são organizados
políticas públicas para a RAA no qual a qualificação das de modo não só a servir os objectivos estruturantes que
pessoas, o papel do conhecimento, a inovação na valoriza- justificam a sua existência, mas também a dar resposta
ção dos recursos endógenos regionais e a disseminação de diferenciada a algumas prioridades transversais de toda a
uma cultura de empreendimento e de iniciativa assumem programação FSE.
um estatuto de prioridade máxima. A percepção dos desa- Assim, os seis domínios devem, na especificidade das
fios que tal mudança coloca à coesão social e territorial dos suas tipologias de projecto, criar condições para a disse-
Açores conduz coerentemente à valorização da problemá- minação de novos comportamentos de empreendimento
tica do desenvolvimento social, incluindo neste domínio e de iniciativa, favorecendo a emergência de empreende-
uma nova importância ao combate à iliteracia. dorismo de vários tipos: como complemento fundamental
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 67
das políticas de empregabilidade e formação; empreende- 264 milhões de euros a despesa afecta à execução deste
dorismo de oportunidade e com base em conhecimento programa operacional.
científico e tecnológico e empreendedorismo de necessi- Até 31 de Agosto de 2010, foram apresentados 757 pe-
dade, ajustado às políticas de inclusão e desenvolvimento didos de co-financiamento tendo sido aprovados 458 com
social. Do mesmo modo, a promoção da igualdade de um montante global de despesa pública de 152.801.876 €,
género associada à garantia de mais elevadas taxas de sendo 129.881.594 € do Fundo Comunitário.
participação e emprego feminino e a valorização das TIC Assim, em 31 de Agosto o Pro-Emprego verificava um
como instrumento de combate aos efeitos penalizadores compromisso de cerca de 68,35 %.
do isolamento e da fragmentação territorial são também Até aquela data, 78 projectos foram arquivados e 121 in-
entendidas como prioridades horizontais, dando origem deferidos.
seja as sub-tipologias em determinadas tipologias de pro- Foram ainda efectuados pagamentos aos promotores no
jectos dos seis domínios de intervenção seja a critérios de montante total de 50.175.032 €, sendo que 44.216.617 €
elegibilidade transversais à generalidade das tipologias. corresponderam à componente Fundo Social Europeu e
As tipologias e subtipologias de projecto previstas no 5.958.415 € à componente orçamento da Segurança Social.
programa evidenciam um forte potencial para a maximi- Os referidos pagamentos respeitaram ao pagamento de
zação dos pontos fortes e atenuação dos pontos fracos no adiantamentos, reembolsos e saldos finais.
mercado de trabalho regional, identificados no primeiro Quanto à despesa validada pela autoridade de gestão, 31
ponto do documento. de Agosto de 2010, a mesma ascendeu a 53.752.252 €, dos
Empregabilidade de jovens quais 45.468.693 € corresponderam ao fundo comunitário.
Os projectos aprovados previam a execução de 3.798
Formação profissional de qualificação inicial; Acções de formação, repartidas por 2.221 Cursos e uma
Transição para a vida activa. participação de 52.713 Formandos.
Acresce referir que em todas as Ilhas do Arquipélago,
Consolidação das condições de empregabilidade no foi prevista a realização de formação.
sector privado
Formação de activos;
Apoio à inserção das mulheres em meio laboral.
REDES E EQUIPAMENTOS ESTRUTURANTES NA
Modernização do tecido produtivo e apoio ao empreen- REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
dedorismo
Fomento e disseminação do empreendedorismo; A aplicação do Fundo de Coesão na Região Autó-
Formação profissional intra-empresas. noma dos Açores no período de programação 2007-2013
estrutura-se e combina duas grandes linhas de orientação:
Empregabilidade e empreendedorismo com base em corresponder às áreas de intervenção definidas para este
I&D fundo comunitário e, principalmente, financiar projectos
relevantes e complementares da intervenção operacional
Investigação em contexto empresarial; comparticipada pelo fundo estrutural FEDER, designa-
Formação avançada; damente nos eixos prioritários relativos às redes de infra-
Formação avançada de suporte a projectos de empre- -estruturas de acessibilidades e à valorização e qualificação
endedorismo de base tecnológica. do sistema ambiental.
Com estes pressupostos, e tendo em consideração que
Competitividade regional na sociedade da informação este instrumento financeiro tem o objectivo último de con-
e do conhecimento tribuir para o reforço da coesão económica e social, numa
Apoio à formação generalizada e especializada em TIC; perspectiva de promoção do desenvolvimento sustentável,
Qualificação para a modernização de serviços de Ad- para os Açores são fixados dois grandes objectivos estra-
ministração Pública. tégicos para a intervenção deste fundo:
Melhorar os níveis de eficiência e de segurança do
Inclusão social por via da qualificação, do emprego e transporte marítimo no arquipélago, e
do empreendedorismo Aumentar os níveis de protecção ambiental, no domínio
Melhoria dos níveis de literacia e de qualificação básica dos recursos hídricos e dos resíduos, e do desenvolvimento
da população açoriana; sustentável, pelo aproveitamento dos recursos renováveis
Projectos-piloto de Formação — Acção para a Inclusão na produção de energia eléctrica.
Social;
Apoio à consolidação de um mercado social de em- O envelope financeiro deste eixo específico da Região
prego; no programa operacional Valorização do Território ascende
Qualificação para a modernização das organizações do a 70 milhões de comparticipação comunitária, a que corres-
terceiro Sector. ponde, para uma taxa média de financiamento de 70 % a uma
despesa de investimento de cerca de 100 milhões de euros.
Em termos financeiros ao PRO-EMPREGO está Foram apresentadas em 2009 2 candidaturas ao POVT,
afecto um envelope financeiro de fundo estrutural FSE ambas no domínio das infra-estruturas marítimas: Requa-
de 190 milhões de euros, a que se adiciona 33,5 milhões lificação e Reordenamento da Frente Marítima da Horta e
de contrapartida pública e mais 40 milhões de financia- Reordenamento do Porto da Madalena do Pico. A primeira
mento privado, podendo, na totalidade, atingir-se cerca de candidatura foi aprovada, contratualizada e encontra-se em
68 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
execução, a segunda candidatura foi retirada pelo promo- À data de 31 de Agosto de 2010 o nível de compromisso
tor, tendo sido reformulada e submetida já em 2010. das 2 candidaturas aprovadas correspondia a um montante
Em 2009 foi também aprovada uma candidatura que total de Fundo de 45 M€, o que traduz uma taxa de com-
tinha sido submetida no último trimestre de 2008, relativa promisso (AP/PR) de 64 %.
à Requalificação Ambiental das Bacias Hidrográficas das A despesa efectivamente paga pelos beneficiários e
Lagoas das Furnas e Sete Cidades, intervenção no domínio apresentada em pedidos de pagamento validados ascendeu
do ambiente, que corporiza uma das tipologias de investi- (em termos de Fundo) a 11,3 M€, o que representa uma
mento prevista no regulamento específico do eixo. taxa de execução (EX/PR) de 16,2 %.
Eixo IV — Redes e equipamentos estruturantes das RAA
Ponto de situação a 31 de Agosto de 2010
(Unidade: euro)
Valores aprovados Executado
Código operação Entidade Designação do Projecto Despesa Total
Comparticipação
Elegível/Montante Contribuição FC Despesa elegível
Fundo
de Decisão
POVT-04-0157- Sociedade de Promoção e Requalificação ambiental das ba- 16 548 197,00 14 065 968,00 2 222 074,08 1 888 763,04
-FCOES-000001 Gestão Ambiental, S. A. cias hidrográficas das lagoas
das Furnas e Sete Cidades.
POVT-04-0157- Administração dos Portos Requalificação e Reordenamento 36 473 710,05 31 002 653,54 11 125 747,77 9 456 885,60
-FCOES-000002 do Triângulo e do Grupo da Frente Marítima da Cidade
Ocidental, S. A. da Horta.
Total . . . . . . . . . . 53 021 907,05 45 068 621,54 13 347 821,85 11 345 648,64
A operacionalização do PRORURAL assenta nos se-
guintes eixos de intervenção:
Eixo 1 — Aumento da competitividade dos sectores agrícola
O Programa de Desenvolvimento Rural da Região e florestal
Autónoma dos Açores (PRORURAL), enquadra-se no
período de programação 2007-2013 da política da União Domínios Prioritários
Europeia de desenvolvimento rural, sendo comparticipado Aumento dos conhecimentos e melhoria do potencial
pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural humano do sector agro-florestal, promovendo a formação
(FEADER).
e qualificação das pessoas em actividade no sector, os
A estratégia de desenvolvimento rural definida para o
período 2007-2013 tem subjacente o conjunto de especi- serviços e as acções destinados à divulgação e actuali-
ficidades de natureza geográfica, económica, social e am- zação contínua de conhecimentos, assim como o rejuve-
biental que caracterizam a Região propondo-se respostas nescimento da população agrícola e alterações estruturais
concretas das políticas de desenvolvimento rural, tendo em significativas em explorações transferidas.
conta os efeitos conjugados das seguintes “classificações” Promoção da inovação e da qualidade e reestruturação
da Região: Região ultraperiférica, Região integrada no e desenvolvimento das fileiras do sector agro-florestal,
Objectivo Convergência, Região Desfavorecida e Região através da promoção da cooperação e da organização para
Predominantemente Rural. o mercado de todos os agentes que actuam nas diversas
A estratégia escolhida para o PRORURAL desenvolveu fileiras de produção; da criação de novos produtos, pro-
-se em torno de três dimensões: económica, ambiental e so- cessos e tecnologias que valorizem as produções regio-
cial que se entrecruzam e complementam, sendo definido nais, de investimentos materiais e imateriais destinados
como grande objectivo estratégico global do desenvolvi- à modernização e reestruturação das empresas do sector
mento rural da Região: a promoção da competitividade e ao aumento da qualidade e do valor acrescentado da
das empresas e dos territórios, de forma ambientalmente produção; do apoio à adaptação das explorações a normas
sustentável e socialmente estável e atractiva e o conco- mais exigentes; e do apoio à prevenção e compensação
mitante desenvolvimento dos sectores agrícola, pecuário dos efeitos de catástrofes naturais.
e florestal. Melhoria das infra-estruturas de apoio à actividade agrí-
O PRORURAL estrutura-se em 5 objectivos estraté- cola e florestal, através do desenvolvimento e requalifica-
gicos: ção da rede de caminhos agrícolas e rurais e das estruturas
Aumentar a competitividade dos sectores agrícola e de abastecimento de água e de fornecimento de energia
florestal; eléctrica; de operações relacionadas com o ordenamento
Promover a sustentabilidade dos espaços rurais e dos agrário e a estruturação fundiária, e de infra-estruturas de
recursos naturais; apoio ao desenvolvimento da actividade florestal.
Revitalizar económica e socialmente as zonas rurais;
Reforçar a coesão territorial e social; Estas prioridades e respectivos domínios de actuação
Promover a eficácia da intervenção dos agentes pú- responderão ao objectivo estratégico de “Aumentar a com-
blicos, privados e associativos na gestão sectorial e ter- petitividade dos sectores agrícola e florestal”.
ritorial. O Eixo 1 concretiza-se através de 12 Medidas.
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 69
Eixo 2 — Melhoria do ambiente e da paisagem rural Desenvolvimento de competências ao nível local, atra-
vés da promoção do potencial humano necessário para a
Domínios Prioritários
diversificação das economias locais e o fornecimento de
Da utilização continuada e sustentável das terras agríco- serviços de base local e da aquisição de competências com
las, através de apoios à manutenção da actividade agrícola vista à animação e preparação e execução de estratégias
em todo o território da região (zona desfavorecida). locais de desenvolvimento.
Promoção da gestão sustentável das terras agrícolas,
através do incentivo à introdução ou manutenção de prá- O Eixo 3 concretiza-se através de 4 Medidas.
ticas agrícolas e modos de produção que promovam a pro-
tecção da biodiversidade e de sistemas de alto valor natural Eixo 4 — LEADER
e paisagístico, nomeadamente nas zonas Natura 2000, a
protecção dos recursos hídricos e do solo e a atenuação Domínios Prioritários
das alterações climáticas; e do apoio a investimentos não A integração da Abordagem LEADER na programação,
produtivos com objectivos ambientais. através da prossecução dos objectivos do Eixo 3, incluindo
Promoção da gestão sustentável das terras florestais, a execução de estratégias locais de desenvolvimento, a
através do apoio ao alargamento e melhoria da susten-
execução de projectos de cooperação, o funcionamento
tabilidade dos povoamentos florestais, nomeadamente
nas zonas Natura 2000, contribuindo para a protecção da dos GAL e a aquisição de competências e a animação
biodiversidade, a preservação dos ecossistemas florestais, dos territórios.
a atenuação das alterações climáticas, o reforço do papel
Eixo 5 — Assistência técnica
protector das florestas quanto aos recursos hídricos e do
solo e a prevenção de riscos naturais; e do apoio à pre- Respeita às actividades de preparação, coordenação,
venção e compensação dos efeitos de catástrofes naturais informação, gestão controlo acompanhamento e avaliação
no potencial silvícola. do PRORURAL.
As medidas abrangem a totalidade do território da Re-
O Eixo 2 concretiza-se através de 4 Medidas. gião Autónoma dos Açores e serão executadas no período
compreendido entre 01/01/2007 e 31/12/2015.
Eixo 3 — Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação
da economia rural Em termos financeiros o PRORURAL foi aprovado pelo
valor global de despesa de 377,8 milhões de euros, a que cor-
Domínios Prioritários responde 274,5 milhões de euros de comparticipação FEA-
Promoção da diversificação da economia e do emprego DER, 48,4 milhões de comparticipação do orçamento regio-
em meio rural, através da diversificação de actividades nal e uma contrapartida privada de 54,9 milhões de euros.
nas explorações agrícolas, da criação e desenvolvimento Em 2010 a comparticipação comunitária foi reforçada
de microempresas e do desenvolvimento de actividades em 20 milhões de euros, a que corresponde um total de
turísticas e de lazer. 403,8 milhões de despesa total.
Promoção da melhoria da qualidade de vida nas zonas Até esta data registaram-se aprovações no valor de
rurais, através da criação e desenvolvimento de serviços 132 997 405,26 € e pagamentos no valor de 84.413.012,45 €,
básicos de apoio à economia e população rurais e da pro- do montante inscrito no PRORURAL, de acordo com o
moção da conservação e valorização do património rural. quadro seguinte:
N.º de Pedidos de Apoio e Montantes Aprovados no âmbito do PRORURAL
N.º de Pedidos Despesa Pública Aprovada
Eixo Medida
de Apoio Aprovados (FEADER+ORAA)
1 1.2 — Instalação de Jovens Agricultores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 1 392 500,00
1.3 — Reforma Antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 8 360 779,39
1.5 — Modernização das Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 29 906 698,40
1.6 — Melhoria do Valor Económico das florestas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 2 062 298,73
1.7 — Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 14 705 394,42
1.11 — Melhoria e Desenvolvimento de Infra-Estruturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 11 721 11 90
Subtotal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 502 68 148 790 84
2 2.1 — Manutenção da actividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 665 39 278 161,56
2.2 — Pagamentos Agro-ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 417 30 337 538,68
2.4 — Gestão do Espaço Florestal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 3 636 799,91
Subtotal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 083 73 252 500,42
4 4.1 — Estratégias Locais de Desenvolvimento 43 1 482 116,71
4.3 — Funcionamento dos GAL, Aquisição de Competências e Animação dos Territórios 11 3 581 786,80
Subtotal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 5 063 903,51
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 639 146 465 194,77
70 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
tivo, mais eficientes e respeitadores do ambiente, nomea-
damente em termos de rendimento energético, consumo
de água e tratamento de resíduos; Apoiar investimentos
que tenham por objectivo a certificação da qualidade dos
produtos transformados e da aquicultura; a dinamização
dos circuitos de comercialização nos mercados externos
e estimular a introdução de tecnologias inovadoras, atra-
vés do apoio a projectos que incluam parcerias entre as
O Programa PROPESCAS assenta no apoio ao investi- empresas e o sistema científico e tecnológico, como uni-
mento no âmbito dos projectos co-financiados pelo Fundo versidades e laboratórios.
