Diário da República, 1.ª série
Decreto-Lei n.º 7/2014
- Data
- 2014-01-01
- Tipo
- Decreto-Lei
Texto integral (94 811 palavras)
Decreto-Lei n.º 7/2014
n.º 78/2013, de 11 de julho de 2013, ambos publicados
no Diário da República, 1.ª série, nº 132, de 11 de julho de 15 de janeiro
de 2013.
Nos termos do artigo II do Protocolo, este entrará em Assegurar um elevado nível de proteção e de assistência
vigor a 26 de dezembro de 2013. aos passageiros dos serviços de transporte marítimo e por
vias navegáveis interiores em todos os Estados-Membros
Direção-Geral de Política Externa, 17 de dezembro de da União Europeia semelhante ao que existe para o trans-
2013. — A Subdiretora-Geral, Helena Maria Rodrigues porte aéreo e ferroviário, constitui um objetivo fulcral da
Fernandes Malcata. União Europeia.
Nesta conformidade, foi publicado o Regulamento (UE)
Aviso n.º 10/2014 n.º 1177/2010, do Parlamento Europeu e do Conselho, de
24 de novembro de 2010, relativo aos direitos dos passagei-
Por ordem superior se torna público ter o Governo da ros do transporte marítimo e por vias navegáveis interiores,
República Portuguesa depositado, a 10 de outubro de 2013, que altera o Regulamento (CE) n.º 2006/2004. O referido
junto do Governo dos Estados Unidos da América, na Regulamento estabelece um conjunto de direitos para os
qualidade de Governo depositário do Estatuto da Agência passageiros do transporte marítimo e por vias navegáveis
Internacional de Energia Atómica, a Carta de aceitação em percursos nacionais e internacionais, face ao risco de
das Emendas ao artigo VI e ao parágrafo A. do artigo XIV distorção da concorrência no mercado dos transportes de
daquele Estatuto, aprovadas pela 43.ª sessão ordinária da passageiros, e que inclui regras de não discriminação e
Conferência Geral da Agência Internacional de Energia de assistência específica em viagem às pessoas com defi-
Atómica, que teve lugar em Viena, a 1 de outubro de 1999. ciência e às pessoas com mobilidade reduzida. Ademais,
As referidas Emendas foram aprovadas, para ratificação, consagram-se regras mínimas em matéria de informação
pela Resolução da Assembleia da República n.º 122/2013, aos passageiros antes e durante a viagem, regras de as-
em 15 de fevereiro de 2013, e ratificadas pelo Decreto sistência e indemnização em caso de interrupção, can-
do Presidente da República n.º 93/2013, de 31 de julho celamento ou atraso da viagem, regras para o tratamento
de 2013. das reclamações e meios de recurso, bem como as regras
O Governo dos Estados Unidos da América comunicou tendentes ao controlo do cumprimento do Regulamento.
à Agência Internacional de Energia Atómica o depósito do Outrossim, o artigo 25.º do Regulamento (UE)
instrumento de aceitação pela República Portuguesa das
n.º 1177/2010, do Parlamento Europeu e do Conselho, de
mencionadas Emendas, a 19 de novembro de 2013.
24 de novembro de 2010, prevê que os Estados-Membros
Nos termos do número (ii) do Parágrafo C do Arti-
devem designar o organismo independente encarregue da
go XVIII, as referidas Emendas entram em vigor quando
sua aplicação no que respeita aos serviços de passageiros
forem aceites por dois terços dos Membros da Agência
e aos cruzeiros provenientes de portos situados no seu
Internacional de Energia Atómica.
território e, bem assim, aos serviços de passageiros pro-
Direção-Geral de Política Externa, 18 de dezembro de venientes de países terceiros com destino a esses portos,
2013. — O Subdiretor-Geral, Rui Manuel Vinhas Tavares o qual deve tomar as medidas necessárias para garantir o
Gabriel. cumprimento do Regulamento. Por seu turno, o artigo 28.º
do Regulamento (UE) n.º 1177/2010, do Parlamento Eu-
Aviso n.º 11/2014 ropeu e do Conselho, de 24 de novembro de 2010, prevê
que os Estados membros devem estabelecer o regime san-
Por ordem superior se torna público que, a 23 de março cionatório aplicável em caso de infração às disposições do
de 2011 e a 5 de dezembro de 2013, foram emitidas notas, Regulamento, devendo as sanções impostas ser eficazes,
respetivamente, pela Embaixada de Portugal em Riade e proporcionais e dissuasoras.
pela Embaixada do Estado do Koweit em Lisboa, em que se Assim, nos termos dos mencionados artigos 25.º e 28.º
comunica terem sido cumpridas as respetivas formalidades do Regulamento (UE) n.º 1177/2010, do Parlamento Eu-
constitucionais internas de aprovação da Convenção entre ropeu e do Conselho, de 24 de novembro de 2010, por via
a República Portuguesa e o Estado do Koweit para Evitar do presente diploma é designado o Instituto da Mobilidade
a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria e dos Transportes, I.P., como o organismo competente
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para fiscalizar o Regulamento, estabelecendo-se também d) Em navios sem propulsão mecânica, bem como em
o regime sancionatório aplicável à violação das obrigações navios de passageiros históricos originais, e réplicas dos
ora consagradas. mesmos, projetados antes de 1965, construídos predomi-
Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Re- nantemente com materiais originais e certificados para
giões Autónomas. transportar, no máximo, 36 passageiros.
Foi promovida a audição do Conselho Nacional do
Consumo. Artigo 3.º
Assim: Organismo nacional competente
Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da
Constituição, o Governo decreta o seguinte: Sem prejuízo das competências atribuídas por lei a ou-
tras entidades, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes,
Artigo 1.º I.P. (IMT, I.P.), é o organismo nacional ao qual incumbe
coordenar, implementar, fiscalizar e supervisionar a apli-
Objeto
cação das medidas previstas no presente decreto-lei e no
1 — O presente decreto-lei visa assegurar a execução Regulamento.
e garantir o cumprimento, na ordem jurídica interna, das
obrigações decorrentes para o Estado Português do Regu- Artigo 4.º
lamento (UE) n.º 1177/2010, do Parlamento Europeu e do Contraordenações
Conselho, de 24 de novembro de 2010, relativo aos direitos
dos passageiros dos serviços de transporte marítimo e 1 — Constituem contraordenações puníveis com coimas
por vias navegáveis interiores, que altera o Regulamento de 300,00 EUR a 3 740,00 EUR ou de 500,00 EUR a
(CE) n.º 2006/2004, adiante designado por Regulamento, 15 000,00 EUR, consoante o infrator seja pessoa singular
nomeadamente, através da indicação da autoridade com- ou pessoa coletiva, os seguintes comportamentos:
petente para efeitos da aplicação das disposições do regu- a) A recusa de embarque, reserva, emissão ou forneci-
lamento, do quadro de fiscalização e contraordenacional mento de outro modo de bilhete, a pessoas com deficiência
aplicável. ou a pessoas com mobilidade reduzida, sem que estejam
2 — O presente decreto-lei consagra ainda a definição preenchidas as exceções e as condições especiais previstas
complementar de procedimentos e mecanismos funcionais no artigo 8.º do Regulamento;
de execução do Regulamento estabelecendo, designada- b) A imposição, em casos de reserva ou de emissão de
mente, as regras para o tratamento das reclamações. bilhetes, de custos agravados às pessoas com deficiência
ou às pessoas com mobilidade reduzida por comparação
Artigo 2.º com as condições aplicáveis a todos os outros passageiros,
Âmbito de aplicação em violação do disposto no n.º 2 do artigo 7.º do Regu-
lamento;
1 — O presente decreto-lei aplica-se aos passageiros c) A ausência de diligências razoáveis, em caso de recusa
que viajem: de reserva ou emissão de outro modo de um bilhete pelos
a) Utilizando serviços de transporte de passageiros, motivos referidos no n.º 1 do artigo 8.º do Regulamento,
sempre que o porto de embarque esteja situado fora do para propor às pessoas com deficiência ou às pessoas com
território de um Estado-Membro e o porto de desembar- mobilidade reduzida um transporte alternativo aceitável
que esteja situado no território de um Estado-Membro, num serviço de transporte de passageiros ou cruzeiros;
desde que o serviço seja explorado por um transportador da d) Não garantir o direito de escolha, em caso de recusa
União Europeia, entendendo-se como tal um transportador de embarque com base no Regulamento a pessoas com de-
estabelecido no território de um Estado-Membro ou que ficiência ou pessoas com mobilidade reduzida que tenham
ofereça serviços de transporte de passageiros explorados reserva ou um bilhete, e que tenham cumprido os requisitos
com destino ao território de um Estado-Membro ou a partir referidos no n.º 2 do artigo 11.º do Regulamento, entre o
desse território; direito ao reembolso do seu bilhete e ao reencaminhamento
b) Em cruzeiros, sempre que o porto de embarque esteja previsto no anexo I do referido Regulamento;
situado no território de um Estado-Membro, com exceção e) A violação de todas as prescrições de segurança sem-
do disposto no n.º 2 do artigo 16.º, nos artigos 18.º e 19.º, pre que seja exercido o direito de optar por uma viagem de
e nos n.ºs 1 e 4 do artigo 20.º do Regulamento; regresso ou pelo reencaminhamento nos termos do disposto
c) Utilizando serviços de transporte de passageiros, no n.º 3 do artigo 8.º do Regulamento;
sempre que o porto de embarque esteja situado no território f) A exigência, no que se refere aos serviços de passa-
de um Estado-Membro. geiros em transporte comercial por via marítima por vias
navegáveis interiores, explorado de acordo com um horário
2 — O presente decreto-lei não se aplica aos passageiros publicado, do pagamento do transporte acompanhante
que viajem: da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida
quando a sua presença tenha sido exigida nos termos do
a) Em navios certificados para transportar, no máximo, disposto no n.º 4 do artigo 8.º do Regulamento;
12 passageiros; g) A violação do dever de informação previsto no n.º 5
b) Em navios com uma tripulação responsável pela do artigo 8.º do Regulamento sobre os motivos que leva-
operação do navio não superior a três pessoas, ou quando ram o transportador, agente de viagem e operador turís-
a distância total percorrida pelo serviço de passageiros for tico a recusar aceitar uma reserva, emitir ou fornecer de
inferior a 500 metros por trajeto; outro modo um bilhete ou a embarcar uma pessoa com
c) Em excursões e visitas turísticas que não sejam cru- deficiência ou com mobilidade reduzida para cumprir as
zeiros; prescrições de segurança aplicáveis estabelecidas pelo
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direito internacional, comunitário ou interno, bem como q) O incumprimento das obrigações previstas no n.º 3
as estabelecidas pelas autoridades competentes; do artigo 12.º do Regulamento, pelos transportadores,
h) A violação do dever de informação sobre os motivos operadores de terminais portuários, agentes de viagens e
que levaram o transportador, agente de viagem e opera- operadores turísticos, as quais visam assegurar uma co-
dor turístico a exigir que uma pessoa com deficiência ou municação integrada entre transportadores, operadores de
com mobilidade reduzida seja acompanhada por outra terminais, agentes de viagens e operadores turísticos em
pessoa apta a prestar assistência requerida pela pessoa ordem a garantir a necessária assistência a pessoas com
com deficiência ou pela pessoa com mobilidade reduzida, mobilidade reduzida;
conforme o disposto no n.º 5 do artigo 8.º do Regulamento; r) A falta da indicação, devidamente assinalada, no inte-
i) A violação do dever dos transportadores e dos ope- rior ou no exterior dos terminais portuários, do ponto onde
radores de terminais portuários, em cooperação com as as pessoas com deficiência e as pessoas com mobilidade
organizações representativas das pessoas com deficiência reduzida possam anunciar a sua chegada e requerer assis-
e das pessoas com mobilidade reduzida, estabelecerem ou tência necessária, conforme previsto no n.º 3 do artigo 12.º
aplicarem condições de acesso não discriminatórias para o do Regulamento;
transporte de pessoas com deficiência ou de pessoas com s) A violação do dever de estabelecer normas de qua-
mobilidade reduzida e dos seus acompanhantes, conforme lidade em matéria de assistência às pessoas com deficiên-
determina o no n.º 1 do artigo 9.º do Regulamento; cia e às pessoas com mobilidade reduzida, nos termos
j) A violação do dever de publicitação das condições de previstos no artigo 13.º do Regulamento, as quais devem
acesso não discriminatórias para o transporte de pessoas ter em conta as políticas e os códigos de conduta interna-
com deficiência ou de pessoas com mobilidade reduzida cionalmente reconhecidos no domínio da facilitação do
e dos seus acompanhantes, previstas nos n.ºs 2 e 3 do transporte de pessoas com deficiência e de pessoas com
artigo 9.º do Regulamento, em suporte físico ou na Internet, mobilidade reduzida;
e em formatos acessíveis sempre que pedido, designada- t) A violação do dever de publicação das normas de qua-
mente em braille, e em todas as línguas em que as infor- lidade em matéria de assistência às pessoas com deficiência
mações são geralmente disponibilizadas a todos os pas- e às pessoas com mobilidade reduzida, em suporte físico
sageiros, pelos transportadores e operadores de terminais; ou na Internet, em formatos acessíveis, designadamente
k) A violação do dever dos operadores turísticos dispo- em braille, nas mesmas línguas em que as informações
nibilizarem as condições de acesso não discriminatórias são geralmente disponibilizadas a todos os passageiros,
para o transporte de pessoas com deficiência ou de pessoas tal como prevista no n.º 3 do artigo 13.º do Regulamento;
com mobilidade reduzida e dos seus acompanhantes, pre- u) A violação do dever dos transportadores e dos ope-
vistas nos n.ºs 2 e 3 do artigo 9.º do Regulamento, relativas radores dos terminais portuários estabelecerem procedi-
aos trajetos incluídos nas viagens organizadas, nas férias mentos de formação em matéria de assistência a pessoas
organizadas e nos circuitos que organizem, vendam ou com deficiência, incluindo instruções, nos termos e nas
ponham à venda; condições previstas no artigo 14.º do Regulamento;
l) A violação do dever de disponibilização dos trans- v) O incumprimento do dever dos transportadores e dos
portadores, agentes de viagens e operadores turísticos, em operadores de terminais portuários procederem à indemni-
formatos adequados e acessíveis às pessoas com deficiên- zação relativa aos prejuízos resultantes da perda ou dano do
cia ou de pessoas com mobilidade reduzida, de todas as in- equipamento de mobilidade ou de outro equipamento es-
formações relevantes relativas às condições de transporte, pecífico utilizado por pessoas com deficiência e as pessoas
aos trajetos e às condições de acesso, incluindo reservas e com mobilidade reduzida, caso o incidente tenha ocorrido
informações, nos termos do disposto no n.º 4 do artigo 9.º por sua culpa ou negligência, nos termos do disposto no
do Regulamento; artigo 15.º do Regulamento, presumindo-se a existência de
m) A violação do dever dos transportadores e dos ope- culpa ou negligência do transportador em caso de prejuízos
radores de terminais portuários prestarem assistência gra- ocasionados por um incidente de navegação;
tuita, nos portos e a bordo dos navios, às pessoas com w) A violação do dever do transportador ou do opera-
deficiência ou às pessoas com mobilidade reduzida, nas dor de terminal portuário prestar informações relativas a
áreas da sua competência, e sempre que possível adaptável partidas canceladas ou atrasadas, nos termos previstos no
às suas necessidades específicas, nos termos do disposto artigo 16.º do Regulamento;
nos anexos II e III do Regulamento e conforme previsto x) A violação do dever de assistência do transportador
nos artigos 10.º e 11.º do mesmo; em caso de partidas canceladas ou atrasadas, nos termos
n) A violação do dever de confirmação, por qualquer previstos no artigo 17.º do Regulamento;
meio disponível, inclusive por via eletrónica ou por SMS, y) O incumprimento do dever do transportador reenca-
às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida minhar ou reembolsar o passageiro em caso de partidas
da assistência requerida, nos termos do disposto no n.º 4 canceladas ou atrasadas, nos termos e nas condições pre-
do artigo 9.º do Regulamento; vistos no artigo 18.º do Regulamento;
o) A violação de dever de confirmação de que a necessi- z) O incumprimento do dever do transportador indem-
dade de assistência requerida pelas pessoas com deficiência nizar o passageiro do preço do bilhete em caso de atra-
ou pessoas com mobilidade reduzida foi notificada, de sos à chegada, nos termos e nas condições previstos no
acordo com o requerido, nos termos da alínea a) do n.º 1 artigo 19.º do Regulamento;
e do n.º 2 do artigo 11.º do Regulamento; aa) A violação do dever dos transportadores e dos ope-
p) A violação do dever de alojamento das pessoas com radores de terminais portuários prestarem, nas áreas da sua
deficiência ou pessoas com mobilidade reduzida com os competência, as informações adequadas sobre a viagem,
seus cães-guias credenciados, desde que o transportador, o durante toda a viagem, e em formatos acessíveis a todos e
agente de viagens ou operador turístico sejam notificados nas mesmas línguas em que as informações são geralmente
nos termos do n.º 2 do artigo 11.º do Regulamento; disponibilizadas a todos os passageiros, e tendo em conta
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as necessidades específicas das pessoas com deficiência e no presente decreto-lei, bem como proceder à aplicação
das pessoas com mobilidade reduzida, conforme o disposto das respetivas coimas a que haja lugar.
no artigo 22.º do Regulamento; 2 — A aplicação das coimas e das sanções acessórias é
bb) A violação do dever dos transportadores, dos opera- comunicada à Autoridade de Segurança Alimentar e Eco-
dores de terminais portuários e das autoridades portuárias nómica, no prazo de 10 dias após a respetiva aplicação,
prestarem informações sobre os direitos dos passageiros para efeitos de averbamento ao registo.
previstos no Regulamento, a bordo dos navios, nos portos
e nos terminais portuários, em formatos acessíveis e nas Artigo 8.º
mesmas línguas em que as informações são geralmente Afetação do produto das coimas
disponibilizadas a todos os passageiros, e tendo em conta
as necessidades das pessoas com deficiência e das pessoas 1 — O montante das coimas cobradas pelo IMT, I.P., em
com mobilidade reduzida, em observância do disposto no execução do presente decreto-lei, reverte na percentagem
artigo 23.º do Regulamento; de 60% para o Estado e 40% para o IMT, I.P.
cc) A falta de um mecanismo acessível para tratamento 2 — O produto das coimas cobradas nas Regiões Autó-
das reclamações relativas aos direitos e obrigações esta- nomas constitui receita própria destas.
belecidos pelo Regulamento, nos termos do disposto no
artigo 24.º do Regulamento; Artigo 9.º
dd) O incumprimento dos prazos para informar do es- Dever de colaboração
tado da reclamação e da decisão final previstos no n.º 2
do artigo 24.º do Regulamento. Os transportadores marítimos e por via navegáveis in-
teriores devem fornecer ao IMT, I.P., todos os elementos
2 — A negligência é punível, sendo os limites mínimos necessários ao exercício da sua competência de fiscalização
e máximos das coimas reduzidos para metade. nos prazos que aquele instituto determinar.
3 — A tentativa é punível com a coima aplicável à con-
traordenação consumada, especialmente atenuada. Artigo 10.º
Regime subsidiário
Artigo 5.º
Em tudo o que não se encontre previsto no presente
Reclamações decreto-lei é aplicável o regime geral do ilícito de mera
1 — O passageiro abrangido pelo Regulamento que pre- ordenação social, constante do Decreto-Lei n.º 433/82, de
tenda apresentar uma reclamação junto do transportador 27 de outubro, alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 356/89,
de 17 de outubro, 244/95, de 14 de setembro, e 323/2001,
ou do operador de terminal, deve fazê-lo no prazo de dois
de 17 de dezembro, e pela Lei n.º 109/2001, de 24 de
meses a contar da data da prestação do serviço ou da data
dezembro.
em que o serviço devia ter sido prestado.
2 — O transportador ou o operador de terminal devem
Artigo 11.º
informar o passageiro sobre o estado da sua reclamação,
no prazo de um mês a contar da receção da reclamação. Entrada em vigor
3 — O transportador ou o operador de terminal devem O presente decreto-lei entra em vigor no dia seguinte
decidir a reclamação no prazo máximo de dois meses a ao da sua publicação.
contar da data de receção da reclamação.
4 — Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, os Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 14 de no-
transportadores, agentes de viagens e operadores turísticos vembro de 2013. — Pedro Passos Coelho — Rui Manuel
devem dispor de livro de reclamações nos termos e nas con- Parente Chancerelle de Machete — António de Magalhães
dições estabelecidas no Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Pires de Lima.
setembro, alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 371/2007, de Promulgado em 7 de janeiro de 2014.
6 de novembro, 118/2009, de 19 de maio, e 317/2009, de
30 de outubro, devendo o original da folha de reclamação Publique-se.
ser enviado pelo responsável do transportador, agente de O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.
viagens ou do operador turístico ao IMT, I.P.
Referendado em 9 de janeiro de 2014.
Artigo 6.º O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.
Publicidade
A punição por contraordenação é publicitada na página
eletrónica do IMT, I.P., com a indicação da infração, da REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
norma violada, bem como da identificação do infrator e
da sanção aplicada. Assembleia Legislativa
Artigo 7.º Decreto Legislativo Regional n.º 1/2014/A
Instrução dos processos e aplicação das coimas
e das sanções acessórias PLANO ANUAL REGIONAL PARA 2014
1 — Compete ao IMT, I.P., nos termos do Decreto-Lei A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos
n.º 236/2012, de 31 de outubro, instaurar e instruir os pro- Açores decreta, nos termos da alínea p) do n.º 1 do ar-
cessos de contraordenação relativos às infrações previstas tigo 227.º e do n.º 1 do artigo 232.º da Constituição e da
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alínea b) do artigo 34.º e do n.º 1 do artigo 44.º do Estatuto da programação a nível de ação e finalmente um último
Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, com o ponto de situação sobre os programas com com-
o seguinte: participação comunitária, encerrando-se o documento com
listagens em anexo, com a ventilação da programação por
Artigo 1.º entidade executora, por objetivo e ainda a desagregação
É aprovado o Plano Anual Regional para 2014. espacial por ilha.
I. ENQUADRAMENTO
Artigo 2.º
É publicado em anexo ao presente diploma, dele fazendo ECONOMIA MUNDIAL
parte integrante, o documento contendo o Plano Anual
A atividade económica mundial vem registando um
Regional para 2014.
certo abrandamento e as perspetivas de evolução conti-
Aprovado pela Assembleia Legislativa da Região Autó- nuam a apontar no sentido do crescimento global se man-
noma dos Açores, na Horta, em 28 de novembro de 2013. ter a uma taxa média anual ligeiramente superior a 3 %.
A Presidente da Assembleia Legislativa, Ana Luísa Luís. Para este nível de intensidade média de crescimento
contribui a desaceleração em diversas economias emergen-
Assinado em Angra do Heroísmo em 27 de dezembro tes, ao mesmo tempo que entre as economias avançadas
de 2013. se registam desempenhos em patamares com dinâmicas
Publique-se. modestas, sem avançarem para processos de crescimento
significativo ou, até, entrando em recessão.
O Representante da República para a Região Autónoma Efetivamente, nas principais economias emergentes
dos Açores, Pedro Manuel dos Reis Alves Catarino. registam-se níveis de crescimento inferiores aos das res-
petivas previsões, dependendo de elementos como os de
INTRODUÇÃO estrangulamento de infraestruturas e limitações de capa-
Com a apresentação do Plano regional para 2014 inicia- cidade, desaceleração de crescimento da procura externa,
-se o segundo ciclo anual de programação do investimento matérias-primas a sofrerem desvalorizações nos respetivos
público nos Açores, enquadrado pelas Orientações de Mé- preços, preocupações no que respeita a estabilidade finan-
dio Prazo 2013-2016. ceira e as próprias políticas públicas mais contidas.
Pese embora a envolvente externa, o Plano para 2014 Os desempenhos entre as economias avançadas evi-
insere-se numa linha de orientação estratégica de resposta denciam opções de políticas e situações conjunturais que
aos efeitos de um ambiente recessivo que se tem feito condicionam as evoluções económicas entre países e res-
sentir na Região, mercê do ajustamento financeiro a que petivos espaços de influência.
o país está obrigado, procurando-se fomentar a criação A atividade económica nos Estados Unidos recuperou
de emprego e de riqueza e, também, articular as políticas durante o ano de 2012, beneficiando de um contributo
públicas a implementar na Região com as linhas mestras positivo da procura interna. A evolução superou as expec-
da política de coesão da europa comunitária. tativas, sendo superior às previsões, que apontavam para
Conforme a estrutura adotada neste quadriénio de pro- um abrandamento. O mercado de habitação continuou a
gramação, os primeiros dois capítulos do documento in- recuperar, contribuindo positivamente para o investimento,
troduzem os traços principais da evolução mais recente tendo os respetivos preços atingido níveis comparáveis
e prospetiva das realidades e situações socioeconómicas aos de 2007, quando se registou a queda como um ponto
internacional, do país e também a regional, um terceiro marcante na crise despoletada desde então. O crescimento
capítulo com as prioridades de intervenção neste período económico estendeu os seus efeitos ao mercado de traba-
anual, quer em termos gerais, quer as relativas às polí- lho, verificando-se a criação de empregos.
ticas setoriais, um quarto capítulo com a apresentação Entretanto, políticas internas de consolidação fiscal,
dos montantes de investimento por programa, organizado a par de condições em incentivos de política monetária,
por grande objetivo e por departamento governamental levantam riscos quanto à estabilidade financeira, nomea-
executor. No capítulo seguinte é apresentado o detalhe damente de fluxos de capitais.
Indicadores para a Economia Mundial
Taxa de variação anual em percentagem (salvo indicação em contrário)
2010 2011 2012 2013 (p)
PIB
Economia mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,2 4,0 3,1 3,1
Economias avançadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,2 1,6 1,2 1,2
EUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,0 1,8 2,2 1,7
Japão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,4 – 0,6 1,9 2,0
Área do euro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,9 1,4 – 0,6 – 0,6
Economias emergentes e em desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,3 6,4 4,9 5,0
Rússia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,0 4,3 3,4 2,5
China . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10,4 9,3 7,8 7,8
Índia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9,9 7,7 3,2 5,6
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2010 2011 2012 2013 (p)
Comércio mundial de bens e serviços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12,7 6,0 2,5 3,1
Preços no consumidor
Economias avançadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,6 2,7 2,0 1,5
Economias emergentes e em desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,1 7,2 6,1 6,0
Preços de matérias-primas
Petróleo (brent) em USD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27,9 31,9 1,0 – 4,7
Matérias-primas não energéticas em USD. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26,3 17,8 – 9,9 – 1,8
Mercado interbancário de Londres (% taxas oferecidas)
Depósitos em dólares USD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,5 0,5 0,7 0,5
Depósitos em euros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,8 1,4 0,6 0,2
Depósitos em ienes japoneses . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,4 0,3 0,3 0,3
Fonte: IMF. World Economic Outlook, April 2011; Update, July 2013.
Nota: (p) projeções.
Na área do euro, as políticas orçamentais de cariz res- produtivas subutilizadas e, consequentemente, com mar-
tritivo facilitaram saldos das administrações públicas mais gem disponível para crescimento. Assim, ganha sentido
equilibrados ou controlados. Todavia, com o abrandamento a prossecução de políticas monetárias de incentivo e de
da procura interna registaram-se quedas nas produções de equilíbrio económico mundial. Neste âmbito, integram-se
diversos países, atingindo o próprio nível agregado da área aumentos de consumo e de investimento em países com
económica no seu conjunto. Incluem-se neste contexto excedentes, a par de melhorias de competitividade em
países que também são os principais destinos das expor- países com défice.
tações portuguesas.
Na sequência da contração na atividade económica e ECONOMIA PORTUGUESA
de forma expressiva nas economias condicionadas por A economia portuguesa continua marcada pelo processo
processos de ajustamento, observaram-se agravamentos de correção de desequilíbrios macroeconómicos, que im-
mais acentuados do desemprego. Por outro lado, medidas põem medidas de ajustamento com amplitudes significa-
de política e de intervenção monetárias geraram efeitos tivamente restringidas pelos níveis de endividamento e
positivos em termos de estabilidade e confiança nos mer- condições de financiamento.
cados financeiros. A contração da atividade económica é transversal aos
O desempenho económico global vem conduzindo a diversos setores, mas atingindo com maior intensidade os
níveis de inflação relativamente fracos e a capacidades mais dependentes da procura interna.
Indicadores para a Economia Portuguesa
Taxa de variação anual em percentagem (salvo indicação em contrário)
2010 2011 2012 2013(p)
PIB. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,4 – 1,6 – 3,2 – 2,0
Procura interna total. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,8 – 5,7 – 6,7 – 4,4
Consumo privado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,1 – 3,9 – 5,6 – 3,4
Consumo público . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,9 – 3,9 – 4,4 – 2,1
Formação Bruta de Capital Fixo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . – 3,6 – 14,0 – 14,5 – 8,9
Importações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,4 5,5 – 6,7 – 1,7
Exportações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,8 7,4 3,2 4,7
População
Emprego. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . – 1,5 – 1,5 – 0,9 ..
Tx. de desemprego (% da população ativa) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10,8 12,7 15,7 18,2
Saldo orçamental (% do PIB) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . – 9,8 – 4,4 – 6,4 – 5,5
IHPC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,4 3,6 2,8 0,4
Fontes: Banco de Portugal, Boletim Económico do verão 2013; Assembleia da República, UTAO, Documento de Estratégia Orçamental 2013-2017.
Nota: (p) projeções – valor mais provável face às condições e hipóteses consideradas.
É o caso da procura por parte do consumo privado, as compras com menor elasticidade face a variações de
sendo as famílias atingidas através dos rendimentos dispo- rendimento, como os de bens de consumo corrente.
níveis e dos efeitos nas condições do mercado de trabalho. O investimento, por sua vez, situa-se em níveis de que-
A contração ao consumo pelas famílias atingiu mais, com- bra acentuadas pelos contextos recessivos das atividades
preensivelmente, as aquisições em bens duradouros do que e das condições de financiamento restritivas.
168 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Da procura externa tem vindo um contributo positivo Este processo favorece que as pressões inflacionistas
para a atividade económica. O saldo de exportações líqui- se mantenham reduzidas, nomeadamente pela redução de
das de importações vem registando excedentes significati- custos. Também o contexto internacional, como foi visto
vos em termos do processo de reajustamento de equilíbrios no tema anterior, se revela moderador para os preços a
macroeconómicos. Apesar de perdas de dinamismo de nível interno.
parceiros comerciais, nomeadamente na área do euro, o A capacidade de intervenção das administrações pú-
país conseguiu registar ganhos de quotas de mercado. Além blicas continua condicionada pelo elevado défice que,
destes ganhos em quotas de mercado, os principais contri- por sua vez, é significativamente atingido pela despesa
butos para o crescimento das exportações vêm decorrendo com juros.
no âmbito de processos de diversificação geográfica.