Europeu das Pescas visando, numa abordagem sistémica, a
criação das condições para a competitividade e sustentabi- Eixo Prioritário 3 — Medidas de Interesse Geral
lidade, a longo prazo, do sector pesqueiro regional, tendo Visa melhorar as condições infra-estruturais, técnicas e
em conta a aplicação de regimes de exploração biológica e profissionais, organizativas e de conhecimento necessárias
ecologicamente racionais; a melhor organização do ramo ao desenvolvimento sustentável das actividades do sector
da captura, transformação e comercialização e o reforço da pesca e aquicultura, com vista a um aproveitamento ra-
da competitividade da actividade produtiva empresarial, cional das potencialidades dos recursos naturais, materiais
com a diversificação, inovação, acréscimo de mais-valias e humanos disponíveis. Apoiar o investimento público ou
e garantia da qualidade dos produtos da pesca. privado em áreas próprias e adjacentes dos portos e núcleos
O desenvolvimento sustentável do sector das pescas de pesca, locais de desembarque e abrigos, visando na sua
da Região Autónoma dos Açores depende de uma vi- globalidade a melhoria estrutural, operacional e funcional
são estratégica comum, de uma política integrada, de um de toda a actividade desenvolvida na pesca, de forma a
melhor conhecimento científico e técnico, da cooperação garantir a qualidade dos produtos, aumentar a competiti-
institucional entre os parceiros do sector, da valorização vidade e a produtividade das actividades desenvolvidas,
dos profissionais e da sua participação activa em sistemas designadamente através de infra-estruturas marítimas
de governação responsáveis e eficazes de forma, a que o não pesadas, garantindo melhores condições de abrigo
sector das pescas se torne mais competitivo num quadro e operacionalidade a pessoas e embarcações; instalações
de globalização a nível mundial. e equipamentos de molde a criar boas condições para a
Importa realçar a discriminação positiva que, nos termos movimentação de pescado, de trabalho e de segurança;
do artigo 299.º do Tratado, foi assegurada aos operadores instalações de manutenção ou reparação das embarca-
sedeados nesta Região Ultraperiférica. ções de pesca; adequação e modernização das condições
Assim, as linhas orientadoras para o desenvolvimento estruturais, técnico-funcionais e hígio-sanitárias nas áreas
do sector das pescas da Região Autónoma dos Açores, de venda, transformação e comercialização do pescado,
pressupõem a inclusão no PROPESCAS, dos seguintes bem como meios e equipamentos que permitam minimizar
eixos prioritários: impactes ambientais. Apoiar a promoção e valorização dos
produtos da pesca e da aquicultura, seja através do desen-
Eixo Prioritário 1 — Adaptação da Frota de Pesca volvimento de novos mercados, seja através da demons-
Apoiar a modernização das embarcações de pesca, com tração ao consumidor das virtualidades destes produtos,
vista à melhoria das condições de trabalho e operaciona- visando o aumento do seu valor acrescentado; realização
lidade das mesmas, nomeadamente quanto à segurança a de campanhas de promoção dos produtos da pesca e da
bordo, condições de higiene, preservação da qualidade do aquicultura e em geral do sector da pesca; promoção de
pescado, selectividade das arte e das operações de pesca e produtos obtidos por métodos pouco prejudiciais para o
racionalização dos custos energéticos. Os investimentos ambiente, bem como de produtos já certificados ou de
apoio à certificação da qualidade; realização de missões
em selectividade podem visar substituição das artes de
de estudos ou comercias e de estudos de mercado. Apoiar
pesca, experimentação de novas medidas técnicas, a redu-
projectos-piloto com o objectivo de testar, experimentar e
ção do impacte da pesca nas espécies sem valor comercial
demonstrar, em condições próximas das condições reais
e a protecção das capturas e artes de pesca de predadores do sector produtivo, a fiabilidade técnica e a viabilidade
selvagens protegidos. económica de uma tecnologia inovadora e divulgar co-
nhecimentos e resultados obtidos, com acompanhamento
Eixo Prioritário 2 — Investimentos na aquicultura, Transformação
e Comercialização dos Produtos da Pesca e Aquicultura técnico ou científico, dirigidos para as vertentes fabris e
produtiva, técnicas e de gestão racional das pescas, da
Apoiar investimentos relativos à construção/moderniza- eficiência energética de equipamentos ou artes de pesca e
ção de estabelecimentos e aquisição de equipamentos para do impacte ambiental; a transformação de embarcações de
instalações de produção com vista à introdução da activi- pesca, para fins de formação ou de investigação no sector
dade aquícola no arquipélago com boas perspectivas de das pescas ou outras actividades não ligadas à pesca mas
absorção pelo mercado, incluindo em mar aberto. Apoiar que possam contribuir para a preservação do seu patrimó-
a construção e modernização de unidades industriais vi- nio cultural e tradições.
sando a introdução de novas técnicas, novas tecnologias,
a qualificação dos recursos humanos e a diversificação da Eixo Prioritário 4 — Desenvolvimento Sustentável
das Zonas de Pesca
produção, em ajuste à evolução do mercado, com vista ao
aumento do valor acrescentado e à melhoria das condições Apoiar as comunidades piscatórias na criação de condi-
de higiene, salubridade e qualidade dos produtos, con- ções intrínsecas que conduzam a novas fontes sustentáveis
templando, entre outras, a indústria conserveira regional; de rendimento e de qualidade de vida, numa perspectiva
aquisição de equipamentos necessários ao processo produ- de desenvolvimento endógeno; visa potenciar as oportuni-
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 71
dades existentes nas zonas de pesca identificadas e apoiar Eixo 2 — Reforço da Gestão Ambiental e da Prevenção
a criação de condições adequadas que, ultrapassando os de Riscos;
estrangulamentos existentes e potenciando a utilização Eixo 3 — Cooperação com Países Terceiros e articula-
dos recursos locais, promova o seu desenvolvimento sus- ção da Grande Vizinhança;
tentável e a melhoria da qualidade de vida nas respectivas Eixo 4 — Assistência Técnica
comunidades, mediante o reforço da competitividade das
zonas de pesca e valorização dos produtos, diversificação O Eixo 1 estabelece como prioridades o desenvolvi-
e reestruturação das actividades económicas e sociais, pro- mento de áreas de Investigação, Inovação e de Desen-
moção e valorização da qualidade do ambiente costeiro e volvimento Tecnológico com aplicação no tecido produ-
das comunidades e aquisição de competências individuais, tivo dos territórios do espaço, de redes transnacionais de
colectivas e de cooperação. cooperação e transferência tecnológica e científica, em
áreas como os transportes, a biodiversidade, a saúde e a
Eixo Prioritário 5 — Assistência Técnica inovação em gestão turística e a promoção das Tecnologias
A inclusão deste eixo é justificada pela necessidade de Informação e Comunicação (TIC) para a redução da
de garantir as condições necessárias à implementação e problemática relacionada com a fragmentação insular e o
funcionamento do sistema e estrutura de gestão, acompa- afastamento do espaço de cooperação, em áreas como a
nhamento, avaliação, controlo e divulgação do PROPES- administração electrónica, a gestão urbanística e territorial,
CAS, visando o sucesso da estratégia de desenvolvimento a educação, a informação socioeconómica e ambiental,
definida para o sector. entre outras.
No Eixo 2 são definidas como prioridades a preven-
ção de riscos naturais (sísmicos, vulcânicos, marítimos,
climáticos e outras catástrofes), a gestão sustentável dos
recursos hídricos, a energia e os resíduos, a protecção e
gestão de zonas costeiras e recursos marinhos e a segu-
rança marítima e costeira.
Por último, no eixo 3 são definidos como objectivos
o impulsionamento do desenvolvimento de um espaço
comum de crescimento e integração económica, social e
cultural entre as regiões ultraperiféricas da Macaronésia e
O Programa de Cooperação Transnacional Aço- os países terceiros vizinhos através de acções de coopera-
res — Madeira — Canárias, para o período de progra- ção com benefício mútuo, o favorecimento de estabeleci-
mação 2007-2013, constitui uma aposta na cooperação mento de laços estáveis de cooperação institucional, o de
como elemento de valor para o desenvolvimento integrado servir como experiência piloto de cooperação territorial
das regiões envolvidas e destas com os países terceiros entre a União Europeia e os países terceiros através da
circunvizinhos. implementação de fórmulas operativas de coordenação
O objectivo global que sustenta a estratégia adoptada no dos fundos FEDER e FED e o reforço do papel das regiões
Programa consiste em, por um lado, incrementar os níveis ultraperiféricas como plataforma para a cooperação terri-
de desenvolvimento e de integração socioeconómica dos torial entre a União Europeia e os países vizinhos.
três arquipélagos, fomentando uma estratégia que visa o O Plano Financeiro Conjunto do Programa apresenta
impulso da sociedade do conhecimento e do desenvol- um custo total previsto que ascende a 65.169.525 euros
vimento sustentável, e, por outro, melhorar os níveis de e a comparticipação do FEDER a 55.394.099 euros, que
integração socioeconómica do espaço de cooperação com corresponde a uma taxa máxima de ajuda comunitária de
os países de proximidade geográfica e cultural. 85 % para a zona transnacional.
Os objectivos específicos que contribuirão para alcançar A percentagem de contrapartidas nacionais, que ascende
os eixos estratégicos do Programa, em coerência com o a 15 %, resulta do nível de contrapartidas propostas por
objectivo global são os seguintes: cada Estado-Membro. Este montante de recursos nacio-
nais atinge os 9.775.426 Euros, procedentes do sector
Promover a I+D+i para superar o atraso das regiões do público.
espaço em relação ao continente. A Região Autónoma dos Açores e da Madeira, neste
Aumentar o nível de protecção e melhorar a gestão das conjunto, têm disponível, cada uma, a comparticipação
zonas costeiras e dos recursos marinhos. FEDER de 5.197.049,50€. A Comunidade Autónoma de
Melhorar a gestão sustentável dos recursos hídricos, da Canárias, por seu turno, dispõe de uma comparticipação
energia (especialmente renováveis) e dos resíduos. FEDER de 45.000.000€.
Prevenir os riscos sísmicos, vulcânicos, marítimos, A repartição do FEDER, para a Região Autónoma dos
climáticos e outras catástrofes naturais. Açores, estrutura-se da seguinte forma:
Favorecer o desenvolvimento dos países terceiros vi-
zinhos. PCT-MAC — Repartição por Eixo Prioritário
Reforçar a capacidade institucional dos agentes públicos
das três regiões e dos países terceiros vizinhos. Unidade: euros
Os Eixos Estratégicos definidos para a consecução dos Eixos Prioritários FEDER
objectivos globais e específicos do programa são os se-
guintes: Eixo 1: Promoção da investigação, desenvolvimento
tecnológico, inovação e sociedade da informação. . . 2 314 671
Eixo 1 — Promoção da Investigação, Desenvolvimento Eixo 2: Consolidação da gestão do meio ambiente e da
Tecnológico, Inovação e Sociedade de Informação; prevenção de riscos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 820 555
72 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Unidade: euros 2 do Programa, que decorreu de 1 de Setembro a 30 de
Outubro. Em Maio de 2009, houve lugar à aprovação dos
Eixos Prioritários FEDER
projectos apresentados, sendo que, com a participação de
entidades dos Açores, foram aprovados 44 projectos com
Eixo 3: Cooperação com países terceiros e articulação a atribuição de uma comparticipação FEDER de mais de
de grande vizinhança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750 000 4 milhões de euros.
Eixo 4: Assistência Técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311 823
No final do ano de 2009, procedeu-se ao lançamento da
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 197 049 2.ª convocatória do Programa, dirigida exclusivamente para
o Eixo 3 — Cooperação com Países Terceiros e Grande
Em termos de aprovações de projectos, procedeu-se Vizinhança. Desta convocatória, resultou a aprovação,
ao lançamento de 2 convocatórias, que deram origem à por parte do Comité de Gestão do Programa celebrado
aprovação de 55 projectos com participação de parceiros em Junho de 2010, de 11 projectos desenvolvidos por
açorianos. entidades açorianas.
No ano de 2008, procedeu-se ao lançamento da 1.ª Con- Apresenta-se de seguida o ponto de situação actualizado
vocatória para a apresentação de projectos aos Eixos 1 e a 31 de Agosto de 2010.
PCT-MAC — Ponto de situação a 31 de Agosto de 2010
Programado Aprovado Executado
Eixos Proj Aprovados Despesa pública FEDER Despesa pública FEDER Despesa pública FEDER
(a) (b) (c) (d) (e) (f)
Eixo I . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 2 723 142 2 314 672 2 819 915 2 396 928 257 222 218 639
Eixo II . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 2 141 830 1 820 555 2 142 855 1 821 427 19 427 16 513
Eixo III . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 882 353 750 000 882 353 750 000
Total . . . . . . . . . . . 55 5 747 325 4 885 227 5 845 123 4 968 354 276 649 235 152
Investimento Público 2011
Desagregação por Objectivo
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 801 321 424 506 675 107 294 646 317
Melhorar as Qualificações e as Competências dos Açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 722 886 101 159 386 87 563 500
1 Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e do Sistema Educativo . . . . . . . . . . . . 55 226 211 55 226 211
1.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 903 517 36 903 517
111 Beneficiação e reabilitação de instalações escolares, propriedade da R.A.A. . . . . . . . . . . . . . . . . 1 734 000 1 734 000
112 Construção, reparação e remodelação do parque escolar do 1.º Ciclo (DLR n.º 32/2002/A, de 8 de
Agosto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 681 200 681 200
113 Reparação e Adaptação do Ensino Secundário EB2,3/S Padre Manuel A. Cunha . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
115 Construção da Nova EB 2,3/S das Lajes do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
117 Construção da EB 1,2,3/JI de Água de Pau . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 110 780 7 110 780
118 Construção da EBI Francisco F. Drumond — São Sebastião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 951 291 951
119 Grande Reparação e Adaptação ao Ensino Secundário da EB 2,3/S de Velas. . . . . . . . . . . . . . . . . 6 829 589 6 829 589
1 1 10 Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 447 700 447 700
1 1 12 Construção de novas instalações para a EB1,2/JI Gaspar Frutuoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 788 829 7 788 829
1 1 13 Reabilitação do Pavilhão Gimnodesportivo da EB 1,2,3/S de São Roque do Pico . . . . . . . . . . . . . 48 658 48 658
1 1 14 Construção do pavilhão gimnodesportivo da EB1,2,3/JI/S Padre Maurício de Freitas. . . . . . . . . . 97 300 97 300
1 1 17 Construção da Escola Básica da Ponta da Ilha — Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 211 689 3 211 689
1 1 18 Requalificação das instalações para os 2.º e 3.º Ciclos da EB1,2,3/JI Rui Galvão de Carvalho — con-
junto II . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 160 591 2 160 591
1 1 19 Requalificação e construção do Auditório da EB/S de Vila Porto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
1 1 20 Requalificação da Escola Básica Integrada Canto da Maia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 190 29 190
1 1 21 Grande reparação da EBI da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 973 239 973 239
1 1 22 Requalificação do bloco sul da ES Domingos Rebelo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 459 860 1 459 860
1 1 23 Ampliação da EBI de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 605 845 1 605 845
1 1 24 Grande reparação da EBI de Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 946 479 1 946 479
1 1 25 Requalificação da Escola Profissional das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 297 389 297
1.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778 600 778 600
121 Aquisição de Equipamentos para a Educação Pré-Escolar e os Ensino Básico e Secundário. . . . . 700 600 700 600
122 Empréstimo de Manuais Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 000 78 000
1.3 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 393 150 11 393 150
131 Formação do Pessoal Docente e não Docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 750 245 750
132 Apoio social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 147 400 11 147 400
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 73
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
1.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Instituições de Ensino Privado . . . . . . . 5 129 045 5 129 045
141 Apoiar o desenvolvimento do ensino profissional e as instituições de ensino privado . . . . . . . . . 4 145 975 4 145 975
142 Escola Profissional das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 983 070 983 070
1.5 Tecnologias da Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 656 937 656 937
151 Projectos inerentes à utilização das Tecnologias de lnformação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . 656 937 656 937
1.7 Projectos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 962 364 962
171 Avaliação do Sistema Educativo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 990 72 990
173 Projectos de lnovação Pedagógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 972 291 972
2 Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 378 720 4 057 220 86 321 500
2.1 Emprego e Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 378 720 4 057 220 86 321 500
211 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 891 000 891 000 63 000 000
213 Programas de Estágios Profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 891 000 891 000 6 000 000
214 Programas de Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 680 000 1 980 000 16 700 000
215 Adequação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 000 30 000
216 Defesa do Consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 000 89 000
217 Estudos, Projectos e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178 650 34 650 144 000
218 Inspecção Regional do Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377 500 377 500
2 1 10 Plano Regional de Combate ao Trabalho Precário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 570 141 570 100 000
3 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 419 457 5 419 457
3.1 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 419 457 5 419 457
311 Ocupação do Tempo Livre dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 973 240 973 240
312 Apoio e Incentivo à Mobilidade dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 950 437 950
313 Pousadas de Juventude dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 970 291 970
314 Apoio e Incentivo ao Associativismo dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467 150 467 150
315 Sistema de Informação ao Jovem dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 220 210 220
316 Apoio e Incentivo à Iniciativa dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 230 282 230
317 Pousada de Juventude do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 250 63 250
318 Pousada de Juventude de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 482 749 1 482 749
319 Cidadania e Incentivo ao Voluntariado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
3 1 10 Desenvolvimento das Competências Tecnológicas e Empreendedorismo nos Jovens . . . . . . . . . . 194 650 194 650
3 1 11 Incentivo à Criatividade e Empreendedorismo e Oficinas de Criação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 520 144 520
3 1 12 Estudos, Projectos, Conferências e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 390 131 390
3 1 13 Promoção de Hábitos de Vida Saudáveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 900 148 900
3 1 14 Academias de Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 950 201 950
3 1 16 Centro de Formação do Belo Jardim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 968 291 968
4 Património e Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 769 231 22 669 231 100 000
4.1 Dinamização de Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 669 330 2 569 330 100 000
411 Escolas de Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 325 97 325
412 Edição de Obras de Cariz Cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 325 97 325
413 Rede de Leitura Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 390 58 390
414 Bolsas para Formação e Criação Artística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
415 Orquestra Regional dos Açores — ( Lira Açoriana ). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 380 131 380
416 Eventos de Iniciativa Governamental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700 730 700 730
417 Arte Contemporânea dos Açores — ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 980 218 980
418 Apoios a Actividades de Relevante Interesse Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 073 250 973 250 100 000
4 1 11 Centro Cultural e de Congressos — Miramar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 780 116 780
4 1 12 Apoio à Criação do Audiovisual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 850 77 850
4.2 Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 099 901 20 099 901
421 Aquisição e Restauro de Bens de Valor Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 950 437 950
422 Inventário do Património Artístico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 325 97 325
423 Classificação de Imóveis em Núcleos Protegidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 500 272 500
424 Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo — Novas Instalações. . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 826 440 6 826 440
425 Investigação Arqueológica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 850 77 850
426 Museus, Bibliotecas e Arquivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 576 650 1 576 650
427 Museu do Pico — Museu dos Baleeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 960 437 960
428 Salvaguarda do Património Baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
429 Divulgação e Sensibilização do Património Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 780 116 780
4 2 10 Aquisição de Conteúdos para Bibliotecas e Arquivos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 825 369 825
4 2 12 Aquisição, Recuperação e Conservação de Instalações para Entidades Culturais . . . . . . . . . . . . . 243 300 243 300
4 2 13 Recolhimento de Santa Bárbara — Museu Carlos Machado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 930 38 930
4 2 14 Espaço Cultural Multiusos da Ilha do Corvo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 307 98 307
4 2 15 Arquipélago — Centro de Arte Contemporânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 618 027 6 618 027
4 2 17 Valorização e Restauro do Palácio de Santana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 600 14 600
4 2 19 Casa-Museu Manuel de Arriaga. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 920 875 920
4 2 20 Antigo Hospital da Boa Nova . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 772 245 772
4 2 21 Execução do Protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 915 875 915
4 2 23 Igrejas do Carmo e São Francisco da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 650 48 650
4 2 24 Museu Francisco Lacerda 97 310 97 310
4 2 25 Museu de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
4 2 26 Restauro de Bens Arquivísticos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 650 194 650
74 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
4 2 27 Programa Museológico do Palácio da Conceição — Casa da Autonomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 970 145 970
4 2 28 Convento de Santo André . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 300 243 300
5 Desenvolvimento Desportivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 390 900 12 248 900 1 142 000
5.1 Instalações e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 953 615 1 813 615 140 000
511 Apoio à Construção e Beneficiação de Instalações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 770 170 770
512 Parque Desportivo de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 481 700 481 700
513 Parque Desportivo da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 340 270 340
514 Parque Desportivo do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 680 250 680
515 Modernização, Acessibilidades e Apetrechamento de Instalações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 150 49 150 140 000
516 Apoio à Construção e Beneficiação de Pavilhões Desportivos e Sedes de Clubes e Associações
Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465 975 465 975
517 Requalificação do Estádio de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 000 50 000
518 Requalificação do Polidesportivo do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 000 75 000
5.2 Actividades Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 865 800 6 689 800 176 000
521 Apoio a Clubes por Utilização de Atletas Formados na Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . 176 950 176 950
522 Desporto Escolar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375 570 315 570 60 000
523 Alta Competição, Prémios de Classificação e Subidas de Divisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265 430 265 430
524 Actividade Física e Desportiva Adaptada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 730 131 730 16 000
525 Apoio à Participação em Quadros Competitivos Nacionais e Série Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 950 910 2 850 910 100 000
526 Apoio às actividades das associações desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 949 210 2 949 210
5.3 Promoção e Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 571 485 3 745 485 826 000
531 Congressos e Seminários, Estudos e Investigação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 745 14 745
532 Estrutura Técnica Associativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540 670 540 670
533 Eventos desportivos, promoção e formação na área do desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 174 990 348 990 826 000
534 Jogos das Ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
535 Escolinhas do Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 090 285 090
536 Actividades de Treino e Competição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 760 2 162 760
537 Actividade Física e Desportiva dos Adultos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
6 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 538 367 1 538 367
6.1 Apoio aos Media. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 395 827 1 395 827
611 Promedia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
612 Promoção mediática dos Açores no exterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 842 589 842
613 Apoio Regional ao serviço público de rádio e televisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 475 88 475
614 Portal do Governo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 370 88 370
615 Encontro de Órgãos de Comunicação Social/Área de lmprensa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 300 39 300
6.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 540 142 540
622 Acesso à Base de Dados Jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 540 142 540
Promover o Crescimento Sustentado da Economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 198 089 182 061 430 112 136 659
7 Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 080 984 65 719 704 66 361 280
7.1 Melhoria e Desenvolvimento de Infra-estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 531 730 28 731 730 26 800 000
711 Restruturação Fundiária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387 600 87 600 300 000
712 Abastecimento de Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 583 950 583 950 12 000 000
713 Caminhos Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 583 950 583 950 10 000 000
714 Electrificação Agrícola. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 083 950 583 950 4 500 000
715 Caminhos Rurais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 352 820 5 352 820
716 Infra-estruturas Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 770 262 770
717 Infra-estruturas dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 970 291 970
718 Infra-estruturas Fitossanitárias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 598 140 598 140
719 Infra-estruturas Veterinárias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 635 286 10 635 286
7 1 10 Infra-Estruturas de Abate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 459 860 1 459 860
7 1 11 Parques de Exposições Agro-Comerciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 998 254 6 998 254
7 1 12 Estudos e Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394 120 394 120
7 1 13 Sistema de Informação Geográfica da Agricultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 930 38 930
7 1 14 Melhoramento das Infra-estruturas de Abate. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 860 130 860 130
7.2 Modernização das Explorações Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 722 067 19 827 454 16 894 613
721 Sanidade Animal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 690 110 4 490 110 1 200 000
722 Sanidade Vegetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 788 330 788 330
723 Melhoramento Animal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700 730 700 730
724 Experimentação e Divulgação Agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 508 520 1 508 520
725 Valorização e Qualificação Profissional Agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 654 039 654 039
726 Vulgarização e Extensão Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 388 690 1 388 690
727 Serviços de Gestão e Aconselhamento Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 399 836 97 320 302 516
728 Apoio ao Investimento nas Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 258 544 5 831 580 11 426 964
729 Diversificação Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 150 663 435 530 715 133
7 2 10 Acompanhamento das Intervenções Comunitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 564 415 564 415
7 2 11 Resgate da Quantidade de Referência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 937 380 1 937 380
7 2 12 Reforma Antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 691 930 441 930 3 250 000
7 2 13 Incentivo à Compra de Terras Agrícolas (SICATE / RICTA) 441 930 441 930
7 2 14 Apoio às Organizações de Produtores 546 950 546 950
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 75
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
7.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 827 187 17 160 520 22 666 667
731 Apoio à lndústria Agro-alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 613 147 1 946 480 22 666 667
732 Apoio ao Escoamento de Produtos na lndústria Agro-Alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 333 890 3 333 890
733 Regularização de Mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 173 610 10 173 610
734 Qualidade e Certificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 632 600 632 600
735 Promoção de Produtos Açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 073 940 1 073 940
8 Valorização do Mundo Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 088 471 7 938 092 27 150 379
8.1 Melhoria da Qualidade de Vida e Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 392 749 2 242 370 7 150 379
811 Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 190 607 583 940 2 606 667
812 Medidas Florestais de Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 324 092 780 380 4 543 712
813 Fomento e Gestão dos Recursos Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 878 050 878 050
8.2 Preservação e Valorização do Ambiente e da Paisagem Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 695 722 5 695 722 20 000 000
821 Manutenção da actividade agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 734 310 1 734 310 10 000 000
822 Pagamentos Agro-ambientais e Natura 2000 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 744 530 1 744 530 10 000 000
823 Uso Múltiplo da Floresta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 857 952 1 857 952
824 Formação e lnformação Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358 930 358 930
9 Modernização das Infra-Estruturas e da Actividade da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 497 890 20 497 890 9 000 000
9.1 Inspecção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 032 230 1 032 230
911 Fiscalização e lnspecção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 480 88 480
912 Cooperação com o DOP/IMAR/OMA e Outras entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 796 290 796 290
913 Congressos e Exposições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
915 Sistema de Acompanhamento Electrónico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
9.2 Infra-Estruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 580 200 7 580 200 2 000 000
921 Portos da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 960 114 960
922 Programa de apoio à actividade marítimo-portuária no sector das pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 850 903 2 850 903
923 Protocolos com Associações do Sector . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 770 245 770
924 Cooperação com Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 476 88 476
925 Cooperação com a Direcção de Faróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 130 60 130
926 Programa Regional de requalificação e ampliação dos portos de pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 482 659 3 482 659 2 000 000
927 Ampliação, Reordenamento e Beneficiação do Porto de Rabo de Peixe e Zonas Envolventes . . . 737 302 737 302
9.3 Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 008 090 8 008 090
931 Plano Regional de Renovação da FROTA de PESCA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 398 420 5 398 420
932 FUNDOPESCA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
933 Regime de Apoio à Motorização das Embarcações de Pesca Local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 220 45 220
934 Regime de apoio à redução dos custos na actividade da pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 530 1 769 530
935 Regime de apoio à segurança no trabalho a bordo da frota de pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500 000 500 000
9.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 460 140 2 460 140
941 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 660 19 660
942 Mercados e Comercialização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 910 353 910
943 Transformação e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 530 1 769 530
944 Apoio ao Desenvolvimento de Pescarias de Profundidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 360 66 360
945 Regime de Compensação ao Escoamento dos Produtos da Pesca das Ilhas de Sta. Maria, Pico,
Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 680 250 680
9.5 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 435 150 435 150
951 Divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 580 24 580
952 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 250 371 250
953 Estruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 320 39 320
9.6 Programa Regional de Desenvolvimento do Sector das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 982 080 982 080 7 000 000
961 Apoio ao investimento no âmbito dos projectos FEP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 982 080 982 080 7 000 000
10 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 798 311 31 798 311
10.1 Promoção Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 144 564 22 144 564
10 1 1 Estudos e Concertação da Política de Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 662 48 662
10 1 2 Informação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
10 1 3 Eventos Promocionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 160 177 160
10 1 4 Viagens Educacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 408 221 408
10 1 5 Materiais de Promoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 972 291 972
10 1 6 Campanhas Publicitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 308 042 21 308 042
10.2 Oferta e Animação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 617 486 617
10 2 1 Estruturas físicas de apoio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 650 194 650
10 2 2 Animação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
10 2 3 Qualificação dos Percursos Pedestres e de Outros Produtos Turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 647 194 647
76 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
10.3 Investimentos Estratégicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 167 130 9 167 130
10 3 1 Iniciativas Diversas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 714 560 7 714 560
10 3 2 Centro Cultural e de Congressos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 884 760 884 760
10 3 3 Desenvolvimento dos Recursos Termais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 770 245 770
10 3 5 Termas do Varadouro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 730 73 730
10 3 6 Projecto da Marina da Barra e Requalificação da Zona Envolvente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198 310 198 310
10 3 7 Requalificação da Baía João Câncio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 000 50 000
11 Fomento da Competitividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 611 594 41 986 594 9 625 000
11.1 Sistemas de Incentivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 855 675 30 855 675
11 1 1 Sistemas de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 203 420 29 203 420
11 1 2 Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo — Empreende Jovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 535 491 535
11 1 3 Sistema de Apoio à Promoção de Produtos Açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 983 770 983 770
11 1 4 Sistema de Incentivos ao Artesanato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176 950 176 950
11.2 Apoio ao Empreendedorismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
11 2 1 Dinamização do Espírito Empreendedor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
11.3 Qualidade e Inovação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 340 270 340
11 3 1 Dinamização do Sistema Tecnológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 730 73 730
11 3 2 Promoção da Qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 610 196 610
11.4 Apoio à Actividade Empresarial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 744 929 10 119 929 9 625 000
11 4 1 Valorização dos Recursos Geológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
11 4 2 Divulgação das Potencialidades Económicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
11 4 3 Mobilização da Iniciativa Empresarial e Captação de Investimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 235 719 1 235 719
11 4 4 Informações ao Investidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
11 4 5 Apoio ao Cooperativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 580 24 580
11 4 6 Estudos e Projectos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 370 89 370
11 4 7 Apoio ao Desenvolvimento da Actividade Económica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 904 720 8 279 720 9 625 000
11.5 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 519 060 519 060
11 5 1 Aperfeiçoamento e Inovação dos Saberes Tradicionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 410 34 410
11 5 2 Divulgação, Promoção e Comercialização das Artes e Ofícios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 960 466 960
11 5 3 Certificação e Protecção dos Produtos e Serviços Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 690 17 690
11.6 Microcrédito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 050 113 050
11 6 1 Regime de Apoio ao Microcrédito Bancário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 050 113 050
11.7 Instalações e Equipamentos da Secretaria Regional da Economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
11 7 1 Equipamentos da Secretaria Regional da Economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
12 Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 120 839 14 120 839
12.1 Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 453 487 12 453 487
12 1 1 Apoio a instituições de investigação científica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 001 341 1 001 341
12 1 2 Projectos de Investigação científica com interesse para o desenvolvimento sustentável dos Açores 383 577 383 577
12 1 3 Apoio à Formação Avançada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 459 859 1 459 859
12 1 4 Apoio a infra-estruturas de divulgação científica e tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 620 486 620
12 1 5 Iniciativas de I&D de contexto empresarial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 362 937 3 362 937
12 1 6 Desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 953 800 4 953 800
12 1 7 Apoio à integração dos cidadãos portadores de deficiência na Sociedade do Conhecimento. . . . . 245 003 245 003
12 1 8 Apoio ao Desenvolvimento Tripolar da Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 380 442 380
12 1 9 Construções Universitárias da Terceira e da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 970 117 970
12.2 Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRCTE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 788 320 788 320
12 2 1 Melhoria dos Sistemas lnformáticos da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 770 262 770
12 2 2 Sistemas de lnformação e Comunicações da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 525 550 525 550
12.3 Comunicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 010 353 010
12 3 1 Promoção/Divulgação/Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 580 87 580
12 3 2 Estação de Rastreio de Satélites, Estações VLBI e Centro de Monitorização do Atlântico . . . . . . 265 430 265 430
12.4 Cartografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526 022 526 022
12 4 1 Geodesia e Cartografia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 770 262 770
12 4 2 Cadastro Predial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
12 4 3 RAEGE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 190 29 190
12 4 4 Projectos Comunitários Transnacionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 592 87 592
12 4 5 Informação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 77
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
Reforçar a Solidariedade e a Coesão Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 830 957 76 830 957 2 000 000
13 Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 578 518 23 578 518 2 000 000
13.1 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 643 878 7 643 878
13 1 1 Construção de lar nos Arrifes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 1 3 Remodelação e adaptação de edifício para lar de idosos na Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . 725 148 725 148
13 1 4 Criação de Lar de Idosos na Calheta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 064 447 2 064 447
13 1 7 Programa de incentivos à iniciativa privada lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 780 262 780
13 1 8 Projecto de implementação da rede de cuidados continuados dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 973 240 973 240
13 1 9 Criação, Melhoramentos e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio aos Idosos . . . . . 97 320 97 320
13 1 10 Construção de Lar de Idosos no Pico da Pedra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 228 393 228
13 1 11 Construção de lar de Idosos e Centro de Dia em Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 966 140 1 966 140
13 1 12 Criação de centro de dia, centro de convívio e serviço de apoio domiciliário no Porto Judeu . . . . 147 460 147 460
13 1 13 Construção de lar de idosos em São Brás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 565 265 565 265
13 1 14 Adaptação de edifício a centro de dia e apoio ao domicílio das Cinco Ribeiras . . . . . . . . . . . . . . . 19 470 19 470
13 1 15 Construção de edifício para centro de convívio de idosos e atelier de tempos livres no Posto Santo,
Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 400 283 400
13 1 16 Criação de centro de dia na Urzelina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
13.2 Apoio à Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 509 481 3 509 481
13 2 1 Construção de edifício para creche em Vila Porto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 232 393 232
13 2 2 Construção novo edifício para creche em Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 884 759 884 759
13 2 3 Construção de creche e atelier de tempos livres nos Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 005 120 1 005 120
13 2 4 Construção de edifício para creche e serviço de apoio domiciliário nas Capelas . . . . . . . . . . . . . . 884 763 884 763
13 2 9 Construção edifício p/creche, jardim e centro de actividades ocupacionais em Sta. Cruz da Gra-
ciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 307 98 307
13 2 13 Programa de incentivos à iniciativa privada lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 2 15 Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à infância e juven-
tude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
13 2 17 Remodelação e ampliação de edifício para criação de novo equipamento de creche na Horta . . . 48 660 48 660
13 2 18 Construção de edifício para creche, centro de dia e Casa do Povo na Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 619 609 1 619 609
13 3 3 Construção de centro de actividades ocupacionais da Ribeira Grande . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 376 299 1 376 299
13 3 5 Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à deficiência . . . . . . 145 990 145 990
13 3 7 Criação de lar residencial para cidadãos portadores de deficiência nos Valados, Ponta Delgada . . . 97 320 97 320
13.4 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 739 860 9 739 860 2 000 000
13 4 1 Programa de Alargamento dos Equipamentos Sociais dos Açores — PARESA . . . . . . . . . . . . . . . 2 078 650 78 650 2 000 000
13 4 2 COMPAMID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 296 800 2 296 800
13 4 3 Investimentos de capital para Segurança Social na Região dos Açores (CGFSS) . . . . . . . . . . . . . 174 650 174 650
13 4 4 Construção de edifício para serviços de Segurança Social e Casa do Povo — Achadinha . . . . . . . 9 730 9 730