As informações de conjuntura mais recentes apontam no II. ANÁLISE DA SITUAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL
sentido de um abrandamento na intensidade da contração DA REGIÃO
das atividades económicas, na sequência de melhorias de
desempenho das exportações e do ritmo menor da redução • Aspetos Demográficos
da procura interna.
Todavia, a informação disponível para o mercado de Os elementos mais recentes sobre movimentos demo-
trabalho continua a revelar uma queda do emprego, perma- gráficos apontam no sentido da evolução geral durante o
necendo o desemprego em níveis historicamente elevados. ano de 2012 dar continuidade a características de variações
Neste contexto faz-se sentir uma pressão no sentido da anuais já delineadas anteriormente.
desvalorização de salários e regista-se a redução da massa O registo de 2 488 nados-vivos em 2012 integra-se
salarial das administrações públicas, nomeadamente por na linha de tendência do decréscimo da natalidade,
via de decréscimos do número de efetivos e das suas re- assim como o registo dos 2 204 óbitos, na respetiva
munerações. evolução.
Evolução das Componentes dos Saldos Fisiológicos
2007 2008 2009 2010 2011 2012
Nados vivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 847 2 836 2 786 2 719 2 748 2 488
Óbitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 250 2 274 2 433 2 466 2 375 2 204
Fonte: INE, SREA.
A diferença entre as duas linhas de evolução tem vindo a Destaca-se um padrão etário relativamente equilibrado
registar uma certa redução, mas gerando saldos fisiológicos na distribuição entre gerações e com um peso significa-
que se têm mantido positivos e com dimensão significativa tivo dos mais jovens, o que favorece a sustentabilidade
no contexto do crescimento demográfico. demográfica e social. A cada 100 jovens correspondem
Estima-se que em 2012, o contributo do saldo fisio- 74 idosos nos Açores, enquanto na média do país corres-
lógico representou cerca de 4/5 do saldo demográfico, pondem 120 idosos.
o mesmo é dizer, do crescimento efetivo naquele ano. O abrandamento da natalidade reflete-se na contração
Complementarmente o saldo migratório representou no da base etária da população, mas o crescimento efetivo,
mesmo ano cerca de 1/5, aliás como tinha representado através da componente dos saldos migratórios positivos,
em 2011. Já para anos anteriores, os saldos migratórios tem contribuído para o alargamento dos escalões próprios
revelam maior variabilidade, quer decorrendo de fatores da atividade da população.
mais intrínsecos à sua natureza de maior sensibilidade a
fenómenos de flutuação conjuntural, como os do mercado • Aspetos macroeconómicos
de trabalho, quer por razões mais elementares, como os de O PIB na Região Autónoma dos Açores foi estimado no
cálculo por estimativas. montante de 3 701 milhões de euros a preços de mercado,
no ano de 2011.
Evolução Demográfica Em relação ao ano anterior, aquele montante representa
uma variação nominal de – 1,1 %.
Evolução do Produto Interno Bruto
O nível de riqueza médio, medido pelo rácio do PIB per
capita, correspondeu a 15,1 mil euros anuais por pessoa, o
que também representa uma variação, em termos nominais,
significativamente próxima à da própria produção.
Apesar das variações anuais que estes indicadores reve-
lam, a posição dos Açores no contexto do país continuou
a revelar estabilidade, mantendo-se constante o nível do
índice do PIB per capita, isto é, representado sempre 94
em relação aos 100 da média do país no seu conjunto.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 169
Produto Interno Bruto mais gerais de ordem económica e, também, a sensibili-
A preços de mercado dade conjuntural em termos de variações ou flutuações
Unid.: Milhões de Euros
cíclicas.
Setores de serviços e associáveis a infraestruturas assu-
Açores
PIB per capita
(mil euros)
PIB per capita
(País=100)
mem dimensões e incidências com significados específi-
cos, enquanto outros revelam maior associação a contextos
2009 . . . . . . . . . . . . . 3 650 14,9 94 correntes de atividade económica.
2010 . . . . . . . . . . . . . 3 743 15,3 94 Os últimos dados para 2010 mostram que, no contexto
2011 . . . . . . . . . . . . . 3 701 15,1 94
de decréscimo do total da FBCF a partir do ano de 2007,
mesmo em termos nominais, alguns ramos seguem uma
Investimento trajetória que se aproxima da linearidade, enquanto outros
À medida que se vêm acrescentando dados sobre a revelam mudanças e variações com intensidades expres-
FBCF, vão-se revelando elementos associáveis a funções sivas nos respetivos volumes.
FBCF — Formação Bruta de Capital Fixo
Unid.: milhões de Euros
Comercial Financeiro,
Industrial Públicos
Anos Primário Construção Transportes Imobiliário Totais
e Energia e Outros serviços
e Turismo e Técnico
2007 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25,6 108,1 51,6 396,0 229,1 227,5 1 037,8
2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15,0 112,9 28,7 397,4 197,1 275,1 1 026,2
2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18,3 169,8 19,2 220,5 224,7 319,4 971,8
2010 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29,6 139,3 15,5 234,9 182,4 263,2 864,8
Fonte: INE, Contas Regionais (base 2006).
Preços no Consumo Evolução recente da conjuntura
A evolução recente do índice de preços no consumidor Os dados mais recentes sobre a evolução da atividade
vem revelando uma desaceleração da inflação. Efetiva- económica revelam alguns sinais encorajadores face à situa-
mente a taxa média de variação em 2012 situou-se em ção que se tem vivido no país e também no espaço regional.
2,8%, enquanto no ano anterior atingira 3,4 %. Pese embora que em termos de variação homologa
A desaceleração de preços compagina com fatores eco- (comparação de valores registados num período temporal
nómicos decorrentes da redução da procura e de ajusta- com os do mesmo período do ano anterior), se registem
mentos de custos de produção no âmbito da economia ainda algumas quebras de atividade económica, mercê do
portuguesa. O próprio meio de enquadramento exterior ambiente em termos nacionais de recessão e de políticas
minimiza a componente de preços importados. Como foi restritivas, quando se tomam os dados desses indicadores
assinalado no tema sobre economia mundial, o desempe- numa perspetiva de comparação com os do período ime-
nho económico global vem conduzindo a níveis de preços diatamente anterior, naturalmente depois de corrigidos os
relativamente fracos e sem perspetivas de pressões infla- efeitos da sazonalidade, observa-se que desde o principio
cionistas acentuadas nos próximos tempos. do corrente ano de 2013, mas fundamentalmente no último
O próprio índice de inflação subjacente aponta no sen- trimestre, o segundo, registam-se variações positivas, de al-
tido de preços importados em produtos energéticos e ali- gum crescimento, após períodos consecutivos de quebra.
mentares não transformados estarem a contribuir para a Os indicadores mais representativos da atividade comercial
moderação de preços. e dos serviços e, também, do emprego apresentaram variações
positivas e de recuperação no 2º trimestre, sendo significativo
Evolução de Preços no Consumidor
o aumento de vendas de automóveis novos, o consumo de
eletricidade, as dormidas na hotelaria regional e o registo de
uma menor taxa de desemprego dos ativos. Por outro lado,
o abate de animais e a exportação de carne e o volume de
pesca descarregado nos portos da região foram também con-
tributos positivos para o conjunto da evolução da conjuntura.
Fica em aberto se nos períodos subsequentes estes
indicadores mantêm a tendência agora revelada. Se tal
suceder e se alguns segmentos da produção primária e da
construção estabilizarem poder-se-á apontar, com alguma
segurança, no sentido da recuperação e do crescimento.
Observando as variações de preços por classes, verifica-
-se que algumas registaram agravamentos, nomeadamente
por ajustamentos decorrentes de custos operacionais e de
fiscalidade.
Todavia, outras classes contribuíram para a moderação
de preços, nomeadamente entre as representativas no cabaz
de bens do IPC.
170 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
OBJ. 3 AUMENTAR A COESÃO TERRITORIAL
E A SUSTENTABILIDADE
Este objetivo contempla as políticas setoriais dos
Transportes, Energia, do Desenvolvimento Tecnológico,
da Prevenção de Riscos e Proteção Civil e do Ambiente
e Ordenamento.
OBJ. 4 AFIRMAR A IDENTIDADE REGIONAL E PROMOVER
A COOPERAÇÃO EXTERNA
As áreas de incidência deste objetivo são as relativas
à Cooperação Externa, às Comunidades e à Informação e
Comunicação Institucional.
Estratégias e objetivos anuais
O período mais recente da evolução da situação socio-
económica na Região revelou algum abrandamento do
ambiente recessivo que se tem vindo a sentir, decorrente do
processo de ajustamento financeiro que o país está sujeito,
surgindo muito recentemente sinais de alguma estabili-
zação/crescimento em alguns indicadores de atividade,
estabilização/diminuição do desemprego.
Em termos de estratégia de curto prazo haverá que po-
tenciar esses sinais, marcando uma agenda orientada para
fatores positivos de crescimento, promovendo iniciativas
de alavancagem da economia, de fomento de expectativas
mais positivas, de criação de um ambiente mais favorável
ao negócio, ao investimento, à atividade das empresas e à
decisão dos empresários.
A par desta linha de orientação estratégica, mantém-
-se uma prioridade para as políticas públicas viradas
para a integração social, de fomento e de apoio ao
emprego, despistando-se situações de exclusão social e
de pobreza, associadas ao atravessamento na sociedade
desta crise externa que veio alterar alguns equilíbrios
sociais.
Com o início do próximo período de programação finan-
ceira da política europeia, já em 2014, releva-se a neces-
sidade de preparar atempadamente todos os instrumentos
necessários à execução dos novos programas operacionais,
em ordem a se manterem os fluxos financeiros necessá-
III POLÍTICAS SETORIAIS DEFINIDAS rios ao financiamento dos investimentos e das ações nos
PARA O PERÍODO ANUAL
diversos setores da economia e da sociedade abrangidos
pelas comparticipações comunitárias, num novo quadro
Enquadramento a médio prazo
regulamentar comunitário de maior exigência na admissão
Os objetivos de desenvolvimento propostos nas OMP de projetos e na avaliação da sua pertinência, do interesse
constituem-se como referencial das respetivas políticas e da capacidade efetiva para os objetivos concretos da
setoriais como a seguir se apresenta. política de coesão.
Em termos de objetivos operacionais e metas, para 2014,
OBJ. 1 AUMENTAR A COMPETITIVIDADE
no pressuposto que não haverá choques externos relevan-
E A EMPREGABILIDADE DA ECONOMIA REGIONAL tes, propõe-se:
A este objetivo geral associam-se as políticas de Fo- • Desenvolver as ações, os investimentos e as medidas
mento da Competitividade e do Emprego, da Qualifica- concretas que permitam que em 2014 haja uma inversão
ção Profissional, da Agricultura e Florestas, das Pescas e de ciclo, com crescimento real do produto interno bruto;
Aquicultura e do Turismo. • Estabilizar o nível de ocupação de ativos na Região,
com diminuição efetiva da taxa de desemprego a partir do
2º trimestre de 2014.
OBJ. 2 PROMOVER A QUALIFICAÇÃO
E A INCLUSÃO SOCIAL • Aprofundar a utilização de mecanismos de parce-
ria estratégica entre os níveis de administração e destes
Neste objetivo agregam-se as Políticas setoriais no âm- com o setor da solidariedade e da economia social em
bito da Educação, da Ciência, da Cultura, da Saúde, da ordem a regredir, de forma quantificada e mensurável,
Solidariedade Social, da Habitação e Renovação Urbana, os efeitos perversos da atual envolvente sobre as famílias
do Desporto e da Juventude. açorianas.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 171
Apresentação das Políticas Setoriais a desenvolver em 2014 sendo indiscutível que a estratégia de desenvolvimento
para a Região deve assentar na promoção das nossas po-
• Aumentar a Competitividade e Empregabilidade tencialidades no exterior, e na procura de mercados para o
da Economia Regional escoamento dos nossos produtos. Estamos empenhados em
criar um conjunto de medidas que se possam traduzir numa
Competitividade maior abertura das empresas açorianas ao exterior e num
Em 2014 inicia-se em pleno um novo ciclo de inves- crescente processo de internacionalização, naturalmente
timentos apoiados por fundos estruturais, no qual a com- adaptado à nossa dimensão. A internacionalização, vista
petitividade e o emprego assumem-se como os grandes como um processo de participação no processo de trocas
objetivos estratégicos a atingir, tendo em vista alcançar internacionais de bens e serviços, capitais e tecnologias
um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo. de informação, é seguramente um caminho que deve ser
Neste enquadramento, importa conceber uma estratégia trilhado, tendo em vista o desenvolvimento socioeconó-
de especialização inteligente, a qual, tendo por base a defi- mico que se pretende para uma pequena economia insular
nição de uma visão que projete a Região no futuro, permita como a dos Açores.
a concentração de recursos nas áreas mais promissoras em O aumento da competitividade e da produtividade, bem
termos de vantagens comparativas, transformando-as em como o racional aproveitamento dos nossos recursos, são
vantagens competitivas. aspetos fulcrais para que possamos dar continuidade ao
Numa estratégia de especialização inteligente, o Go- processo de desenvolvimento que temos vindo a trilhar
verno Regional dos Açores deve assumir um papel deci- nos últimos anos. Nas atuais condições concorrenciais
sivo, enquanto facilitador da atividade dos diversos agentes de mercado, com tendência a aumentar no futuro, só pelo
económicos e congregador de vontades em torno de um incremento dos fatores de competitividade e pela eficiên-
consenso alargado acerca da melhor estratégia de desen- cia dos processos produtivos, será possível assegurar as
volvimento regional. condições de sustentabilidade das nossas empresas.
No próximo Quadro Financeiro Plurianual, para o A política de incentivos ao investimento para os próxi-
período 2014-2020, a estratégia primordial do Governo mos anos irá ter em linha de conta os novos desafios que
Regional dos Açores vai assentar na criação de condições se colocam às empresas açorianas, sem deixar de assegurar
favoráveis à sustentabilidade de um tecido empresarial a continuidade de medidas com resultados de sucesso,
forte e indutor de riqueza e de emprego. como forma de garantir um clima de estabilidade e con-
Considerando fundamental a aposta no aumento da fiança para os agentes económicos. Neste enquadramento,
competitividade e da produtividade da economia açoriana, coloca-se à economia açoriana um desígnio estratégico de
e sabendo que os recursos humanos têm nesse desiderato reforçar e alargar a sua carteira de atividades e produtos
um papel crucial, as prioridades de investimento serão transacionáveis, tendo em vista um melhor posicionamento
dirigidas à capacitação das nossas empresas, bem como ao no contexto nacional e internacional. Este aumento da
contexto em que as mesmas desenvolvem as suas ativida- capacidade de gerar riqueza deve ser concomitante com
des, em especial no que concerne aos denominados fatores um forte incremento da produtividade e da qualidade do
dinâmicos da competitividade, nas dimensões organiza- trabalho e da criação de emprego, reforçando a inclusão e
cionais, de gestão, tecnológicas, ou de marketing. Ainda a coesão social e territorial.
neste âmbito, a necessidade de se promover o aumento
do associativismo e da cooperação entre as empresas será Artesanato
considerada, fomentando-se o aparecimento de clusters em No âmbito do artesanato existem dois objetivos funda-
setores estratégicos para a economia regional. mentais como seja a valorização e promoção do Artesa-
O empreendedorismo continuará a ser um vetor es- nato dos Açores e o apoio à sustentabilidade das empresas
sencial e uma aposta do Governo Regional dos Açores. artesanais regionais.
Pretende-se assim prosseguir com a dinamização de me- O Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA)
didas conducentes ao fomento de uma cultura empresa- desenvolve um plano anual consistente e diversificado,
rial e ao incremento do dinamismo empresarial. Trata-se atuando sobre quatro áreas fundamentais: Investigação/
de um domínio que tem merecido uma especial atenção, Certificação, Formação, Apoio ao Artesão e Promoção/
constituindo uma prioridade deste Governo Regional dos Divulgação.
Açores promover uma economia baseada no conhecimento O desenvolvimento destas áreas passa pela certifica-
e na inovação. ção de produtos, sempre considerando o máximo rigor
Com as medidas que visam a consolidação e diversifi- e qualidade, editando publicações, organizando exposi-
cação do tecido empresarial açoriano, com o consequente ções, promovendo oficinas, workshops e ações de forma-
aumento de valor acrescentado e de produtos de elevada ção, fornecendo informação e prestando esclarecimentos
qualidade, começa a ser possível nos Açores uma aposta a artesãos, bem como apoiando-os através do Sistema
decisiva no aumento das nossas exportações. Este é outro de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato dos
vetor que irá merecer a maior prioridade nas políticas Açores (SIDART).
que estamos a desenvolver, sem esquecer a possibilidade A investigação para a certificação continua a ser um
sempre presente de substituição de algumas das nossas trabalho fundamental para a credibilidade do produto re-
importações. Estamos a criar mercado, seja interilhas, gional no âmbito internacional e assegurar a marca coletiva
seja externo. Os transportes têm aqui um papel decisivo, Artesanato dos Açores. No âmbito dos produtos açorianos,
pelo que continuaremos a trabalhar no sentido de também encontram-se certificados: rendas; bordados; cerâmica;
melhorar cada vez mais as acessibilidades. tecelagem; miolo de figueira; registos do Senhor Santo
O Governo Regional dos Açores tem dedicado uma es- Cristo dos Milagres; escama de peixe e alguns doces re-
pecial atenção à dinamização de investimentos que propor- gionais como o alfenim, os bolos lêvedos, as queijadas de
cionem o alargamento da base económica de exportação, Vila Franca do Campo, bolos D. Amélia, espécies de São
172 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Jorge e queijadas da Graciosa. Entretanto, decorrem os bilidade no mercado. Nesse âmbito, destaca-se o projeto
processos de certificação das fibras vegetais. Azores-in-a-box e uma linha de produtos dedicados ao pú-
Da investigação geralmente resulta uma publicação, blico infantojuvenil, cativando e sensibilizando a camada
que constitui também uma forma importante de promover mais jovem às questões do Artesanato. E também pensando
a produção artesanal mais genuína do nosso património nas camadas mais jovens surge o projeto RAÍZES-projetos
cultural, contribuindo ao mesmo tempo para suprimir a pedagógicos no Artesanato dos Açores, a implementar nas
falta de bibliografia específica sobre a temática do ar- escolas da Região, de forma a sensibilizar o público escolar
tesanato na Região. Títulos como a Tecelagem Antiga; e comunidade para a produção de peças artesanais como
Bordados dos Açores; Registos do Senhor; Bordado Antigo forma de sustentabilidade.
dos Açores; Fechaduras do Corvo; Rendas do Pico e Faial Para o ano de 2014 o Artesanato dos Açores deverá
e o livro genérico Artesanato dos Açores. Por outro lado, marcar presença, através do CRAA, no circuito de feiras
preconiza-se uma publicação sobre a tecelagem, cerâmica regionais associadas às festividades de cada ilha, nas festas
e doçaria regional. do Senhor Santo Cristo dos Milagres, na Semana do Mar,
O sistema anual de incentivos sobre a égide do Cen- na Semana dos Baleeiros, nas Sanjoaninas e na Praia,
tro Regional de Apoio ao Artesanato, publicado pelo De- bem como na representatividade da Região na maior feira
creto Legislativo Regional n.º 34/2012/A, de 25 de julho do setor, a Feira Internacional de Artesanato de Lisboa.
e regulamentado pelo Decreto Regulamentar Regional A divulgação das artes e ofícios tradicionais dos Açores,
n.º 1/2013/A, de 27 de fevereiro, permite apoiar a atividade também é feita através da realização de campanhas promo-
profissional dos artesãos e o desenvolvimento económico cionais, destaques/exposições na Loja Açores, exposições
das suas empresas ao nível da comercialização, da pro- itinerantes e do Portal do Governo (www.azores.gov.pt),
moção, da formação e do investimento em estruturas e incluindo o Projeto e-box- loja virtual dos produtos cer-
equipamento de produção. tificados.
No apoio à sustentabilidade das empresas artesanais,
cabe ao CRAA a atribuição das cartas profissionais, a Empregabilidade e Formação
organização do Registo Regional do Artesão e da Unidade
Produtiva Artesanal, bem como a articulação com a política Aumentar a empregabilidade dos açorianos e fomentar
nacional de regulamentação da carreira profissional deste a inserção no mercado de trabalho é um dos objetivos
setor, no sentido de dotá-lo de uma estrutura empresarial do Plano do Governo Regional dos Açores para 2014.
à sua medida. A ocorrência de taxas de desemprego acima do que seria
Para além do apoio ao desenvolvimento económico, o desejável, fruto da conjuntura económica nacional e co-
Centro Regional de Apoio ao Artesanato tem a responsabi- munitária, fazem com que as medidas previstas na Agenda
lidade de promover o produto artesanal com valor cultural Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade
acrescentado, fazendo a articulação entre a tradição e a Empresarial (AACECE), para além de outras que foram
inovação, quer através da certificação de produtos arte- criadas em 2013, assumam um papel preponderante no
sanais, quer através da realização de ações de formação combate ao flagelo do desemprego.
e workshops em artesanato. Neste contexto, destaca-se o Relativamente aos jovens, irá manter-se, como resposta
projeto Residência Criativa, com a 3ª edição em 2014, e imediata após término do período de estudos, o Programa
que tem vindo a potencializar e reativar uma série de téc- ESTAGIAR, o qual constitui já expectativa fiável para
nicas e ofícios tradicionais regionais em vias de extinção, os jovens açorianos que terminam a sua licenciatura ou
através do diálogo entre áreas como o design. curso profissional. Prevê-se a manutenção de cerca de
O CRAA continua a fazer um grande investimento na 1500 jovens em estágios, os quais permitem uma primeira
área da formação e renovação de saberes, pois reconhece-se aproximação ao mundo do trabalho.
a necessidade quanto a inovação do produto artesanal, e, Criado em 2013, o Programa de Incentivo à Inserção
por conseguinte, aqui concretizam-se formações nas áreas do Estagiar (PIIE) é uma medida de apoio às empresas,
de marketing e orientação criativa. Além destas transver- durante 11 meses, pela contratação de jovens que tenham
sais, nas várias ilhas, propõe-se uma série de formações concluído estágio e que celebrem com eles um contrato de
em áreas muito específicas e que caracterizam a produção trabalho. Estima-se que em 2014 poderão beneficiar deste
artesanal da ilha e que apresentam risco de extinção, pro- programa um total de 700 jovens.
movendo assim a formação de novos artesãos naquelas A AACECE, nomeadamente as suas medidas 6.7 e 6.8
áreas. Através da programação anual de formação desig- alteraram a abrangência do programa INTEGRA que se
nada por Hora do Ofício, pretende-se capacitar os públicos desdobrou em duas vertentes destinadas a empresas com
e artesãos para as atividades tradicionais, incentivando a diferentes requisitos; o Integra + e o Integra StartUp.
inovação, fomentando a multidisciplinaridade, em todas O programa insere-se na tipologia dos apoios às empresas,
as ilhas do arquipélago. desta feita pela contratação de desempregados inscritos nas
Ainda neste âmbito, destaca-se o SOCA- Serviço de Agências de Emprego da Região Autónoma dos Açores.
Orientação Criativa para o Artesanato. O objetivo deste Com base nos valore verificados em 2013, prevê-se que
serviço passa pela orientação criativa, ao artesão, nas áreas possam ser apoiados 500 postos de trabalho.
da produção, bem como na promoção do produto e téc- Os desempregados que promovam a criação da sua
nicas de marketing, no sentido de elevar a qualidade do própria empresa terão também em 2014 a possibilidade de
produto artesanal. se candidatarem a um programa da AACECE que premeia
Desde algum tempo a esta parte que o CRAA definiu esta iniciativa – O CPE — Premium. O programa estabelece
uma estratégia de marketing relativamente à marca cole- a atribuição de uma série de prémios monetários os quais
tiva Artesanato dos Açores, com o objetivo de aumentar a ainda podem ser majorados, caso se verifique a contratação
visibilidade, numa perspetiva de renovação, dinamização pela nova empresa de um outro desempregado também
e afirmação de uma imagem com forte identidade e visi- inscrito nas Agências para a Qualificação e Emprego da
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 173
Região. Estima-se que o CPE- Premium possa retirar da Os cursos REATIVAR, essencialmente destinados a
situação de desempregado cerca de 200 pessoas. desempregados, constituem também uma estratégia de
Continuarão a estar em vigor outras medidas que apesar qualificação combinada, uma vez que, para além de con-
de não se medirem em números significativos constituem ferirem um grau de escolaridade (9.º ano ou 12.º ano), atri-
uma preocupação e um dever de proteção dos mais desfa- buem também uma qualificação profissional fomentando
vorecidos. É o caso do Programa Família Estável que dá assim a aprendizagem de uma profissão e reconversão
prioridade de colocação nas várias medidas de promoção profissional de desempregados. Uma outra vertente deste
do emprego quando se verifica que ambos os cônjuges se programa são os cursos REATIVAR Tecnológicos, ou
encontram desempregados. quais também permitem atuar na reconversão de ativos
Ao mesmo nível ideológico e para os desempregados desempregados para outras áreas económicas. Pretende-se,
portadores de deficiência, a RAA majorará em 20% todos tanto quanto possível, a eleição de cursos que facultem
os apoios concedidos ao abrigo de outros programas de aos açorianos competências técnicas para a criação do
emprego. próprio emprego.
Com o objetivo de ajudar as empresas na manutenção A necessidade de dotar o tecido empresarial açoriano
dos postos de trabalho, em 2014 estará em vigor uma outra de quadros qualificados levou à criação da medida Agir
medida da AACECE destinada às empresas da restaura- Agricultura e Agir Indústria – Programas de Estágios Pro-
ção, hotelaria, construção civil e comércio tradicional que fissionais, com a qual se procura facultar aos jovens açoria-
atravessam dificuldades e que se encontram em processos nos estágios de 6 meses que compreendem duas vertentes:
de redução ou suspensão do horário de trabalho. O pro- uma de formação que comporta a lecionação de conteúdos
grama prevê o reembolso das compensações retributivas específicos e uma outra de formação prática em contexto
pagas pelos empresários, sempre que os trabalhadores, de trabalho. Estima-se abranger cerca de 200 jovens nesta
naquelas condições, sejam reencaminhados para processos medida criada no âmbito da AACECE.
formativos. Também com cariz de dualidade entre as medidas de
É também com vista ao aumento das competências e da formação e ocupacionais encontra-se o programa FIOS
empregabilidade dos desempregados inscritos na Região (Formar, Integrar, Ocupar Socialmente), que visa valorizar,
Autónoma dos Açores que o Governo Regional dispõe de qualificar e ocupar beneficiários do Rendimento Social
vários programas ocupacionais. Desde logo o programa de Inserção, com idade e em condições para trabalhar.
RECUPERAR que se revelou um sucesso em 2013, o Este programa, para além de uma componente de forma-
qual se espera venha a repetir-se em 2014. O programa ção teórica, qualifica um público muito fragilizado e com
prevê a colocação de desempregados nas entidades públi- graves problemas de integração no mercado de emprego.
cas, ou privadas e sem fins lucrativos, durante 6 meses, O programa FIOS tem-se revelado uma resposta rápida
com vista ao desenvolvimento de um projeto ocupacional. e direta a pessoas que se vêm excluídas socialmente dos
O programa atribui um apoio mensal aos desempregados e normais mecanismos de empregabilidade e prevê abranger,
envolve as entidades acolhedoras, as quais são responsáveis durante o ano de 2014, cerca de 600 pessoas.
pelo pagamento, também mensal, de 100,00€ por ocupado. Do ponto de vista da formação dos jovens açorianos, o
Prevê-se abranger um total de 800 pessoas. Governo Regional dos Açores tem vindo a apoiar a reali-
O PROSA, que é outro programa ocupacional, destinado zação de cursos profissionais que, facultando uma resposta
a um público sensivelmente mais desfavorecido, quer por de dupla certificação, qualificam jovens em diversas áreas e
uma questão etária, quer pelo baixo nível de qualificações, tomam a seu cargo a formação de cerca de 50% dos jovens
será também uma das respostas que o Governo Regional da RAA que terminaram o 9.º ano de escolaridade.
dos Açores oferece e que estima a ocupação, durante um Seguindo o sistema de ensino em alternância, outro
ano, com a possibilidade de prorrogação por mais seis vetor de qualificação que se pretende aplicar é programa
meses, de cerca de 500 pessoas. DUAL Azores, que constituirá uma aposta na aprendiza-
No que respeita aos níveis de qualificação a Região gem com recurso a maiores tempos de aprendizagem em
Autónoma dos Açores evidencia uma população desem- contexto de trabalho reais. Está prevista a implementação
pregada que na sua grande maioria apenas detém o 9.º ano do Sistema Dual na RAA, através de uma experiência-
de escolaridade ou um nível inferior. -piloto que, devidamente avaliada, poderá resultar numa
As políticas públicas de Qualificação e Reconversão mais-valia para a formação inicial dos jovens açorianos.
Profissional em 2014 serão, portanto, direcionadas para Apesar de se tratar, em termos percentuais, do menor
a qualificação dos açorianos, fomentando assim a sua número de desempregados inscritos, os licenciados que
empregabilidade e elevando o seu nível de escolaridade. não se encontram no mercado de trabalho constituem tam-
Assim, o Governo Regional disponibiliza uma série de bém uma preocupação do Governo Regional dos Açores.
programas, a começar pelo Programa ABC (Aquisição O programa REQUALIFICAR, pretende apoiar direta-
Básica de Competências), constante da AACECE e que mente os desempregados inscritos, titulares de uma licen-
tem como objetivo a certificação dos desempregados com ciatura que manifestamente não atribui o nível de emprega-
o 4.º ano de escolaridade ou o 6.º ano de escolaridade. bilidade desejado. A estas pessoas será dada a oportunidade
Durante o ano de 2013 conseguiu-se baixar significati- de se requalificarem numa outra área de estudos, através da
vamente o número de desempregados inscritos que não frequência e conclusão de um mestrado ou pós-graduação.
tinham completado o 4.º ano, pelo que o enfoque para 2014
será dado ao objetivo de certificar 600 açorianos com o Gestão Pública
nível imediatamente superior, ou seja o 6.º ano. Esta é uma
Principais linhas de orientação estratégica a prosse-
medida desenvolvida pela Rede Valorizar e que respeita as
guir:
diretrizes comunitárias da aprendizagem ao longo da vida
e metodologia de RVCC – Reconhecimento, Valorização Defender o poder regional e a autonomia, através de
e Certificação de Competências. propostas legislativas que permitam desenvolver, em pleni-
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tude, as possibilidades e competências políticas da Região, da qualidade e da experimentação, para além do acom-
no âmbito das competências e atribuições cometidas à panhamento e implementação das medidas comunitárias.