13 4 8 Estudos, Projectos, Conferências e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
13 4 10 Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipamentos de apoio à Comunidade e
dos Serviços de Segurança Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
13 4 12 Promoção da qualidade da Rede de Serviços e Equipamentos Sociais na RAA . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 4 13 Adequação tecnológica dos serviços da Segurança Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
13 4 14 Fundo de Compensação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 000 000 7 000 000
13.5 Igualdade de Oportunidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 065 690 1 065 690
13 5 1 Promoção do Princípio da Igualdade de Oportunidades para Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 460 242 460
13 5 2 Disseminação da perspectiva da Igualdade de Género e promoção de medidas facilitadoras da
conciliação da pessoal com a vida profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 800 43 800
13 5 3 Combater e prevenir a violência e atitudes descriminatórias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 620 486 620
13 5 4 Potenciar a inclusão social e consequente mobilidade social de grupos mais vulneráveis . . . . . . . 175 180 175 180
13 5 5 Igualdade de Oportunidades para pessoas com deficiência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 170 98 170
13 5 6 Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios, equipamentos e serviços da DRIO. . . . . . 19 460 19 460
14 Habitação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 377 230 23 377 230
14.1 Incentivos à Construção e Aquisição de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 394 330 4 394 330
14 1 1 Apoio à Construção, Ampliação e Alteração de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 380 442 380
14 1 2 Apoio à Aquisição de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 786 460 786 460
14 1 3 Aquisição de Solos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
14 1 4 Apoio ao Arrendamento a Famílias Carenciadas e Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
14 1 6 Operações de Loteamento e Obras de Urbanização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 080 344 080
14 1 7 Reabilitação de Infra-estruturas Habitacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 610 196 610
14 1 8 Contrato Programa com a SPRHI, SA — Sismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 966 140 1 966 140
14.2 Recuperação do Parque Habitacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 440 750 3 440 750
14 2 1 Programa de Reabilitação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 278 000 1 278 000
14 2 2 Apoio à Recuperação do Parque Habitacional Autárquico — Colaboração com Autarquias . . . . . 491 530 491 530
14 2 3 Recuperação do Parque Habitacional Social da RAA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 519 840 519 840
14 2 4 Apoio à Recuperação de Imóveis Afectados por Térmitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 540 491 540
14 2 5 Reconstrução de Habitação — Administração Directa — Sismos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 380 442 380
14 2 6 Programa de Requalificação Habitacional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217 460 217 460
78 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
14.3 Promoção de Habitação para Realojamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 885 880 14 885 880
14 3 1 Acordos de Colaboração RAA/IHRU — PROHABITA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 915 350 4 915 350
14 3 2 Cooperação com Autarquias — Acordos Colaboração RAA/IHRU,I.P./Municípios . . . . . . . . . . . 1 376 300 1 376 300
14 3 3 Salvaguarda Habitacional de Famílias em Situação de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
14 3 4 Acordos de Colaboração RAA/IHRU,I.P — PROHABITA em Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . 1 474 600 1 474 600
14 3 5 Cooperação com Autarquias — Acordos RAA/IHRU,I.P./Município da Ribeira Grande, em Rabo
de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
14 3 7 Resolução de Situações de Grave Carência Habitacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445 500 445 500
14 3 8 Cooperação com Autarquias — Contratos ARAAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 874 020 874 020
14 3 9 Contratos Programa com a SPRHI, S. A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 915 350 4 915 350
14.4 Equipamentos Públicos, Adequação Tecnológica e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 656 270 656 270
14 4 1 Requalificação do Edifício e Equipamentos para a DRH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
14 4 2 Adequação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
14 4 4 Observatório Sócio-Habitacional dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 620 287 620
14 4 5 Reabilitação de Equipamentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 190 221 190
15 Desenvolvimento de Infra-Estruturas e do Sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 875 209 29 875 209
15.1 Construção de Novas Infra-Estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 317 591 8 317 591
15 1 1 Unidades de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 890 121 890
15 1 2 Centros de Saúde de Sta. Cruz da Graciosa, Madalena e Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 190 781 8 190 781
15 1 3 Centro de Radioterapia dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 920 4 920
15.2 Remodelação, Ampliação e Beneficiação de Unidades de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 274 941 5 274 941
15 2 1 Remodelação e Ampliação de Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 128 971 5 128 971
15 2 2 Beneficiação de Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 970 145 970
15.3 Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 313 875 1 313 875
15 3 1 Equipamentos para Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 918 875 918
15 3 3 Emergência Médica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 957 437 957
15.4 Formação e Iniciativas em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 478 662 14 478 662
15 4 1 Actualização de Profissionais de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 830 875 830
15 4 2 Plano Regional de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
15 4 3 Prevenção e Tratamento de Comportamentos de Risco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 555 982 2 555 982
15 4 4 Projecto de Implementação e Operacionalização da Rede de Cuidados Continuados e Paliativos 1 181 080 1 181 080
15 4 5 Projecto de implementação e operacionalização da melhoria de acessibilidade ao SRS . . . . . . . . 1 671 220 1 671 220
15 4 6 Políticas de saúde materna, planeamento familiar e incentivo à natalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 230 393 230
15 4 7 Parcerias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 660 19 660
15 4 8 Promoção da qualidade dos serviços e de captação e qualificação de profissionais de saúde . . . . 19 660 19 660
15 4 9 Vale Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 080 344 080
15 4 10 Plano Regional de Vacinação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 179 690 1 179 690
15 4 11 Planos de Contingência — Saúde Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 830 9 830
15 4 12 Deslocação de Doentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 921 190 5 921 190
15 4 13 Política do Medicamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 290 12 290
15.5 Tecnologias de Informação na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 490 140 490 140
15 5 1 Sistemas de lnformação da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 490 140 490 140
Gerir Com Eficiência o Território Promovendo a Qualidade Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . 215 169 417 127 923 259 87 246 158
16 Ordenamento do Território, Qualidade Ambiental e Energia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 283 011 43 283 011
16.1 Ordenamento do Território. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 946 687 11 946 687
16 1 1 Revisão, Elaboração e Implementação do PROTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 521 126 521
16 1 2 Plano e Gestão de Zonas Costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 979 218 979
16 1 3 Planeamento e Gestão de Bacias Hidrográficas de Lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 110 602 5 110 602
16 1 5 Caracterização e Definição de Condicionantes de Risco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 985 145 985
16 1 6 Acções de acompanhamento, divulgação, sensibilização e apoio à tomada de decisões . . . . . . . . 29 190 29 190
16 1 7 Requalificação e Protecção Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 315 410 6 315 410
16.2 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 112 619 5 112 619
16 2 1 Implementação da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16 2 2 Implementação da Directiva das Águas Subterrâneas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 930 85 930
16 2 3 Rede de Monitorização Hidrometeorológica Automática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 941 338 941
16 2 4 Monitorização da qualidade das águas interiores, de transição e costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 831 369 831
16 2 5 Monitorização da Qualidade das Águas Balneares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 127 68 127
16 2 6 Controlo da eutrofização das lagoas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 309 243 309
16 2 7 Prevenção e análise de risco de cheias e deslizamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 660 147 660
16 2 8 Requalificação e Protecção de Recursos Hídricos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 664 191 3 664 191
16.3 Sistemas de Informação, Divulgação e Apoio à Decisão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211 180 211 180
16 3 1 Infra-estrutura informática e de comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
16 3 2 Sistema regional de informação georreferenciada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 870 113 870
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 79
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
16.4 Modernização dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 920 38 920
16 4 1 Formação e Modernização dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
16 4 2 Estratégia e Planeamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
16 4 3 lnformação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
16.5 Conservação da Natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 985 407 1 985 407
16 5 1 Biodiversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330 901 330 901
16 5 2 Erradicação de Organismos Invasores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 972 291 972
16 5 7 Jardins Botânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 944 583 944
16 5 9 Parque Natural dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778 590 778 590
16.6 Património Mundial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 890 583 890
16 6 1 Gestão da Paisagem Protegida da Vinha do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 780 116 780
16 6 2 Regime de Incentivos da Paisagem Protegida da Vinha do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 398 990 398 990
16 6 3 Plano de Intervenção da Montanha do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
16 6 4 Gestão do Parque Natural da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
16.7 Avaliação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479 603 479 603
16 7 1 Relatório do Estado do Ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
16 7 2 Regime Legal de Poluição Sonora. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 590 7 590
16 7 3 Avaliação do Impacte Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 600 14 600
16 7 4 Rede de Monitorização, Informação e Gestão Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 296 389 296
16 7 7 Monitorização de Áreas Ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 657 48 657
16.8 Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 226 318 17 226 318
16 8 1 Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 970 145 970
16 8 2 Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 031 688 17 031 688
16 8 3 Remoção de Passivos Ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
16.9 Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 705 087 2 705 087
16 9 1 Informação, Sensibilização e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 942 291 942
16 9 2 Rede Regional de Ecotecas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 517 274 517 274
16 9 3 Centros de Interpretação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 411 197 1 411 197
16 9 4 Jardins Históricos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 484 674 484 674
16.10 Utilização Racional de Energia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 630 900 1 630 900
16 10 1 Agência Regional de Energia e Ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 010 70 010
16 10 2 Estudos e Projectos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 100 140 100
16 10 3 PROENERGIA — Sistema de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis . . . 389 260 389 260
16 10 4 Apoio ao Desenvolvimento de um Sistema Sustentável de Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16 10 5 Implementação do Sistema de Certificação Energética de Edifícios — SCE . . . . . . . . . . . . . . . . 175 160 175 160
16 10 6 Desenvolvimento do Programa para a Mobilidade Eléctrica dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 170 175 170
16 10 7 Apoio à Promoção da substituição da Utilização de Gases Liquefeitos — Corvo . . . . . . . . . . . . . 486 570 486 570
16.11 Serviço Público e Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 830 875 830
16 11 1 Pagamento da iluminação Pública das Vias Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 570 486 570
16 11 2 Electrificação de Fajãs — S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 260 389 260
16.12 Instalação e Equipamento da Direcção Regional da Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16 12 1 Obras e Aquisição de Equipamentos para as lnstalações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16.13 Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 940 291 940
16 13 1 Estratégia para o Desenvolvimento e Sustentabilidade do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 940 291 940
17 Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 424 269 9 424 269
17.1 Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 629 164 629 164
17 1 1 Prontos-Socorros-Médios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 460 147 460
17 1 2 Ambulâncias de Socorro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 074 344 074
17 1 3 Reparação de Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 240 44 240
17 1 4 Aquisição de Equipamento, Fardamento e Mobiliário para as AHBV’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 240 44 240
17 1 5 Viaturas de Transporte de Pessoal e Equipamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
17.2 Construção/Remodelação de Infra-Estruturas e Equipamentos dos CB’s. . . . . . . . . . . . . . . . 3 627 535 3 627 535
17 2 1 Beneficiação e Reparação de Quartéis das AHBV’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
17 2 2 Construção do Quartel da AHBV’s de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 527 1 769 527
17 2 3 II Fase do Quartel da Ribeira Grande . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 081 380 1 081 380
17 2 4 Remodelação e Ampliação do Quartel da AHBV’s São Roque do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 388 316 388 316
17 2 5 Secções Destacadas dos Bombeiros na Vila da Lagoa e Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
17 2 9 Ampliação/Remodelação do Quartel da AHBV’s de Santa Cruz das Flores. . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 612 196 612
17 2 11 Centro de Formação de Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 240 44 240
80 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
17.3 Formação e Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556 660 556 660
17 3 1 Equipamento de Vigilância Sismo-Vulcânica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 650 121 650
17 3 2 Apoios a Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
17 3 3 Estudos de Carácter Científico e Elaboração de Cartas de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 070 70 070
17 3 4 Cooperação Técnico-Científica com a Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 180 175 180
17 3 5 Formação Profissional ao Nível da Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
17 3 6 Informação, Formação e Sensibilização da População . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 790 43 790
17 3 7 Formação Profissional de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 850 77 850
17.4 Serviço Regional de Protecção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 610 910 4 610 910
17 4 1 Meios e Recursos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 750 14 750
17 4 2 Radiocomunicações do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 796 290 796 290
17 4 3 Meios e Recursos do SRPCBA — Equipamentos para Socorro Imediato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 480 88 480
17 4 4 Transporte Terrestre de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 686 510 3 686 510
17 4 5 Projecto de Cooperação Transnacional — MAC 2007-2013 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 960 19 960
17 4 6 Fundo de Emergência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 920 4 920
18 Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipamentos Colectivos . . . . . . . . . . . . . . . 31 515 951 28 495 951 3 020 000
18.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 104 557 2 104 557
18 1 1 Variante à ER 1-1ª, em Rabo de Peixe. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 600 000 1 600 000
18 1 2 Estrada dos Arrastadouros — Variante à ER 1-1ª na Povoação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 247 334 247
18 1 3 Variante à Vila das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
18 1 5 Construção da Ligação entre a ER 3-2.ª e a ER 4-2.ª, na Ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
18 1 6 Variante à Cidade da Horta — 2.ª Fase . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
18 1 7 Construção do Acesso à Escola de Água de Pau — Lagoa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
18.2 Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 671 062 13 671 062
18 2 1 Beneficiação e Pavimentação de ER em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 494 319 494
18 2 2 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 359 368 2 359 368
18 2 3 Reabilitação da Rede Viária da Ilha de São Miguel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 786 460 786 460
18 2 4 Beneficiação e pavimentação de ER na Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 191 221 191
18 2 5 Pav. ER 1-1ª entre a Cruz das Cinco Ribeiras (à Cruz) e S. Barbara (às Bombas) . . . . . . . . . . . . . 245 767 245 767
18 2 6 Beneficiação e Pavimentação de ER na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 835 608 835 608
18 2 7 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 007 650 1 007 650
18 2 8 Beneficiação e Pavimentação de ER no Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 190 221 190
18 2 9 Beneficiação e Pavimentação de ER no Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
18 2 10 Beneficiação e Pavimentação de ER nas Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 539 052 3 539 052
18 2 11 Beneficiação e Pavimentação de ER no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 228 393 228
18 2 12 Requalificação Viária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 300 600 1 300 600
18 2 13 Qualificação do Parque de Máquinas da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 794 810 794 810
18 2 14 Calamidades nas Estradas Regionais da RAA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 548 334 1 548 334
18.3 Construção e Reabilitação de Miradouros e Zonas de Lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 156 092 1 156 092
18 3 1 Construção e Reabilitação de Miradouros e Zonas de Lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 682 192 682
18 3 2 Integração Paisagística da Rede viária Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 963 410 963 410
18.4 SPRHI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
18 4 1 Contratos Programas — Rede Viária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 540 491 540
18 4 2 Aquisição de Terrenos de Obras a cargo da SPRHI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 300 98 300
18.5 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 870 905 2 850 905 3 020 000
18 5 1 Serviço de Transporte Colectivo na Ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500 000 500 000
18 5 2 Serviço de Transporte Colectivo de Passageiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 530 1 769 530
18 5 3 Actualização dos Equipamentos e Softwares de Viação e Trânsito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 300 98 300
18 5 4 Estudo e Introdução de Tecnologia Híbrida no Transporte de Passageiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 535 491 535
18 5 5 SIRIART . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 520 000 1 520 000
18 5 6 Sinalização da Rede Viária Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800 000 800 000
18 5 7 Implementação de Tarifas Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 540 491 540
18 5 8 Serviço de Transporte Colectivo na ilha de Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 000 200 000
18.6 Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 664 120 2 664 120
18 6 1 Apoios a diversas entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 664 120 2 664 120
18.7 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 145 885 5 145 885
18 7 1 Beneficiação e Remodelação das Instalações da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507 520 507 520
18 7 2 Beneficiações no Palácio da Conceição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 960 466 960
18 7 3 Beneficiações no Palácio de Santana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 933 920 933 920
18 7 4 Palácio dos Capitães Generais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 960 466 960
18 7 5 Jardim dos “Maroiços” na Madalena. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326 870 326 870
18 7 6 Diversas reparações em edifícios públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 690 46 690
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 81
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
18 7 10 Beneficiação das Instalações da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores . . . . . . 326 870 326 870
18 7 11 Remodelação do Edifício do Antigo Conservatório da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 175 280 175
18 7 12 Edifício dos Paços da Junta Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 933 920 933 920
18 7 13 Melhoria das Acessibilidades dos Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 920 192 920
18 7 14 Remodelação do Edifício da Rua Mãe de Deus da DR Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 569 690 569 690
18 7 15 Reconstrução de um edifício da ALRAA, em Angra do Heroísmo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93 390 93 390