Direção Regional de Organização e Administração Pública. Por outro lado, apoia-se o investimento privado através
Reforçar o processo de melhoria contínua dos serviços de medidas diretas de comparticipação do investimento na
prestados e da sua interação com o cidadão. modernização e reestruturação produtiva das explorações
Dotar a administração regional de meios técnicos e e agroindústria, com vista a reforçar a competitividade das
legais que possibilitem uma gestão integrada dos recursos empresas e do setor em geral.
disponíveis. Paralelamente, dá-se continuidade às ações de reestru-
Apoiar os serviços da administração Pública Regional turação fundiária e de redimensionamento das explorações
e Local nas áreas jurídica, financeira e do ordenamento através das ações dos processos de emparcelamento de
do território. rejuvenescimento de ativos.
Garantir uma infraestrutura tecnológica fiável e segura É também dado grande ênfase à valorização do Mundo
que permita aumentar a eficiência na execução dos pro- Rural, às culturas tradicionais e às atividades não agríco-
cedimentos e processos de suporte ao setor. las, inseridas nas Estratégias Locais de Desenvolvimento.
Asseguram-se igualmente os investimentos na floresta e
Programação e financiamentos públicos na rentabilização da fileira da madeira, onde se inclui a rede
regional de reservas florestais, e apoia-se a preservação e
Em 2014 decorrerá a negociação do Programa Ope- valorização do ambiente e da paisagem rural, nomeada-
racional FEDER e FSE 2014-2020 com os Serviços da mente através da aplicação de medidas compensatórias do
Comissão Europeia. Será dada continuidade ao desenvol- rendimento e de caráter ambiental.
vimento dos trabalhos de montagem do sistema de gestão,
acompanhamento, controlo e divulgação do novo Programa Pescas e Aquicultura
Operacional para a sua entrada em funcionamento.
No âmbito da execução dos financiamentos comunitá- A Pesca é outro dos setores determinantes no conjunto
rios do período de programação 2007-2013, PO PROCON- da Economia, igualmente com implicações na produção de
VERGENCIA, Eixo III do POVT e PCT-MAC, será dada riqueza e na preservação dos valores culturais, contribuindo
também para a criação de emprego, a inclusão social e para
continuidade às tarefas de gestão, de verificação, acompa-
a solidez da economia regional.
nhamento e controlo, de publicidade e de divulgação, com
Os objetivos gerais das intervenções programadas são
particular enfoque no processo de encerramento.
o aumento e a diversificação da produção regional, o au-
O desenvolvimento da coesão regional será promovido
mento dos rendimentos dos profissionais do setor e a me-
através da implementação de políticas transversais, sem
lhoria nas condições de trabalho e de segurança a bordo
prejuízo de um cuidado e intenso programa de acompa-
das embarcações.
nhamento das diversas dimensões em que se concretiza,
Devido à natureza extrativa da atividade, dá-se ênfase
fomenta e dinamiza a coesão económica, social e territorial.
especial à proteção dos recursos naturais, nomeadamente
Nesse contexto será dada continuidade à implementação
promovendo a investigação aplicada e a aquicultura.
das medidas que, no âmbito da Agenda Açoriana para a
No âmbito do investimento de iniciativa pública
Criação de Emprego e Competitividade Empresarial pre-
destacam-se, pelo seu volume financeiro, os investimentos
conizam e intensificam a trajetória de desenvolvimento da
em portos e outras infraestruturas ligadas à Pesca.
Região em geral e dos agentes económicos em particular.
São igualmente de destacar os apoios à modernização
A valorização do património regional deve continuar a das embarcações de pesca, garantindo melhores condições
ser impulsionada, promovendo uma efetiva rentabilização de segurança, habitabilidade e autonomia, e o reforço da
e racionalização dos ativos imobiliários. competitividade das empresas, através da redução de custos
com a atividade, bem como os apoios à sustentação do
Agricultura Florestas e Desenvolvimento Rural rendimento dos profissionais da pesca.
Nos Açores, a atividade agrícola é determinante no
Turismo
conjunto da Economia, participando de forma direta e
indireta num conjunto vasto de atividades, estando na O setor do turismo assume-se, cada vez mais, como
base da produção de riqueza, da preservação da paisagem um dos pilares da economia dos Açores, pelo seu papel
e dos valores culturais. Contribui ainda ativamente para a na geração de riqueza, na criação de postos de trabalho
criação de emprego, a inclusão social e para a solidez da e pela força indutora de desenvolvimento nos restantes
economia regional. setores de atividade.
Os objetivos gerais das intervenções programadas são o O trabalho desenvolvido em conjunto, por entidades
aumento e a diversificação da produção regional, assente públicas e privadas, numa conjugação plena de esforços,
numa visão estratégica de mercado, a par da proteção do quer na promoção do destino, quer na qualificação da
ambiente e do uso eficiente dos recursos. oferta, continuará a afirmar os Açores como um destino
No âmbito do investimento de iniciativa pública cuja matriz assenta na Natureza, sendo capaz de gerar emo-
destacam-se os investimentos em abastecimento de água, ções pelas experiências proporcionadas e de ser apelativo,
em caminhos, na eletrificação, nas infraestruturas veteri- como um verdadeiro destino de características ímpares.
nárias e de abate e na promoção da produção agroflorestal, O ano de 2014 será marcado pelo fortalecimento da
através da construção de parques de exposição, bem como parceria existente entre público e privado, com vista à
no âmbito das TIC, nomeadamente visando a proximidade consolidação do destino, visando o incremento de receitas
do Cidadão à Administração. que garantam a sustentabilidade do setor.
No que respeita aos serviços públicos, destacam-se as Sendo este um setor marcado por fatores exógenos à
ações no âmbito da sanidade animal e vegetal, do controlo Região, é fundamental desenvolver um trabalho consistente
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 175
com vista à consolidação e sustentabilidade dos vários na Região, tendo assim os Açores, a possibilidade de se
intervenientes. O Governo Regional dos Açores será um dar a conhecer às principais organizações de Agencias de
interveniente ativo no sentido de criar todas as condições Viagens e Operadores Turísticos Europeus.
para que o setor continue a gerar confiança junto de to- Iremos prosseguir com uma aposta determinada na qua-
das as entidades que trabalham, de uma forma direta ou lificação da oferta, quer no que aos produtos turísticos
indireta, o destino. diz respeito, com a consolidação da figura de gestores
Assim, iremos concluir a elaboração do Plano Estra- de produto, quer na própria seleção e calendarização de
tégico para o Turismo (2014-2020) e dar início à sua im- eventos que serão considerados como estratégicos para o
plementação, com vista a atingir os objetivos a que nos desenvolvimento e consolidação do destino, sendo estes
propusemos no início desta legislatura. promovidos de uma forma ativa junto dos mercados emis-
No decorrer de 2014 iremos prosseguir uma aposta con- sores, com vista a contribuírem ativamente para a captação
tinuada e consistente de promoção nos mercados emissores de fluxos turísticos para a Região.
prioritários para os Açores, para continuar a incrementar O desenvolvimento de novos produtos turísticos, tirando
os fluxos turísticos. partido daquilo que nos caracteriza, será um caminho a
De igual modo continuaremos a marcar presença nas percorrer, com vista a enriquecer continuamente a oferta
Grandes Feiras Internacionais de Turismo e em feiras in- disponível e potenciarmos o incremento da cadeia de valor
ternacionais de nicho (bird watching, whale watching, do turismo.
mergulho, etc.), nomeadamente através de parcerias a A valorização dos recursos humanos será outra das
estabelecer com entidades locais que possuem elevada áreas de atuação que merecerá uma redobrada atenção,
notoriedade junto dos mesmos. nomeadamente através da articulação entre a Escola For-
A captação de cruzeiros para a Região, onde se in- mação Turística e Hoteleira, Escolas Profissionais e ATA.
cluem os cruzeiros temáticos, continuará a ser efetuada Queremos que os Açores prossigam uma caminhada rumo
e reforçada, criando-se as sinergias necessárias com os à excelência e isso só se consegue com recursos humanos
operadores, com vista a potenciarmos um efeito multipli- qualificados e fortemente motivados.
cador no que à promoção e captação de fluxos diz respeito. A utilização das novas tecnologias no setor é uma reali-
Incrementar o valor deixado na Região por esta via é um dade à escala global. Assim, continuaremos a promover a
objetivo que pretendemos concretizar através de estratégias entrada e consolidação da presença do destino Açores em
conjuntas com as entidades privadas que assumem um operadores online de referência, a incentivar o desenvolvi-
papel preponderante nesta área de negócio. mento de operadores regionais, possibilitando a penetração
Será também uma realidade, a contínua aposta na pro- em segmentos de mercado em que os canais tradicionais
moção direta junto de líderes de opinião, jornalistas e não têm expressão.
parceiros ou potenciais parceiros de negócio, dos principais Esta aposta assenta sobretudo numa complementaridade
mercados emissores, com a organização de viagens que aos canais e meios existentes, abrindo uma nova porta na
possibilitem um contacto direto com a nossa natureza, promoção e captação de fluxos.
cultura e tradições, para assim continuarmos a incrementar
o nível de notoriedade do destino Açores, utilizando-os • Promover a qualificação e a inclusão social
simultaneamente como prescritores do mesmo.
A política de promoção a desenvolver pelo turismo dos Educação
Açores será direcionada e ajustada a cada mercado emissor No que concerne à melhoria do parque escolar da Região
e com definição clara de públicos-alvo, aumentando assim e considerando que existem ainda alguns investimentos que
a margem de segurança no que ao retorno diz respeito. são prioritários no sentido de uniformizar as infraestrutu-
A manutenção e o crescimento sustentado das princi- ras bem como a implementação das mesmas tecnologias
pais operações existentes, nomeadamente as dos mercados em todas as escolas, destaca-se a conclusão das obras de
emissores prioritários, será uma prioridade, sendo que grande reparação da EBS de Velas e da EBI da Horta e a
sempre que seja considerado uma mais-valia, recorreremos requalificação do bloco Sul da ES Domingos Rebelo, bem
à transportadora aérea regional e quando assim não acon- como o início da construção de um novo edifício para a
tecer, procuraremos estabelecer parcerias com companhias EBS das Lajes do Pico e da EBI da Ribeira Grande. Em
que permitam um melhor desempenho nesses mercados. linha de conta com a Carta Regional de Obras Públicas,
A aposta na América do Norte será uma realidade, po- destaca-se ainda a revisão dos projetos da segunda fase da
tenciando toda a mais-valia de que dispomos, por possuir EBI da Horta, da construção do edifício principal da EBI
uma comunidade emigrante fortemente integrada e utili- de Rabo de Peixe, das novas instalações da EBI Canto da
zando os canais de promoção e venda preferenciais nestes Maia, da EBS da Calheta e da EBI de Arrifes.
mercados. Porém, tendo em conta o determinado na Resolução do
Esta estratégia assentará no aumento faseado de rota- Conselho de Governo n.º 44/2013, de 13 de maio, para o
ções, atingindo ligações diárias para Boston e seis ligações alargamento efetivo dos níveis de escolaridade e de forma-
semanais para Toronto em plena época alta e ainda numa ção dos jovens, almejando-se a redução do abandono de
nova política tarifária por parte da transportadora aérea educação e formação precoce com vista à consecução das
regional, que estará em vigor para estes mercados. metas fixadas para tal pela Comissão Europeia, e atendendo
A captação de eventos com vista a aumentar os níveis aos níveis significativos – que merecem preocupação da
de notoriedade e combater a sazonalidade será também tutela e das escolas – de retenção dos alunos ao nível do
uma aposta a manter e reforçar, nomeadamente no que ensino básico, taxas essas superiores à da média nacional,
diz respeito a eventos de cariz desportivo, cultural e de bem como os resultados – que não nos satisfazem tam-
incentivos. Neste capítulo insere-se o facto de 2014 ser o bém – obtidos pelos alunos do sistema educativo regional
ano em que os Açores serão o Destino Preferido da ECTA, nas provas finais nacionais dos 4.º. 6.º e 9.º anos de esco-
entidade que realizará uma das suas reuniões bianuais laridade, a Direção Regional da Educação pretende eleger
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como eixo central da sua atuação o desenvolvimento de de um conjunto de iniciativas, cujo principal objetivo é a
uma política educativa cujos recursos e projetos educativos criação de ambientes diversificados de estímulo à leitura
se orientam essencialmente para a promoção do sucesso e o desenvolvimento sustentado de competências nos do-
escolar. Neste sentido, pretende-se alargar a rede de escolas mínios da leitura e da escrita.
Fénix na Região que, em 2013/14, conta já com 17 uni- Há ainda a necessidade de se assegurar a continuidade
dades orgânicas e tem início, neste mesmo ano letivo, o do programa de inovação e de modernização tecnológica
Programa de Acompanhamento e Formação aos docentes do sistema educativo regional com a progressiva renovação
do 1.º ciclo do ensino básico que, neste primeiro ano de do parque tecnológico das unidades orgânicas, implemen-
aplicação, incidirá sobre os 2.º e 4.º anos de escolaridade. tando um sistema integrado que possibilite desmaterializar
Neste, uma equipa formada por dez professores acompa- e simplificar os processos relativos ao controlo de acessos
nhantes trabalhará de forma direta com os docentes de ao espaço escolar e à gestão administrativa e pedagógica.
todas as escolas da Região, no sentido de diagnosticar
e colmatar as dificuldades – de ordem científica e peda- Ciência
gógica – reconhecidas pelos docentes na lecionação dos
conteúdos programáticos e na diversificação, em função O Programa do XI Governo Regional dos Açores de-
do perfil de aprendizagem dos alunos, das metodologias fende a aposta numa economia baseada no conhecimento e
de ensino; no sentido ainda de aferir e partilhar as meto- na inovação, mais eficiente, mais ecológica e mais compe-
dologias, estratégias de ensino mais adequadas ao perfil titiva e com níveis elevados de emprego. Estas premissas,
de cada grupo de alunos. e os respetivos intervenientes e instrumentos deverão,
O sucesso escolar passa também pela diversificação da assim, fazer parte de uma estratégia a desenvolver, uma
oferta formativa nomeadamente de nível secundário para estratégia inteligente. O crescimento inteligente, susten-
responder, com o alargamento da escolaridade obrigatória tável e inclusivo devem estar na ordem do dia, tendo em
aos 18 anos, à diversidade de perfis e aos diferentes níveis vista acautelar o futuro dos Açores e, simultaneamente, o
de motivação e capacidade dos alunos que frequentam este alinhamento com o Horizonte 2020.
nível de ensino. Assim, para além dos cursos científico- Este crescimento inteligente significa reforçar o conhe-
-humanísticos, mais vocacionados para o prosseguimento cimento e a inovação, enquanto fatores determinantes do
de estudos, as unidades orgânicas da rede pública do sis- crescimento futuro.
tema educativo regional devem apostar, como o fazem já, Assim, o Governo Regional dos Açores pretende refor-
nos cursos que conferem dupla certificação: a certificação çar o desempenho da investigação, promover a inovação e
escolar de 12º ano e a certificação profissional. Contamos a transferência de conhecimentos e assegurar a transforma-
também, neste ponto, com a oferta formativa das escolas ção das ideias inovadoras em novos produtos e serviços que
profissionais da Região, que desempenham um papel cru- criam crescimento e emprego de qualidade e que ajudam
cial nesta diversificação dos percursos de aprendizagem a enfrentar os desafios societais que se colocam a nível
de nível secundário. europeu e mundial.
A aposta nos cursos profissionalizantes passa também Apostamos na reorientação da política de ID+I para os
pelo ensino básico, ao nível do 3.º ciclo, reforçando-se desafios que a nossa sociedade enfrenta, havendo que re-
a oferta de cursos PROFIJ de nível II que permitem a forçar cada elo da cadeia de inovação, desde a investigação
conclusão do 3.º ciclo e oferecem uma alternativa aos fundamental até à transferência tecnológica. Pretende-se,
alunos que procuram um currículo menos académico e ainda na promoção de parcerias do conhecimento, reforçar
mais orientado para o conhecimento de uma área profissio- a articulação entre o sistema educativo, as empresas e a
nal. Ainda neste nível de ensino, pretende-se iniciar, num investigação e inovação e promover o empreendedorismo
primeiro momento, a título de experiência pedagógica, a através do apoio às Jovens Empresas Inovadoras.
implementação dos cursos vocacionais previstos na por- Na Região, assumindo-se que a investigação científica
taria que regulamenta o programa Oportunidade e que se e a inovação são dos principais impulsionadores da com-
afiguram uma via intermédia entre o currículo educativo petitividade, do crescimento económico e do emprego, as
comum e o ensino profissional. principais linhas de política setorial a prosseguir em 2014
A continuidade do Currículo Regional da Educação encontram-se em linha com o definido no Programa do
Básica mantém-se como uma das ferramentas necessárias XI Governo Regional dos Açores, encontrando-se-lhes
à construção, pelos alunos, de aprendizagens significativas subjacentes os seguintes objetivos:
e alimentadas pelo meio sociocultural e ambiental em que
vivem e crescem os alunos. O seu Referencial Curricular, • Garantir o desenvolvimento e sustentabilidade do
suportado pelos Projetos Pedagógicos em curso nas dife- Sistema Científico dos Açores e consolidar o potencial
rentes unidades orgânicas da Região e devidamente acom- científico da Região;
panhados pela tutela, designadamente o Projeto Educação • Estimular a investigação em áreas relevantes para a
Empreendedora, O Programa Regional de Saúde Escolar Região, focando o investimento num número limitado
e de Saúde Infanto-Juvenil e o Projeto Parlamento Jovem, de prioridades, definidas após uma ponderação das po-
constituirão certamente um contributo para a construção tencialidades atuais e definição de uma visão partilhada
continuada de um sistema educativo regional melhor e para o futuro;
mais eficaz. • Incentivar a criação de parcerias transregionais e in-
O Plano Regional de Leitura continuará a marcar tam- ternacionais que projetem externamente a investigação
bém as decisões estratégicas na área da Educação, man- realizada nos Açores;
tendo como seu principal objetivo o desenvolvimento de • Reforçar a articulação entre a investigação e as em-
competências e práticas de leitura nos Açores. Especial- presas;
mente destinado aos alunos que frequentam a Educação • Qualificar os recursos humanos da ciência;
Básica, o Plano Regional de Leitura concretiza-se através • Promover a divulgação e difusão da cultura científica.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 177
As medidas para atingir estes objetivos passam pela das ao nível do projeto, ou mesmo iniciarão a sua fase de
elaboração de um plano estratégico para a Investigação e execução, caso do Antigo Cinema do Aeroporto em Sta.
Desenvolvimento, e pela implementação do Programa de Maria ou do Ecomuseu do Corvo.
Incentivos do Sistema Científico e Tecnológico dos Açores A atividade e funcionamento dos serviços externos, em
(SCTA), denominado PRO-SCIENTIA. funcionamento ou processo de conclusão, enquanto peças
Tendo por base os eixos do PRO-SCIENTIA, estimular- fundamentais na preservação da memória coletiva, fonte
-se-á o desenvolvimento de parcerias e copromoções em de conhecimento e aposta no futuro, serão regulados por
investigação, no sentido de reforçar a cooperação entre os novos horários, por uma maior abertura aos diferentes
centros de investigação e as empresas, abarcando e forta- públicos e por uma mais estreita ligação entre si.
lecendo as diversas fases do desenvolvimento científico A comemoração do aniversário do pintor António Da-
e inovação, da investigação fundamental à investigação costa continuará o princípio da temática anual e permitirá
aplicada e ao desenvolvimento experimental. Deverá, pois, o reforço da itinerância de atividades e o estreitamento da
ter particular ênfase a criação de novo conhecimento dire- colaboração entre instituições.
cionado para uma aplicação prática, para a transferência Igualmente, a comemoração do 30º aniversário da clas-
do conhecimento, para a resolução de problemas e neces- sificação de Angra do Heroísmo como Património Mundial
sidades específicas da Região, para a criação de novos proporcionará, a diferentes níveis, uma reflexão sobre o
materiais, produtos inovadores, novos processos, sistemas património enquanto fator fundamental de desenvolvi-
ou serviços. mento e um contributo para a definição de uma estratégia
Realça-se, ainda, a manutenção do apoio à organização transversal com outros domínios.
tripolar da Universidade dos Açores, marca identitária A introdução na legislação específica das condicionantes
da academia açoriana e garante de um desenvolvimento a observar, fruto dos riscos naturais ou pragas, a par do
descentralizado na Região. estudo de medidas práticas sobre esta temática em conjunto
Assim, pretende-se dotar o Sistema Cientifico Regio- com a Universidade dos Açores, permitirá progressiva-
nal dos recursos financeiros necessários, numa perspetiva mente a introdução de práticas e ações de combate e a sua
multi-fundo, com vista à promoção da excelência cientí- mais correta operacionalização.
fica, de modo a tornar-se uma referência a nível nacional
e internacional. Saúde
O ano de 2014 ficará marcado pelo início da obra do
Cultura centro de saúde de Ponta Delgada, que completa o ciclo
A estratégia de qualificação da atividade e do patrimó- de investimento em novas infraestruturas no Serviço Re-
nio culturais como fatores essenciais de valorização da gional de Saúde. Será assim possível dar início, também
sociedade açoriana e da sua afirmação externa tem agora em 2014, a um ciclo de melhoramentos e remodelações
uma nova etapa. funcionais nas diferentes unidades de saúde. Pretende-se
A revisão geral efetuada da legislação enquadradora paralelamente dar continuidade às ações que têm vindo a
dos apoios financeiros, quer na salvaguarda e valorização ser desenvolvidas, mantendo um elevado nível de investi-
do património cultural nas suas várias expressões, quer mento nas infraestruturas informáticas e de comunicação,
no desenvolvimento de atividades culturais de relevante que se considera ser igualmente estruturante para o SRS.
interesse para a Região, irá permitir em 2014 estabe- Dar continuidade ao desenvolvimento das infraestrutu-
lecer novos desafios e adequar, quer as atividades de ras da Saúde, com a conclusão das empreitadas do Centro
iniciativa pública, quer as de iniciativa privada, a uma de Saúde da Madalena e Corpo C do Hospital da Horta,
nova realidade. bem como o lançamento da nova empreitada do Centro
A colaboração entre agentes privados e destes com a de Saúde de Ponta Delgada.
administração será reforçada, globalmente e de uma forma Execução de algumas obras de remodelação nas unida-
abrangente, potenciando o seu crescimento e progressiva des de Saúde, como por exemplo a obra de relocalização
sustentabilidade. A aposta nas formações de base e avan- da unidade de hemodinâmica do Hospital do Divino Es-
çada em diferentes domínios é fundamental para atingir pírito Santo.
tal objetivo e permitirá a médio prazo melhorar na gene- Aquisição de equipamentos para as Unidades de Saúde,
ralidade o nível das ações e do público em geral. das quais se destacam a aquisição de equipamentos para
A finalização de vários equipamentos e a sua entrada o Corpo C do Hospital da Horta e para o Centro de Saúde
progressiva em funcionamento, contribuirão decisiva- da Madalena.
mente para suprir algumas falhas que ainda existem, Operacionalização do Plano Regional da Saúde
pese o enorme esforço que tem vindo a ser feito nos 2013-2016.
últimos anos. Prosseguir com a certificação dos serviços e unidades
A nova Biblioteca e Arquivo Regional de Angra do He- de saúde.
roísmo, O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas Prosseguir com o investimento na área da qualidade,
na Ribeira Grande, o Antigo Hospital da Boa Nova em principalmente na formação contínua dos profissionais
Angra do Heroísmo, a ampliação do Museu dos Baleeiros de saúde.
nas Lajes do Pico, bem como o Núcleo de Sto. André do Manter os apoios a entidades no âmbito do combate as
Museu Carlos Machado em Ponta Delgada, são disso, dependências, reforçando a sua especialização.
exemplo. Comparticipação financeira na realização de encontros,
Outras intervenções, caso do futuro Museu Francisco seminários e outras formas de atualização profissional.
Lacerda na Calheta, do novo Núcleo de Vila do Porto do Início da implementação da rede regional de cuidados
Museu de Sta. Maria, do Museu da Horta (ala poente), bem paliativos.
como o projeto de museografia da Casa da Autonomia no Será dada continuidade à implementação das aplica-
Palácio da Conceição, em Ponta Delgada serão concluí- ções informáticas quer de âmbito clínico quer de índole
178 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
financeira. Neste campo pretende-se implementar uma Públicos com Necessidades Especiais
base de dados única de gestão dos doentes para os hos- Renovar a rede de centros de atividades ocupacionais
pitais e promover a informatização completa do processo de modo a melhorar a qualidade dos serviços prestados
clínico do Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira até aos públicos com necessidades especiais tendo por base as
ao final de 2014. Para dar continuidade à implementação boas práticas implementadas a nível internacional.
do processo clínico único na Região é necessário adquirir Constituir novas residências para apoio à pessoa com
hardware para substituir equipamento já obsoleto, em todas deficiência, garantindo-se as condições básicas de suporte
as unidades da Região. aos próprios e aos familiares cuidadores.
Pretende-se manter a atribuição de apoios financeiros
aos agentes, pessoas singulares ou coletivas, públicas ou Igualdade de Oportunidades
privadas, regionais, nacionais ou estrangeiros, que pros-
sigam atividades no âmbito da saúde, consideradas de Fomentar e apoiar, estratégias e ações facilitadoras da
interesse para a Região ou para o Serviço Regional de promoção da Igualdade de Oportunidades para Todos, a
Saúde. conciliação da vida pessoal com a profissional, o combate
à Violência Doméstica, o reconhecimento dos direitos das
Solidariedade Social pessoas com deficiência e outros públicos em situação
vulnerável.
As ações previstas no Plano de 2014 visam alargar a
cobertura da Rede Regional de Equipamentos, Serviços Habitação e Renovação Urbana
e Respostas Sociais a todos os açorianos, bem como me-
lhorar a qualidade dos serviços prestados. A proposta de plano de investimento na área da Habita-
Assim, de modo a garantir uma melhor e mais célere ção para o ano de 2014, consubstancia-se na continuidade
resposta às necessidades de suporte social e de inclusão de atribuição de apoio às famílias e do contributo para a
das pessoas e famílias açorianas, inscreveu-se no Plano de manutenção da sustentabilidade do setor da construção
2014 ações fundamentais para a prossecução do necessário civil e do imobiliário através do lançamento de obras pú-
suporte aos indivíduos, às famílias e comunidade, de forma blicas, cumprindo-se o desiderato da Carta Regional de
transversal e integrada, visando a proteção da infância, o Obras Públicas (CROP).
combate ao isolamento dos mais velhos e ao risco de ex- Em 2014 o investimento será, essencialmente, canali-
clusão, o suporte à pessoa com deficiência e a promoção zado para a continuidade do processo de dinamização do
da igualdade de oportunidades e combate à violência e mercado imobiliário através do arrendamento habitacional
descriminação. como suporte à autonomização das famílias açorianas, para
Especificamente, estas ações, que estão agrupadas em a continuidade da promoção da reabilitação do parque
cinco grandes áreas: infância e juventude, idosos, públicos habitacional edificado melhorando as condições habitacio-
com necessidades especiais, família, comunidade e servi- nais e pela promoção de políticas habitacionais dirigidas
ços e Igualdade de Oportunidades, visam: ao combate à exclusão social e à melhoria da integração
e autonomização familiar.
No ano de 2014, em matéria de Habitação, será dada
Infância e juventude prioridade às seguintes medidas:
Reforçar as respostas dirigidas à primeira infância Persistir na atribuição de apoios respondendo às carên-
através da criação de creches em áreas populacionais em cias das famílias mais desfavorecidas, designadamente,
crescimento e com baixa cobertura ao nível dos equipa- no âmbito da recuperação e regeneração habitacional e
mentos, potenciando a conciliação da vida profissional e no arrendamento social;
familiar e providenciando melhorias nas metodologias de Reforçar o investimento nas operações de reabilitação
intervenção no âmbito da prevenção, promoção e proteção do parque habitacional social da Região, no âmbito do
das crianças e jovens. previsto na CROP;
Intensificar o relacionamento estratégico com os diversos
Família, comunidade e serviços parceiros públicos e privados da Região, designadamente
com o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana e com
Apoiar a criação, melhoria e apetrechamento das es- as Autarquias, nos programas de realojamento e de apoio
truturas comunitárias de apoio ao cidadão e à família, em à reabilitação de imóveis habitacionais degradados;
especial os cidadãos sem-abrigo. Promover a integração social e responsabilização das
famílias, a consolidação da qualidade e funcionalidade da
Idosos estruturação social e urbanística das zonas residenciais e a
redução dos impactos ambientais das edificações urbanas.
Alargar a rede de equipamentos para idosos, renovando
e dotando-a de condições técnicas e de conforto; Desporto
Reforçar as respostas de apoio alternativo à instituciona-
lização, apoiando a permanência de idosos nas suas casas Pretende-se em 2014, prosseguir a visão de proximidade
com a melhoria e alargamento do apoio domiciliário, e da e colaboração com todos os interlocutores e em particular
rede de centros de dia e centros de noite; com o movimento associativo desportivo para que em
Atribuir apoio direto aos pensionistas, melhorando a sua estreita colaboração se possa continuar a proceder aos
qualidade de vida e aumentando o rendimento disponível, ajustamentos necessários aos principais projetos existentes,
através do COMPAMID e do Complemento Regional de continuando a garantir equilíbrio e o menor impacto pos-
Pensão; sível sobre os principais indicadores de desenvolvimento
Incentivar Programas de mobilidade e de Envelheci- desportivo advindo das dificuldades económicas e sociais
mento Ativo. que atravessamos.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 179
Continuar a desenvolver as principais linhas de orien- assentes em objetivos e medidas, que visam promover
tação estratégica definidas para a legislatura e que são: nas camadas mais jovens o espírito de independência;
fomentar a internacionalização de experiências; maximizar
• Rentabilização e Requalificação de Recursos Exis-
projetos na área do associativismo e empreendedorismo
tentes.
social e cultural; incrementar a cidadania ativa ao nível
• Sustentação e Reajustamento da Organização Des-
portiva. local, nacional e transnacional; e potenciar uma cultura do
• Qualidade e Excelência do Sistema Desportivo Aço- intelecto, que assenta na dedicação, no trabalho, na refle-
riano. xão e na ética de responsabilidade. Saliente-se que estas
• Integração e coordenação de políticas. Orientações vão ao encontro dos pressupostos da Agenda
• Regulamentação e valorização das atividades econó- da Europa 2020 e, certamente servirão de sustentáculo
micas da área do desporto. para uma sociedade mais inclusiva, mais solidária, mais
inovadora e mais empreendedora.
Os objetivos que se preconizam são os seguintes: Neste sentido, no que se refere à internacionalização da
mobilidade dos jovens, para além da dimensão internacio-
Manter a taxa de participação federada absoluta acima nal do programa de mobilidade Bento de Góis, os jovens
dos 9% e a Potencial dos Escalões de Formação acima açorianos poderão usufruir de estágios em países fora da
dos 40%; União Europeia, nomeadamente EUA e Canadá através
Manter as representações em competições nacionais e do Programa Colombo.
séries Açores (nacionais ou regionais) acima das 55 equipas O Voluntariado local e internacional continuará a ser
e as participações internacionais num mínimo de 3; fortemente promovido, introduzindo-se o Passe-jovem,
Rácios de enquadramento por agentes desportivos não enquanto instrumento de certificação de competências
praticantes não superiores a: treinadores 1/22; árbitros através da educação não formal. No âmbito dos projetos
/juízes 1/24 e dirigentes 1/17; comunitários, pretende-se, no âmbito do novo programa
Ao nível do Alto Rendimento possuir pelo menos 3 atle- comunitário tido para a Juventude, ERASMUS +, esta-
tas enquadrados no estatuto nacional; belecer parcerias que permitam aos jovens empresários
Apoiar mais de 880 equipas/grupos de trabalho do pro- participar em estágios profissionais na Medida Erasmus
jeto atividades de treino e competição dos escalões de for Young Entrepeneurs na União Europeia. Entrementes,
formação. Apoiar mais de 8.500 participantes nos projetos tem-se vindo a estabelecer parcerias para projetos a realizar
de promoção de atividades físicas desportivas incluindo em 2014 com uma associação da Sicília, com o Governo de
as enquadradas no desporto adaptado; Canárias, bem como com a Bulgária num projeto sobre em-
Enquadrar nos diferentes projetos do desporto escolar preendedorismo social. Manter-se-á o assento no Comité
regional mais de 85% das Unidades orgânicas da Região Organizador da Universidade de Verão da Assembleia das
e 20% das escolas profissionais; Regiões da Europa, e a representação na Youth Regional
Disponibilizar condições para que se verifiquem mais Network por jovens da RAA.
de 1.600.000 utilizadores no ano, nas instalações do par- Pretende-se, de igual modo, fortalecer o Associativismo
que desportivo regional sob a gestão direta dos Serviços e o Empreendedorismo Social, através das Associações de
de Desporto; Juventude dos Açores, enquanto estratégia de reforço da
Colocar em funcionamento mais 2 pavilhões despor- coesão social, da reconversão profissional e medida que
tivos de proximidade integrados no parque desportivo potencia a empregabilidade dos Jovens.
regional; Uma, de entre muitas outras, das apostas na execução
de políticas públicas para a Juventude tem-se centrado no
Juventude incentivo à Criatividade e ao Empreendedorismo como
Sendo os Açores uma das regiões mais jovens da União uma ferramenta mobilizadora dos jovens para fazerem
Europeia há que reconhecer o enorme potencial humano face aos múltiplos desafios com que se deparam. É neste
que a nossa Região possui. A Região Autónoma dos Aço- sentido que se entende que o projeto Educação Empreen-
res, pese embora a sua condição ultraperiférica, tem sido dedora: O Caminho do Sucesso, tem enquadramento no
uma região que, através das suas Políticas de Juventude, plano regional para o fomento do empreendedorismo da
tem impulsionado não só a emancipação dos jovens e a RAA. No que concerne às indústrias criativas e culturais,
sua participação na sociedade, reconhecendo-os como pretende-se manter tanto o Programa Põe-te em Cena,
atores sociais e políticos determinantes na implementação como o LabJovem, que em 2014 irá ter uma projeção
de medidas alternativas, empreendedoras e criativas para internacional. Fruto de parcerias com várias entidades
enfrentar os novos desafios. Os objetivos estratégicos do nacionais e internacionais, prevê-se a divulgação do pro-
XI Governo Regional dos Açores na área da Juventude jeto Amostram’isse: Mostra de Cinema Regional, no con-
priorizam o estímulo aos Jovens dos Açores a realizar texto nacional e internacional. Ainda no que concerne à
o seu intelecto e o seu potencial de liderança pessoal e Formação e Produção Cultural e Intelectual dos Jovens,
assentam em estratégias instigadoras da transformação pretende-se proporcionar, em parceria com entidades espe-
do pensamento crítico em ações práticas, permitindo o cializadas, cursos de formação em Liderança e desenvolver
desenvolvimento de novos líderes com ideias inovadoras. um novo projeto intitulado Inspira-te, Aprende e Age!, que
Para 2014, e no âmbito das atribuições decorrentes da visa selecionar jovens dos 19 concelhos da RAA. Está
Orgânica, do Programa do Governo Regional dos Açores, igualmente previsto apoiar financeiramente a execução
das Orientações de Médio Prazo 2013-2016 e dos Princí- do Plano Formativo no âmbito tecnológico da Academia
pios de Natureza Política para o novo ciclo de programação de Juventude da Terceira.
comunitária 2014-2020, a Direção Regional da Juventude No âmbito de conferências, fóruns e seminários, pretende-
irá adotar um conjunto de orientações estratégicas a de- -se implementar um ciclo de conferências sob o tema Ju-
senvolver e a implementar de forma aberta e participada, ventude em Foco: Do sonho à Ação!, que irá proporcionar
180 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
um debate profícuo sobre variados temas de relevância Continuaremos a investir no setor portuário e dos trans-
para a Juventude Açoriana no século XXI, nomeadamente: portes marítimos, assim como no setor marítimo-turístico
Juventude & Emprego; Juventude & Empreendedorismo; e náutico, com vista a aumentar a segurança e eficiência
Juventude & Investigação; Juventude & Saúde; Juven- operacional, fazendo destes ainda maiores contribuintes
tude & Participação Política; Juventude & Voluntariado; ativos para o incremento de valor nas economias locais.
Juventude & Indústrias Culturais e Criativas; Juventude Será igualmente estabelecido um regime de obrigações
& Economia Verde; Juventude & Europa 2020. Serão de serviço público e promovida a criação do Tráfego Re-
organizados fóruns de discussão sob o tema Tu és capaz! gional, no intuito de dinamizar os operadores interilhas e
tendo como principal objetivo a partilha de experiências permitir maior liberdade de circulação em todo o arqui-
profissionais entre os jovens que estão no mercado de pélago.
trabalho e os que o vão integrar. Em simultâneo, realizar- Será também implementado pela empresa da Região, um
-se-ão Encontros entre jovens e o tecido empresarial, com circuito regular de passageiros e mercadorias, em sistema
o intuito de gerar uma maior proximidade e a possibilidade de carga rodada, entre as ilhas do Grupo Central e com um
dos jovens darem a conhecer os seus percursos formativos tarifário equilibrado que sirva de regulador do mercado.
e profissionais. Prosseguir-se-á com o objetivo de monitorização dos
Para além de dar continuidade aos programas de ocu- portos dos Açores, com vista à prevenção de riscos nas
pação de tempos livres dos jovens, nomeadamente, o pro- áreas operacionais dos mesmos.
grama Entra em Campo e o Programa OTLJ, realizar-se-á, Atendendo à nossa dependência em relação ao mar
em 2014, um Campo de Férias da DRJ direcionado a jovens (económica e de segurança) é essencial, para a promoção
provenientes de famílias com dificuldades económicas e de níveis de segurança operacionais e ambientais, a reali-
não abrangidas pelo sistema de apoio social. Serão apoia- zação de novos investimentos nas infraestruturas portuárias
dos projetos de OTL e de promoção de estilos de vida e a instalação de equipamentos de acompanhamento em
saudáveis, promovidos por jovens e/ou destinados a jovens. tempo real e monitorização para atender prioritariamente
Face à fragilidade social da condição dos jovens, entende- às necessidades da operação portuária, construções por-
-se ser cada vez mais necessário, apoiar programas de cariz tuárias, navegação, pescas, turismo, atividades náuticas e
social e solidário. Irá realizar através de parcerias na ilha segurança no mar.
Terceira e na ilha de São Miguel, o projeto Jovem em Ação, No domínio dos transportes aéreos e enquadrado num
tendo como objetivo trabalhar diretamente na redução eixo prioritário de atuação direcionado para a Economia,
de fatores de risco, reforçar-se-á nos jovens condições Inovação e Desenvolvimento Sustentado, pretende-se
que permitam um crescimento saudável e harmonioso, manter a Regularidade, Fiabilidade e Continuidade, pois
bem como a formação dos jovens, reduzindo o abandono o modelo tem correspondido de forma muito satisfatória
escolar precoce. aos padrões preestabelecidos. Em termos de capacidade,
Na área da informação ao jovem será dada maior visi- o próprio sistema está regulado de forma a assegurar au-
bilidade ao portal da juventude, abrindo-o às associações tomaticamente a capacidade necessária para a procura
de jovens, por forma a potenciar a informação e a partilha existente.
na divulgação. O Observatório da Juventude dos Açores, No entanto, através da revisão das OSP’s relativas ao
projeto desenvolvido em parceria com o Centro de Es- transporte interilhas, procuraremos otimizar todos esses
tudos Sociais da Universidade dos Açores, para além de fatores e simultaneamente reduzir o custo associado à
permitir a divulgação de informação atualizada relativa e acessibilidade.
de interesse à juventude, através de página Web, servirá Continuaremos a bater-nos pela revisão das OSP’s, que
como um instrumento essencial para a tomada de deci- permitem uma abertura regulada do mercado a novas ope-
são. De forma a haver uma melhor articulação dos dados radoras, no que às ligações entre os Açores, continente e
científicos, o Observatório da Juventude dos Açores está a Madeira diz respeito, para que se potencie a concorrência
criar redes com outros observatórios regionais, nacionais e com isso possam advir mais-valias para os utilizado-
e europeus. res, quer ao nível do custo, quer ao nível da qualidade de
Face ao exposto, as respostas do Governo Regional serviço.
dos Açores são contemporâneas e resultam da reflexão e Ainda no âmbito do desenvolvimento estratégico para
avaliação das problemáticas da Juventude, num contexto a Região, iremos reforçar em 2014 as ligações aéreas aos
de inúmeros desafios. Estados Unidos e Canadá, bem como implementar um novo
modelo tarifário, baseado na oferta de serviços.
• Aumentar a coesão territorial e a sustentabilidade Pretende-se ainda proceder a uma revisão do modelo de
exploração dos Aeródromos Regionais, nomeadamente ao
Transportes nível da concessão da sua respetiva exploração e prosseguir
os investimentos nestes aeródromos, de forma a garantir
Em 2014, a coordenação dos transportes terrestres, aé- uma maior segurança e eficiência operacional.
reos e marítimos de passageiros, será uma das prioridades No domínio dos transportes terrestres pretende manter-
ao nível dos Transportes. -se, para além da qualidade da rede viária, a segurança do
Assim e nesta área vital para a ligação das ilhas açoria- tráfego rodoviário e garantir a qualidade do serviço público
nas entre si e destas para o exterior, as medidas a prosseguir de transportes terrestres, adequando rotas e horários, de
visam dar seguimento ao trabalho que persegue a melhoria forma a materializar o preconizado no Plano Integrado
do sistema de transportes aéreos, marítimos e terrestres, de de Transportes.
pessoas e bens, bem como a racionalização das frequências
Obras Públicas
e tarifários, essenciais para garantir os necessários níveis
de coesão territorial. O ano de 2014 será centrado, em grande parte, no de-
Iremos implementar o Plano Integrado de Transportes senvolvimento dos projetos previstos na Carta Regional
a aplicar, progressivamente, em todas as ilhas. das Obras Públicas. Este instrumento de gestão, apresen-
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 181
tado no 1º semestre de 2013, pretende ser um elemento Conforme o cronograma apresentado recentemente,
que garanta previsibilidade ao mercado de construção o ano de 2014 será marcado pelo lançamento da grande
civil, possibilitando deste modo às empresas uma correta maioria dos programas previstos nessa agenda. Com isto,
orientação dos recursos, para fazer face às expectativas pretendemos alavancar o crescimento das atividades eco-
existentes ao nível das obras públicas. nómicas orientadas para os mercados digitais, potenciar
Nesta área, serão lançadas as bases para a requalificação o desenvolvimento de valor acrescentado através do uso
de estradas regionais, bem como para a conceção e desen- intensivo de tecnologia e ainda criar um ecossistema favo-
volvimento do projeto de melhoria das acessibilidades rável ao desenvolvimento tecnológico, através de progra-
Furnas – Povoação. mas que promovam a educação virada para as tecnologias.
Com o processo da reforma legislativa em curso, é in- Conforme está previsto na agenda, lançaremos, en-
tenção do Governo que o ano de 2014 seja, de igual forma, tre outros programas, o Escola Tech +, orientado para a
dedicado à procura de novas estratégias que permitam a promoção de formações pós-secundárias em tecnologias,
redução dos custos de construção. Por outro lado, é nossa projetos de base tecnológica em escolas secundárias e
intenção criar condições para que o desenvolvimento de profissionais, na componente da educação não formal e
novos produtos seja uma realidade, tendo como base de ainda a utilização maciça de conteúdos digitais pelos es-
trabalho o Catálogo de Materiais Endógenos ou Produzidos tudantes. Com lançamento previsto para o 2º semestre
e Transformados na Região. de 2014, este programa será iniciado de forma faseada,
Se as linhas mestras estão neste momento em curso, 2014 estando previsto entrar em pleno funcionamento no ano
será, igualmente, o ano em que o Governo Regional dos letivo 2014/2015.
Açores premiará o desenvolvimento de medidas que visam a Por outro lado, no alinhamento do programa anterior,
valorização do património urbano e rural existente, bem como lançaremos o U Tech +, que promoverá o surgimento de
a integração ambiental da rede viária. Estas medidas, estão pós-graduações em engenharia e tecnologias, como pilar
direcionadas para dois objetivos: criar melhores condições fundamental para o alavancar de novas competências no
para quem nos vista e por outro lado, valorizar o existente mercado. Dentro deste programa, temos as medidas de
para melhorar a qualidade de vida dos nossos concidadãos. promoção de parcerias entre a Universidade dos Açores
e outras instituições de renome, na área das tecnologias.
Energia Ainda no âmbito da agenda tecnológica, o programa
InfraTech Azores +, com apresentação programada para
No decorrer de 2014 iremos dar continuidade às inicia- o primeiro semestre de 2014, será um mecanismo de in-
tivas e programas já em vigor, tanto ao nível da eficiência centivo à instalação de infraestruturas tecnológicas nos
energética, como no que à produção de energia a partir Açores, perspetivando-se através dele, a criação de em-
de fontes renováveis diz respeito, com vista à continuada prego qualificado.
promoção da referida eficiência, nomeadamente ao nível Ao nível de projetos e iniciativas, concluiremos o pri-
da produção e do consumo de eletricidade. meiro edifício do Parque de Ciência e Tecnologia de São
Ao nível da eficiência energética a ação do Governo Miguel, assim como os projetos e plano de desenvolvi-
Regional dos Açores será reforçada com a criação de mento do Parque de Ciência e Tecnologia da Terceira.
um programa específico para empresas, nomeadamente Como temos vindo a afirmar, esses parques serão ânco-
aquelas em que o consumo de energia assume um papel ras de desenvolvimento de novas atividades, vocacionadas
determinante na sua estrutura de custos, denominado por para as áreas das tecnologias de informação, ciências da
Eficiência +, que tem como principal objetivo fomentar terra, biotecnologia e indústrias criativas.
a realização de auditorias energéticas e a identificação No campo do desenvolvimento de infraestruturas de
de medidas mitigadoras, quer ao nível de comportamen- base tecnológica e após o lançamento em 2013 da cons-
tos, quer ao nível da escolha adequada de equipamentos, trução das estações dos projetos SuperDarn e ARM na
promovendo a sua substituição sempre que necessário. Graciosa e ainda do projeto Galileo e da RAEGE em Santa
Será também desenvolvido um programa de sensibilização Maria, daremos continuidade aos trabalhos preliminares
junto das familiais, para a utilização adequada e racional de da estação das Flores.
energia, assim como para a utilização dos regimes tarifários mais Contudo, queremos que 2014 seja o início de um novo
adequados, nomeadamente as tarifas especiais existentes que ciclo, que passa pela captação de mais investimento externo
visam a redução de custos das famílias açorianas com menores orientado para o desenvolvimento deste tipo de infraes-
recursos, que se encontrem dentro dos parâmetros elegíveis. truturas.
No domínio dos combustíveis a ação do Governo Regio- Com o próximo Quadro Comunitário de Apoio orientado
nal tem por objetivo consolidar a capacidade de armazena- para este tipo de investimentos, bem como com o início do
mento, em cada uma das ilhas, garantindo assim não só o programa europeu Horizonte 2020, queremos posicionar
cumprimento das diretivas comunitárias mas igualmente os Açores nestas novas áreas de investimento, conjugando
o abastecimento de cada um dos produtos, possibilitando esforços com a Universidade dos Açores e outras institui-
uma maior concorrência no setor e diminuir os custos ções de relevo no panorama tecnológico.
dos transportes, nomeadamente aqueles que refletem a Nesta área de atuação teremos que trilhar um caminho
necessidade de abastecimento em cada uma das ilhas da que visa criar valor, trabalhando para que surjam empresas
Região. nos Açores vocacionadas para esta área do conhecimento.
A criação de um ecossistema empresarial é um dos nossos
Infraestruturas Tecnológicas desafios, que em 2014 será reforçado.
Com o lançamento da Agenda Digital e Tecnológica dos
Prevenção de Riscos e Proteção Civil
Açores o Governo Regional pretende criar um quadro de
referência para o desenvolvimento de políticas de incentivo O Governo Regional dos Açores propõe-se continuar a de-
à atividade de base tecnológica. senvolver a sua política de investimentos, tendo como objetivo
182 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
final a prevenção, segurança e socorro das populações. As deci- De entre as ações de Ordenamento do Território relevam-
sões baseiam-se em critérios rigorosos de complementaridade -se os investimentos nas bacias hidrográficas de lagoas.
entre instituições e de compatibilidade com os investimentos A proteção dos recursos hídricos absorve igualmente
já realizados. Os investimentos para 2014 serão os seguintes: importantes recursos financeiros, com destaque para a
Alargamento progressivo da rede SIV na Região como limpeza de ribeiras e obras de renaturalização e reperfila-
complemento à rede de transporte terrestre de doentes, que mento de linhas de água.
foi sucessivamente reforçada no número de tripulantes Ao nível da Qualidade Ambiental, prosseguem-se as ações
de ambulância desde 1996. O melhoramento contínuo do de monitorização e vigilância do estado do ambiente e das
transporte terrestre de doentes tem-se revelado bastante alterações climáticas, sem esquecer as problemáticas das pra-
positivo no aumento da qualidade de prestação de cuidados gas urbanas. Destaca-se ainda a gestão da Paisagem Protegida
de socorro às populações. da Cultura da Vinha, Património Mundial, com incentivos à
Substituição dos veículos de emergência pré-hospitalar, manutenção e reabilitação da cultura tradicional em currais.
quer pelo abate dos que estão a atingir as condições limite A gestão de resíduos destaca-se pela sua dimensão finan-
de operacionalidade, quer pelo reforço destes nas ilhas em ceira, onde se inclui a conclusão da rede de centros de pro-
que tal se justifique. cessamento de resíduos dos Açores e a sua operacionalização,
Compra de novas viaturas ligeiras de combate aos no âmbito do Plano Estratégico para a Gestão dos Resíduos.
incêndios, versáteis e com capacidade todo-o-terreno, e O Mar dos Açores é alvo de uma política marítima in-
manutenção dos apoios para manutenção e reparação das tegrada. Do ponto de vista ambiental, serão desenvolvidas
viaturas existentes. ações de monitorização, de promoção, de fiscalização, de
Formação do pessoal dos corpos de bombeiros e a gestão e de requalificação da orla costeira, por serem os
aquisição de material operacional de forma a garantir e que mais diretamente implicam a conservação dos recursos,
aumentar o nível de qualificação dos serviços prestados bem como a segurança e bem-estar das populações. Por
aos açorianos em termos de proteção civil. A formação e outro lado, o mar é tratado como uma oportunidade de
qualificação continuará a ser uma aposta, em particular desenvolvimento regional, privilegiando-se o desenvolvi-
para que os tripulantes de ambulância possam fazer as mento do conhecimento e do posicionamento da Região
suas recertificações, fundamentais à eficácia dos serviços no conjunto da política marítima europeia e no âmbito dos
que prestam às nossas populações. recursos do mar profundo.
Melhorar o parque informático e os contratos de manuten-
ção para garantir o bom funcionamento do Sistema Integrado • Afirmar a Identidade Regional e Promover
a Cooperação Externa
de Atendimento e Despacho, ferramenta de enorme impor-
tância na capacidade de resposta em situações de emergência. Informação e Comunicação
Alargar os serviços da linha de Saúde Açores como
forma de permitir uma melhor organização e racionalização Pretende-se dar sequência ao novo conjunto de incenti-
dos recursos e meios disponíveis. vos financeiros à comunicação social privada na Região,
Aumentar a capacidade formativa do centro de formação já aprovado, que possibilitará aos órgãos de comunicação
do SRPCBA nas técnicas de combate aos fogos e busca e social privados uma melhor gestão da sua atividade no
resgate em estruturas colapsadas. sentido de colmatar as dificuldades que a conjuntura eco-
Aprofundar as ações de sensibilização junto dos centros nómica e financeira impõem ao setor.
de dia, para os nossos idosos, bem como alargar o número
de atividades desenvolvidas nos clubes de proteção civil Comunidades
a funcionar nas escolas da Região. No âmbito das Comunidades Emigradas e Imigradas,
Replicar a formação na área do Suporte Básico de Vida e o Governo Regional dos Açores desenvolverá a sua ação
do Suporte Avançado de Vida a todos os potenciais agentes prosseguindo objetivos gerais de preservação da identidade
de proteção civil e aos profissionais de todas as unidades Açoriana, nas suas mais variadas vertentes, bem como
de saúde da Região. de promoção da integração das comunidades e de apro-
Consolidar a rede de quartéis de bombeiros da Região ga- fundamento e diversificação de áreas de atividade, num
rantindo a ampliação e reparação das estruturas que revelem princípio de proximidade e parceria com as comunidades,
necessidade, nomeadamente, Santa Maria, Pico e Flores. instituições e setores envolvidos.
Modernização da infraestrutura de radiocomunicações, No que diz respeito às comunidades açorianas na diás-
fundamental para garantir o socorro de forma pronta e pora e no âmbito da preservação e dinamização da identi-
eficaz, em caso de necessidade. Enquanto se procede à dade Açoriana, merecerão especial atenção as iniciativas
atualização da atual rede, para uma versão digital com que divulguem novas manifestações culturais açorianas, a
funcionalidades acrescidas, torna-se necessário manter a par da promoção e apoio a atividades ligadas às tradições
conservação e manutenção da atual infraestrutura. e costumes da Região.
Ainda no âmbito das comunidades emigradas, o plano
Ambiente e Ordenamento
de investimentos para 2014 destaca a promoção da Região
As questões ambientais são na RAA um dos pilares em Autónoma dos Açores nos territórios de acolhimento. Esta
que assenta o progresso económico e o bem-estar das po- ação, em articulação com parceiros regionais, nacionais e
pulações, com implicações em todas as áreas de atividade. internacionais, incidirá na divulgação das potencialidades
No âmbito da Conservação da Natureza e da Sensibili- dos Açores em diversas áreas, contribuindo para a visibi-
zação Ambiental destacam-se a proteção da biodiversidade lidade e promoção externa da Região.
e do património natural dos Açores, nomeadamente atra- Parceiros privilegiados no contexto deste objetivo serão
vés da erradicação e controle das espécies invasoras, e o as catorze Casas dos Açores — do Uruguai, Brasil, Estados
funcionamento das redes regionais de parques, ecotecas, Unidos, Canadá e Portugal continental -, bem como outras
jardins e centros de interpretação. instituições da diáspora ligadas aos Açores e aos emigran-
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 183
tes açorianos. A parceria do Governo Regional dos Açores implementadas iniciativas e ações ligadas à promoção da
com estas instituições será orientada para a realização de cidadania, em particular no âmbito da participação nas
ações que permitam corresponder aos interesses da Região eleições ao Parlamento Europeu, bem como do Ano Euro-
e das Comunidades nas áreas culturais e ligadas, em geral, peu e datas evocativas da União. Será criado um programa
à Açorianidade, mas também sociais, académicas, turísticas de incentivo à frequência de estágios em instituições da
e económicas. União Europeia e organismos europeus.
Será igualmente reforçada a divulgação, nos Açores, das Dar-se-á continuidade à coordenação interdepartamental
comunidades emigradas açorianas, através de iniciativas relativa ao posicionamento da Região sobre documentos
culturais, académicas e institucionais, tendo em conta a políticos e legislativos estratégicos da União Europeia, com
presença inequívoca da açorianidade em diversos espaços vista à sua transmissão e integração nas posições nacionais,
geográficos, visando um reforço do conhecimento mútuo bem como à Representação Permanente de Portugal junto
e da proximidade entre a Região e as suas comunidades. da UE e defesa junto das instituições da União Europeia e
Considerando a importância de uma plena integração das organizações de cooperação regional.
na sociedade açoriana dos imigrantes, bem como dos
emigrantes regressados, quer voluntários, quer compul-
sivos, reforçar-se-á o trabalho em rede com os diversos IV INVESTIMENTO PÚBLICO
parceiros regionais e internacionais, através de iniciativas
inclusivas e adaptadas às necessidades específicas de cada DOTAÇÃO DO PLANO
público-alvo.
Será prioritariamente incentivada a realização de en- O Plano Anual 2014 compreende as ações promo-
contros, conferências e outras iniciativas na Região, or- vidas diretamente pelos departamentos da administra-
ganizadas por instituições das comunidades emigradas ção regional, mas também as que são executadas por
açorianas e por outras que desenvolvam projetos na área entidades públicas que, em articulação com as respe-
das migrações. Serão também criados incentivos à rea- tivas tutelas governamentais, promovem projetos de
lização de intercâmbios entre os Açores e as comunida- investimento estratégicos, no quadro da política de
des emigradas, em diversas áreas, com prioridade para o desenvolvimento apresentada nas Orientações de Médio
fortalecimento das relações entre os jovens açorianos e Prazo 2013-2016.
açordescendentes. As instituições que trabalham com as Os valores de despesa de investimento público previsto
comunidades imigradas nos Açores serão apoiadas tendo para 2014 ascendem a 661,6 milhões de euros, dos quais
em conta a sua ação na promoção da integração, a par da 433,5 milhões são da responsabilidade direta do Governo
preservação da identidade cultural. Regional.
A dotação financeira afeta ao objetivo “Aumentar a
Cooperação Externa
Competitividade e a Empregabilidade da Economia Regio-
No âmbito da cooperação e dos assuntos europeus, a ação nal”, ascende a quase 336,6 milhões de euros, absorvendo
do Governo Regional dos Açores tomará como prioridade o 50,9 % do valor global do Investimento Público.
aprofundamento, em geral, da visibilidade, presença e atua- As áreas de intervenção que integram o objetivo “Promo-
ção externa da Região junto das instituições da União Euro- ver a Qualificação e a Inclusão Social” representam 24,2%,
peia, dos organismos e organizações de cooperação regional a que corresponde uma despesa prevista de 160,1 milhões
e dos territórios com interesse estratégico para a Região. de euros.
Durante 2014, o Governo Regional dos Açores par- O objetivo “Aumentar a Coesão Territorial e a Susten-
ticipará ativamente nas funções de Vice-Presidência da tabilidade”, dotado com 163 milhões de euros, representa
Assembleia das Regiões da Europa e de Vice-Presidência 24,6% do valor global do Investimento Público.
para a Europa da organização de cooperação internacional Para “Afirmar a Identidade Regional e Promover a
R20 – Regiões de Ação Climática, bem como nos traba- Cooperação Externa”, está consagrada uma dotação de
lhos da Comissão Política da Conferência das Regiões
cerca de 2,0 milhões de euros, representando 0,3% do
Periféricas Marítimas. Do mesmo modo, no Comité das
valor global.
Regiões da União Europeia e no Congresso dos Poderes
Locais e Regionais do Conselho da Europa, pugnará pela
consagração, nas respetivas posições políticas, técnicas e Repartição do Investimento Público por Grandes
ações comuns, dos interesses dos Açores, intervindo ati- Objetivos de Desenvolvimento
vamente nas discussões, iniciativas e grupos de trabalho
em temas prioritários para a Região.
Promover-se-á igualmente a realização na Região de
iniciativas de âmbito europeu e internacional, preferencial-
mente englobadas no âmbito de organismos de cooperação
inter-regional, que permitam a discussão de temas priori-
tários e a vinda aos Açores de responsáveis políticos das
instituições e regiões europeias.
Aprofundar-se-á a cooperação política externa da Re-
gião no âmbito da concretização dos acordos e protocolos
celebrados e dos espaços de interesse estratégico das Regi-
ões Ultraperiféricas, do Atlântico e da Macaronésia, bem
como dos territórios com ligações históricas decorrentes
da emigração açoriana.