18.8 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 270 274 270
18 8 1 Parede de Reação do LREC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 290 41 290
18 8 2 Manutenção de Infraestruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 540 26 540
18 8 3 Aquisição de Equipamentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186 780 186 780
18 8 4 Sistema de Qualidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 660 19 660
18.9 Divulgação e Sensibilização. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 220 39 220
18 9 1 Divulgação e Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 220 39 220
19 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 607 884 15 191 726 49 416 158
19.1 Tráfego de Passageiros Inter-Ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 622 960 10 076 460 11 546 500
19 1 1 Apoio ao transporte marítimo de passageiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 634 000 9 929 000 10 705 000
19 1 3 Construção do Terminal de Cruzeiros do Porto de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 988 960 147 460 841 500
19.2 Infra-Estruturas e Equipamentos Portuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 595 666 4 726 008 37 869 658
19 2 1 Requalificação do Porto da Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 869 180 102 480 766 700
19 2 2 Recreio Náutico e Edifício no Porto das Flores e Trabalhos Marítimos no Corvo . . . . . . . . . . . . . 194 638 194 638
19 2 3 Reordenamento e Requalificação da Baía da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 787 890 1 167 890 11 620 000
19 2 4 Requalificação do Porto da Calheta de S.Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259 694 32 770 226 924
19 2 6 Reordenamento do Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 103 140 973 140 9 130 000
19 2 7 Reordenamento do Porto de S.Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
19 2 8 Reordenamento e Ampliação do Porto de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 657 310 97 310 560 000
19 2 9 Aquisição de diversos equipamentos de apoio à exploração portuária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 915 330 715 330 4 200 000
19 2 10 Diversas obras nos portos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 629 054 763 020 9 866 034
19 2 11 Reordenamento do Porto das Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 772 500 272 500 1 500 000
19 2 12 Plano Integrado de Reordenamento da Baía de Angra — II Fase . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 397 200 397 200
19.3 Dinamização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 258 389 258
19 3 1 Desenvolvimento de Sistemas de Apoio à Monitorização nos Portos dos Açores . . . . . . . . . . . . . 389 258 389 258
20 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 338 302 31 528 302 34 810 000
20.1 Infra-Estruturas e Equipamentos Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 525 222 6 715 222 34 810 000
20 1 1 Aeroporto da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 981 570 486 570 495 000
20 1 2 Aeródromo da Ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 300 746 2 627 746 2 673 000
20 1 3 Aeródromo da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 588 942 291 942 297 000
20 1 4 Aeródromo da Ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 981 570 486 570 495 000
20 1 5 Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 822 394 2 822 394
20 1 7 Handlings das Escalas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750 000 750 000
20 1 8 Espaços Comercializáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 000 250 000
20 1 9 Equipamentos da Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 500 000 11 500 000
20 1 10 Infra-estruturas para Sistemas de Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 850 000 850 000
20 1 11 Renovação da Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 500 000 17 500 000
20.2 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 750 2 162 750
20 2 1 Gestão dos Aeródromos da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 750 2 162 750
20.3 Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 610 610 22 610 610
20 3 1 Concessão das Rotas lnter-llhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 610 610 22 610 610
20.4 Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
20 4 1 Apoio a Acções de Dinamização do Transporte Aéreo nos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
Qualificar a Gestão Pública e a Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 400 075 18 700 075 5 700 000
21 Administração Pública, Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 243 475 16 543 475 5 700 000
21.1 Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 735 962 735 962
21 1 1 Acções de Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 150 71 150
21 1 2 Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Humanos da Administração Regional dos Açores . . . 271 570 271 570
21 1 3 Promoção da Qualidade nos Serviços Públicos da Administração Pública Regional . . . . . . . . . . . 58 400 58 400
21 1 4 Reengenharia e Desmaterialização de Processos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 842 334 842
21.2 Informação de Interesse Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 192 470 2 092 470 1 100 000
21 2 1 Rede Integrada de Apoio ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 192 470 2 092 470 1 100 000
82 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
21.3 Serviços Sociais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 500 238 500
21 3 1 Serviços de Apoio aos Funcionários Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 500 238 500
21.4 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 791 730 791 730
21 4 1 Cooperação Técnica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 600 32 600
21 4 2 Cooperação Financeira com os Municípios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 860 77 860
21 4 3 Cooperação Financeira com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 681 270 681 270
21.5 Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231 030 231 030
21 5 1 Produção, Tratamento e Divulgação de Informação Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 870 181 870
21 5 2 Projectos no âmbito de Programa de Cooperação Transnacional-Mac . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 160 49 160
21.6 Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 053 783 12 453 783 4 600 000
21 6 1 Gestão, Acompanhamento, Controlo e Avaliação do Plano e Fundos Estruturais . . . . . . . . . . . . . 737 307 737 307
21 6 2 Património Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 927 000 1 927 000
21 6 3 Bonificação de Juros à Economia Empresarial Privada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 359 376 3 359 376
21 6 4 Reestruturação do Sector Público Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 983 100 983 100
21 6 5 Coesão Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 047 000 5 447 000 4 600 000
22 Cooperação Externa e Migrações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 156 600 2 156 600
22.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651 640 651 640
22 1 1 Representação e Promoção Externa da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 620 202 620
22 1 2 Relações com Organismos de Cooperação Interregional, Organizações e Associações Internacio-
nais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 950 201 950
22 1 3 Promoção e Divulgação de Questões Europeias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 770 149 770
22 1 4 Apoio Especializado em Assuntos da União Europeia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 300 97 300
22.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 420 245 420
22 2 1 Integração. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 750 37 750
22 2 2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 170 132 170
22 2 4 Encontros/Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 070 66 070
22 2 5 Projectos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 430 9 430
22.3 Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 964 020 964 020
22 3 1 Açorianidade e Raízes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 600 44 600
22 3 2 Comunicação Açores/Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 400 94 400
22 3 3 Preservação da Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 800 188 800
22 3 4 Encontro Intercomunitário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191 790 191 790
22 3 5 Divulgação Artística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 230 76 230
22 3 6 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 900 188 900
22 3 7 Projectos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 300 179 300
22.4 Imigrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 520 295 520
22 4 1 Integração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 860 69 860
22 4 2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 000 84 000
22 4 3 Estudos sobre Imigração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 160 14 160
22 4 4 Encontros/Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118 000 118 000
22 4 5 Projectos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 500 9 500
Desagregação por Entidade Proponente
Euros
Entidade Investimento Plano Outros Fundos
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 801 321 424 506 675 107 294 646 317
Presidência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 883 655 31 783 655 100 000
Vice-Presidência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 243 475 16 543 475 5 700 000
SREF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 617 111 67 475 111 1 142 000
SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 061 059 52 041 059 3 020 000
SRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 356 091 120 504 933 93 851 158
SRTSS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 334 468 51 012 968 88 321 500
SRES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 875 209 29 875 209
SRAF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 169 455 73 657 796 93 511 659
SRAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 780 901 63 780 901 9 000 000
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 83
Desagregação por Entidade Proponente
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 801 321 424 506 675 107 294 646 317
Presidência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 883 655 31 783 655 100 000
3 Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 419 457 5 419 457
3.1 Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 419 457 5 419 457
311 Ocupação do Tempo Livre dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 973 240 973 240
312 Apoio e Incentivo à Mobilidade dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 950 437 950
313 Pousadas de Juventude dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 970 291 970
314 Apoio e Incentivo ao Associativismo dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 467 150 467 150
315 Sistema de Informação ao Jovem dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 220 210 220
316 Apoio e Incentivo à Iniciativa dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 230 282 230
317 Pousada de Juventude do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 250 63 250
318 Pousada de Juventude de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 482 749 1 482 749
319 Cidadania e Incentivo ao Voluntariado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
3 1 10 Desenvolvimento das Competências Tecnológicas e Empreendedorismo nos Jovens . . . . . . 194 650 194 650
3 1 11 Incentivo à Criatividade e Empreendedorismo e Oficinas de Criação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 520 144 520
3 1 12 Estudos, Projectos, Conferências e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 390 131 390
3 1 13 Promoção de Hábitos de Vida Saudáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 900 148 900
3 1 14 Academias de Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 950 201 950
3 1 16 Centro de Formação do Belo Jardim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 968 291 968
4 Património e Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 769 231 22 669 231 100 000
4.1 Dinamização de Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 669 330 2 569 330 100 000
411 Escolas de Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 325 97 325
412 Edição de Obras de Cariz Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 325 97 325
413 Rede de Leitura Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 390 58 390
414 Bolsas para Formação e Criação Artística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
415 Orquestra Regional dos Açores — (Lira Açoriana) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 380 131 380
416 Eventos de Iniciativa Governamental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700 730 700 730
417 Arte Contemporânea dos Açores — ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 980 218 980
418 Apoios a Actividades de Relevante Interesse Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 073 250 973 250 100 000
4 1 11 Centro Cultural e de Congressos — Miramar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 780 116 780
4 1 12 Apoio à Criação do Audiovisual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 850 77 850
4.2 Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 099 901 20 099 901
421 Aquisição e Restauro de Bens de Valor Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 950 437 950
422 Inventário do Património Artístico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 325 97 325
423 Classificação de Imóveis em Núcleos Protegidos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 500 272 500
424 Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo — Novas Instalações . . . . . . . . . . . . . . 6 826 440 6 826 440
425 Investigação Arqueológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 850 77 850
426 Museus, Bibliotecas e Arquivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 576 650 1 576 650
427 Museu do Pico — Museu dos Baleeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 960 437 960
428 Salvaguarda do Património Baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
429 Divulgação e Sensibilização do Património Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 780 116 780
4 2 10 Aquisição de Conteúdos para Bibliotecas e Arquivos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 825 369 825
4 2 12 Aquisição, Recuperação e Conservação de Instalações para Entidades Culturais . . . . . . . . . 243 300 243 300
4 2 13 Recolhimento de Santa Bárbara — Museu Carlos Machado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 930 38 930
4 2 14 Espaço Cultural Multiusos da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 307 98 307
4 2 15 Arquipélago — Centro de Arte Contemporânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 618 027 6 618 027
4 2 17 Valorização e Restauro do Palácio de Santana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 600 14 600
4 2 19 Casa-Museu Manuel de Arriaga . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 920 875 920
4 2 20 Antigo Hospital da Boa Nova . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 772 245 772
4 2 21 Execução do Protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 915 875 915
4 2 23 Igrejas do Carmo e São Francisco da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 650 48 650
4 2 24 Museu Francisco Lacerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
4 2 25 Museu de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
4 2 26 Restauro de Bens Arquivísticos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 650 194 650
4 2 27 Programa Museológico do Palácio da Conceição — Casa da Autonomia . . . . . . . . . . . . . . . . 145 970 145 970
4 2 28 Convento de Santo André . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 300 243 300
6 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 538 367 1 538 367
6.1 Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 395 827 1 395 827
611 Promedia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589840 589840
612 Promoção mediática dos Açores no exterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589842 589842
613 Apoio Regional ao serviço público de rádio e televisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88475 88475
614 Portal do Governo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88370 88370
615 Encontro de Órgãos de Comunicação Social/Área de lmprensa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39300 39300
6.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 540 142 540
622 Acesso à Base de Dados Jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 540 142 540
84 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
22 Cooperação Externa e Migrações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 156 600 2 156 600
22.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651 640 651 640
22 1 1 Representação e Promoção Externa da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 620 202 620
22 1 2 Relações com Organismos de Cooperação Interregional, Organizações e Associações Inter-
nacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 950 201 950
22 1 3 Promoção e Divulgação de Questões Europeias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 770 149 770
22 1 4 Apoio Especializado em Assuntos da União Europeia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 300 97 300
22.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 420 245 420
22 2 1 Integração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 750 37 750
22 2 2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 170 132 170
22 2 4 Encontros/Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 070 66 070
22 2 5 Projectos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 430 9 430
22.3 Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 964 020 964 020
22 3 1 Açorianidade e Raízes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 600 44 600
22 3 2 Comunicação Açores/Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 400 94 400
22 3 3 Preservação da Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 800 188 800
22 3 4 Encontro Intercomunitário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191 790 191 790
22 3 5 Divulgação Artística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 230 76 230
22 3 6 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 900 188 900
22 3 7 Projectos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 300 179 300
22.4 Imigrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 520 295 520
22 4 1 Integração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 860 69 860
22 4 2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 000 84 000
22 4 3 Estudos sobre Imigração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 160 14 160
22 4 4 Encontros/Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118 000 118 000
22 4 5 Projectos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 500 9 500
Vice-presidência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 243 475 16 543 475 5 700 000
21 Administração Pública, Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 243 475 16 543 475 5 700 000
21.1 Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 735 962 735 962
21 1 1 Acções de Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 150 71 150
21 1 2 Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Humanos da Administração Regional dos Açores 271 570 271 570
21 1 3 Promoção da Qualidade nos Serviços Públicos da Administração Pública Regional . . . . . . . 58 400 58 400
21 1 4 Reengenharia e Desmaterialização de Processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 842 334 842
21.2 Informação de Interesse Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 192 470 2 092 470 1 100 000
21 2 1 Rede Integrada de Apoio ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 192 470 2 092 470 1 100 000
21.3 Serviços Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 500 238 500
21 3 1 Serviços de Apoio aos Funcionários Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 500 238 500
21.4 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 791 730 791 730
21 4 1 Cooperação Técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 600 32 600
21 4 2 Cooperação Financeira com os Municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 860 77 860
21 4 3 Cooperação Financeira com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 681 270 681 270
21.5 Estatística. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231 030 231 030
21 5 1 Produção. Tratamento e Divulgação de lnformação Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 870 181 870
21 5 2 Projectos no âmbito de Programa de Cooperação Transnacional-Mac . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 160 49 160
21.6 Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 053 783 12 453 783 4 600 000
21 6 1 Gestão, Acompanhamento, Controlo e Avaliação do Plano e Fundos Estruturais . . . . . . . . . 737 307 737 307
21 6 2 Património Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 927 000 1 927 000
21 6 3 Bonificação de Juros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 359 376 3 359 376
21 6 4 Reestruturação do Sector Público Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 983 100 983 100
21 6 5 Coesão Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 047 000 5 447 000 4 600 000
SREF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 617 111 67 475 111 1 142 000
1 Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e do Sistema Educativo . . . . . . . . 55 226 211 55 226 211
1.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 903 517 36 903 517
111 Beneficiação e reabilitação de instalações escolares, propriedade da R.A.A. . . . . . . . . . . . . 1 734 000 1 734 000
112 Construção, reparação e remodelação do parque escolar do 1º Ciclo (DLR nº 32/2002/A, de
8 de Agosto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 681 200 681 200
113 Reparação e Adaptação do Ensino Secundário EB2,3/S Padre Manuel A. Cunha . . . . . . . . . 24 330 24 330
115 Construção da Nova EB 2,3/S das Lajes do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 85
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
117 Construção da EB 1,2,3/JI de Água de Pau . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 110 780 7 110 780
118 Construção da EBI Francisco F. Drumond — São Sebastião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 951 291 951
119 Grande Reparação e Adaptação ao Ensino Secundário da EB 2,3/S de Velas . . . . . . . . . . . . . 6 829 589 6 829 589
1 1 10 Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 447 700 447 700
1 1 12 Construção de novas instalações para a EB1,2/JI Gaspar Frutuoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 788 829 7 788 829
1 1 13 Reabilitação do Pavilhão Gimnodesportivo da EB 1,2,3/S de São Roque do Pico . . . . . . . . . 48 658 48 658
1 1 14 Construção do pavilhão gimnodesportivo da EB1,2,3/JI/S Padre Maurício de Freitas . . . . . 97 300 97 300
1 1 17 Construção da Escola Básica da Ponta da Ilha — Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 211 689 3 211 689
1 1 18 Requalificação das instalações para os 2º e 3º Ciclos da EB1,2,3/JI Rui Galvão de Carva-
lho — conjunto II . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 160 591 2 160 591
1 1 19 Requalificação e construção do Auditório da EB/S de Vila Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