Na Região, será implementado o plano de apoio e in-
centivo às atividades dos Clubes Europeus, bem como
184 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
INVESTIMENTO PÚBLICO 2014 – Desagregação por Objetivo
Euro
Objetivo/Programa Investimento Plano Outros Fundos
Total . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 661.647.888 433.455.470 228.192.418
Aumentar a Competitividade e a Empregabilidade da Economia Regional . . . . . . . . 336.575.810 154.583.003 181.992.807
1 Competitividade, Emprego e Gestão Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
2 Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141.716.068 46.616.161 95.099.907
3 Pescas e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.065.235 21.565.235 5.500.000
4 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.206.952 17.555.464 7.651.488
Promover a Qualificação e a Inclusão Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.127.862 152.607.862 7.520.000
5 Educação, Ciência e Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64.947.265 60.427.265 4.520.000
6 Desenvolvimento do Sistema Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34.391.292 34.391.292
7 Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.464.829 24.364.829 2.100.000
8 Habitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.702.009 21.702.009
9 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.622.467 11.722.467 900.000
Aumentar a Coesão Territorial e a Sustentabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.993.216 124.313.605 38.679.611
10 Transportes, Energia e Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135.719.413 99.080.882 36.638.531
11 Prevenção de Riscos e Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.186.218 6.186.218
12 Ambiente e Ordenamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.087.585 19.046.505 2.041.080
Afirmar a Identidade Regional e Promover a Cooperação Externa. . . . . . . . . . . . . . . 1.951.000 1.951.000
13 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.194.000 1.194.000
14 Comunidades e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 757.000 757.000
INVESTIMENTO PÚBLICO 2014 – Desagregação por Entidade Proponente
Euro
Entidade/Programa Investimento Plano Outros Fundos
Total. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 661.647.888 433.455.470 228.192.418
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.951.000 1.951.000
13 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.194.000 1.194.000
14 Comunidades e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 757.000 757.000
VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
1 Competitividade, Emprego e Gestão Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
SECRETARIA REGIONAL DA SOLIDARIEDADE SOCIAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48.166.838 46.066.838 2.100.000
7 Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.464.829 24.364.829 2.100.000
8 Habitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.702.009 21.702.009
SECRETARIA REGIONAL DA SAÚDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.577.510 40.577.510
6 Desenvolvimento do Sistema Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34.391.292 34.391.292
11 Prevenção de Riscos e Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.186.218 6.186.218
SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA . . . . . . . . . . 77.569.732 72.149.732 5.420.000
5 Educação, Ciência e Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64.947.265 60.427.265 4.520.000
9 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.622.467 11.722.467 900.000
SECRETARIA REGIONAL DO TURISMO E TRANSPORTES . . . . . . . . . . . . . . . . 160.926.365 116.636.346 44.290.019
4 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.206.952 17.555.464 7.651.488
10 Transportes, Energia e Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135.719.413 99.080.882 36.638.531
SECRETARIA REGIONAL DOS RECURSOS NATURAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189.868.888 87.227.901 102.640.987
2 Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141.716.068 46.616.161 95.099.907
3 Pescas e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.065.235 21.565.235 5.500.000
12 Ambiente e Ordenamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.087.585 19.046.505 2.041.080
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 185
QUADRO GLOBAL DE FINANCIAMENTO Esta política orçamental está enquadrada no âmbito
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIONAL de financiamento global previsto na Lei de Finanças das
O investimento público, para o ano 2014, ascenderá a Regiões Autónomas, baseando-se na prossecução do seu
661,6 milhões de euros, apresentando-se de seguida o seu integral cumprimento por parte do Governo da República
quadro de financiamento. e no pressuposto de uma correta afetação ao orçamento
(Milhões de Euros)
regional de todas as receitas fiscais efetivamente geradas
2014 na Região.
Saldo Inicial
É de salientar que, para o ano de 2014, as despesas
Valor % de funcionamento da administração pública regional são
financiadas em 94,0% por receitas próprias da Região,
ORIGEM DE FUNDOS . . . . . . . . . . . . . 1.330,2 100,0%
como se pode verificar pelo rácio apresentado no quadro
anterior.
(1) Receitas Próprias . . . . . . . . . . . . . . . . . 628,4 47,2%
(2) Transferências do OE . . . . . . . . . . . . . . 251,4 18,9% O investimento global previsto para o ano em análise
(3) Fundos Comunitários . . . . . . . . . . . . . . 192,3 14,5% permitirá à Região e a todos os agentes económicos nela
(4) Outros Fundos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228,1 17,1% envolvidos, públicos e privados, ter um instrumento ma-
Subtotal . . . . . . . . . . . . 1.300,2 97,7% croeconómico importante para a sua sustentabilidade, na
(5) Nec. de Financiamento. . . . . . . . . . . . . 30,0 2,3%
atual conjuntura.
APLICAÇÃO DE FUNDOS . . . . . . . . . . 1.330,2 100,0%
(6) Despesas de Funcionamento . . . . . . . . 668,6 50,3% V DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO
Juros da dívida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16,0 1,2% O Plano Regional anual para 2014 estrutura-se em
(7) Investimento Público na RAA . . . . . . . 661,6 49,7% 14 programas que por sua vez integram 85 projetos e
Plano . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 433,5 32,6% 405 ações.
Neste capítulo será apresentada a descrição de cada
Saldo Final . . . . . . . . . 0,0 uma das ações previstas, o respetivo enquadramento
Rácio (1)/(6) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94,0%
em programa e projeto e as respetivas dotações finan-
ceiras.
• Aumentar a competitividade e a empregabilidade da economia regional
Programa 1 – Competitividade, Emprego e Gestão Pública
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
1 Competitividade, Emprego e Gestão Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
1.1 Competitividade Empresarial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53.325.208 53.325.208
1.2 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
1.3 Emprego e Qualificação Profissional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.515.412 6.424.000 73.091.412
1.4 Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 505.350 505.350
1.5 Informação de Interesse Público ao Cidadão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.850.000 2.200.000 650.000
1.6 Serviços Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.385 181.385
1.7 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291.600 291.600
1.8 Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.600 73.600
1.9 Planeamento e Finanças. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.145.000 5.145.000
Programação Material Desenvolvimento de parcerias com associações em-
presariais e outras ações visando o incremento da com-
1.1 Competitividade Empresarial petitividade do setor empresarial. Operacionalização de
1.1.1 Sistemas de Incentivos à Competitividade Em- diversos programas de apoio ao setor do comércio e da
presarial indústria (regime de livre acesso e exercício de atividades
Apoios atribuídos às empresas através dos sistemas de económicas na RAA, licenciamento industrial, Poseima,
incentivos empresariais. entre outros).
1.1.2 Programa de Apoio à Reestruturação Empresarial 1.1.7 Promoção da Qualidade
Apoios atribuídos às empresas através das medidas de Promoção da qualidade junto das empresas. Promoção
apoio à reestruturação empresarial. e desenvolvimento de programas de segurança alimentar.
1.1.4 Programa de Apoio à Comercialização Externa Ações de apoio ao controlo metrológico. Licenciamento
de Produtos Regionais de equipamentos sob pressão.
Programas de Apoio à Comercialização Externa de Pro- 1.1.8 Dinamização dos Sistemas Tecnológicos
dutos Regionais. Apoio à investigação e ao desenvolvimento tecno-
1.1.6 Mobilização de Iniciativas Empresariais lógico e transferência de tecnologia para as empresas.
186 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Compreende o apoio à instalação piloto industrial, bem 1.3.6 Estudos, Projetos e Cooperação
como o projeto de apoio à requalificação dos laboratórios Estudos e projetos nas áreas de atuação da DREQP, em
do INOVA. parceria, em particular, com entidades externas.
1.1.9 Linhas de Apoio ao Financiamento Empresarial 1.3.7 Inspeção Regional do Trabalho
Implementação de linhas de crédito para apoio finan- Atividades da IRT, em particular na área da Saúde e
ceiro à atividade das empresas açorianas. Segurança no Trabalho.
1.1.10 Microcrédito 1.3.8 Contrato com a Universidade dos Açores para o
Encargos com os projetos apresentados ao Sistema de Crescimento Económico e Criação de Emprego
Apoio ao Microcrédito Bancário, bem como parte do ca- Implementação de parcerias estratégicas com a Uni-
pital, em caso de incumprimento. versidade dos Açores no desenvolvimento de projetos
1.1.11 Valorização dos Recursos Geológicos inovadores e potencialmente geradores de emprego.
Desenvolvimento de projetos que visem a prospeção, 1.4 Modernização Administrativa
estudo e desenvolvimento de recursos geológicos, no- 1.4.1 Ações de modernização administrativa
meadamente o programa Thermaz — Termalismo, Lamas Ações de modernização administrativa
Termais e Águas Engarrafadas dos Açores. 1.4.2 Sistema Integrado de Gestão da Administração
1.1.15 Promoção da Inovação e do Empreendedorismo Regional dos Açores
Desenvolvimento de ações de fomento do empreende- Desenvolvimento dos sistemas integrados de gestão da
dorismo e da inovação empresarial. administração regional dos Açores, SIGRHARA, SIGA-
1.1.16 Fundo de Capital de Risco DSE e POLAR.
Criação de instrumentos financeiros públicos de fi- 1.4.3 Promoção da qualidade nos serviços da adminis-
nanciamento e capitalização das empresas regionais e de tração pública regional
estímulo, incentivo e orientação do investimento empre- Apresentação e Avaliação da candidatura do Sistema
sarial. Desenvolvimento de instrumentos financeiros para de Gestão da Qualidade da DROAP ao 2º nível de exce-
promoção da competitividade e da internacionalização. lência da EFQM. Auditoria externa de renovação da cer-
1.2 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Arte- tificação segundo a NP EN ISO 9001:2008 do Sistema de
sanais Gestão da Qualidade DROAP, e consequentes auditorias
1.2.1 Aperfeiçoamento e Inovação dos Saberes Tradi- de acompanhamento. Operacionalização dos projetos de
cionais racionalização dos recursos disponíveis, em particular
Formação profissional em artesanato; formação espe- a criação de centrais de serviços (acompanhamento no
cífica em atividades artesanais e transversais a esta área. terreno). Acompanhamento de processos de redefinição
1.2.2 Divulgação, Promoção e Comercialização das procedimental que facilitem e potenciem a aproximação
Artes e Ofícios da administração ao cidadão. Ações de sensibilização que
Participação do CRAA nas feiras de artesanato regio- incutam nos serviços da administração novas formas de
nais, nacionais e internacionais, bem como a produção ou se inter-relacionarem de modo a melhor interagir com o
participação noutros eventos e ações que promovam o Ar- cidadão/cliente.
tesanato dos Açores. Encargos com os espaços para apoio 1.4.4 Desmaterialização de Processos
ao artesanato e ao estabelecimento de parcerias técnico- Garantir uma infraestrutura tecnológica fiável e segura
-financeiras com entidades responsáveis pela dinamização que permita aumentar a eficiência na execução dos pro-
de unidades produtivas artesanais. cedimentos e processos de suporte ao setor.
1.2.3 Certificação e Proteção dos Produtos e Serviços 1.5 Informação de Interesse Público ao Cidadão
Artesanais 1.5.1 Rede Integrada de Apoio ao Cidadão
Acompanhamento técnico dos produtos já certificados Investimento necessário à contínua renovação da infra-
e à certificação de novas produções artesanais, bem como estrutura tecnológica da RIAC. Prevê-se a implementação
ações de divulgação e promoção das mesmas. do novo Portal RIAC na internet, no sentido de adaptar a
1.2.4 Sistema de Incentivos ao Artesanato plataforma tecnológica às novas evoluções da ferramenta
Apoio financeiro a projetos de formação, de dinami- subjacente ao seu funcionamento. Conclusão da renovação
zação do setor artesanal, de investimento das unidades global de todas as lojas atualmente em funcionamento.
produtivas artesanais e de qualificação e inovação do pro- 1.6 Serviços sociais
duto artesanal. 1.6.1 Serviços de apoio aos funcionários públicos
1.3 Emprego e Qualificação Profissional Concessão de apoios financeiros às duas associações
1.3.1 Formação Profissional de funcionários públicos da Região, AFARIT e COOP-
Ações de formação profissional para ativos (trabalha- DELGA, nos termos do Decreto Regulamentar Regional
dores, funcionários públicos, desempregados) e formação n.º 7/84/A, de 2 de fevereiro, para financiamento das des-
profissional inicial pesas de funcionamento e, excecionalmente, para apoio
1.3.2 Programas de Estágios Profissionais a despesas de investimento. Apoio socioeconómico aos
Programas de Estágios Profissionais nos Açores (Es- funcionários públicos em situação socialmente gravosa
tagiar L, T, U), na Europa (Eurodisseia e Leonardo da e urgente nos termos dispostos no Decreto Legislativo
Vinci) e EUA. Regional n.º 8/2009/A, de 20 de maio.
1.3.3 Programas de Emprego 1.7 Cooperação com as Autarquias Locais
Programas de fomento, manutenção e criação de em- 1.7.1 Cooperação técnica
prego. Apoio ao emprego dirigido a público fragilizado Apoio técnico aos eleitos locais e trabalhadores das
1.3.4 Adequação Tecnológica dos Serviços autarquias locais açorianas.
Adequação Tecnológica dos Serviços. 1.7.2 Cooperação Financeira com os Municípios
1.3.5 Defesa do Consumidor Pagamento dos juros decorrentes dos empréstimos mu-
Ações de promoção da defesa do consumidor. nicipais contratados ao abrigo das linhas de crédito regio-
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 187
nal, para financiamento da parte do investimento municipal 1.9.1 Gestão, Acompanhamento, Controlo e Avaliação
não coberta pela comparticipação comunitária (Decreto do Plano e Fundos Estruturais
Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de 8 de agosto). Finalização do processo de preparação e negociação da
1.7.3 Cooperação Financeira com as Freguesias programação operacional a incluir no próximo programa
Atribuição de apoios financeiros às freguesias açoria- comparticipado pelos fundos estruturais FEDER e FSE.
nas para aquisição de mobiliário, equipamento e software Preparação da intervenção regional a financiar pelo Fundo
informático e para realização de obras de beneficiação de Coesão. Início das tarefas e funções de Autoridade
das sedes das juntas. Comparticipação de investimentos de Gestão do novo Programa Operacional 2014-2020.
Prosseguimento das tarefas de gestão, acompanhamento
municipais de aquisição/construção/grande reparação de
e controlo do PO PROCONVERGENCIA, iniciando-se
edifícios sede de juntas de freguesia. (Decreto Legislativo o processo de encerramento da programação 2007-2013.
Regional n.º 32/2002/A, de 8 de agosto). 1.9.2 Património Regional
1.8 Estatística Avaliação e rentabilização do património regional.
1.8.1 Produção, Tratamento e Divulgação de Informação 1.9.3 Reestruturação do Setor Público Empresarial
Estatística Reestruturação do Setor Público Empresarial.
Recolha e divulgação da informação estatística. 1.9.4 Coesão Regional
1.9 Planeamento e Finanças Promoção e fomento da coesão regional.
• Aumentar a competitividade e a empregabilidade da economia regional
Programa 2 – Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural
Programação Financeira
Euro
Investimento Outros
Programa/Projetos Plano
Público Fundos
2 Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141.716.068 46.616.161 95.099.907
2.1 Infraestruturas Agrícolas e Florestais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.602.051 16.000.960 22.601.091
2.2 Modernização das Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36.823.331 14.416.131 22.407.200
2.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33.749.990 10.347.703 23.402.287
2.4 Diversificação e Valorização do Espaço Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.540.696 5.851.367 26.689.329
Programação Material 2.1.7 Infraestruturas de Abate
Requalificação dos matadouros. Aquisição de equipa-
2.1 Infraestruturas Agrícolas e Florestais mento informático.
2.1.1 Infraestruturas de Ordenamento Agrário 2.1.8 Sistemas e Infraestruturas de Informação e Co-
Projetos, construção, requalificação e manutenção de municação
sistemas de abastecimento de água, caminhos agrícolas e Infraestrutura informática e de comunicações. Desen-
sistemas elétricos de apoio à atividade agrícola. volvimento de plataformas com base SIG para disponibi-
2.1.2 Infraestruturas rurais e florestais lização de serviços a entidades e cidadãos.
Construção, beneficiação, recuperação e conservação 2.1.9 Construção do Novo Matadouro do Faial
de cerca de 461 Km de caminhos rurais e cerca de 153 km Construção do Novo Matadouro do Faial.
de caminhos florestais. 2.1.10 Construção do Novo Matadouro da Graciosa
2.1.3 Infraestruturas agrícolas e de desenvolvimento Construção do Novo Matadouro da Graciosa.
rural 2.2 Modernização das Explorações Agrícolas
Obras de renovação, reestruturação e manutenção nos 2.2.1 Melhoramento e Sanidade Animal
edifícios dos Serviços de Desenvolvimento Agrário e da Trabalhos conducentes à erradicação da brucelose e
Direção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural. tuberculose bovinas. Execução dos Planos de Vigilância
Construção de Parques de Retém de Gado. do foro Veterinário, com destaque para BSE, Leucose e
2.1.4 Construção das Novas Instalações do Laboratório Brucelose dos Pequenos Ruminantes. Plano de Controlo
Regional de Veterinária de Resíduos, Plano de Controlo Oficial de Navios, Plano
Empreitada de Construção do Edifício do Novo Labo- de Controlo Oficial à Produção de Leite Cru. Garantir a
ratório Regional de Veterinária. Aquisição de mobiliário operacionalização do Laboratório Regional de Veterinária
e equipamentos. e das Divisões de Veterinária em todas as ilhas no âmbito
2.1.5 Construção do Parque de Exposições da Ilha Ter- da Sanidade Animal e da Higiene Pública Veterinária.
ceira Sistemas de identificação animal na Região. Inscrição dos
Empreitada do Parque de Exposições Agrocomerciais da bovinos da Raça Frísia e das Raças com aptidão para carne
Terceira. Pavimentação das vias do mercado semanal. nos respetivos Livros Genealógicos Nacionais. Serviço de
2.1.6 Construção do Parque de Exposições Santa- Contraste Leiteiro. Preservar a Raça Bovina Autóctone
na — São Miguel Ramo Grande e inscrever os animais da Raça Brava no
Empreitada do Parque de Exposições Agrícolas de São respetivo Livro Genealógico. Programas de melhoramento
Miguel. genético das espécies de interesse zootécnico e do Pro-
188 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
grama de bovinos cruzados de carne. Assegurar a gestão dro de apoios ao setor vitícola para o período 2014-2020.
informática dos registos zootécnicos e certificação genética Formação profissional, experimentação e aconselhamento
em bovinos. Garantir o licenciamento e fiscalização dos técnico no setor vitivinícola.
subcentros de Inseminação Artificial. Investimento nos 2.2.12 Apoio à inovação e rentabilização da atividade
postos de inspeção aprovados para controlo veterinário. agrícola
2.2.2 Sanidade Vegetal Desenvolvimento de parcerias com as organizações de
Plano de Proteção Integrada. Controlo da introdução, produtores, com vista ao apoio à inovação e rentabilização
dispersão e instalação de organismos de quarentena. Cer- da atividade agrícola.
tificação de sementes. Registo de variedades vegetais 2.2.13 Regime de apoio a redução dos custos com a
nos Catálogos Nacionais de Variedades. Divulgação das Atividade Agrícola
boas práticas de utilização de fitofármacos no âmbito do Atribuição de compensação financeira aos agricultores
Decreto-Lei n.º 173/2005, de 21 de outubro. Divulgação beneficiários da medida Gasóleo Agrícola.
em matéria de proteção agrícola. Prospeção e combate aos 2.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Flo-
organismos inimigos das culturas. Programa de vigilância restais
e controlo de resíduos de pesticidas em produtos vegetais 2.3.1 Apoio à Indústria Agroalimentar
na RAA. Operacionalização do Laboratório Regional de Cofinanciamento dos projetos em execução ao abrigo
Sanidade Vegetal. do Programa PRORURAL — Medida 1.7 “Aumento do
2.2.3 Formação Profissional, Experimentação e Acon- Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais”.
selhamento Agrícola 2.3.2 Apoio ao Escoamento de Produtos na Indústria
Execução de Projetos de Experimentação Agrícola e Pe- Agroalimentar
cuária. Difusão da informação agrária com base na edição Escoamento dos excedentes de laticínios produzidos
de folhetos, publicações e sessões técnicas de esclareci- na RAA (no valor de 6,235 € por mil litros de leite) re-
mento. Ações de qualificação profissional para agricultores ferente ao leite recolhido pelos compradores aprovados
e técnicos. Cofinanciamento dos projetos da Medida 1.4 na RAA.
do PRORURAL. Acompanhamento das contabilidades da 2.3.3 Regularização de Mercados
RICA e apuramento de resultados, incluindo apoio técnico Ajuda aos adubos. Regularização dos mercados agríco-
aos agricultores que colaboram com a RICA. Colaborar na las. Apoios protocolados entre a SRRN e organizações de
implementação da Medida Agir Agricultura. produtores da Região Autónoma dos Açores.
2.2.4 Apoio ao Investimento nas Explorações Agrícolas 2.3.4 Qualidade e Certificação
Pagamentos do PROAMA e da componente cofinan- Ações de controlo das ajudas comunitárias. Gestão das
ciada relativa às medidas do PRORURAL respeitantes à Quotas Leiteiras. Desenvolvimento das ações relativas
Instalação de Jovens Agricultores, à Modernização das aos Prémios e Ajudas. Desenvolvimento das Ações de
Explorações Agrícolas e à Diversificação Agrícola. Apoio classificação de leite e de carcaças (realização de análises).
à reposição do aparelho e potencial produtivo agrário da- Certificação e controlo de produtos que beneficiem de re-
nificado por intempéries. Gestão do Programa Apícola gimes de qualidade da União Europeia — DOP, IGP e ETG.
Nacional. Atualização do SiRural. 2.4 Diversificação e Valorização do Espaço Rural
2.2.5 Acompanhamento das Intervenções Comunitárias 2.4.1 Manutenção da Atividade Agrícola
Acompanhamento das intervenções comunitárias, Cofinanciamento da medida 2.1. — Pagamentos aos
nomeadamente a contrapartida da Região no Eixo 5 do agricultores para compensar desvantagens noutras zonas
PRORURAL — Assistência Técnica que contempla as que não as de montanha no âmbito do FEADER — Eixo 2,
atividades de coordenação, informação, gestão, controlo, Incentivo ao seguro agrícola e atualização do sistema de
acompanhamento e avaliação do PRORURAL. informação de apoio a gestão da medida.
2.2.7 Reforma Antecipada 2.4.2 Pagamentos Agroambientais e Natura 2000
Renovação e reestruturação das empresas agrícolas por Cofinanciamento da medida 2.2. — Pagamentos Agro-
via da reforma antecipada de agricultores (PRORURAL). ambientais e Natura 2000 do eixo 2 do PRORURAL.
2.2.8 Incentivo à Compra de Terras Agrícolas/SICATE/ 2.4.3 Diversificação da Economia Rural
RICTA Cofinanciamento no âmbito dos Eixos 3 e 4 do PRORU-
Renovação e reestruturação das empresas agrícolas, por RAL: apoio de projetos de atividades não agrícolas, como
via do redimensionamento e emparcelamento das explo- criação de microempresas, atividades turísticas, serviços
rações, através do SICATE (Decreto Legislativo Regional básicos para a economia das populações, valorização do
n.º 23/99/A, de 31 de julho) e RICTA (Decreto Legislativo património natural; apoio à promoção e informação de
Regional n.º 28/2008/A, de 24 de julho). agentes económicos que exerçam a sua atividade no âm-
2.2.9 Promoção, Divulgação e Apoio à Decisão bito da aplicação das medidas deste eixo; apoio a projetos
Ações de promoção e divulgação no âmbito da va- destinados a aquisição de competências com vista a exe-
lorização, gestão e conservação dos recursos naturais. cutar as Estratégias Locais de Desenvolvimento (ELD),
Realização de estudos. incluindo a formação de animadores e pessoal envolvido
2.2.10 Apoio à Reestruturação Financeira das Explo- na execução das ELD.
rações Agrícolas 2.4.4 Medidas Florestais de Desenvolvimento Rural
Compromissos relativos ao SAFIAGRI — Sistema de Pagamento de compromissos assumidos com projetos de
Apoio Financeiro à Agricultura dos Açores. Linha de Cré- arborização que transitam do Reg. CEE 2080/92 e PDRu,
dito ao Fundo de Maneio que visa reforçar a atividade do bem como os novos compromissos com projetos no âmbito
Setor Agrícola. do PRORURAL.
2.2.11 Potenciar o Setor Vitivinícola 2.4.5 Fomento Florestal
Gestão do Potencial Vitícola da RAA, através da elabora- Gestão do perímetro florestal, com venda de madeira,
ção do Inventário Vitícola regional e da preparação do qua- arborização e manutenção de 104 ha. Produção de plantas
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 189
florestais (folhosas, resinosas e endémicas) para projetos de Região. Construção de centro de divulgação florestal
arborização públicos e privados; Continuação dos trabalhos na Reserva Florestal de Recreio de Valverde. Produção
no âmbito do “Programa de Melhoramento Florestal dos de espécies cinegéticas (perdizes e codornizes) e piscí-
Açores”; Trabalhos relativos ao “Plano de Ordenamento colas (truta arco-íris), para repovoamentos. Ações de
da Floresta Açoriana” e continuação do “Projeto-piloto divulgação, com destaque para “Dia Regional do Guarda
Florestal”, “Dia Mundial da Floresta” e elaboração de 4
de Gestão Florestal Sustentável”; Fomento do SIG/DRRF
programas televisivos sobre o “Exercício da Atividade
como fonte de informação a utilizar por outros organismos Cinegética” e “Gestão Florestal Sustentável”. Ações de
públicos e privados. formação, com destaque para “Curso de Guarda Flores-
2.4.6 Promoção do Uso Múltiplo da Floresta tal” e das “Jornadas Técnicas de trabalho sobre Certi-
Gestão e beneficiação de 5.400 ha de pastagens bal- ficação e Gestão Florestal da Áreas Públicas”. Projeto
dias. Gestão das 27 Reservas Florestais de Recreio da Terra-Açores.
• Aumentar a competitividade e a empregabilidade da economia regional
Programa 3 – Pescas e Aquicultura
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
3 Pescas e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.065.235 21.565.235 5.500.000
3.1 Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.006.000 1.006.000
3.2 Infraestruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.896.353 13.896.353
3.3 Frota e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.722.900 3.722.900
3.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.509.922 2.509.922
3.5 Programa Regional de Desenvolvimento do Setor das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.930.060 430.060 5.500.000
Programação Material 3.2.2 Ampliação, Reordenamento e Beneficiação do
Porto de Pesca de Rabo de Peixe
3.1 Inspeção e Gestão Empreitada de construção e serviços de fiscalização.
3.1.1 Fiscalização e Inspeção 3.2.3 Melhoramento da Operacionalidade do Porto da
Execução de ações de fiscalização em todas as ilhas Povoação
da RAA. Melhoramento de equipamento e material ins- Empreitada de construção e serviços de fiscalização.
petivo das condições de operacionalidade dos inspetores
3.2.4 Construção do Entreposto Frigorífico de Ponta
e juristas, nomeadamente ações de formação ao nível das
Delgada
tecnologias da pesca, legislação, elaboração de bases de
dados e de utilização dos sistemas informáticos MONICAP Empreitada de construção e serviços de fiscalização.
e SIFICAP. Ações de sensibilização junto da comunidade 3.3 Frota e Recursos Humanos
piscatória. 3.3.1 Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira
3.1.2 Cooperação com o DOP/IMAR/OMA e Outras Atribuição de apoios financeiros para construção, mo-
Entidades dernização e abate das embarcações da frota de pesca da
Protocolo de Cooperação com o IMAR para a gestão e RAA, bem como de outros decorrentes dos empréstimos
exploração do N/I “Arquipélago” e da L/I “Águas Vivas”. bancários contraídos pelos armadores para construção e
Execução dos projetos: Programa de Observação para as modernização de embarcações.
Pescas dos Açores (POPA), Demersais e Programa Na- 3.3.2 FUNDOPESCA
cional de Recolha de Dados. Celebração de protocolos Atribuição de subsídios aos pescadores quando as condi-
com diversas entidades para a realização de estudos/pro- ções climatéricas impeçam o normal exercício da atividade.
jetos no âmbito das pescas. Realização da EXPOMAR e 3.3.3 Regime de Apoio à Motorização das Embarcações
de diversos encontros científicos e de profissionais para de Pesca Local
análise e debate de assuntos relacionados com o setor das Atribuição de uma compensação financeira aos arma-
pescas. Participação da Região na ICCAT e em congressos dores das embarcações regionais de pesca local, cuja pro-
nacionais e internacionais. pulsão seja efetuada exclusivamente por motor fora de
3.2 Infraestruturas Portuárias borda a gasolina.
3.2.1 Portos da Região 3.3.4 Regime de Apoio à Redução dos Custos na Ati-
Encargos relativos à operacionalização dos portos e vidade da Pesca
núcleos de pesca. Intervenções em infraestruturas e equi- Atribuição de uma compensação financeira aos arma-
pamentos portuários. Estudos e projetos relativos a infraes- dores das embarcações regionais de pesca, cuja propulsão
truturas portuárias. Contrato-programa com a LOTAÇOR. seja efetuada por motor a gasóleo.
Protocolos com Associações de Pescadores e Juntas de 3.3.5 Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo
Freguesia para limpeza e manutenção de equipamentos, das Embarcações de Pesca Local e Costeira
portos e núcleos de pesca. Protocolo com a Autoridade Atribuição de um apoio financeiro aos armadores des-
Marítima Nacional para manutenção dos dispositivos de tinado a apoiar os encargos com os seguros das suas tri-
assinalamento marítimo dos portos de pesca. pulações.
190 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
3.3.6 Regime de Apoio à Contratação de Tripulantes na 3.4.3 Apoio ao Desenvolvimento da Pescaria de Pro-
Frota Atuneira Regional fundidade
Atribuição de um apoio financeiro aos armadores das Apoio à diversificação da atividade das embarcações
embarcações de pesca costeira de comprimento superior regionais no sentido da captura de espécies não tradicionais
a 16 m destinado a apoiar a contratação de tripulações de profundidade com vista a introduzir no mercado novos
provenientes de embarcações de pesca local que se dedi- tipos de produtos da pesca.
quem principalmente às pescarias de espécies demersais 3.4.4 Regime de Compensação ao Escoamento dos
e de profundidade ou de pequenos pelágicos.
Produtos da Pesca
3.3.7 Formação
Atribuição de uma ajuda regional ao escoamento dos
Pagamento de prémios de seguros. Protocolo com a
LOTAÇOR, relativo à tripulação do FORMAR. produtos da pesca, capturados pelas embarcações que se
3.4 Produtos da Pesca encontram registadas em portos da Região Autónoma dos
3.4.1 Mercados e Comercialização Açores.
Concessão de apoios às associações de armadores ou 3.5 Programa Regional de Desenvolvimento do Setor
pescadores pelos serviços que prestam na gestão e no de- das Pescas
senvolvimento do setor das pescas. Apoio às ações coletivas 3.5.1 Apoio ao Investimento no âmbito dos Projetos
relacionadas com comercialização de pescado. Campanhas de FEP
promoção, divulgação e valorização de pescado dos Açores. Pagamento da comparticipação regional de projetos
3.4.2 Transformação e Aquicultura promovidos por entidades públicas e privadas no âmbito do
Apoio ao setor da transformação, comercialização e Programa Operacional PROPESCAS. Encargos inerentes
aquicultura. às Estruturas de Apoio Técnico.