1 1 20 Requalificação da Escola Básica Integrada Canto da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 190 29 190
1 1 21 Grande reparação da EBI da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 973 239 973 239
1 1 22 Requalificação do bloco sul da ES Domingos Rebelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 459 860 1 459 860
1 1 23 Ampliação da EBI de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 605 845 1 605 845
1 1 24 Grande reparação da EBI de Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 946 479 1 946 479
1 1 25 Requalificação da Escola Profissional das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 297 389 297
1.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778 600 778 600
121 Aquisição de Equipamentos para a Educação Pré-Escolar e os Ensino Básico e Secundário 700 600 700 600
122 Empréstimo de Manuais Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 000 78 000
1.3 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 393 150 11 393 150
131 Formação do Pessoal Docente e não Docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 750 245 750
132 Apoio social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 147 400 11 147 400
1.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Instituições de Ensino Privado . . . 5 129 045 5 129 045
141 Apoiar o desenvolvimento do ensino profissional e as instituições de ensino privado . . . . . 4 145 975 4 145 975
142 Escola Profissional das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 983 070 983 070
1.5 Tecnologias da Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 656 937 656 937
151 Projectos inerentes à utilização das Tecnologias de lnformação e Comunicação . . . . . . . . . . 656 937 656 937
1.7 Projectos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 962 364 962
171 Avaliação do Sistema Educativo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 990 72 990
173 Projectos de lnovação Pedagógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 972 291 972
5 Desenvolvimento Desportivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 390 900 12 248 900 1 142 000
5.1 Instalações e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 953 615 1 813 615 140 000
511 Apoio à Construção e Beneficiação de Instalações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 770 170 770
512 Parque Desportivo de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 481 700 481 700
513 Parque Desportivo da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 340 270 340
514 Parque Desportivo do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 680 250 680
515 Modernização, Acessibilidades e Apetrechamento de Instalações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 150 49 150 140 000
516 Apoio à Construção e Beneficiação de Pavilhões Desportivos e Sedes de Clubes e Associações
Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465 975 465 975
517 Requalificação do Estádio de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 000 50 000
518 Requalificação do Polidesportivo do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 000 75 000
5.2 Actividades Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 865 800 6 689 800 176 000
521 Apoio a Clubes por Utilização de Atletas Formados na Região Autónoma dos Açores . . . . . 176 950 176 950
522 Desporto Escolar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375 570 315 570 60 000
523 Alta Competição, Prémios de Classificação e Subidas de Divisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265 430 265 430
524 Actividade Física e Desportiva Adaptada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 730 131 730 16 000
525 Apoio à Participação em Quadros Competitivos Nacionais e Série Açores . . . . . . . . . . . . . . 2 950 910 2 850 910 100 000
526 Apoio às actividades das associações desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 949 210 2 949 210
5.3 Promoção e Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 571 485 3 745 485 826 000
531 Congressos e Seminários, Estudos e Investigação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 745 14 745
532 Estrutura Técnica Associativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540 670 540 670
533 Eventos desportivos, promoção e formação na área do desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 174 990 348 990 826 000
534 Jogos das Ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
535 Escolinhas do Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 090 285 090
536 Actividades de Treino e Competição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 760 2 162 760
537 Actividade Física e Desportiva dos Adultos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 061 059 52 041 059 3 020 000
12 Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comunicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 120 839 14 120 839
12.1 Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 453 487 12 453 487
12 1 1 Apoio a instituições de investigação científica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 001 341 1 001 341
86 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
12 1 2 Projectos de Investigação científica com interesse para o desenvolvimento sustentável dos
Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 383 577 383 577
12 1 3 Apoio à Formação Avançada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 459 859 1 459 859
12 1 4 Apoio a infra-estruturas de divulgação científica e tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 620 486 620
12 1 5 Iniciativas de I&D de contexto empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 362 937 3 362 937
12 1 6 Desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 953 800 4 953 800
12 1 7 Apoio à integração dos cidadãos portadores de deficiência na Sociedade do Conhecimento 245 003 245 003
12 1 8 Apoio ao Desenvolvimento Tripolar da Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 380 442 380
12 1 9 Construções Universitárias da Terceira e da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 970 117 970
12.2 Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 788 320 788 320
12 2 1 Melhoria dos Sistemas lnformáticos da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 770 262 770
12 2 2 Sistemas de lnformação e Comunicações da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 525 550 525 550
12.3 Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 010 353 010
12 3 1 Promoção/Divulgação/Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 580 87 580
12 3 2 Estação de Rastreio de Satélites, Estações VLBI e Centro de Monitorização do Atlântico . . . 265 430 265 430
12.4 Cartografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526 022 526 022
12 4 1 Geodesia e Cartografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 770 262 770
12 4 2 Cadastro Predial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
12 4 3 RAEGE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 190 29 190
12 4 4 Projectos Comunitários Transnacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 592 87 592
12 4 5 Informação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
17 Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 424 269 9 424 269
17.1 Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 629 164 629 164
17 1 1 Prontos-Socorros-Médios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 460 147 460
17 1 2 Ambulâncias de Socorro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 074 344 074
17 1 3 Reparação de Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 240 44 240
17 1 4 Aquisição de Equipamento. Fardamento e Mobiliário para as AHBV’s . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 240 44 240
17 1 5 Viaturas de Transporte de Pessoal e Equipamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
17.2 Construção/Remodelação de Infra-Estruturas e Equipamentos dos CB’s . . . . . . . . . . . . 3 627 535 3 627 535
17 2 1 Beneficiação e Reparação de Quartéis das AHBV’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
17 2 2 Construção do Quartel da AHBV’s de Angra do Heroísmo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 527 1 769 527
17 2 3 II Fase do Quartel da Ribeira Grande. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 081 380 1 081 380
17 2 4 Remodelação e Ampliação do Quartel da AHBV’s São Roque do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . 388 316 388 316
17 2 5 Secções Destacadas dos Bombeiros na Vila da Lagoa e Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
17 2 9 Ampliação/Remodelação do Quartel da AHBV’s de Santa Cruz das Flores . . . . . . . . . . . . . . 196 612 196 612
17 2 11 Centro de Formação de Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 240 44 240
17.3 Formação e Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556 660 556 660
17 3 1 Equipamento de Vigilância Sismo-Vulcânica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 650 121 650
17 3 2 Apoios a Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
17 3 3 Estudos de Carácter Científico e Elaboração de Cartas de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 070 70 070
17 3 4 Cooperação Técnico-Científica com a Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 180 175 180
17 3 5 Formação Profissional ao Nível da Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
17 3 6 lnformação. Formação e Sensibilização da População . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 790 43 790
17 3 7 Formação Profissional de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 850 77 850
17.4 Serviço Regional de Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 610 910 4 610 910
17 4 1 Meios e Recursos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 750 14 750
17 4 2 Radiocomunicações do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 796 290 796 290
17 4 3 Meios e Recursos do SRPCBA — Equipamentos para Socorro lmediato . . . . . . . . . . . . . . . 88 480 88 480
17 4 4 Transporte Terrestre de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 686 510 3 686 510
17 4 5 Projecto de Cooperação Transnacional — MAC 2007-2013 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 960 19 960
17 4 6 Fundo de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 920 4 920
18 Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipamentos Colectivos . . . . . . . . . . . 31 515 951 28 495 951 3 020 000
18.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 104 557 2 104 557
18 1 1 Variante à ER 1-1ª, em Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 600 000 1 600 000
18 1 2 Estrada dos Arrastadouros — Variante à ER 1-1ª na Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 247 334 247
18 1 3 Variante à Vila das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
18 1 5 Construção da Ligação entre a ER 3-2ª e a ER 4-2ª, na Ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
18 1 6 Variante à Cidade da Horta — 2ª Fase . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
18 1 7 Construção do Acesso à Escola de Água de Pau — Lagoa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
18.2 Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 671 062 13 671 062
18 2 1 Beneficiação e Pavimentação de ER em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 494 319 494
18 2 2 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Miguel 2 359 368 2 359 368
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 87
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
18 2 3 Reabilitação da Rede Viária da Ilha de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 786 460 786 460
18 2 4 Beneficiação e pavimentação de ER na Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 191 221 191
18 2 5 Pav. ER 1-1ª entre a Cruz das Cinco Ribeiras (à Cruz) e S. Barbara (às Bombas) . . . . . . . . . 245 767 245 767
18 2 6 Beneficiação e Pavimentação de ER na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 835 608 835 608
18 2 7 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 007 650 1 007 650
18 2 8 Beneficiação e Pavimentação de ER no Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 190 221 190
18 2 9 Beneficiação e Pavimentação de ER no Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
18 2 10 Beneficiação e Pavimentação de ER nas Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 539 052 3 539 052
18 2 11 Beneficiação e Pavimentação de ER no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 228 393 228
18 2 12 Requalificação Viária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 300 600 1 300 600
18 2 13 Qualificação do Parque de Máquinas da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 794 810 794 810
18 2 14 Calamidades nas Estradas Regionais da RAA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 548 334 1 548 334
18.3 Construção e Reabilitação de Miradouros e Zonas de Lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 156 092 1 156 092
18 3 1 Construção e Reabilitação de Miradouros e Zonas de Lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 682 192 682
18 3 2 Integração Paisagística da Rede viária Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 963 410 963 410
18.4 SPRHI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
18 4 1 Contratos Programas — Rede Viária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 540 491 540
18 4 2 Aquisição de Terrenos de Obras a cargo da SPRHI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 300 98 300
18.5 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 870 905 2 850 905 3 020 000
18 5 1 Serviço de Transporte Colectivo na Ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500 000 500 000
18 5 2 Serviço de Transporte Colectivo de Passageiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 530 1 769 530
18 5 3 Actualização dos Equipamentos e Softwares de Viação e Trânsito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 300 98 300
18 5 4 Estudo e Introdução de Tecnologia Híbrida no Transporte de Passageiros . . . . . . . . . . . . . . . 491 535 491 535
18 5 5 SIRIART . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 520 000 1 520 000
18 5 6 Sinalização da Rede Viária Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800 000 800 000
18 5 7 Implementação de Tarifas Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 540 491 540
18 5 8 Serviço de Transporte Colectivo na ilha de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 000 200 000
18.6 Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 664 120 2 664 120
18 6 1 Apoios a diversas entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 664 120 2 664 120
18.7 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 145 885 5 145 885
18 7 1 Beneficiação e Remodelação das Instalações da SRCTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 507 520 507 520
18 7 2 Beneficiações no Palácio da Conceição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 960 466 960
18 7 3 Beneficiações no Palácio de Santana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 933 920 933 920
18 7 4 Palácio dos Capitães Generais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 960 466 960
18 7 5 Jardim dos “Maroiços” na Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326 870 326 870
18 7 6 Diversas reparações em edifícios públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 690 46 690
18 7 10 Beneficiação das Instalações da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores 326 870 326 870
18 7 11 Remodelação do Edifício do Antigo Conservatório da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 175 280 175
18 7 12 Edifício dos Paços da Junta Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 933 920 933 920
18 7 13 Melhoria das Acessibilidades dos Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 920 192 920
18 7 14 Remodelação do Edifício da Rua Mãe de Deus da DR Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 569 690 569 690
18 7 15 Reconstrução de um edifício da ALRAA, em Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93 390 93 390
18.8 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 270 274 270
18 8 1 Parede de Reação do LREC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 290 41 290
18 8 2 Manutenção de Infraestruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 540 26 540
18 8 3 Aquisição de Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186 780 186 780
18 8 4 Sistema de Qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 660 19 660
18.9 Divulgação e Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 220 39 220
18 9 1 Divulgação e Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 220 39 220
SRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 356 091 120 504 933 93 851 158
10 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 798 311 31 798 311
10.1 Promoção Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 144 564 22 144 564
10 1 1 Estudos e Concertação da Política de Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 662 48 662
10 1 2 lnformação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
10 1 3 Eventos Promocionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 160 177 160
10 1 4 Viagens Educacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 408 221 408
10 1 5 Materiais de Promoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 972 291 972
10 1 6 Campanhas Publicitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 308 042 21 308 042
10.2 Oferta e Animação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 617 486 617
10 2 1 Estruturas físicas de apoio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 650 194 650
10 2 2 Animação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
10 2 3 Qualificação dos Percursos Pedestres e de Outros Produtos Turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 647 194 647
88 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
10.3 Investimentos Estratégicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 167 130 9 167 130
10 3 1 Iniciativas Diversas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 714 560 7 714 560
10 3 2 Centro Cultural e de Congressos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 884 760 884 760
10 3 3 Desenvolvimento dos Recursos Termais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 770 245 770
10 3 5 Termas do Varadouro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 730 73 730
10 3 6 Projecto da Marina da Barra e Requalificação da Zona Envolvente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198 310 198 310
10 3 7 Requalificação da Baía João Câncio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 000 50 000
11 Fomento da Competitividade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 611 594 41 986 594 9 625 000
11.1 Sistemas de Incentivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 855 675 30 855 675
11 1 1 Sistemas de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 203 420 29 203 420
11 1 2 Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo — Empreende Jovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 535 491 535
11 1 3 Sistema de Apoio à Promoção de Produtos Açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 983 770 983 770
11 1 4 Sistema de Incentivos ao Artesanato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176 950 176 950
11.2 Apoio ao Empreendedorismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
11 2 1 Dinamização do Espírito Empreendedor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
11.3 Qualidade e Inovação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 340 270 340
11 3 1 Dinamização do Sistema Tecnológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 730 73 730
11 3 2 Promoção da Qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 610 196 610
11.4 Apoio à Actividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 744 929 10 119 929 9 625 000
11 4 1 Valorização dos Recursos Geológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
11 4 2 Divulgação das Potencialidades Económicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
11 4 3 Mobilização da Iniciativa Empresarial e Captação de Investimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 235 719 1 235 719
11 4 4 Informações ao Investidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
11 4 5 Apoio ao Cooperativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 580 24 580
11 4 6 Estudos e Projectos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 370 89 370
11 4 7 Apoio ao Desenvolvimento da Actividade Económica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 904 720 8 279 720 9 625 000
11.5 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 519 060 519 060
11 5 1 Aperfeiçoamento e Inovação dos Saberes Tradicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 410 34 410
11 5 2 Divulgação, Promoção e Comercialização das Artes e Ofícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 960 466 960
11 5 3 Certificação e Protecção dos Produtos e Serviços Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 690 17 690
11.6 Microcrédito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 050 113 050
11 6 1 Regime de Apoio ao Microcrédito Bancário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 050 113 050
11.7 Instalações e Equipamentos da Secretaria Regional da Economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
11 7 1 Equipamentos da Secretaria Regional da Economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
19 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 607 884 15 191 726 49 416 158
19.1 Tráfego de Passageiros Inter-Ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 622 960 10 076 460 11 546 500
19 1 1 Apoio ao transporte marítimo de passageiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 634 000 9 929 000 10 705 000
19 1 3 Construção do Terminal de Cruzeiros do Porto de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 988 960 147 460 841 500
19.2 Infra-Estruturas e Equipamentos Portuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 595 666 4 726 008 37 869 658
19 2 1 Requalificação do Porto da Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 869 180 102 480 766 700
19 2 2 Recreio Náutico e Edifício no Porto das Flores e Trabalhos Marítimos no Corvo . . . . . . . . . 194 638 194 638
19 2 3 Reordenamento e Requalificação da Baía da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 787 890 1 167 890 11 620 000
19 2 4 Requalificação do Porto da Calheta de S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259 694 32 770 226 924
19 2 6 Reordenamento do Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 103 140 973 140 9 130 000
19 2 7 Reordenamento do Porto de S. Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
19 2 8 Reordenamento e Ampliação do Porto de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 657 310 97 310 560 000
19 2 9 Aquisição de diversos equipamentos de apoio à exploração portuária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 915 330 715 330 4 200 000
19 2 10 Diversas obras nos portos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 629 054 763 020 9 866 034
19 2 11 Reordenamento do Porto das Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 772 500 272 500 1 500 000
19 2 12 Plano Integrado de Reordenamento da Baía de Angra — II Fase . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 397 200 397 200
19.3 Dinamização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 258 389 258
19 3 1 Desenvolvimento de Sistemas de Apoio à Monitorização nos Portos dos Açores . . . . . . . . . 389 258 389 258
20 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 338 302 31 528 302 34 810 000
20.1 Infra-Estruturas e Equipamentos Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 525 222 6 715 222 34 810 000