• Aumentar a competitividade e a empregabilidade da economia regional
Programa 4 – Desenvolvimento do Turismo
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
4 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.206.952 17.555.464 7.651.488
4.1 Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.176.052 11.524.564 7.651.488
4.2 Qualificação e Valorização da Oferta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.030.900 6.030.900
Programação Material 4.2 Qualificação e Valorização da Oferta
4.1 Promoção e Desenvolvimento Turístico 4.2.1 Qualificação dos Equipamentos Turísticos
4.1.1 Estudos e Concertação da Política de Turismo Celebração de acordos de cooperação com autarquias,
Desenvolvimento do Plano Estratégico e de Marketing associações e outras entidades, para desenvolvimento de
(2014-2020) e de outros estudos de natureza jurídica e ações de requalificação da oferta turística. Inclui o acom-
científica que permitam melhor conhecer a oferta turística. panhamento técnico, identificação, sinalização, limpeza
4.1.2 Promoção e Desenvolvimento do Turismo e manutenção dos percursos pedestres nas diversas ilhas,
Estabelecimento de contratos-programa, com associações apoio e qualificação do termalismo. Requalificação dos
sem fins lucrativos, para o desenvolvimento e promoção do serviços prestados pela DRT e serviços dependentes, do-
turismo dos Açores junto dos principais mercados emissores. tando as instalações de equipamentos apropriados para o
Apoiar o Plano de Promoção do Turismo dos Açores, ga- acolhimento e prestação de serviços de informação com
rantindo a sua integração e alinhamento com a estratégia de maior qualidade e eficiência.
desenvolvimento do destino, nomeadamente com a promo- 4.2.2 Valorização do Destino
ção segmentada e direcionada para cada mercado emissor. Desenvolvimento de ações de animação com interesse
4.1.5 Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Re- para o turismo, em especial que promovam a fidelização
gional — Turismo e aumento da estadia média do visitante. Celebração de
Pagamento de juros no âmbito dos incentivos concedi- contratos-programa com associações sem fins lucrativos
dos ao abrigo do SITRAA. para desenvolvimento de planos de animação turística.
• Promover a qualificação e a inclusão social
Programa 5 – Educação, Ciência e Cultura
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
5 Educação, Ciência e Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64.947.265 60.427.265 4.520.000
5.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.014.988 30.114.988 1.900.000
5.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 191
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
5.3 Apoio Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.524.680 9.524.680
5.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Instituições de Ensino Privado
e Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.119.107 3.819.107 1.300.000
5.5 Tecnologias da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308.200 308.200
5.6 Projetos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
5.7 Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.750.000 1.750.000
5.8 Fundo Regional da Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.069.000 749.000 1.320.000
5.9 Dinamização de Atividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.713.750 1.713.750
5.10 Defesa e Valorização do Património Arquitetónico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . 11.947.540 11.947.540
Programação Material 5.1.13 Construção de novas instalações para a EBS da
5.1 Construções Escolares Calheta
5.1.1 Beneficiação e reabilitação de instalações escola- Empreitada de construção das novas instalações da es-
res, propriedade da RAA cola.
Execução de obras de reabilitação no parque escolar da 5.1.15 Requalificação das instalações da EBS do Nordeste
Região, através de procedimento centralizado. Empreitada de reparação de deficiências de construção
5.1.2 Construção, reparação e remodelação do par- das atuais instalações da escola.
que escolar do 1º Ciclo (Decreto Legislativo Regional 5.1.16 Construção de novas instalações para a EBI de
n.º 32/2002/A, de 8 de agosto) Arrifes
Cooperação financeira entre a Administração Regional e Empreitada de construção das novas instalações da escola.
a Administração Local nos termos do Decreto Legislativo 5.2 Equipamentos Escolares
Regional n.º 32/2002/A, de 8 de agosto. 5.2.1 Aquisição de Equipamento para a Educação Pré-
5.1.3 EB2,3/S das Lajes do Pico -Escolar e os Ensino Básico e Secundário
Construção de um novo edifício escolar para cumprir Aquisição de equipamento para as escolas. Verbas a
a Carta Escolar e melhorar o sucesso escolar e combater transferir para os Fundos Escolares.
o abandono precoce. 5.3 Apoio Social
5.1.4 Grande reparação e adaptação ao ES da EB2,3/S 5.3.1 Apoio Social
de Velas Verba a transferir para os Fundos Escolares para ga-
A grande reparação e adaptação ao Ensino Secundário rantir os normativos da ação social escolar em vigor, bem
da EBS de Velas visa aumentar a capacidade para 700 alu- como para as Juntas de Freguesia para comparticipação na
nos, distribuídos pelo ensino pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclo, aquisição de viaturas de transporte de alunos.
secundário e ensino especial. A escola ficará equipada 5.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional, Apoio
com dois edifícios, o edifício escolar e o pavilhão gim- às Instituições de Ensino Privado e Formação
nodesportivo. 5.4.1 Apoiar o desenvolvimento do ensino profissional
5.1.5 Requalificação do Bloco Sul da ES Domingos e as instituições de ensino privado
Rebelo Comparticipação regional nos custos do ensino pro-
Construção de um auditório, laboratório de matemática fissional e apoios às instituições de ensino privado nos
e de línguas, salas de informática e gabinetes de departa- termos do Decreto Legislativo Regional n.º 26/2005/A,
mento, substituição de oficinas já desativadas e reparação de 4 de novembro.
do bloco sul. 5.4.2 Escola Profissional das Capelas
5.1.6 Grande Reparação na EBI da Horta Apoiar o ensino profissional na Escola Profissional
Grande reparação da EBI da Horta com vista à remo- de Capelas nos termos do Estatuto do Ensino Particular,
delação de dois edifícios existentes e à construção de dois Cooperativo e Solidário (Decreto Legislativo Regional
novos edifícios, formando um espaço homogéneo e con- n.º 26/2005/A, de 4 de novembro, alterado pelo Decreto
tínuo sem barreiras arquitetónicas para os alunos do 1.º Legislativo Regional n.º 6/2008/A, de 6 de março).
e 2.º ciclo. 5.4.3 Formação do Pessoal Docente e não Docente
5.1.7 Requalificação das instalações para o 2.º e 3.º ciclos Despesas com a formação do pessoal em serviço nas
da EBI de Rabo de Peixe Escolas através de transferências para os Fundos Escolares.
Construção do edifício principal da EBI de Rabo de Peixe. 5.5 Tecnologias da Informação
5.1.8 Novas instalações para a EB1,2/JI Gaspar Frutuoso 5.5.1 Projetos inerentes à utilização das tecnologias de
Aquisição de terrenos e início da empreitada de cons- informação e comunicação
trução da nova EBI. Continuar a desenvolver os projetos inerentes à im-
5.1.10 Assistência técnica e fecho financeiro plementação das TIC no âmbito do setor da educação,
Custos com a assistência técnica dentro dos prazos de assegurando o licenciamento das aplicações informáticas
garantia das obras concluídas e a concluir. nas escolas, através do acordo Microsoft School Agrement
5.1.11 Novas instalações para a EBI Canto da Maia e elaboração do programa Bibliotecas Escolares.
Construção de novas instalações para a EBI Canto da 5.6 Projetos Pedagógicos
Maia. 5.6.2 Projetos de inovação pedagógica
5.1.12 Requalificação da Escola Secundária Antero de Implementação de diversos projetos pedagógicos, so-
Quental bretudo os Programas de Acompanhamento e Formação
Empreitada de recuperação da cobertura da escola. aos docentes do 1º ciclo e o Projeto FÉNIX.
192 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
5.6.3 Combate ao abandono escolar precoce ção de fardamento/trajes e de repertório por coletividades,
Procedimento a elaborar com a PT para o alargamento a destinados à realização de projetos culturais.
todas as escolas da plataforma de gestão escolar (matricula 5.10 Defesa e Valorização do Património Arquitetó-
eletrónica). Apoio às entidades que organizam formação. nico e Cultural
5.7 Ciência 5.10.1 Aquisição e Restauro de Bens de Valor Cultural
5.7.1 Valorizar em Ciência Apoios para intervenção de conservação e restauro em
Apoio à criação, funcionamento e reequipamento cien- bens móveis ao abrigo do Decreto Regulamentar Regional
tífico de instituições de I&D. Implementação de projetos n.º 16/2000/A, de 30 de maio e aquisição de bens de valor
de ID&I. Criação, funcionamento e reequipamento de cultural.
infraestruturas de divulgação científica (DC&T). 5.10.2 Inventário do Património Artístico e Cultural
5.7.2 Cooperação e Criação de Parcerias em I&D Inventário, tratamento e estudo do património arquite-
Apoio aos projetos de ID&I em copromoção, a investi- tónico e artístico da Região.
gação em consórcio/parcerias entre instituições científicas 5.10.3 Imóveis e Conjuntos Classificados
e empresas, promovendo a transferência de conhecimentos Apoios à consolidação e restauro dos imóveis ao abrigo
e tecnologias; apoiar a implementação de projetos de ID&I do Decreto Legislativo Regional n.º 14/2000/A, de 23 de
em cooperação transregional e internacional e a integração maio. Apoios a intervenções em edifícios classificados ao
em organizações, comissões e redes científicas transregio- abrigo do Decreto Regulamentar Regional n.º 16/2000/A,
nais e internacionais. de 30 de maio.
5.7.3 Qualificação do Capital Humano para a Sociedade 5.10.4 Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroís-
do Conhecimento mo — Novas Instalações
Apoio à formação avançada, à integração de quadros/ Empreitada de construção da nova Biblioteca Pública e
recursos humanos qualificados nas empresas; medidas de Arquivo Regional de Angra. Fiscalização da empreitada.
apoio à formação, promoção e divulgação científica especiali- Aquisição de equipamentos.
zada, bem como à difusão da cultura científica e tecnológica. 5.10.5 Investigação Arqueológica
5.7.4 Apoio ao Desenvolvimento Tripolar da Univer- Intervenções de proteção, investigação, referenciação e
sidade dos Açores estudo do património arqueológico regional.
Comparticipar as despesas da Universidade dos Açores 5.10.6 Museus, Bibliotecas e Arquivos
resultantes da tripolaridade. Elaboração e execução de projetos museográficos. Aqui-
5.8 Fundo Regional da Ciência sição de equipamentos para os diversos serviços externos
5.8.1 Transferências para o Fundo Regional da Ciência (museus e bibliotecas). Obras de reabilitação dos serviços
Garantir ao Fundo Regional da Ciência os pagamentos
externos (museus e bibliotecas).
das bolsas de Investigação Científica — na parte da com-
5.10.7 Museu do Pico — Museu dos Baleeiros
participação regional das bolsas cofinanciadas por fundos
Empreitada de ampliação do Museu dos Baleeiros (au-
comunitários de apoio e/ou o pagamento integral das bolsas
ditório).
não cofinanciadas, mas consideradas com interesse para o
desenvolvimento regional. 5.10.8 Salvaguarda do Património Baleeiro
5.9 Dinamização de Atividades Culturais Recuperação do património baleeiro. Apoios ao patrimó-
5.9.1 Escolas de Formação nio baleeiro ao abrigo do Decreto Regulamentar Regional
Apoios aos cursos de educação extraescolar no âmbito n.º 24/2000/A, de 7 de setembro.
da Portaria n.º 40/2002, de 16 de maio. 5.10.9 Divulgação e Sensibilização do Património Cultural
5.9.2 Edição de obras de cariz cultural Ações de promoção, divulgação e sensibilização do
Edição de obras de cariz cultural em diversos suportes património cultural da Região. Criação do prémio de
e sua divulgação. arquitetura “Paulo Gouveia” na área da reabilitação ur-
5.9.3 Rede de Leitura Pública bana.
Comparticipação nas despesas de construção da Rede 5.10.10 Aquisição de Conteúdos para Bibliotecas e Ar-
de Bibliotecas Municipais. Realização de atividades de quivos Públicos
promoção do livro e da leitura. Aquisição de conteúdos para enriquecimento dos fundos
5.9.4 Banda Lira Açoriana das Bibliotecas e Arquivos Regionais.
Realização de estágio e workshop da Banda Lira Aço- 5.10.11 Aquisição, Recuperação e Conservação de Ins-
riana. talações para entidades Culturais
5.9.5 Dinamização Cultural Apoios à aquisição, beneficiação, ou construção de se-
Promoção e dinamização de eventos na Região Autó- des e instalações de coletividades que prestam serviços na
noma dos Açores em diversas áreas culturais, promovidos área da cultura ao abrigo do Decreto Legislativo Regional
pelos serviços centrais e externos. n.º 29/2006/A, de 8 de agosto.
5.9.6 Arte Contemporânea dos Açores — ArTca 5.10.12 Arquipélago — Centro de Arte Contempo-
Financiamento de intervenções ao nível da arte contem- rânea
porânea com o objetivo de favorecer a sua criação e difusão. Empreitada de construção do Arquipélago — Centro de
5.9.7 Apoios a atividades de relevante interesse cultural Arte Contemporânea, fiscalização da obra e aquisição de
Apoios a conceder a atividades consideradas de rele- equipamentos.
vante interesse cultural no âmbito do Decreto Legislativo 5.10.14 Antigo Hospital da Boa Nova
Regional n.º 29/2006/A, de 8 de agosto. Implementação e execução do projeto museográfico.
5.9.8 Programa Regional de Apoio às Sociedades Re- 5.10.15 Execução do Protocolo com a Diocese de Angra
creativas e Filarmónicas Apoio à reconstrução das igrejas e estruturas pastorais,
Apoio para a aquisição de instrumentos musicais e mate- das ilhas do Faial e Pico, afetadas pelo sismo de 9 de julho
rial diverso, recuperação de instrumentos musicais, aquisi- de 1998.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 193
5.10.16 Igrejas do Carmo e São Francisco da Horta 5.10.22 Lancha Espalamaca
Recuperação e adaptação da Igreja de São Francisco Projeto de recuperação da lancha.
para utilização em funções culturais. 5.10.23 Museu da Horta
5.10.17 Museu Francisco Lacerda Remodelação e beneficiação da ala poente do Colégio
Projeto de arquitetura e especialidades do edifício do dos Jesuítas (ocupada pelo Museu da Horta) e respetiva
Museu Francisco Lacerda. Revisão do programa museo- museografia.
lógico e elaboração do projeto museográfico. 5.10.24 Reabilitação do Cinema do Aeroporto de Santa
5.10.18 Museu de Santa Maria Maria
Projeto de arquitetura e especialidades do novo edifício Empreitada de reabilitação do imóvel do Cinema do
do Museu de Santa Maria. Revisão do programa museo- aeroporto de Santa Maria.
lógico e elaboração do projeto museográfico. 5.10.25 Projeto Museológico da Ilha do Corvo
5.10.19 Restauro de Bens Arquivísticos Públicos Conceção e execução do eco museu da ilha do Corvo e
Ações para proteção e conservação de bens arquivísticos reabilitação de imóveis.
públicos e de formação na área da conservação de bens 5.10.26 Ampliação do Museu do Vinho — Madalena
arquivísticos. do Pico
5.10.20 Programa Museológico do Palácio da Concei- Ampliação do museu do Vinho.
ção — Casa da Autonomia 5.10.27 Igreja das Manadas
Elaboração e execução do projeto museográfico para a Intervenção de reabilitação na estrutura da cobertura e
“Casa da Autonomia” — Palácio da Conceição. património integrado da igreja das Manadas.
5.10.21 Convento de Santo André 5.10.28 Núcleo Museológico de História dos Cabos
Remodelação e beneficiação do Convento Santo André Submarinos do Museu da Horta
(Núcleo do Museu Carlos Machado) e respetiva museo- Elaboração de projeto e obras de reparação na Trinity
grafia. House.
• Promover a qualificação e a inclusão social
Programa 6 – Desenvolvimento do Sistema de Saúde
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
6 Desenvolvimento do Sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34.391.292 34.391.292
6.1 Construção de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.439.850 9.439.850
6.2 Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.521.600 3.521.600
6.3 Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
6.4 Parcerias Público Privadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.062.475 11.062.475
6.5 Apetrechamento e Modernização. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.595.000 2.595.000
6.6 Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.797.038 1.797.038
6.7 Convenções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
6.8 Projetos na Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.935.329 3.935.329
6.9 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315.000 315.000
6.10 Tecnologias de Informação na Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575.000 575.000
Programação Material centros de saúde de Angra do Heroísmo, Praia da Vitória
e Velas.
6.1 Construção de Infraestruturas
6.1.1 Construção dos Novos Centros de Saúde da Ma- 6.3.2 Beneficiação de infraestruturas dos Hospitais EPE’s
dalena e Ponta Delgada Obras de beneficiação nas infraestruturas afetas aos
Conclusão da empreitada do Novo Centro de Saúde da Hospitais EPE’s.
Madalena. Início da empreitada do Novo Centro de Saúde 6.4 Parcerias Público Privadas
de Ponta Delgada 6.4.1 Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira
6.2 Ampliação e Remodelação de Infraestruturas Encargos decorrentes da Parceria Público Privada do
6.2.1 Empreitada da Construção do Novo Corpo C do Hospital da Ilha Terceira.
Hospital da Horta 6.5 Apetrechamento e Modernização
Conclusão da empreitada do Corpo C do Hospital da 6.5.1 Equipamentos para Unidades de Saúde de Ilha
Horta, infraestrutura afetada pelo sismo de 1998. e COA
6.2.2 Empreitada de Remodelação de Edifício em Uni- Aquisição de Equipamentos para as Unidades de Saúde
dade de Tratamento e Reabilitação Juvenil, Solar da Glória
de Ilha e COA.
Conclusão da empreitada do Solar Glória, edifício des-
tinado ao Tratamento e Reabilitação Juvenil. 6.5.2 Equipamentos para Hospitais EPE’s
6.3 Beneficiação de Infraestruturas Aquisição de Equipamentos para os Hospitais EPE’s.
6.3.1 Beneficiação de infraestruturas das Unidades de 6.5.3 Equipamentos para Novo Centro de Saúde da
Saúde de Ilha e COA Madalena
Obras de beneficiação nas infraestruturas afetas às Uni- Aquisição de Equipamentos para equipar o Novo Cento
dades de Saúde, destacando-se obras de beneficiação nos de Saúde da Madalena.
194 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
6.6 Apoios e Acordos 6.8 Projetos na Saúde
6.6.1 Rede de Cuidados Continuados 6.8.2 Deslocação de Doentes
Dar continuidade aos acordos no âmbito da rede de Continuar com o programa de deslocação de doentes.
cuidados continuados. 6.8.3 Plano Regional da Saúde
6.6.2 Apoios e Acordos na Área da Saúde Operacionalização do Plano Regional 2013-2016.
Apoios a entidades externas ao SRS para promoção 6.8.4 Qualidade na Saúde
da Saúde. Processo de acreditação das Unidades de Saúde do SRS.
6.6.3 Apoios e Acordos na Área das Dependências 6.8.5 Sistema de telemetria e aconselhamento
Apoios a entidades no âmbito do combate às depen- Aquisição de equipamentos de telemetria e transmissão
de ECG para os Serviços de Urgência Básica.
dências.
6.9 Formação
6.6.4 Requalificação da Rede Pública de Infraestruturas 6.9.1 Bolsas de Estudo
de Saúde Pagamento de Bolsas aos estudantes de medicina
Apoios a entidades externas ao SRS para promoção 6.9.2 Formação e Atualização de Profissionais de Saúde
da saúde, no que respeita a obras e aquisição de equipa- Apoios aos profissionais de saúde na sua formação e
mentos. atualização de conhecimentos.
6.6.5 Rede de Cuidados Paliativos 6.10 Tecnologias de Informação na Saúde
Dar início à rede de cuidados paliativos da Região. 6.10.1 Sistemas de Informação da Saúde
6.7 Convenções Manutenção e expansão da rede informática existente
6.7.1 Vale de Saúde e aquisição de novos equipamentos. Continuação e con-
Dar continuidade ao vale de saúde. clusão do processo clínico único.
• Promover a qualificação e a inclusão social
Programa 7 – Solidariedade Social
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
7 Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.464.829 24.364.829 2.100.000
7.1 Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.737.905 3.737.905
7.2 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.380.000 9.280.000 2.100.000
7.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585.600 585.600
7.4 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.061.324 10.061.324
7.5 Igualdade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
Programação Material 7.1.8 Construção de Edifício para Creche nos Flamengos
Construção de edifício para creche nos Flamengos — Horta
7.1 Apoio à Infância e Juventude
7.1.10 Criação, melhoramento e apetrechamento de
7.1.1 Reconstrução, Recuperação e Reabilitação de
Edifícios para a Creche de Vila do Porto equipamentos sociais de apoio à infância e juventude
Reconstrução, recuperação e reabilitação de três edificações Realização de investimentos e atribuição de apoios a
em ruínas para instalação de uma creche em Santa Maria. entidades que desenvolvam atividades de ação social, na
7.1.3 Remodelação e ampliação de creche e jardim-de- área do apoio à infância e juventude.
-infância — Centro Social e Paroquial de São Pedro — Ponta 7.1.11 Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lu-
Delgada crativa
Remodelação e ampliação de edifício com vista à me- Apoios legalmente previstos de apoio à iniciativa pri-
lhoria das condições de instalação e funcionamento da vada na área da infância e juventude.
creche e jardim-de-infância já existentes. 7.1.13 Reabilitação de edifício para ATL da Cáritas
7.1.4 Adaptação de edifício a Creche no Nordeste Reabilitação dum edifício para instalação do ATL da
Adaptação de edifício existente a creche no concelho Cáritas em Ponta Delgada.
do Nordeste. 7.1.15 Obras de remodelação do Colégio “O Baloiço”
7.1.5 Construção da Creche da Casa do Povo da Maia em Angra do Heroísmo
Construção de edifício para creche, centro de dia e Casa Obras de remodelação do Colégio “O Baloiço” em An-
do Povo na Maia.
gra do Heroísmo.
7.1.6 Construção de Creche, Jardim de Infância e Centro
de Atividades Ocupacionais na Graciosa 7.1.16 Obras de beneficiação do infantário “O Carrocel”
Construção de edifício para reinstalação de equipamen- em Angra do Heroísmo
tos sociais já existentes. Obras de beneficiação do infantário “O Carrocel” em
7.1.7 Recuperação do Edifício da Casa dos Tiagos para Angra do Heroísmo.
Centro de Dia e ATL 7.1.17 Remodelação da creche “O Castelinho” — Horta
Reconstrução de edifício para instalação de centro de Remodelação do edifício da creche “O Castelinho”,
dia e ATL no Topo. localizado na cidade da Horta, Ilha do Faial.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 195
7.2 Apoio à Família, Comunidade e Serviços 7.4.7 Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lu-
7.2.2 Apoio especializado ao desenvolvimento e requa- crativa
lificação da rede de equipamentos sociais e programas Cumprimento dos apoios legalmente previstos de apoio
sociais dos Açores. à iniciativa privada na área de idosos.
Apoio técnico especializado para avaliação, desenvol- 7.4.8 Rede de Cuidados Continuados dos Açores
vimento e requalificação da rede de equipamentos sociais Apoio à implementação da Rede de Cuidados Continu-
e programas sociais dos Açores. ados Integrados (RCCI) dos Açores.
7.2.3 Fundo Regional de Ação Social 7.4.9 COMPAMID
Reforço do apoio às famílias e Instituições Particulares Complemento para aquisição de medicamentos para ido-
de Solidariedade Social açorianas com o objetivo de mi- sos, criado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 4/2008/A,
nimizar os impactos sociais das medidas de austeridade a de 26 de fevereiro.
vigorar a nível nacional. 7.4.11 Programa Sénior Ativo
7.2.4 Criação, melhoramento e apetrechamento de edifí- Financiamento do Programa Sénior Ativo.
cios e equipamentos de apoio à Comunidade e dos Serviços 7.4.13 Ampliação do Lar de Idosos da Maia
da Segurança Social Ampliação do Lar de Idosos da Maia.
Realização de investimentos e atribuição de apoios a 7.4.14 Requalificação das instalações do Recolhimento
entidades que desenvolvam atividades de ação social, no-
Jesus, Maria, José
meadamente o polidesportivo da Feteira na ilha do Faial,
na área do apoio à família e comunidade, e melhoramento Requalificação das instalações do Recolhimento Jesus,
e apetrechamento dos serviços da Segurança Social, no- Maria, José.
meadamente da DRSS e do SADD. 7.4.15 Requalificação de edifício para Residências de
7.2.5 Reabilitação/Construção de edifício para Sem Idosos nas Cinco Ribeiras
Abrigo da Cáritas Requalificação de edifício para Residências de Idosos
Reabilitação/construção de edifício para Sem Abrigo nas Cinco Ribeiras.
da Cáritas de São Miguel. 7.4.16 Construção de Lar de Idosos e Centro de Dia
7.2.6 Remodelação do edifício do Abrigo Amigo em São Sebastião
Remodelação do edifício do Abrigo Amigo localizado Construção de Lar de Idosos e Centro de Dia em São
na ilha Terceira. Sebastião.
7.2.7 Programa Especial de Apoio ao Pagamento de 7.4.17 Remodelação da sede do Lar de Idosos D. Pedro V
Propinas Remodelação da sede do Lar de Idosos D. Pedro V.
Apoiar o pagamento de propinas aos estudantes uni- 7.4.19 Ampliação do Lar de Idosos da Piedade
versitários residentes nos Açores, em situação de grave Ampliação do Lar de Idosos da Piedade.
carência económica, tendo em vista dar resposta à alteração 7.4.20 Obra de remodelação do Lar de Idosos do Corvo
súbita de rendimentos do seu agregado familiar por mo- Obra de remodelação do Lar de Idosos do Corvo.
tivo de desemprego, enquanto outra resposta de carácter 7.5 Igualdade de Oportunidades
sistemático e regular não seja possível. 7.5.1 Promoção de políticas de igualdade de género,
7.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais igualdade no trabalho e conciliação da vida profissional
7.3.1 Reabilitação do Edifício do Centro de Atividades com a familiar
Ocupacionais da APACDAA Suporte logístico à Comissão Regional para a Igualdade no
Remodelação e modernização de edifício destinado Trabalho e no Emprego nos Açores; Promoção e apoio a ações
ao Centro de Atividades Ocupacionais da Associação de de sensibilização, suporte à decisão, formação, divulgação e
Pais e Amigos das Crianças Deficientes do Arquipélago certificação de boas práticas na promoção da Igualdade de
dos Açores (APACDAA) de forma a garantir o melhor Oportunidades e mainstreaming da perspetiva de Género.
conforto e funcionalidade dos espaços. 7.5.2 Combater e prevenir a violência e a discriminação
7.3.3 Criação, melhoramento e apetrechamento de equi- Implementação do II Plano Regional de Prevenção e
pamentos sociais de apoio à deficiência Combate à violência doméstica; Manutenção de estruturas
Realização de investimentos e atribuição de apoios a de apoio, prevenção, atendimento e acolhimento para víti-
entidades que desenvolvam atividades de ação social, na mas de violência em todas as ilhas; Reforço do Programa
área do apoio aos públicos com necessidades especiais. de Reabilitação de Agressores Conjugais — Contigo; Pro-
7.3.4 Reabilitação de Edifício para Centro de Apoio à
grama Impacto — prevenção da violência intrafamiliar e
Deficiência
Reabilitação de edifício para centro de apoio à deficiência. Conecta — prevenção da violência parento filial.
7.4 Apoio a Idosos 7.5.3 Potenciar a inclusão social e consequente mobi-
7.4.2 Construção de Lar de Idosos no Pico da Pedra lidade social de grupos mais vulneráveis
Construção de um novo edifício para o Lar de Idosos Desenvolvimento de ações na área da formação e pro-
no Pico da Pedra. moção de competências para a empregabilidade. Realiza-
7.4.4 Criação de Centro de Dia, Centro de Convívio e ção de ações de cooperação que visem a inclusão social e a
Serviço de Apoio Domiciliário no Porto Judeu promoção da empregabilidade de grupos mais vulneráveis.
Construção de novo edifício para criação de centro de 7.5.4 Igualdade de Oportunidades para pessoas com
dia, centro de convívio e serviço de apoio domiciliário no deficiência
Porto Judeu. Promoção e apoio a ações de sensibilização, suporte à
7.4.6 Criação, melhoramento e apetrechamento de equi- decisão, formação, para os direitos das pessoas com defi-
pamentos sociais de apoio aos idosos ciência. Apoio a estruturas e equipamentos facilitadoras da
Realização de investimentos e atribuição de apoios a promoção da Igualdade de Oportunidades para pessoas com
entidades que desenvolvam atividades de ação social, na deficiência; Implementação do Programa Casa para To-
área do apoio aos idosos. dos; Implementação do Plano Regional da Acessibilidade.
196 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
• Promover a qualificação e a inclusão social
Programa 8 – Habitação e Renovação Urbana
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
8 Habitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.702.009 21.702.009
8.1 Promoção de Habitação, Reabilitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.178.281 9.178.281
8.2 Arrendamento Social e Cooperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.403.728 12.403.728
8.3 Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
Programação Material barrendamento, de imóveis destinados à habitação para
8.1 Promoção de Habitação, Reabilitação e Reno- resolução de situações de grave carência habitacional,
em regime de renda apoiada, cujo regime foi instituído
vação Urbana
pelo Decreto Legislativo Regional n.º 23/2009/A, de 16
8.1.1 Promoção de Habitação de Custos Controlados
de dezembro.