20 1 1 Aeroporto da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 981 570 486 570 495 000
20 1 2 Aeródromo da Ilha de São Jorge. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 300 746 2 627 746 2 673 000
20 1 3 Aeródromo da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 588 942 291 942 297 000
20 1 4 Aeródromo da Ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 981 570 486 570 495 000
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 89
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
20 1 5 Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 822 394 2 822 394
20 1 7 Handlings das Escalas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750 000 750 000
20 1 8 Espaços Comercializáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 000 250 000
20 1 9 Equipamentos da Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 500 000 11 500 000
20 1 10 Infra-estruturas para Sistemas de Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 850 000 850 000
20 1 11 Renovação da Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 500 000 17 500 000
20.2 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 750 2 162 750
20 2 1 Gestão dos Aeródromos da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 750 2 162 750
20.3 Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 610 610 22 610 610
20 3 1 Concessão das Rotas lnter-llhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 610 610 22 610 610
20.4 Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
20 4 1 Apoio a Acções de Dinamização do Transporte Aéreo nos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
SRTSS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 334 468 51 012 968 88 321 500
2 Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 378 720 4 057 220 86 321 500
2.1 Emprego e Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 378 720 4 057 220 86 321 500
211 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 891 000 891 000 63 000 000
213 Programas de Estágios Profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 891 000 891 000 6 000 000
214 Programas de Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 680 000 1 980 000 16 700 000
215 Adequação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 000 30 000
216 Defesa do Consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 000 89 000
217 Estudos, Projectos e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178 650 34 650 144 000
218 Inspecção Regional do Trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377 500 377 500
2 1 10 Plano Regional de Combate ao Trabalho Precário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 570 141 570 100 000
13 Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 578 518 23 578 518 2 000 000
13.1 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 643 878 7 643 878
13 1 1 Construção de lar nos Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 1 3 Remodelação e adaptação de edifício para lar de idosos na Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . 725 148 725 148
13 1 4 Criação de Lar de Idosos na Calheta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 064 447 2 064 447
13 1 7 Programa de incentivos à iniciativa privada lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 780 262 780
13 1 8 Projecto de implementação da rede de cuidados continuados dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . 973 240 973 240
13 1 9 Criação, Melhoramentos e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio aos Idosos 97 320 97 320
13 1 10 Construção de Lar de Idosos no Pico da Pedra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 228 393 228
13 1 11 Construção de lar de Idosos e Centro de Dia em Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 966 140 1 966 140
13 1 12 Criação de centro de dia, centro de convívio e serviço de apoio domiciliário no Porto Judeu 147 460 147 460
13 1 13 Construção de lar de idosos em São Brás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 565 265 565 265
13 1 14 Adaptação de edifício a centro de dia e apoio ao domicílio das Cinco Ribeiras . . . . . . . . . . . 19 470 19 470
13 1 15 Construção de edifício para centro de convívio de idosos e atelier de tempos livres no Posto
Santo, Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 400 283 400
13 1 16 Criação de centro de dia na Urzelina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
13.2 Apoio à Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 509 481 3 509 481
13 2 1 Construção de edifício para creche em Vila Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 232 393 232
13 2 2 Construção novo edifício para creche em Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 884 759 884 759
13 2 3 Construção de creche e atelier de tempos livres nos Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 005 120 1 005 120
13 2 4 Construção de edifício para creche e serviço de apoio domiciliário nas Capelas . . . . . . . . . . 884 763 884 763
13 2 9 Construção edifício p/creche, jardim e centro de actividades ocupacionais em Sta. Cruz da
Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 307 98 307
13 2 13 Programa de incentivos à iniciativa privada lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 2 15 Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à infância e
juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
13 2 17 Remodelação e ampliação de edifício para criação de novo equipamento de creche na
Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 2 18 Construção de edifício para creche, centro de dia e Casa do Povo na Maia . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 619 609 1 619 609
13 3 3 Construção de centro de actividades ocupacionais da Ribeira Grande . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 376 299 1 376 299
13 3 5 Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à deficiência 145 990 145 990
13 3 7 Criação de lar residencial para cidadãos portadores de deficiência nos Valados, Ponta Del-
gada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 320 97 320
13.4 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 739 860 9 739 860 2 000 000
13 4 1 Programa de Alargamento dos Equipamentos Sociais dos Açores — PARESA . . . . . . . . . . . 2 078 650 78 650 2 000 000
13 4 2 COMPAMID. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 296 800 2 296 800
13 4 3 Investimentos de capital para Segurança Social na Região dos Açores (CGFSS). . . . . . . . . . 174 650 174 650
13 4 4 Construção de edifício para serviços de Segurança Social e Casa do Povo — Achadinha . . . 9 730 9 730
90 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
13 4 8 Estudos, Projectos, Conferências e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
13 4 10 Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipamentos de apoio à Comunidade
e dos Serviços de Segurança Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
13 4 12 Promoção da qualidade da Rede de Serviços e Equipamentos Sociais na RAA . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
13 4 13 Adequação tecnológica dos serviços da Segurança Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 330 24 330
13 4 14 Fundo de Compensação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 000 000 7 000 000
13.5 Igualdade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 065 690 1 065 690
13 5 1 Promoção do Princípio da Igualdade de Oportunidades para Todos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 460 242 460
13 5 2 Disseminação da perspectiva da Igualdade de Género e promoção de medidas facilitadoras
da conciliação da pessoal com a vida profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 800 43 800
13 5 3 Combater e prevenir a violência e atitudes descriminatórias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 620 486 620
13 5 4 Potenciar a inclusão social e consequente mobilidade social de grupos mais vulneráveis. . . 175 180 175 180
13 5 5 Igualdade de Oportunidades para pessoas com deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 170 98 170
13 5 6 Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios, equipamentos e serviços da DRIO . . . 19 460 19 460
14 Habitação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 377 230 23 377 230
14.1 Incentivos à Construção e Aquisição de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 394 330 4 394 330
14 1 1 Apoio à Construção, Ampliação e Alteração de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 380 442 380
14 1 2 Apoio à Aquisição de Habitação Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 786 460 786 460
14 1 3 Aquisição de Solos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
14 1 4 Apoio ao Arrendamento a Famílias Carenciadas e Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
14 1 6 Operações de Loteamento e Obras de Urbanização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 080 344 080
14 1 7 Reabilitação de Infra-estruturas Habitacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 610 196 610
14 1 8 Contrato Programa com a SPRHI, SA — Sismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 966 140 1 966 140
14.2 Recuperação do Parque Habitacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 440 750 3 440 750
14 2 1 Programa de Reabilitação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 278 000 1 278 000
14 2 2 Apoio à Recuperação do Parque Habitacional Autárquico — Colaboração com Autarquias 491 530 491 530
14 2 3 Recuperação do Parque Habitacional Social da RAA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 519 840 519 840
14 2 4 Apoio à Recuperação de Imóveis Afectados por Térmitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491 540 491 540
14 2 5 Reconstrução de Habitação — Administração Directa — Sismos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442 380 442 380
14 2 6 Programa de Requalificação Habitacional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217 460 217 460
14.3 Promoção de Habitação para Realojamentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 885 880 14 885 880
14 3 1 Acordos de Colaboração RAA/IHRU — PROHABITA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 915 350 4 915 350
14 3 2 Cooperação com Autarquias — Acordos Colaboração RAA/IHRU,I.P./Municípios . . . . . . . 1 376 300 1 376 300
14 3 3 Salvaguarda Habitacional de Famílias em Situação de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
14 3 4 Acordos de Colaboração RAA/IHRU,I.P — PROHABITA em Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . 1 474 600 1 474 600
14 3 5 Cooperação com Autarquias — Acordos RAA/IHRU,I.P./Município da Ribeira Grande, em
Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
14 3 7 Resolução de Situações de Grave Carência Habitacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445 500 445 500
14 3 8 Cooperação com Autarquias — Contratos ARAAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 874 020 874 020
14 3 9 Contratos Programa com a SPRHI, S. A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 915 350 4 915 350
14.4 Equipamentos Públicos, Adequação Tecnológica e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 656 270 656 270
14 4 1 Requalificação do Edifício e Equipamentos para a DRH . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
14 4 2 Adequação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
14 4 4 Observatório Sócio-Habitacional dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 620 287 620
14 4 5 Reabilitação de Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 190 221 190
SRES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 875 209 29 875 209
15 Desenvolvimento de Infra-Estruturas e do Sistema de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 875 209 29 875 209
15.1 Construção de Novas Infra-Estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 317 591 8 317 591
15 1 1 Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 890 121 890
15 1 2 Centros de Saúde de Sta. Cruz da Graciosa, Madalena e Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 190 781 8 190 781
15 1 3 Centro de Radioterapia dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 920 4 920
15.2 Remodelação, Ampliação e Beneficiação de Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 274 941 5 274 941
15 2 1 Remodelação e Ampliação de Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 128 971 5 128 971
15 2 2 Beneficiação de Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 970 145 970
15.3 Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 313 875 1 313 875
15 3 1 Equipamentos para Unidades de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 918 875 918
15 3 3 Emergência Médica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 957 437 957
15.4 Formação e Iniciativas em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 478 662 14 478 662
15 4 1 Actualização de Profissionais de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 830 875 830
15 4 2 Plano Regional de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 91
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
15 4 3 Prevenção e Tratamento de Comportamentos de Risco 2 555 982 2 555 982
15 4 4 Projecto de Implementação e Operacionalização da Rede de Cuidados Continuados e Palia-
tivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 181 080 1 181 080
15 4 5 Projecto de implementação e operacionalização da melhoria de acessibilidade ao SRS . . . . 1 671 220 1 671 220
15 4 6 Políticas de saúde materna, planeamento familiar e incentivo à natalidade. . . . . . . . . . . . . . . 393 230 393 230
15 4 7 Parcerias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 660 19 660
15 4 8 Promoção da qualidade dos serviços e de captação e qualificação de profissionais de saúde 19 660 19 660
15 4 9 Vale Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 080 344 080
15 4 10 Plano Regional de Vacinação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 179 690 1 179 690
15 4 11 Planos de Contingência — Saúde Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 830 9 830
15 4 12 Deslocação de Doentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 921 190 5 921 190
15 4 13 Política do Medicamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 290 12 290
15.5 Tecnologias de Informação na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 490 140 490 140
15 5 1 Sistemas de lnformação da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 490 140 490 140
SRAF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 169 455 73 657 796 93 511 659
7 Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 080 984 65 719 704 66 361 280
7.1 Melhoria e Desenvolvimento de Infra-estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 531 730 28 731 730 26 800 000
711 Restruturação Fundiária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387 600 87 600 300 000
712 Abastecimento de Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 583 950 583 950 12 000 000
713 Caminhos Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 583 950 583 950 10 000 000
714 Electrificação Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 083 950 583 950 4 500 000
715 Caminhos Rurais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 352 820 5 352 820
716 Infra-estruturas Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 770 262 770
717 Infra-estruturas dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 970 291 970
718 Infra-estruturas Fitossanitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 598 140 598 140
719 Infra-estruturas Veterinárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 635 286 10 635 286
7 1 10 Infra-Estruturas de Abate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 459 860 1 459 860
7 1 11 Parques de Exposições Agro-Comerciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 998 254 6 998 254
7 1 12 Estudos e Tecnologias de Informação e Comunicação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394 120 394 120
7 1 13 Sistema de Informação Geográfica da Agricultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 930 38 930
7 1 14 Melhoramento das Infra-estruturas de Abate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 860 130 860 130
7.2 Modernização das Explorações Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 722 067 19 827 454 16 894 613
721 Sanidade Animal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 690 110 4 490 110 1 200 000
722 Sanidade Vegetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 788 330 788 330
723 Melhoramento Animal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700 730 700 730
724 Experimentação e Divulgação Agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 508 520 1 508 520
725 Valorização e Qualificação Profissional Agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 654 039 654 039
726 Vulgarização e Extensão Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 388 690 1 388 690
727 Serviços de Gestão e Aconselhamento Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 399 836 97 320 302 516
728 Apoio ao lnvestimento nas Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 258 544 5 831 580 11 426 964
729 Diversificação Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 150 663 435 530 715 133
7 2 10 Acompanhamento das lntervenções Comunitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 564 415 564 415
7 2 11 Resgate da Quantidade de Referência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 937 380 1 937 380
7 2 12 Reforma Antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 691 930 441 930 3 250 000
7 2 13 lncentivo à Compra de Terras Agrícolas (SICATE / RICTA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 441 930 441 930
7 2 14 Apoio às Organizações de Produtores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 546 950 546 950
7.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 827 187 17 160 520 22 666 667
731 Apoio à lndústria Agro-alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 613 147 1 946 480 22 666 667
732 Apoio ao Escoamento de Produtos na lndústria Agro-Alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 333 890 3 333 890
733 Regularização de Mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 173 610 10 173 610
734 Qualidade e Certificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 632 600 632 600
735 Promoção de Produtos Açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 073 940 1 073 940
8 Valorização do Mundo Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 088 471 7 938 092 27 150 379
8.1 Melhoria da Qualidade de Vida e Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . . . . . . . . 9 392 749 2 242 370 7 150 379
811 Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 190 607 583 940 2 606 667
812 Medidas Florestais de Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 324 092 780 380 4 543 712
813 Fomento e Gestão dos Recursos Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 878 050 878 050
8.2 Preservação e Valorização do Ambiente e da Paisagem Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 695 722 5 695 722 20 000 000
821 Manutenção da actividade agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 734 310 1 734 310 10 000 000
822 Pagamentos Agro-ambientais e Natura 2000 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 744 530 1 744 530 10 000 000
823 Uso Múltiplo da Floresta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 857 952 1 857 952
824 Formação e lnformação Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358 930 358 930
92 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
SRAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 780 901 63 780 901 9 000 000
9 Modernização das Infra-Estruturas e da Actividade da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 497 890 20 497 890 9 000 000
9.1 Inspecção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 032 230 1 032 230
911 Fiscalização e lnspecção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 480 88 480
912 Cooperação com o DOP/IMAR/OMA e Outras entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 796 290 796 290
913 Congressos e Exposições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 150 49 150
915 Sistema de Acompanhamento Electrónico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 310 98 310
9.2 Infra-Estruturas Portuárias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 580 200 7 580 200 2 000 000
921 Portos da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 960 114 960
922 Programa de apoio à actividade marítimo-portuária no sector das pescas . . . . . . . . . . . . . . . . 2 850 903 2 850 903
923 Protocolos com Associações do Sector . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 770 245 770
924 Cooperação com Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 476 88 476
925 Cooperação com a Direcção de Faróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 130 60 130
926 Programa Regional de requalificação e ampliação dos portos de pesca. . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 482 659 3 482 659 2 000 000
927 Ampliação, Reordenamento e Beneficiação do Porto de Rabo de Peixe e Zonas Envolventes 737 302 737 302
9.3 Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 008 090 8 008 090
931 Plano Regional de Renovação da FROTA de PESCA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 398 420 5 398 420
932 FUNDOPESCA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 920 294 920
933 Regime de Apoio à Motorização das Embarcações de Pesca Local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 220 45 220
934 Regime de apoio à redução dos custos na actividade da pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 530 1 769 530
935 Regime de apoio à segurança no trabalho a bordo da frota de pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500 000 500 000
9.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 460 140 2 460 140
941 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 660 19 660
942 Mercados e Comercialização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 910 353 910
943 Transformação e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 769 530 1 769 530
944 Apoio ao Desenvolvimento de Pescarias de Profundidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 360 66 360
945 Regime de Compensação ao Escoamento dos Produtos da Pesca das Ilhas de Sta. Maria, Pico,
Graciosa, S. Jorge, Flores e Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 680 250 680
9.5 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 435 150 435 150
951 Divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 580 24 580
952 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 250 371 250
953 Estruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 320 39 320
9.6 Programa Regional de Desenvolvimento do Sector das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 982 080 982 080 7 000 000
961 Apoio ao investimento no âmbito dos projectos FEP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 982 080 982 080 7 000 000
16 Ordenamento do Território, Qualidade Ambiental e Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 283 011 43 283 011
16.1 Ordenamento do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 946 687 11 946 687
16 1 1 Revisão, Elaboração e Implementação do PROTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 521 126 521
16 1 2 Plano e Gestão de Zonas Costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 979 218 979
16 1 3 Planeamento e Gestão de Bacias Hidrográficas de Lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 110 602 5 110 602
16 1 5 Caracterização e Definição de Condicionantes de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 985 145 985