Subsídios não reembolsáveis a atribuir às famílias para 8.2.2 Cooperação com Autarquias — Acordos de Cola-
comparticipação na aquisição, construção, ampliação e boração IHRU/RAA/Municípios
alteração de habitação própria, ao abrigo do regime ins- Encargos com empréstimos contraídos para construção/
tituído pelo Decreto Legislativo Regional n.º 59/2006/A, aquisição de habitação destinada a realojamento de famílias
de 29 de dezembro. residentes em barracas ou situações abarracadas, ao abrigo
8.1.3 Operação Urbanística e Reabilitação de Infraes- dos contratos ARAAL celebrados com os municípios de
truturas Habitacionais Ponta Delgada, Lagoa, Ribeira Grande, Vila Franca do
Obras de urbanização para a promoção de habitação Campo, Povoação, Nordeste, Angra do Heroísmo e Praia
própria e de custos controlados pelas vias individual, em- da Vitória.
presarial e cooperativa, ao abrigo do regime instituído 8.2.3 Salvaguarda Habitacional em Zonas de Risco
pelo Decreto Legislativo Regional n.º 21/2005/A, de 3 Operações de realojamento de agregados familiares a
de agosto. residir em zonas de risco, nomeadamente falésias, orla cos-
Reabilitação de infraestruturas habitacionais em diver- teira e leitos de ribeiras, diretamente ou através de contratos
sos loteamentos da Região Autónoma dos Açores, para ARAAL celebrados com os municípios de Ponta Delgada,
efeitos de integração no domínio público municipal. Lagoa, Ribeira Grande, Vila Franca do Campo, Povoação,
8.1.4 Programa de Recuperação de Habitação Degra- Nordeste, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
dada, Reabilitação e Regeneração Urbana 8.2.4 Contrato Programa com a SPRHI, SA — Sismo
Apoios não reembolsáveis a atribuir às famílias, ao Encargos decorrentes do contrato programa celebrado
abrigo do regime da concessão dos apoios financeiros entre a Região Autónoma dos Açores e SPRHI, SA, no
a obras de reabilitação, reparação e beneficiação em âmbito do sismo de 1998.
habitações degradadas — Decreto Legislativo Regional 8.2.5 Operações de Inserção e Reintegração Social
n.º 6/2002/A, de 11 de março, alterado e republicado pelo Estudo, avaliação e apoio ao desenvolvimento de polí-
Decreto Legislativo Regional n.º 22/2009/A de 16 de de- ticas e medidas de integração social de famílias.
zembro e Decreto Legislativo Regional n.º 22/2010/A, Investimentos no âmbito da estrutura técnica de coo-
de 30 de junho — Aprova o regime jurídico do combate peração e de planeamento interdepartamental e interdisci-
à infestação por térmitas e prevê a concessão de apoios plinar, criada pela Resolução n.º 69/2006, de 29 de junho.
financeiros à desinfestação e a obras de reparação de imó- 8.3 Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica
veis danificados pela infestação por térmitas. 8.3.1 Reabilitação e Manutenção de Equipamentos
8.2 Arrendamento Social e Cooperação Adequação dos equipamentos.
8.2.1 Programa de Apoio Famílias com Futuro 8.3.2 Adequação e Adaptação Tecnológica dos Serviços
Subsídios ao arrendamento de prédios ou de frações Atualização do equipamento informático e respetivo
autónomas de prédios urbanos, destinados à habitação, a software, para os serviços da DRH.
atribuir a famílias carenciadas e arrendamento, para su- Sistema de Informação Geográfica dos Açores.
• Promover a qualificação e a inclusão social
Programa 9 – Desporto e Juventude
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
9 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.622.467 11.722.467 900.000
9.1 Instalações e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.300.000 2.300.000
9.2 Desenvolvimento do Desporto Federado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.488.000 6.588.000 900.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 197
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
9.3 Promoção da Prática de Atividade Física Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 621.800 621.800
9.4 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.212.667 2.212.667
Programação Material 9.2.3 Quadros competitivos nacionais, internacionais
9.1 Infraestruturas e Equipamentos e séries Açores
9.1.1 Melhoria da qualidade de instalações desportivas Apoio à participação de clubes em competições de re-
e sedes sociais gularidade anual, regionais, nacionais, internacionais e
séries Açores, apoio pela utilização de atletas formados
Apoio à revitalização, modernização e construção de
nos Açores, prémios de classificação e apoio à contratação
instalações desportivas e de sedes sociais de entidades do
de treinadores qualificados.
associativismo desportivo, e no âmbito do regime de coo-
9.2.4 Excelência Desportiva
peração técnica e financeira entre administração regional
Apoios no âmbito do Alto Rendimento, Jovens Talen-
e a administração local.
tos Regionais e projetos de preparação especiais visando
9.1.2 Requalificação das instalações oficiais integradas representações Olímpicas ou Paralímpicas.
no Parque Desportivo Regional 9.2.5 Formação de Agentes Desportivos não Praticantes
Requalificação, beneficiação e apetrechamento de insta- Apoio à melhoria dos níveis de qualificação dos diversos
lações desportivas oficiais integradas no Parque Desportivo agentes desportivos e a valorização e reconhecimento da
Regional, aumentando a sua rentabilidade. qualidade de intervenção e dos resultados obtidos.
9.1.3 Gestão e Funcionamento dos Complexos Despor- 9.2.6 Eventos Desportivos
tivos incluídos no Parque Desportivo Regional Promoção e apoio à organização e participação em
Assegurar a gestão, o funcionamento e a manutenção eventos desportivos. Organização da Gala do Desporto
de todos os complexos desportivos que se encontram sob Açoriano.
a responsabilidade direta dos Serviços de Desporto de ilha. 9.3 Promoção da Prática de Atividade Física Des-
9.1.4 Requalificação do polidesportivo da Achada, no portiva
Nordeste e do polidesportivo de Santo Espírito, em Santa 9.3.1 Desporto Escolar
Maria. Promoção, organização e apoio ao desenvolvimento do
Requalificação do polidesportivo de Santo Espírito, Desporto Escolar.
Santa Maria. 9.3.2 Desporto Adaptado
9.1.5 Construção do pavilhão desportivo de Santa Bárbara Promoção, organização e apoio ao desenvolvimento do
Construção do pavilhão desportivo de Santa Bárbara. Desporto Adaptado.
9.1.6 Acesso generalizado às instalações desportivas 9.3.3 Escolinhas do Desporto
escolares e outras integradas por Protocolos no Parque Apoio à promoção e desenvolvimento do projeto “Es-
Desportivo Regional colinhas do Desporto”.
Garantir o acesso privilegiado à utilização das insta- 9.3.4 Atividades Físicas Desportivas
lações desportivas escolares e outras protocoladas para Promoção, organização e apoio ao desenvolvimento de
integrarem o parque desportivo regional por parte das Atividades Físicas Desportivas.
diferentes entidades do associativismo desportivo e no 9.4 Juventude
âmbito das atividades físicas desportivas. 9.4.1 Internacionalizar Mobilidade
9.1.7 Modernização dos Serviços e do movimento as- Dar continuidade à execução do Programa Bento de
sociativo desportivo Góis, que promove a mobilidade e o intercâmbio dos jo-
Modernização dos Serviços Centrais e Externos da vens nos Açores, em todo o território nacional, bem como
DRD. Apoios a entidades do associativismo desportivo na Europa e nas Comunidades Açorianas na Diáspora.
para a sua modernização e apetrechamento, designada- Implementar o Programa Colombo, com o objetivo de pro-
mente para iniciativas destinadas prioritariamente à aqui- mover estágios de jovens açorianos nos Estados e Unidos
sição de equipamentos diretamente ligados à prática des- e no Canadá. Desenvolver programas de estágios e expe-
portiva e à aquisição de viaturas adequadas ao transporte riências de vida no exterior através do apoio à participação
de atletas para atividades de treino e competição. de Jovens em projetos internacionais.
9.1.8 Reparação do Piso do Polidesportivo do Corvo 9.4.2 Cidadania e Voluntariado Local e Internacional
Obra de reparação do piso do polidesportivo do Corvo. Promover a cidadania ativa e o fortalecimento da comu-
9.2 Desenvolvimento do Desporto Federado nidade: Fomentar Voluntariado Jovem. Promover a integra-
9.2.1 Atividades das Associações Desportivas ção dos jovens açorianos nos programas de Voluntariado
Apoio às atividades competitivas das Associações Des- Internacional. Proceder ao reconhecimento e validação de
portivas. Inclui também o apoio à estrutura técnica asso- competências adquiridas por via não formal no âmbito do
ciativa, bem como a atribuição de prémios de classificação programa Voluntariado Jovem. Dar continuidade à execu-
inerentes às participações nas provas nacionais. ção do Projeto Parlamento dos Jovens.
9.2.2 Atividades dos Escalões de Formação 9.4.3 Associativismo
Apoio aos clubes para atividades de treino e competição Incentivar as associações ao empreendedorismo social
nos escalões de formação e para os coordenadores de for- e fomentar a capacidade de emancipação e empreende-
mação e às associações desportivas para projetos especiais dorismo juvenil nas áreas económica, cultural e social.
ao nível da formação inicial de praticantes desportivos. Promover o associativismo em rede. Criar “plataforma
198 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
de partilha das associações” assente numa base de dados, destinados à integração de jovens em risco; Apoiar ativida-
onde as associações terão oportunidade de partilhar as des de ocupação de tempos livres desenvolvidas por jovens
suas atividades, projetos, recursos materiais e humanos ou destinadas aos jovens; Executar o Programa OTLJ.
com outras associações, minimizando os custos. Apoiar 9.4.9 Observatório da Juventude
os Planos de Atividades das Associações Juvenis inscritas Concretizar o projeto Observatório da Juventude em
no Regime Açoriano de Associações Juvenis, implementar parceria com o Centro de Estudos Sociais da Universidade
o Programa Formar. Apoiar a requalificação de sedes de dos Açores.
Associações Juvenis, nomeadamente em Ponta Garça e 9.4.10 Projetos Comunitários
Agualva. Integrar jovens açorianos na Youth Regional Network.
9.4.4 Desporto e Juventude Estabelecer parcerias para a execução de projetos no âmbito
Desenvolver campanhas de promoção do desporto junto de programas Europeus para a área da Juventude, nomeada-
das associações juvenis; Incentivar o empreendedorismo mente o Programa Juventude em Ação. Participar na Sum-
jovem na área desportiva e promover de estilos de vida mer School da Assembleia das Regiões da Europa [ARE].
saudável, junto dos jovens. 9.4.11 Informação Juventude
9.4.5 Indústrias Criativas e Culturais: Incentivo à Cria- Dar visibilidade e dimensão adequada ao portal da ju-
tividade ventude. Potenciar a divulgação Jovem, através do estabe-
Potenciar a criatividade produtiva nos jovens. Organizar, lecimento de parcerias para o funcionamento dos Gabinetes
em parceria com outras entidades, fóruns de debate sobre de Assessoria ao Jovem. Disponibilizar ferramenta online
o papel das indústrias criativas e culturais como gerador para o processo de Reconhecimento e Validação de Compe-
de emprego. Promover mecanismos de contacto entre os tências adquiridas por via não formal. Proceder ao upgrade
jovens empreendedores e o tecido empresarial. Executar das plataformas eletrónicas de gestão dos programas desti-
o Programa Põe-te em Cena, por divulgação do projeto nados aos jovens, nomeadamente: Associativismo; OTLJ;
Amostram’isse: Mostra de Cinema Regional e dar conti- Bento de Góis; Entra em Campo e Põe-te em Cena.
nuidade ao programa LabJovem. 9.4.12 Incentivo ao Turismo Jovem
9.4.6 Incentivo à Formação dos Jovens Assegurar práticas de tarifa de incentivo à mobilidade
Promoção de projetos formativos destinados a jovens juvenil e enriquecer o Cartão Interjovem aumentando a
nas áreas de: arte, cinema, teatro, literatura, fotografia, au- oferta através da dinamização da rede de parcerias.
diovisual e multimédia, entre outras. Promover a 4ª Edição 9.4.13 Pousada da Juventude de Santa Maria
do Projeto Educação Empreendedora — O Caminho do Finalização da 3ª fase da empreitada para a constru-
Sucesso, em parceria com a Direção Regional da Educa- ção de parque de estacionamento, arranjos exteriores e
ção e o Centro de Empreendedorismo da Universidade aquisição de equipamentos de exteriores da Pousada de
dos Açores. Implementar o Projeto “Inspira-te, Aprende Juventude de Santa Maria.
e Age” — 19 concelhos, 19 formações. Realizar um semi- 9.4.15 Academias da Juventude
nário sobre Liderança destinado aos jovens dos Açores. Celebração de Contrato ARAAL com a Câmara Muni-
Apoiar o desenvolvimento de iniciativa de jovens. cipal da Praia da Vitória, com vista ao desenvolvimento
9.4.7 Conferências, Fóruns e Seminários de atividades culturais, de ocupação de tempos livres e de
Promoção de fóruns entre jovens sob o tema “Tu és desenvolvimento da criatividade dos jovens na Academia
Capaz”. Implementação do projeto “Juventude em Foco: de Juventude da Ilha Terceira. Apoio ao desenvolvimento
Do Sonho à Ação”. de ações de formação nas áreas cultural e criativa, em
9.4.8 Ocupação Tempos Livres dos Jovens e Campos parceria com a Praia Cultural, destinadas aos jovens.
de Férias 9.4.16 Pousadas da Juventude dos Açores
Programas de ocupação dos tempos livres (OTL) para Contrato-Programa de Exploração, com o objetivo de
jovens; Promover, no âmbito de Campos de Férias, a di- potenciar e rentabilizar a rede de pousadas da juventude
mensão “Férias: Um bem de acesso a todos os Jovens”, dos Açores e de maximizar parcerias e partilha de recursos
destinada a jovens potencialmente em risco; Executar o no desenvolvimento de atividades de ocupação de tempos
Programa Entra em Campo; Apoiar em parceira com As- livres dos jovens, de promoção de hábitos de vida saudável
sociações de Jovens projetos de ocupação de tempos livres e da criatividade dos jovens.
• Aumentar a Coesão Territorial e a Sustentabilidade
Programa 10 – Transportes, Energia e Infraestruturas Tecnológicas
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
10 Transportes, Energia e Infraestruturas Tecnológicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135.719.413 99.080.882 36.638.531
10.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.225.000 25.225.000
10.2 Beneficiação e Reabilitação de Estradas Regionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.663.536 6.663.536
10.3 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.259.900 650.000 2.609.900
10.4 Integração Paisagística de Zonas Adjacentes às ER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113.000 113.000
10.5 Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.797.781 5.009.150 18.788.631
10.6 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.782.423 1.682.423 1.100.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 199
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
10.7 Serviço Público de Transporte Aéreo, e Marítimo Interilhas. . . . . . . . . . . . . . . . . . 43.322.055 29.322.055 14.000.000
10.8 Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.700.000 1.560.000 140.000
10.9 Eficiência Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.296.099 2.296.099
10.10 Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.589.000 4.589.000
10.11 Sistemas de Informação e de Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 559.751 559.751
10.12 Cartografia e Sistemas de Informação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172.500 172.500
10.13 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370.868 370.868
10.14 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . 4.187.500 4.187.500
10.15 Cooperação com Diversas Entidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.180.000 5.180.000
10.16 Coesão Territorial – Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.500.000 11.500.000
Programação Material 10.3 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança
10.1 Construção de Estradas Regionais Rodoviária
10.3.1 – Sistema de Transportes Terrestres e Segurança
10.1.2 SCUT’S
Rodoviária
Rendas da concessão rodoviária. Assistência técnica Passes sociais. Sistema de Incentivos à Redução do
e jurídica. Impacte Ambiental e Renovação das Frotas no Transporte
10.1.4 Acesso ao Porto de Pescas de Vila Franca do Coletivo Regular de Passageiros (SIRIART). Prestação de
Campo serviços de transporte público coletivo regular de passa-
Construção do novo acesso ao Porto de Vila Franca geiros para Santa Maria e Flores. Prestação de serviços
do Campo, incluindo o seu desenvolvimento e projeto de de transporte público coletivo regular de passageiros em
execução. horário noturno e período de fim-de-semana para S. Mi-
10.1.5 Acessibilidades Furnas-Povoação guel. Prestação de serviços de transporte público coletivo
Conceção do projeto para a requalificação e beneficia- regular de passageiros em período de fim-de-semana, para
ção da ER Furnas-Povoação. Terceira, Graciosa, Pico e Faial. Prevenção rodoviária.
10.2 Beneficiação e Reabilitação de Estradas Re- 10.4 Integração Paisagística de Zonas Adjacentes
gionais às ER
10.2.1 Beneficiação e Pavimentação de ER em Santa 10.4.1 Espaços Públicos
Maria Manutenção de diversos espaços públicos.
Manutenção e requalificação das ER’s de Santa Maria. 10.4.2 Integração paisagística da rede viária regional
10.2.2 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Integração paisagística e urbanística da Rede Viária,
Miguel incluindo o desenvolvimento de pontos turísticos.
Manutenção e requalificação das ER’s de S Miguel. 10.5 Infraestruturas e Equipamentos Portuários e
10.2.3 Reabilitação de ER em São Miguel Aeroportuários
Desenvolvimento de projetos para a reabilitação de 10.5.1 Reordenamento do Porto, Marina e Baía da Horta
ER’s em S Miguel. Requalificação urbana da Frente Mar da Cidade da
10.2.4 Beneficiação e Pavimentação de ER na Terceira Horta. Reabilitação e adaptação do edifício de exploração
Manutenção e requalificação das ER’s da Terceira. do Porto da Horta. Reabilitação e adaptação de infraestru-
10.2.6 Beneficiação e Pavimentação de ER em São turas e melhoria do sistema de proteção contra incêndios
Jorge do porto. Aquisição de equipamentos de forma a permitir
Manutenção e requalificação das ER’s de S Jorge. melhoria da qualidade de serviço e eficiência operacional.
10.2.8 Beneficiação e Pavimentação de ER na Gra- 10.5.2 Reordenamento do Porto da Madalena
ciosa Conclusão da construção das infraestruturas portuárias
Manutenção e requalificação das ER’s de Graciosa. e do novo terminal de passageiros do Porto da Madalena.
10.5.3 Reordenamento do Porto de S. Roque
10.2.9 Beneficiação e Pavimentação de ER no Pico
Fecho das empreitadas de Reforço da Cabeça do Mo-
Manutenção e requalificação das ER’s do Pico.
lhe Norte do Porto Comercial, Reperfilamento do Manto
10.2.11 Beneficiação e Pavimentação de ER no Faial de Proteção do Molhe-Cais, Construção da Rampa Ro
Manutenção e requalificação das ER’s do Faial. Ro e Obras Complementares. Reabilitação e adaptação
10.2.13 Beneficiação e Pavimentação de ER no de infraestruturas, execução da rede de abastecimento
Corvo de águas e do sistema de proteção contra incêndios do
Manutenção e requalificação das ER’s do Corvo. porto. Aquisição de equipamentos de forma a permitir
10.2.14 Beneficiação e Pavimentação de ER nas Flores melhoria da qualidade de serviço e eficiência operacional.
Manutenção e requalificação das ER’s das Flores. Desenvolvimento do estudo e projeto do Novo Terminal
10.2.15 Requalificação da Rede Viária de Passageiros do Porto de S. Roque.
Requalificação da rede viária. 10.5.4 Reordenamento e Ampliação do Porto da Casa
10.2.16 Qualificação do Parque de Máquinas da SRTT no Corvo
Adequação de equipamentos e frota afeta a intervenções Desenvolvimento de estudos e projetos relativos à am-
em ER’s e equipamentos públicos. pliação do Porto da Casa.
10.2.17 Calamidades em Estradas Regionais na RAA 10.5.5 Aeroporto da Ilha do Pico
Intervenções em ER’s decorrentes dos danos provocados Sistema de manutenção do equipamento ILS/DME;
pelas intempéries ocorridas em 2013. restabelecimento da STRIP da cabeceira da pista 09 do Ae-
200 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
roporto e a empreitada de arranjos exteriores do armazém ao transporte marítimo de passageiros e viaturas na Região
de material de placa. Aquisição de equipamentos visando Autónoma dos Açores ao abrigo das novas OSP.
aumentar os níveis de segurança operacional; Classificação 10.7.2 Concessão das Rotas Aéreas Interilhas
ACN/PCN da Pista. Assegurar o cumprimento das obrigações de serviço
10.5.6 Aeródromo da Ilha de S. Jorge público resultantes do contrato de concessão iniciado em
Construção do reservatório de água para reforço do outubro de 2009, por um período de 5 anos, e assegurar o
abastecimento ao aeródromo; Intervenções para garantia lançamento de novas OSP em consonância com o plano
de segurança operacional no perímetro do aeródromo; integrado de transportes.
Aquisição de equipamentos visando aumentar os níveis de 10.8 Dinamização dos Transportes
segurança operacional; Sistema de manutenção do equi- 10.8.1 Desenvolvimento de Sistemas de Apoio à Mo-
pamento VOR/DME; Classificação ACN/PCN da pista. nitorização dos Portos dos Açores
10.5.7 Aeródromo da Ilha do Corvo Otimização da rede de boias ondógrafo concretizando
Remodelação e beneficiação da aerogare do aeródromo; a sua integração no sistema de gestão e monitorização dos
Aquisição de equipamentos e intervenções visando au- portos dos Açores.
mentar os níveis de segurança operacional; Classificação 10.8.2 Plano Integrado dos Transportes
ACN/PCN da pista. Desenvolvimento de infraestruturas de interface para a
10.5.8 Aeródromo da Ilha da Graciosa integração total de todos os sistemas de transporte na RAA,
Projeto de requalificação da aerogare; Aquisição de permitindo assim interligar os subsistemas das empresas do
equipamentos visando aumentar os níveis de segurança setor público, empresas privadas e outros sistemas de cariz
operacional; Classificação ACN/PCN da pista; Projeto institucional (Meteorologia, Monitorização Ondas, etc.),
de construção do reservatório de água para reforço do de forma a ficarem agregadas numa única plataforma de
abastecimento ao aeródromo. gestão inteligente, obtendo-se uma otimização de recursos
10.5.9 Aerogare Civil das Lajes e percursos.
Construção do Terminal de Carga da ACL; Apoio ao pro- 10.9 Eficiência Energética
cesso de gestão integrada da Aerogare Civil das Lajes; Aquisi- 10.9.1 Estudos e Projetos
ção de equipamentos visando aumentar os níveis de segurança Acompanhamento de projetos de desenvolvimento da po-
operacional nomeadamente ao nível de rastreio de bagagem. lítica energética da Região no contexto nacional e europeu.
10.5.11 Reordenamento e Ampliação do Porto de Velas 10.9.2 Eficiência Mais
Ampliação do Cais Comercial de Velas; Aquisição de Promoção e apoio ao desenvolvimento de uma política
equipamentos de forma a permitir melhoria da qualidade de eficiência energética ativa junto das famílias e empresas,
de serviço e eficiência operacional. dando especial ênfase à introdução de sistemas baseados
10.5.12 Reordenamento do Porto das Lajes das Flores em energias limpas.
Aquisição de equipamentos de forma a permitir melhoria 10.9.3 Sistema de Certificação Energética de Edifícios
da qualidade de serviço e eficiência operacional; Projeto Estudos, pareceres, projetos e consultadoria; promoção
para Construção das Oficinas e Garagem para Máquinas; de ações de formação em SCE, fiscalização de peritos,
Melhoria do sistema de proteção contra incêndios do porto. licenciamento e inspeção de elevadores.
10.5.13 Reordenamento do Porto de Ponta Delgada 10.9.4 Promoção da Substituição da Utilização de Gazes
Reabilitação e adaptação de infraestruturas, remode- Liquefeitos — Corvo
lação da rede de abastecimento de águas e do sistema de Dar seguimento ao projeto de substituição da utilização
proteção contra incêndios do porto; Aquisição de equi- de gazes liquefeitos no Corvo, procedendo à instalação de
pamentos de forma a permitir melhoria da qualidade de painéis solares e bombas de calor, concretizado assim a
serviço e eficiência operacional; Projeto de reordenamento sua II e última fase.
do cais 6:00ZH do porto. 10.9.5 Promoção da Eficiência Energética – Edifícios
10.5.14 Reordenamento do Porto da Praia da Vitória e vias públicas
Repavimentação do cais do porto da Praia da Vitória; Monitorização e divulgação dos consumos energéticos
Reabilitação e adaptação de infraestruturas, execução da de edifícios e vias públicas (Decreto Legislativo Regional
rede de abastecimento de águas e do sistema de proteção n.º 23/2011/A, de 13 de julho).
contra incêndios do Porto; Aquisição de equipamentos 10.9.7 Requalificação do Lugar do Cais do Mourato
de forma a permitir melhoria da qualidade de serviço e Contrato ARAAL com a Câmara Municipal da Mada-
eficiência operacional. lena para eletrificação do lugar do Cais do Mourato.
10.5.16 Marina da Barra 10.9.8 Programa para a Mobilidade Elétrica dos Açores
Construção da Marina da Barra em Santa Cruz da Gra- Definição do Plano de Mobilidade Elétrica dos Açores
ciosa. e início da sua implementação.
10.6 Gestão dos Aeródromos Regionais 10.10 Tecnologias de Informação e Comunicação
10.6.1 Concessão da Exploração dos Aeródromos da 10.10.1 Desenvolvimento de Tecnologias de Informação
Região Autónoma dos Açores e Comunicação
Assegurar ao longo do ano e com prestações mensais, Desenvolvimento e manutenção de sistemas de infor-
o compromisso resultante do contrato de concessão da mação.
gestão e exploração dos aeródromos regionais, em vigor 10.10.4 Desenvolvimento de projetos de TIC
até junho 2015. Desenvolvimento de programas inseridos na ADTA-
10.7 Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo -Agenda Digital e Tecnológica dos Açores, nomeadamente
Interilhas TIC para Tod@s e Azores Cloud.
10.7.1 Apoio ao Transporte Marítimo de Passageiros 10.10.5 Incentivo a projetos de base tecnológica
Apoio ao transporte marítimo de passageiros ao abrigo Desenvolvimento dos programas orientados para o
das atuais OSP no grupo central; Requalificação e apoio fomento da educação de base tecnológica, inseridos na
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 201
ADTA, nomeadamente Edu Tech +, U Tech +, Inter Tech +, do Sistema de Gestão da Qualidade do LREC. Estudos,
TIC + e Açores Criativos. Pareceres e Divulgação Conhecimento Cientifico.
10.11 Sistemas de Informação e de Comunicações 10.14 Construção, Ampliação e Remodelação de
10.11.1 Melhoria dos Sistemas Informáticos Edifícios Públicos
Melhoria dos sistemas tecnológicos, nomeadamente a 10.14.1 Requalificação de Edifícios Públicos
rede do GRA. Manutenção e requalificação de edifícios públicos.
10.11.2 Comunicações 10.14.2 Parque Tecnológico de São Miguel — Nonagon
Desenvolvimento de infraestruturas de base tecnoló- Conclusão da construção do edifício L36 do Parque de
gicas orientadas para as comunicações digitais e outras, Ciência e Tecnologia de S. Miguel.
incluindo o Programa Infratech +. 10.14.3 Infraestruturas de projetos tecnológicos
10.11.3 REGGA “Rede Geodésica de GPS dos Açores“ Fomento à instalação de infraestruturas tecnológicas,
Instalação da rede geodésica e de GPS dos Açores. nomeadamente à conclusão do projeto do Parque de Ciên-
10.12 Cartografia e Sistemas de Informação Geo- cia e Tecnologia da Terceira e definição do seu Plano Es-
gráfica tratégico de Desenvolvimento.
10.12.1 Cartografia e Geodesia 10.15 Cooperação com Diversas Entidades
Desenvolvimento e manutenção de plataformas de su- 10.15.1 Contratos-Programa com a SPRHI — Rede Viária
porte aos sistemas de informação geográfica. Contratos-programa com a SPRHI.
10.12.2 Cadastro Predial 10.15.2 Contratos de Cooperação com diversas enti-
Tratamento e digitalização da informação cadastral. dades
10.12.3 Informação Geográfica Cooperação de desenvolvimento local com diversas
Desenvolvimento do projeto Ideia de acordo com a entidades.
ADTA. 10.16 Coesão Territorial — Transportes
10.13 Laboratório Regional de Engenharia Civil 10.16.1 Promoção da Coesão Territorial — Transportes
10.13.1 I&DI — Engenharia Civil Transferências para o FRACDE — Fundo Regional
Desenvolvimento de projetos, aquisição de equipamen- de Apoio à Coesão e ao Desenvolvimento Económico
tos para as unidades laboratoriais (Metrologia, Materiais de para o desenvolvimento de ações destinadas a promover
Construção, Geotecnia, Prospeção, Estruturas Sísmicas e a coesão económica entre as ilhas da Região, assumindo
Misturas Betuminosas), Sala de Formação ITED e criação particular destaque o apoio ao regular abastecimento
da Incubadora de Empresas. de bens essenciais às populações das diversas ilhas,
10.13.2 Ensaios e Calibrações nomeadamente combustíveis, açúcar, farinha, cimento
Manutenção das infraestruturas e equipamentos afetos e o transporte de carga gerada na Região com destino
ao LREC. Implementação, desenvolvimento e manutenção ao Corvo.
• Aumentar a Coesão Territorial e a Sustentabilidade
Programa 11 – Prevenção de Riscos e Proteção Civil
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
11 Prevenção de Riscos e Proteção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.186.218 6 186 218 0
11.1 Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.615.000 1.615.000
11.2 Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233.800 233.800
11.3 Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.242.418 4.242.418
11.4 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000
Programação Material Aquisição de equipamento para busca e resgate em
11.1 Equipamentos e Comunicações edifícios colapsados.
11.1.1 Viaturas de Emergência 11.1.4 Equipamentos para as AHBV
Aquisição de ambulâncias de socorro, de transporte e Apoio às AHBV’s na compra de equipamento e farda-
viaturas SIV, devidamente equipadas. mento para os bombeiros dos Corpos de Bombeiros dado
11.1.2 Viaturas dos Corpos de Bombeiros o desgaste a que o mesmo é sujeito durante as intervenções
Apoio às AHBV da RAA para garantir a operaciona- nas diversas ocorrências; Aquisição de compressor tático
lidade das viaturas dos Corpos de Bombeiros da Região. de grande capacidade e grupo de motobomba de grande
Aquisição de viaturas para Corpos de Bombeiros (Auto capacidade.
Comandos e Auto Apoio Ligeiros). 11.1.5 Radiocomunicações do SRPCBA
11.1.3 Equipamentos para o Serviço Regional de Pro- Manutenção da atual rede e investimento necessário
teção Civil para a sua modernização.
Aquisição de meios e recursos de apoio às atividades 11.2 Infraestruturas
de proteção civil, tendas de emergência insufláveis, capa- 11.2.1 Beneficiação e Reparação de Quartéis das AHBV
cetes, fardas de trabalho impermeáveis, ferramentas (pás, Apoio às AHBV’s na beneficiação e reparação das res-
enxadas, etc.). petivas instalações.
202 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
11.2.3 Centro de Formação de Proteção Civil 11.3.6 Fundo Emergência
Aquisição dos equipamentos necessários para ampliar Ação destinada a garantir o auxílio financeiro em caso
a formação nas áreas de busca e resgate em estruturas de catástrofe ou acidente grave.
colapsadas. 11.3.7 Linha Saúde Açores
11.3 Protocolos e Apoios Reforço dos serviços da linha na componente de acon-
11.3.1 Universidade dos Açores selhamento e acompanhamento.
Cumprimento do Protocolo com a Universidade dos 11.3.8 Apoios
Açores, incluindo a assessoria técnico-científica para aná- Execução de protocolos com diversas entidades (Cruz
lise de riscos e vulnerabilidades. Vermelha Portuguesa, Escuteiros, etc.).