16 1 6 Acções de acompanhamento, divulgação, sensibilização e apoio à tomada de decisões . . . . 29 190 29 190
16 1 7 Requalificação e Protecção Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 315 410 6 315 410
16.2 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 112 619 5 112 619
16 2 1 Implementação da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16 2 2 Implementação da Directiva das Águas Subterrâneas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 930 85 930
16 2 3 Rede de Monitorização Hidrometeorológica Automática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 941 338 941
16 2 4 Monitorização da qualidade das águas interiores, de transição e costeiras . . . . . . . . . . . . . . . 369 831 369 831
16 2 5 Monitorização da Qualidade das Águas Balneares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 127 68 127
16 2 6 Controlo da eutrofização das lagoas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 309 243 309
16 2 7 Prevenção e análise de risco de cheias e deslizamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 660 147 660
16 2 8 Requalificação e Protecção de Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 664 191 3 664 191
16.3 Sistemas de Informação, Divulgação e Apoio à Decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211 180 211 180
16 3 1 Infra-estrutura informática e de comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 310 97 310
16 3 2 Sistema regional de informação georreferenciada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 870 113 870
16.4 Modernização dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 920 38 920
16 4 1 Formação e Modernização dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
16 4 2 Estratégia e Planeamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
16 4 3 lnformação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 730 9 730
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011 93
Euros
Objectivo/Programa/Projecto/Acção Investimento Plano Outros Fundos
16.5 Conservação da Natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 985 407 1 985 407
16 5 1 Biodiversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330 901 330 901
16 5 2 Erradicação de Organismos Invasores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 972 291 972
16 5 7 Jardins Botânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 944 583 944
16 5 9 Parque Natural dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778 590 778 590
16.6 Património Mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 890 583 890
16 6 1 Gestão da Paisagem Protegida da Vinha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 780 116 780
16 6 2 Regime de Incentivos da Paisagem Protegida da Vinha do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 398 990 398 990
16 6 3 Plano de Intervenção da Montanha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
16 6 4 Gestão do Parque Natural da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
16.7 Avaliação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479 603 479 603
16 7 1 Relatório do Estado do Ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19 460 19 460
16 7 2 Regime Legal de Poluição Sonora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 590 7 590
16 7 3 Avaliação do Impacte Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 600 14 600
16 7 4 Rede de Monitorização, Informação e Gestão Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 296 389 296
16 7 7 Monitorização de Áreas Ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 657 48 657
16.8 Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 226 318 17 226 318
16 8 1 Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 970 145 970
16 8 2 Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 031 688 17 031 688
16 8 3 Remoção de Passivos Ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 660 48 660
16.9 Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 705 087 2 705 087
16 9 1 lnformação, Sensibilização e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 942 291 942
16 9 2 Rede Regional de Ecotecas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 517 274 517 274
16 9 3 Centros de Interpretação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 411 197 1 411 197
16 9 4 Jardins Históricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 484 674 484 674
16.10 Utilização Racional de Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 630 900 1 630 900
16 10 1 Agência Regional de Energia e Ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 010 70 010
16 10 2 Estudos e Projectos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 100 140 100
16 10 3 PROENERGIA — Sistema de incentivos à produção de energia a partir de fontes renová-
veis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 260 389 260
16 10 4 Apoio ao Desenvolvimento de um Sistema Sustentável de Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16 10 5 Implementação do Sistema de Certificação Energética de Edifícios — SCE . . . . . . . . . . . . 175 160 175 160
16 10 6 Desenvolvimento do Programa para a Mobilidade Eléctrica dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . 175 170 175 170
16 10 7 Apoio à Promoção da substituição da Utilização de Gases Liquefeitos — Corvo . . . . . . . . . 486 570 486 570
16.11 Serviço Público e Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 875 830 875 830
16 11 1 Pagamento da iluminação Pública das Vias Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 570 486 570
16 11 2 Electrificação de Fajãs — S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 260 389 260
16.12 Instalação e Equipamento da Direcção Regional da Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16 12 1 Obras e Aquisição de Equipamentos para as lnstalações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 630 194 630
16.13 Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 940 291 940
16 13 1 Estratégia para o Desenvolvimento e Sustentabilidade do Mar dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . 291 940 291 940
Desagregação Espacial 94
Objectivo/Programa/Projecto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
Total. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 803 660 238 103 186 158 509 458 33 877 560 54 025 545 66 187 071 67 943 547 32 522 203 6 425 421 108 923 775 801 321 424
Melhoraras Qualificações e as Competências dosAçorianos 8 547 704 67 381 338 41 345 311 6 816 685 16 222 306 14 409 383 13 036 845 7 671 726 1 250 077 12 041 510 188 722 886
1 Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais e
do Sistema Educativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540 751 29 597 422 6 993 351 712 416 7 716 365 4 250 824 2 237 633 1 014 568 19 972 2 142 909 55 226 211
1.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 444 21 566 171 2 768 748 14 109 6 903 059 3 429 813 1 270 682 165 414 6 568 686 509 36 903 517
1.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 616 393 232 188 752 778 600
1.3 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350 000 4 400 000 2 750 000 600 000 715 000 740 400 790 000 800 000 2 000 245 750 11 393 150
1.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Insti-
tuições de Ensino Privado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 306 3 434 636 1 081 371 98 306 98 306 80 611 176 952 49 153 11 404 5 129 045
1.5 Tecnologias da Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . 656 937 656 937
1.7 Projectos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 962 364 962
2 Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor . . . 5 622 185 24 633 397 22 365 030 5 770 068 7 943 398 7 997 603 8 065 361 5 714 286 1 034 822 1 232 570 90 378 720
2.1 Emprego e Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 622 185 24 633 397 22 365 030 5 770 068 7 943 398 7 997 603 8 065 361 5 714 286 1 034 822 1 232 570 90 378 720
3 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 551 563 1 384 253 900 484 21 627 38 339 139 929 96 340 16 712 8 356 1 261 854 5 419 457
3.1 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 551 563 1 384 253 900 484 21 627 38 339 139 929 96 340 16 712 8 356 1 261 854 5 419 457
4 Património e Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . 396 214 8 806 481 8 652 404 183 903 347 901 1 072 291 1 778 088 527 863 98 307 905 779 22 769 231
4.1 Dinamização de Actividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . 82 631 1 075 438 562 796 62 987 85 615 105 266 153 460 48 224 492 913 2 669 330
4.2 Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cul-
tural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 583 7 731 043 8 089 609 120 916 262 286 967 025 1 624 628 479 639 98 307 412 866 20 099 901
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
5 Desenvolvimento Desportivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 436 991 2 959 785 2 434 043 128 671 176 303 948 735 859 423 398 298 88 619 4 960 032 13 390 900
5.1 Instalações e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 384 650 860 613 133 271 379 75 000 277 859 1 953 615
5.2 Actividades Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 883 1 084 456 992 297 48 591 74 523 613 847 290 544 19 087 13 619 3 561 953 6 865 800
5.3 Promoção e Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 724 1 224 469 828 614 80 080 101 780 334 888 297 500 379 211 1 120 220 4 571 485
6 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 538 367 1 538 367
6.1 Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 395 827 1 395 827
6.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 540 142 540
Promover o Crescimento Sustentado da Economia . . . 9 869 672 86 724 113 77 990 600 11 414 517 15 341 140 16 223 486 14 669 516 9 811 145 1 852 295 50 301 605 294 198 089
7 Aumento da Competitividade dos Sectores Agrícola e
Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 934 206 41 680 203 45 234 467 5 016 240 6 911 912 6 160 158 5 035 606 4 349 567 898 974 12 859 650 132 080 984
7.1 Melhoria e Desenvolvimento de Infra-estruturas . . . . . . . 2 434 981 15 120 205 23 058 757 2 552 577 3 381 781 2 092 297 1 791 575 2 108 558 374 023 2 616 976 55 531 730
7.2 Modernização das Explorações Agrícolas e Florestais . . . 1 207 588 11 303 038 12 768 683 1 309 964 2 472 884 1 418 080 1 148 120 1 062 496 169 249 3 861 965 36 722 067
7.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . 291 637 15 256 960 9 407 027 1 153 699 1 057 247 2 649 782 2 095 911 1 178 513 355 702 6 380 709 39 827 187
8 Valorização do Mundo Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 363 325 8 915 332 6 263 989 1 427 003 2 447 288 4 149 013 2 165 837 1 475 936 330 146 6 550 601 35 088 471
8.1 Melhoria da Qualidade de Vida e Diversificação da Econo-
mia Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 648 1 659 945 1 073 396 177 953 184 618 241 276 239 545 83 531 20 934 5 540 903 9 392 749
8.2 Preservação e Valorização do Ambiente e da Paisagem Rural 1 192 678 7 255 387 5 190 593 1 249 050 2 262 670 3 907 737 1 926 292 1 392 405 309 212 1 009 698 25 695 722
9 ModernizaçãodasInfra-EstruturasedaActividadedaPesca 486 542 4 031 950 1 979 853 279 456 769 354 1 132 506 1 050 234 275 589 81 739 19 410 667 29 497 890
9.1 Inspecção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 032 230 1 032 230
9.2 Infra-Estruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 064 889 896 116 860 5 908 10 873 67 971 10 873 35 153 5 908 8 393 692 9 580 200
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Objectivo/Programa/Projecto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
9.3 Frota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 346 401 2 292 362 1 491 423 202 082 208 680 736 863 769 678 182 022 9 049 1 769 530 8 008 090
9.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 656 791 968 343 118 53 017 537 753 302 119 226 447 50 136 57 266 19 660 2 460 140
9.5 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 421 57 724 28 452 18 448 12 048 25 553 43 235 8 279 9 515 213 475 435 150
9.6 Programa Regional de Desenvolvimento do Sector das Pescas 7 982 080 7 982 080
10 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 999 301 12 763 542 10 385 410 1 090 535 1 190 440 1 271 015 2 792 860 978 215 326 995 31 798 311
10.1 Promoção Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 813 397 8 180 034 7 069 124 804 622 1 004 679 1 017 940 2 051 935 901 448 301 385 22 144 564
10.2 Oferta e Animação Turística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 721 335 835 68 734 5 977 6 948 14 687 38 381 4 357 977 486 617
10.3 Investimentos Estratégicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 182 4 247 673 3 247 552 279 935 178 812 238 388 702 544 72 410 24 633 9 167 130
11 Fomento da Competitividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 086 299 15 431 471 13 143 811 3 601 283 4 022 145 3 510 793 3 398 874 2 731 838 214 442 2 470 637 51 611 594
11.1 Sistemas de Incentivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 583 537 12 095 751 10 070 962 1 583 930 1 487 520 1 486 489 1 386 784 950 580 210 122 30 855 675
11.2 Apoio ao Empreendedorismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 820 68 820
11.3 Qualidade e Inovação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 554 29 492 19 661 6 554 9 831 22 938 19 661 9 831 145 820 270 340
11.4 Apoio à Actividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 486 874 3 072 873 2 973 748 1 982 499 2 478 124 1 982 499 1 982 499 1 734 686 2 051 127 19 744 929
11.5 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais . . . . 9 334 233 356 79 440 28 301 46 671 18 867 9 930 36 741 4 320 52 100 519 060
11.6 Micro Crédito. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 050 113 050
11.7 Instalações e Equipamentos da Secretaria Regional da Eco-
nomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 720 39 720
12 Ciência, Tecnologia, Sistemas de Informação e Comu-
nicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 901 615 983 070 226 105 9 010 049 14 120 839
12.1 Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores . . . . . . . . . 3 901 615 983 070 226 105 7 342 697 12 453 487
12.2 Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRCTE . . . . . . . . 788 320 788 320
12.3 Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 010 353 010
12.4 Cartografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526 022 526 022
Reforçar a Solidariedade e a Coesão Social. . . . . . . . . . 1 912 746 32 134 175 12 081 289 6 709 126 4 563 293 5 313 836 10 083 029 1 824 321 227 714 3 981 428 78 830 957
13 Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade Social . 797 287 12 012 269 4 846 803 652 556 3 138 675 960 961 1 409 655 386 923 200 157 1 173 233 25 578 518
13.1 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 458 3 217 394 1 846 422 4 915 2 307 753 7 373 252 649 2 458 2 458 7 643 878
13.2 Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 395 690 2 861 640 70 778 103 222 7 373 7 373 58 490 2 458 2 458 3 509 481
13.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . 3 318 1 539 978 29 862 6 636 9 954 9 954 13 272 3 318 3 318 1 619 609
13.4 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . 368 296 4 011 930 2 740 156 514 680 786 069 868 666 1 031 864 351 164 191 924 875 110 11 739 860
13.5 Igualdade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 526 381 327 159 585 23 102 27 526 67 595 53 379 27 526 298 123 1 065 690
14 Habitação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 374 613 12 222 519 4 906 458 660 254 471 172 2 250 730 1 992 626 446 730 2 979 49 150 23 377 230
14.1 Incentivos à Construção e Aquisição de Habitação Pró-
pria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 146 1 341 847 449 083 110 472 100 789 812 522 1 289 162 166 329 2 979 4 394 330
14.2 Recuperação do Parque Habitacional . . . . . . . . . . . . . . . . 116 929 1 433 950 471 322 388 419 211 503 311 153 383 222 124 251 3 440 750
14.3 Promoção de Habitação para Realojamentos . . . . . . . . . . 124 125 8 958 513 3 941 367 148 950 148 950 1 117 125 297 900 148 950 14 885 880
14.4 Equipamentos Públicos, Adequação Tecnológica e Coope-
ração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 412 488 209 44 685 12 412 9 930 9 930 22 342 7 199 49 150 656 270
15 DesenvolvimentodeInfra-EstruturasedoSistemadeSaúde 740 846 7 899 387 2 328 028 5 396 317 953 446 2 102 146 6 680 748 990 668 24 578 2 759 046 29 875 209
15.1 Construção de Novas Infra-Estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . 49 248 1 672 413 24 624 4 881 925 1 636 443 52 937 8 317 591
15.2 Remodelação, Ampliação e Beneficiação de Unidades de
Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 921 49 148 69 260 4 463 4 834 050 23 100 5 274 941
15.3 Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 660 85 579 39 225 419 770 33 121 449 025 71 764 44 730 1 313 875
15.4 Formação e Iniciativas em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 388 566 5 677 114 2 066 757 468 820 519 571 406 962 1 375 810 912 909 23 873 2 638 279 14 478 662
15.5 Tecnologias de Informação na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . 8 110 330 051 81 808 6 347 14 105 21 157 21 862 5 995 705 490 140 95
96
Objectivo/Programa/Projecto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
Gerir com Eficiência o Território Promovendo a Qua-
lidade Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 132 275 51 779 588 26 989 403 6 934 836 14 103 219 30 240 366 30 154 158 11 511 479 2 891 110 28 432 983 215 169 417
16 OrdenamentodoTerritório,QualidadeAmbientaleEnergia 7 494 978 8 552 215 2 350 368 1 855 768 1 661 707 7 380 252 3 852 678 2 077 319 1 498 275 6 559 451 43 283 011
16.1 Ordenamento do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 375 271 6 486 304 369 588 384 503 109 751 277 994 943 277 11 946 687
16.2 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 445 613 632 1 898 357 68 815 2 325 370 5 112 619
16.3 Sistemas de Informação, Divulgação e Apoio à Decisão 211 180 211 180
16.4 Modernização dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 920 38 920
16.5 Conservação da Natureza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 011 213 818 236 920 29 590 216 275 9 929 893 611 49 252 45 811 250 191 1 985 407
16.6 Património Mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 890 583 890
16.7 Avaliação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 630 137 630 204 343 479 603
16.8 Resíduos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 775 501 48 660 1 551 120 614 726 6 324 469 1 905 006 1 551 120 941 317 514 398 17 226 318
16.9 Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 751 857 542 77 461 275 058 71 857 77 461 698 569 130 139 24 577 394 673 2 705 087
16.10 Utilização Racional de Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 486 570 1 144 330 1 630 900
16.11 Serviço Público e Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 260 486 570 875 830
16.12 Instalação e Equipamento da Direcção Regional da Energia 194 630 194 630
16.13 Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 741 46 199 291 940
17 Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 305 794 1 769 527 44 685 44 685 388 316 29 790 246 262 5 595 210 9 424 269
17.1 Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB’s. . . . . . . . . 175 264 44 685 44 685 29 790 49 650 285 090 629 164
17.2 Construção/Remodelação de Infra-Estruturas e Equipamen-
tos dos CB’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 130 530 1 769 527 388 316 196 612 142 550 3 627 535
17.3 Formação e Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556 660 556 660
17.4 Serviço Regional de Protecção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 610 910 4 610 910
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
18 Rede Viária Regional, Transportes Terrestres e Equipa-
mentos Colectivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 793 764 8 071 988 2 367 613 859 938 1 007 650 994 910 1 151 215 4 039 052 393 228 11 836 594 31 515 951
18.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 031 567 24 330 48 660 2 104 557
18.2 Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 494 3 443 728 873 343 835 608 1 007 650 668 040 495 510 3 539 052 393 228 2 095 410 13 671 062
18.3 Construção e Reabilitação de Miradouros e Zonas de Lazer 192 682 963 410 1 156 092
18.4 SPRHI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 589 840 589 840
18.5 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária 200 000 500 000 5 170 905 5 870 905
18.6 Cooperação com Diversas Entidades. . . . . . . . . . . . . . . . . 2 664 120 2 664 120
18.7 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos 2 404 011 1 494 270 326 870 607 045 313 689 5 145 885
18.8 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . 274 270 274 270
18.9 Divulgação e Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 220 39 220
19 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos 1 666 923 8 577 697 5 891 796 1 701 655 4 283 051 18 500 569 19 537 276 3 851 295 208 365 389 258 64 607 884
19.1 Tráfego de Passageiros Inter-Ilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 666 923 3 125 480 3 799 866 520 914 1 236 015 5 634 856 5 117 993 312 548 208 365 21 622 960
19.2 Infra-Estruturas e Equipamentos Portuários . . . . . . . . . . . 5 452 217 2 091 929 1 180 741 3 047 037 12 865 713 14 419 282 3 538 748 42 595 666
19.3 Dinamização dos Transportes Marítimos . . . . . . . . . . . . . 389 258 389 258
20 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos . . . . . . . . . . . 2 176 610 25 271 894 14 610 100 2 472 790 7 106 126 2 976 320 5 583 200 1 297 550 791 242 4 052 470 66 338 302
20.1 Infra-Estruturas e Equipamentos Aeroportuários . . . . . . . 1 412 000 13 852 394 8 950 000 1 936 570 6 450 746 2 231 570 3 200 000 950 000 691 942 1 850 000 41 525 222
20.2 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 162 750 2 162 750
20.3 Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-ilhas . . . . . . . . 764 610 11 419 500 5 660 100 536 220 655 380 744 750 2 383 200 347 550 99 300 22 610 610
20.4 Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos . . . . . . 39 720 39 720
Qualificar a Gestão Pública e a Cooperação . . . . . . . . . 2 341 261 83 972 102 855 2 002 396 3 795 587 1 703 531 204 224 14 166 248 24 400 075
21 Administração Pública, Planeamento e Finanças . . . . . 2 341 261 83 972 102 855 2 002 396 3 795 587 1 703 531 204 224 12 009 648 22 243 475
21.1 Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 735 962 735 962
Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
Objectivo/Programa/Projecto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
21.2 Informação de Interesse Público ao Cidadão. . . . . . . . . . . 3 192 470 3 192 470
21.3 Serviços Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 972 102 855 51 673 238 500
21.4 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . 791 730 791 730
21.5 Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231 030 231 030
21.6 Planeamento e Finanças. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 341 261 2 002 396 3 795 587 1 703 531 204 224 7 006 783 17 053 783
22 Cooperação Externa e Migrações. . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 156 600 2 156 600
22.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651 640 651 640
22.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 420 245 420
22.3 Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 964 020 964 020
22.4 Imigrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 520 295 520
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98 Diário da República, 1.ª série — N.º 3 — 5 de Janeiro de 2011
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