11.3.2 CIVISA 11.4 Formação
Execução de Protocolo com o CIVISA. 11.4.1 Formação Profissionais do SRPCBA
11.3.3 MAC 2007-2013 Formação e recertificação de pessoal e agentes do SRP-
Aquisição de equipamentos, bens e serviços para os CBA, em áreas específicas da proteção civil (emergência
projetos Emernet, Heriprot e Plescamac. médica, salvamento e desencarceramento, combate a in-
11.3.4 Apoios Transporte Terrestre de Emergência cêndios, matérias perigosas, etc.) e aos restantes níveis
Comparticipação nos encargos com os tripulantes de am- profissionais.
bulância, dos enfermeiros das ambulâncias de Suporte Ime- 11.4.2 Formação Profissionais dos Corpos de Bombeiros
diato de Vida, bem como dos restantes encargos referentes Formação e recertificação dos bombeiros, em áreas espe-
ao transporte terrestre de emergência, pretendendo-se ainda cíficas da proteção civil (emergência médica, salvamento e
melhorar a formação do pessoal, atualizar equipamentos desencarceramento, combate a incêndios, matérias perigo-
e implementar o Projeto SIV em todas as ilhas da Região sas, etc.). Implementação do ensino à distância (e-learning).
como forma de melhorar o socorro e a prevenção. 11.4.3 Formação à População
11.3.5 Rede de Vigilância Sismo-Vulcânica Informação e sensibilização à população sobre riscos,
Execução de Protocolo com o CIVISA, visando a medidas de autoproteção, mitigação de danos. Formação à
aquisição e remodelação da rede de vigilância sismo- população em proteção civil, primeiros socorros e combate
-vulcânica. inicial a incêndios.
• Aumentar a Coesão Territorial e a Sustentabilidade
Programa 12 – Ambiente e Ordenamento
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
12 Ambiente e Ordenamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.087.585 19.046.505 2.041.080
12.1 Conservação da Natureza e Sensibilização Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.450.967 4.450.967
12.2 Ordenamento do Território. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.492.297 1.492.297
12.3 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.491.835 4.491.835
12.4 Qualidade Ambiental e Património Mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.404.060 1.404.060
12.5 Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.249.217 5.749.217 1.500.000
12.6 Requalificação da Orla Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.045.709 589.629 456.080
12.7 Monitorização, Promoção, Fiscalização e Ação Ambiental Marinha . . . . . . . . . . . 953.500 868.500 85.000
Programação Material 12.1.4 Gestão dos Parques Naturais de Ilha
12.1 Conservação da Natureza e Sensibilização Am- Ações de gestão dos Parques Naturais de Ilha.
biental 12.1.5 Erradicação e Controlo de Espécies Invasoras
12.1.1 Monitorização e Gestão da Biodiversidade e do Desenvolvimento de ações e aquisição de serviços
Património Natural dos Açores no âmbito da erradicação e controlo de espécies de
Gestão, promoção e valorização económica da diver- flora invasora e de florestação com espécies endé-
sidade biológica e do património natural da Região Autó- micas.
noma dos Açores. 12.1.6 Informação, Sensibilização e Promoção Am-
12.1.2 Rede Regional de Ecotecas e Centros de Inter- biental
pretação Ambiental Desenvolvimento de ações de promoção, sensibilização
Gestão da Rede Regional de Centros de Interpretação
e educação ambiental e apoio aos planos de atividades das
Ambiental e da Rede Regional de Ecotecas.
12.1.3 Parques Naturais e Qualificação das Certificações ONGA’s dos Açores.
Ambientais 12.1.8 Centro de Interpretação da Cultura do Ananás –
Gestão dos parques naturais de ilha, promoção de candi- S. Miguel
daturas a certificações ambientais relevantes e valorização Empreitada de construção do Centro de Interpretação
das distinções atribuídas. da Cultura do Ananás, em São Miguel.
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 203
12.1.10 Ampliação e reabilitação dos centros de inter- 12.4.4 Monitorização, Controlo e Erradicação de Pragas
pretação ambiental Urbanas
Intervenções de beneficiação e reparação das estruturas Monitorização e controlo de pragas urbanas.
dos centros de interpretação ambiental. 12.4.5 Inspeção e Fiscalização Ambiental
12.1.11 Casa dos Fósseis (Santa Maria) e Casa dos Ações de inspeção e fiscalização ambiental.
Vulcões (Pico) 12.4.6 Gestão da Paisagem Protegida da Cultura da
Empreitadas de construção dos centros de interpreta- Vinha da Ilha do Pico
ção da Casa dos Fósseis, em Santa Maria e da Casa dos Gestão da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico. Re-
Vulcões, no Pico. gime de apoio à correção de dissonâncias arquitetónicas.
12.2 Ordenamento do Território 12.4.7 Incentivos à Manutenção e Reabilitação da Cul-
12.2.1 Plano Setorial do Ordenamento do Território para tura Tradicional da Vinha do Pico
as Atividades Extrativas Sistemas de apoio à manutenção e reabilitação da cultura
Desenvolvimento de ações de implementação do Plano tradicional da vinha do Pico em currais.
Setorial do Ordenamento do Território para as Atividades 12.4.8 Equipamento do corpo de Vigilantes da Natureza
Extrativas Apetrechamento de equipas para reforço da vigilância
12.2.2 Monitorização do Ordenamento do Território da natureza.
Atividades de monitorização e avaliação dos instru- 12.4.9 Programa Eco-Freguesia, freguesia limpa
mentos de ordenamento do território e desenvolvimento Financiamento das ações desenvolvidas pelas autarquias
e atualização de conteúdos do sistema de monitorização locais no âmbito do Programa Eco-Freguesia.
do ordenamento do território. 12.5 Gestão de Resíduos
12.2.3 Planeamento e Gestão de Bacias Hidrográficas 12.5.1 Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos
de Lagoas Conclusão das empreitadas de construção de centros
Desenvolvimento das ações previstas nos Planos de de processamento de resíduos e centros de valorização
Ordenamento das Bacias Hidrográficas das Lagoas. orgânica por compostagem nas ilhas do Faial e Santa Ma-
12.3 Recursos Hídricos ria. Sistema de gestão de subprodutos de origem animal.
12.3.1 Requalificação e Proteção de Recursos Hídricos 12.5.2 Centros de Processamento e Promoção de Boas
Requalificação dos recursos hídricos. Desobstrução e Práticas de Gestão de Resíduos
limpeza de ribeiras. Concessão dos CPR/CVOC da RAA e informação e
12.3.3 Monitorização e Gestão dos Recursos Hídricos sensibilização para as boas práticas de gestão de resíduos.
Definição de um sistema de alerta para a ocorrência de 12.5.3 Apoio ao Transporte Marítimo de Resíduos
movimentos de vertente baseado em informação hidrome-
Apoio financeiro ao transporte marítimo de resíduos
teorológica. Aquisição de equipamentos para automatiza-
interilhas e dos Açores para o continente.
ção de estações hidrometeorológicas.
12.5.4 Selagem e requalificação de vazadouros de re-
12.3.4 Monitorização das Massas de Água Interiores da
síduos
Região Hidrográfica Açores
Monitorização das Massas de Água Interiores da Região Projetos e empreitadas de selagem e requalificação de
Hidrográfica Açores para cumprimento das obrigações vazadouros da RAA.
comunitárias, nacionais e regionais no âmbito da Diretiva 12.5.5 Programa de remoção de produtos contendo
Quadro da Água. amianto em edifícios particulares
12.3.6 Controlo da Eutrofização das Lagoas dos Açores Sistema de incentivos à remoção de produtos contendo
Elaboração de análises e divulgação dos resultados das amianto em edifícios particulares.
campanhas realizadas. Despesas associadas ao sistema de 12.6 Requalificação da Orla Costeira
arejamento da Lagoa das Furnas. 12.6.1 Gestão da Orla Costeira
12.3.7 Prevenção e Análise de Risco de Cheias e Mo- Execução de intervenções de requalificação da orla cos-
vimentos de Massas teira, bem como manutenção e prevenção dos fenómenos
Avaliação preliminar de riscos de inundações e movimen- de erosão costeira.
tos de massas. Sistemas de monitorização e alerta de riscos. 12.6.2 Projeto de Requalificação e Valorização da Orla
12.3.8 Construção da Bacia de Retenção da Fajãzinha Costeira dos Açores
Construção da bacia de retenção da Fajãzinha. Conclusão dos trabalhos de requalificação costeira da
12.3.9 Limpeza, renaturalização e reperfilamento de Av. D. Paulo José Tavares na Ribeira Grande (São Mi-
linhas de água guel), designadamente demolição de imóveis em situação
Limpeza, renaturalização e reperfilamento de linhas de risco.
de água. 12.6.3 Proteção Costeira do Caminho Municipal Adja-
12.4 Qualidade Ambiental e Património Mundial cente ao Campo de Jogos de Santa Catarina e Reparação
12.4.1 Estado do Ambiente e Monitorização das Alte- e Correção de Infraestruturas Hidráulicas do Caminho
rações Climáticas Municipal da Fajã dos Cubres, Calheta, ilha de S. Jorge
Relatório do Estado do Ambiente. Observatório das Empreitada de proteção e infraestruturação do Cami-
alterações climáticas. nho Municipal adjacente ao Campo de Jogos de Santa
12.4.2 Rede de Monitorização, Informação e Gestão Catarina — Calheta e Empreitada de Reparação e Correção
Ambiental das Estruturas Hidráulicas do Caminho Municipal da Fajã
Rede de monitorização, informação e gestão ambiental. dos Cubres — Calheta (inclui fiscalização e projeto).
12.4.3 Vigilância de Áreas Classificadas, Avaliação e 12.6.4 Intervenções costeiras nas ilhas do Faial, Pico
Licenciamento Ambiental e S. Jorge
Vigilâncias das áreas classificadas e procedimentos de Execução de diversas intervenções de proteção da orla
avaliação e licenciamento ambiental. costeira nas ilhas do Faial, Pico e S. Jorge.
204 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
12.7 Monitorização, Promoção, Fiscalização e Ação 12.7.6 Avaliação, Gestão e Monitorização de Areias
Ambiental Marinha Submersas
12.7.1 Monitorização, Fiscalização e Ação Ambiental Trabalhos de caracterização e prospeção de areias e
Marinha dinâmica costeira.
Gestão e monitorização das Espécies e Áreas Marinhas Pro- 12.7.7 Monitorização da Diretiva-Quadro da Estratégia
tegidas. Plano para a prevenção e combate à poluição marinha; Marinha dos Açores
Trabalhos inerentes à Diretiva-Quadro “Estratégia Marinha”. Execução de diversos trabalhos relacionados com o
12.7.3 Promoção Ambiental Marinha acompanhamento da implementação da Diretiva-Quadro
Gestão de áreas balneares dos Açores. Projetos de volun-
da Estratégia Marinha nos Açores.
tariado e promoção ambiental como “Açores Entre-Mares”
e “SOS Cagarro”; Registo regional espécies marinhas. 12.7.8 Promoção do Ambiente Marinho
Programa de incentivo à classificação “Bandeira Azul”. Implementação de atividades no âmbito da promoção
12.7.4 Cooperação Institucional ambiental marinha.
Acompanhamento de fóruns internacionais relaciona- 12.7.9 Micromacromar
dos com o mar, Estratégia do Atlântico, Diretiva-Quadro Estímulo ao aparecimento de soluções locais com ele-
“Estratégia Marinha”, OSPAR; Despesas relacionadas vado potencial, no âmbito da utilização, conservação e
com Parque Marinho dos Açores e a sua articulação com promoção marinhas.
o Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo dos Açores, 12.7.10 Escola do Mar
incluindo a sua avaliação ambiental estratégica; Promoção Infraestruturas e equipamentos da Escola do Mar.
do evento “Conhecer o Mar dos Açores”. 12.7.11 Mapeamento e observação dos fundos marinhos
12.7.5 Erradicação de Organismos Marinhos Invasores dos Açores
Trabalhos de erradicação da invasora Caulerpa Webbiana, Mapeamento dos fundos marinhos Atlânticos. Obser-
bem como monitorização de zonas portuárias dos Açores. vatório do Mar profundo. Estudos Prévios.
• Afirmar a Identidade Regional e Promover a Cooperação Externa
Programa 13 – Informação e Comunicação
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
13 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.194.000 1.194.000 0
13.1 Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.070.000 1.070.000
13.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124.000 124.000
Programação Material 13.1.3 Plataforma Eletrónica de Comunicação com o
13.1 Apoio aos Media Cidadão
13.1.1 PROMEDIA Reformulação do Portal do Governo.
Apoio aos órgãos de comunicação social dos Açores. 13.2 Jornal Oficial
13.1.2 Apoio Regional ao Serviço Público de Rádio e 13.2.1 Acesso a Base de Dados Jurídica
Televisão Encargos com a disponibilização de acesso a bases de
Apoio ao serviço público de rádio e televisão. dados jurídicos.
• Afirmar a Identidade Regional e Promover a Cooperação Externa
Programa 14 – Comunidades e Cooperação Externa
Programação Financeira
Euro
Investimento
Programa/Projetos Plano Outros Fundos
Público
14 Comunidades e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 757.000 757.000 0
14.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
14.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.000 112.000
14.3 Identidade Cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335.000 335.000
14.4 Imigrado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 205
Programação Material 14.3.3 Preservação da Identidade Cultural
14.1 Cooperação Externa Apoio bibliográfico, áudio e videográfico, bem como
14.1.1 Representação e ação externa da Região instrumental, de temática histórica ou de cultura tradicional
Dinamização e aprofundamento das relações com Estados, às entidades colaboradoras, aos movimentos associativos
entidades territoriais, instituições e organismos externos; e agentes culturais.
consolidação da cooperação e ação externa da Região, com 14.3.4 Protocolos de Cooperação
particular incidência nas relações com territórios insulares, Protocolos de Cooperação com Casas dos Açores, insti-
regiões ultraperiféricas e territórios com ligações históricas tuições sem fins lucrativos e associações várias no âmbito
e culturais, bem como interesse económico e político estraté- da identidade cultural.
gico, através da promoção externa da Região, do estabeleci- 14.3.5 Projetos/Candidaturas
mento e aprofundamento de relações, atividades, protocolos, Apoio a projetos candidatos que visem a apresentação
atribuição de apoios e/ou parcerias com entidades territoriais e divulgação da cultura açoriana bem como de projetos
congéneres e outras instituições e/ou entidades, nacionais ou informativos sobre a RAA e sobre as suas comunidades
estrangeiras, relevantes para aquele fim. dispersas pelo mundo.
14.1.2 Relações com organismos de cooperação inter- 14.4 Imigrado
-regional, organizações e instituições europeias e inter- 14.4.1 Integração
nacionais Apoio técnico, documental, (in)formativo e cultural,
Representação e participação da Região em atividades aos imigrados na RAA.
de organismos de cooperação inter-regional, bem como 14.4.2 Protocolos de Cooperação
de organizações e instituições europeias e internacionais; Protocolos com entidades, instituições e associações
promoção e atribuição de apoios a estágios e formação de solidariedade, com o objetivo da inclusão social dos
académica no âmbito dessas instituições; desenvolvimento imigrados na RAA.
de protocolos, atribuição de apoios, estabelecimento de 14.4.3 Projetos/Candidaturas
parcerias e iniciativas conjuntas com instituições, organis- Apoio a projetos candidatos que visem: estudos sobre
mos e/ou entidades, nacionais ou estrangeiras que sejam movimentos imigratórios na RAA; formação e informação
relevantes no âmbito da cooperação inter-regional e do com o objetivo da integração do imigrado.
relacionamento com a União Europeia.
14.1.3 Aproximação entre os Açores e a Europa VI. OS PROGRAMAS E INICIATIVAS COMUNITÁRIAS
Promoção e divulgação na Região de atividades e temas DISPONÍVEIS PARA A REGIÃO
relacionados com a União Europeia e a ação externa da
Região; Atribuição de apoios, celebração de protocolos e es- Atual período de programação — QREN
tabelecimento de parcerias, bem como, promoção de ativida- O Governo Regional dos Açores delineou uma estratégia
des conjuntas com instituições, organismos e/ou entidades, própria e diferenciada em matéria de afetação dos fundos
nacionais ou estrangeiras, que sejam relevantes no âmbito comunitários, para o período de programação 2007-2013
da aproximação entre os Açores e a União Europeia. da política europeia de coesão.
14.2 Emigrado/Regressado O quadro da intervenção da Região assumiu a seguinte
14.2.1 Integração configuração: um programa comparticipado pelo FEDER,
Apoio técnico, documental, (in)formativo e cultural, o PROCONVERGENCIA, um outro comparticipado pelo
aos emigrados e regressados. fundo FSE, o PRO-EMPREGO, um eixo comparticipado
14.2.2 Protocolos de Cooperação pelo Fundo de Coesão no programa temático nacional, com
Protocolos de Cooperação com entidades, instituições e a designação de Programa Operacional de Valorização do
organizações de índole social e de solidariedade, com o ob- Território — POVT, e ainda a participação da Região no
jetivo da integração plena nas sociedades de acolhimento. Programa de Cooperação Transnacional Madeira-Açores-
14.2.3 Encontros/Seminários -Canárias.
Encontros temáticos (com Organizações Serviço So- As intervenções comparticipadas pelo fundo comuni-
cial, Projeto Regressos, Rede Interinstitucional Açores- tário para o mundo rural, o Fundo Europeu de Apoio para
-Comunidades, Encontro Saudades dos Açores) com o Desenvolvimento Rural (FEADER), que substituiu o
reflexão, debate, apresentação de trabalhos e de linhas anterior FEOGA, estão consubstanciadas num programa
orientadoras de novas políticas para a inclusão e sociabi- que tem a designação de PRORURAL. No caso das pescas,
lização dos emigrados. a componente regional recebeu a designação de PROPES-
14.2.4 Projetos/Candidaturas CAS, é comparticipada pelo novo Fundo Europeu das
Apoio a projetos candidatos que visem: estudos sobre Pescas (FEP), que substituiu o anterior IFOP.
os movimentos emigratórios e/ou sobre regressos à RAA; O financiamento comunitário para a Região para o perí-
Formação e informação com objetivo da integração emi- odo de 2007-2013 ultrapassa os 1,6 milhões de euros para
grado/regressado. uma despesa pública de cerca de 2 mil milhões de euros.
14.3 Identidade Cultural
14.3.1 Açorianidade e Raízes Programas Operacionais 2007-2013
Ciclos de Conferências no Canadá, Estados Unidos e
Brasil; intercâmbios escolares entre Açores e Comunida- Unidade: euro
des; Raízes e Juventude.
Dotação Programada
14.3.2 Comunicação Açores/Comunidades
Apoio à divulgação de programas culturais e informati-
Despesa Pública Fundo Comunitário
vos -televisivos, radiofónicos e da imprensa- com temática
açoriana, nas comunidades emigradas; Apoio à divulgação
de programas nos OCS locais sobre as vivências dos emi- PROCONVERGENCIA . . . . . . . 1.190.905.450 966.349.049
grados e descendentes, na RAA. PRO-EMPREGO . . . . . . . . . . . . . 223.529.413 190.000.000
206 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unidade: euro 5 de julho, relativo ao FEDER, as regiões ultraperiféricas
recebem um tratamento particular, que se traduz numa
Dotação Programada
dotação específica adicional utilizada a fim de compensar
os sobrecustos derivados da sua condição de ultraperife-
Despesa Pública Fundo Comunitário
ricidade.
v) comparticipação de despesas relativas à gestão, acom-
POVT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205.882.353 175.000.000 panhamento, controlo e avaliação do programa.
PRORURAL . . . . . . . . . . . . . . . . 345.113.604 294.497.675
PROPESCA . . . . . . . . . . . . . . . . . 41.202.416 35.022.059
PCT MAC . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.027.963 5.197.049 No âmbito da afetação das dotações comunitárias ins-
critas no PROCONVERGENCIA, a 31 de agosto de 2013,
Total . . . . . . . . . . . 2.012.661.198 1.666.065.832 em termos acumulados desde o início da vigência do atual
período de programação, a autoridade de gestão aprovou
A seguir apresenta-se uma sinopse das intervenções já 1440 candidaturas com um montante de despesa pública
regionais de programação da política europeia de coesão. associada de 1.261,8 milhões de euros, a que corresponde
uma comparticipação do fundo estrutural FEDER de cerca
de 1.058 milhões de euros, o que reflete uma situação de
overbooking dos compromissos.
A execução financeira (despesa efetivamente paga pelos
beneficiários) das operações aprovadas ascendeu, em ter-
mos acumulados, ao montante de 891,8 milhões de euros
O Programa Operacional dos Açores para a Convergên- de despesa pública, com uma comparticipação FEDER
cia é um programa comparticipado pelo fundo estrutural de 743,9 milhões de euros a que corresponde uma taxa de
FEDER, para o período de programação 2007-2013, en- execução de 77%.
quadrado no Objetivo Comunitário Convergência, com Os pagamentos efetuados, por reembolso de despesa
execução na Região Autónoma dos Açores, integrado no realizada e adiantamentos aos beneficiários até à data de
Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), com 31 de agosto, totalizam 768 milhões de euros.
uma dotação de 966,3 milhões de euros de fundo comu- No âmbito da execução do Quadro de Referência Es-
nitário, a que corresponde uma despesa pública global de tratégica Nacional (QREN), componente FEDER, repor-
1,2 mil milhões de euros. tado a 30 de junho de 2013, o PROCONVERGENCIA
O PROCONVERGENCIA, adotado pela Decisão da constitui-se como um dos programas operacionais com
Comissão C (2007) 4625, de 5 de outubro de 2007, CCI melhor desempenho, apresentando a segunda maior taxa de
2007 PT 161 PO 006, abrange um leque diversificado de execução financeira com 74%, sendo a média do QREN/
setores e de beneficiários das comparticipações comuni- FEDER de 62%.
tárias.
A estratégia de desenvolvimento contida neste instru-
mento de programação encerra elementos de uma política
de coesão económica e social, abarcando um conjunto
de domínios estratégicos, com fortes ligações, interde-
pendências e interatividades entre si, envolvendo fatores
associados à produção e aos mercados, outros relacionados
com o fator humano, outros ainda com a dotação e funcio- Este programa operacional assenta numa grande finali-
namento das infraestruturas e dos equipamentos de apoio dade estratégica que consiste na colocação da intervenção
distribuídos pelo território regional. FSE ao serviço de um novo ciclo de desenvolvimento e de
As prioridades estratégicas do PROCONVERGENCIA políticas públicas para a RAA no qual a qualificação das
estruturam e identificam as principais medidas transversais pessoas, o papel do conhecimento, a inovação na valoriza-
de política económica e social, sustentadas em instrumen- ção dos recursos endógenos regionais e a disseminação de
tos de política pública. Deste quadro, emerge a seleção de uma cultura de empreendimento e de iniciativa assumem
grandes linhas de orientação estratégica, sobre as quais um estatuto de prioridade máxima. A perceção dos desafios
irá incidir a concentração dos esforços do programa ope- que tal mudança coloca à coesão social e territorial dos
racional: Açores conduz coerentemente à valorização da problemá-
i) qualificação e robustecimento da economia, na pers- tica do desenvolvimento social, incluindo neste domínio
petiva de mais competitividade, fortalecimento e diversi- uma nova importância ao combate à iliteracia.
ficação do tecido produtivo regional, promoção do espírito Em estreita relação com a finalidade estratégica acima
empresarial e no impulso à inovação, à utilização de novas mencionada, o PO organiza-se em torno de 6 domínios
tecnologias de informação e comunicação e à sociedade de intervenção:
da informação;
ii) desenvolvimento dos recursos humanos, assente no • Empregabilidade de jovens;
reforço do investimento no capital humano, melhorando • Consolidação das condições de empregabilidade no
a educação e as competências para a competitividade, na setor privado;
inclusão social e na qualidade de vida; • Modernização do tecido produtivo e apoio ao empreen-
iii) melhoria das acessibilidades, através da requalifi- dedorismo;
cação das redes estruturantes e sustentabilidade ambiental • Empregabilidade e empreendedorismo com base em
e a prevenção e gestão dos riscos; I&D;
iv) compensação dos efeitos da ultraperiferia, em que de • Competitividade regional na sociedade da informação
acordo com o art.º 11 do Regulamento (CE) 1080/2006, de e do conhecimento;
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 207
• Inclusão social por via da qualificação, do emprego e Em termos financeiros o PRO-EMPREGO tem uma
do empreendedorismo. dotação de fundo estrutural FSE de 190 milhões de euros,
a que se adiciona 36,35 milhões de euros de contrapartida
Estes seis domínios de intervenção são organizados pública e mais 40 milhões de euros de financiamento pri-
de modo não só a servir os objetivos estruturantes que vado, podendo, na totalidade, atingir-se cerca de 266,35
justificam a sua existência, mas também a dar resposta milhões de euros a despesa afeta à execução deste pro-
diferenciada a algumas prioridades transversais de toda a grama operacional.
programação FSE. Até 30-06-2013, foram submetidos 1501 pedidos de
Assim, os seis domínios devem, na especificidade cofinanciamento, dos quais, 871 foram aprovados, 175
das suas tipologias de projeto, criar condições para a arquivados e 357 indeferidos. Foram ainda revogadas 37
disseminação de novos comportamentos de empreen- decisões de aprovação.
dimento e de iniciativa, favorecendo a emergência de O valor da despesa pública aprovada ascendeu a 231,88
empreendedorismo de vários tipos: como complemento milhões de euros, sendo 195,72 milhões de euros do Fundo
fundamental das políticas de empregabilidade e forma- Comunitário, o que representa uma taxa de compromisso
ção; empreendedorismo de oportunidade e com base em de 103%.
conhecimento científico e tecnológico e empreendedo- Os projetos aprovados previam a execução de 6.564
rismo de necessidade, ajustado às políticas de inclusão e ações de formação, repartidas por 4.135 cursos e uma
desenvolvimento social. Do mesmo modo, a promoção da participação de 95.816 formandos.
igualdade de género associada à garantia de mais elevadas Foi aprovado financiamento para a realização de for-
taxas de participação e emprego feminino e a valorização mação em todas as ilhas.
das TIC como instrumento de combate aos efeitos pena- No que respeita à execução, a despesa pública validada
lizadores do isolamento e da fragmentação territorial são pela autoridade de gestão, até à data de referência, foi de
186,06 milhões de euros, à qual corresponde o montante
também entendidas como prioridades horizontais, dando
FSE de 157,20 milhões de euros, atingindo-se uma taxa
origem seja as subtipologias em determinadas tipolo-
de execução de 82,7%.
gias de projetos dos seis domínios de intervenção seja Naquela data encontravam-se concluídos, e com saldos
a critérios de elegibilidade transversais à generalidade aprovados, 645 projetos.
das tipologias. As tipologias e subtipologias de projeto Foram ainda efetuados pagamentos aos promotores
previstas no programa evidenciam um forte potencial para no montante total de 163,48 milhões de euros, sendo que
a maximização dos pontos fortes e atenuação dos pontos 145,35 milhões de euros corresponderam à componente
fracos no mercado de trabalho regional, identificados no Fundo Social Europeu e 18,13 milhões de euros à com-
primeiro ponto do documento. ponente orçamento da Segurança Social. Esses montantes
• Empregabilidade de jovens correspondem ao pagamento de adiantamentos, reembolsos
Formação profissional de qualificação inicial e saldos finais.
Transição para a vida ativa
• Consolidação das condições de empregabilidade no
setor privado
Formação de ativos
Apoio à inserção das mulheres em meio laboral
• Modernização do tecido produtivo e apoio ao empre-
endedorismo REDES E EQUIPAMENTOS ESTRUTURANTES NA REGIÃO
Fomento e disseminação do empreendedorismo AUTÓNOMA DOS AÇORES
Formação profissional intraempresas
• Empregabilidade e empreendedorismo com base em A aplicação do Fundo de Coesão na Região Autó-
I&D noma dos Açores no período de programação 2007-2013
Investigação em contexto empresarial estrutura-se e combina duas grandes linhas de orientação:
Formação avançada corresponder às áreas de intervenção definidas para este
Formação avançada de suporte a projetos de empreen- fundo comunitário e, principalmente, financiar projetos
dedorismo de base tecnológica relevantes e complementares do programa operacional
• Competitividade regional na sociedade da informação comparticipado pelo fundo estrutural FEDER, o PRO-
e do conhecimento CONVERGENCIA.
Apoio à formação generalizada e especializada em Com estes pressupostos, e tendo em consideração que
TIC este instrumento financeiro tem o objetivo último de con-
Qualificação para a modernização de serviços de Ad- tribuir para o reforço da coesão económica e social, numa
ministração Pública perspetiva de promoção do desenvolvimento sustentável,
• Inclusão social por via da qualificação, do emprego e para os Açores foram fixados dois grandes objetivos es-
do empreendedorismo tratégicos:
Melhoria dos níveis de literacia e de qualificação básica • Melhorar os níveis de eficiência e de segurança do
da população açoriana transporte marítimo no arquipélago;
Projetos-piloto de Formação – Ação para a Inclusão • Aumentar os níveis de proteção ambiental e do desen-
Social volvimento sustentável.
Apoio à consolidação de um mercado social de em-
prego A natureza dispersa e afastada das ilhas açorianas, a
Qualificação para a modernização das organizações do sua posição central no Atlântico norte, conjugada com as
terceiro Setor características do mar envolvente, confere especial priori-
208 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
dade e atenção aos portos comerciais existentes, obrigando respetivamente em final de 2011 e 2012, foi consolidado
a uma estratégia de requalificação e modernização das o envelope financeiro do eixo específico dos Açores.
infraestruturas e uma adaptação dos meios de operação e A dotação inicial de Fundo de Coesão no montante de
de movimentação de mercadorias. 70 milhões de euros foi reprogramada para 175 milhões de
Neste domínio foram aprovadas 2 intervenções des- euros, permitindo assegurar a elegibilidade de duas inter-
tinadas à consolidação e modernização do sistema de venções fundamentais para a Gestão e Valorização de Re-
transportes marítimos nos Açores, a Requalificação e Re- síduos Sólidos Urbanos da RAA, a Central de Tratamento
ordenamento da Frente Marítima da Cidade da Horta e o e Valorização de Resíduos da ilha Terceira, promovida pela
Reordenamento do Porto da Madalena. TERAMB — Empresa Municipal de Gestão e Valorização
Ao nível do ambiente, foram aprovadas intervenções no Ambiental da ilha Terceira, EEM e a respeitante ao Pro-
âmbito das infraestruturas de gestão de resíduos, incluindo jeto VALORISM — ECOPARQUE DA ILHA DE SÃO
centros de processamento, triagem, tratamento mecânico e MIGUEL, promovido pela MUSAMI.
valorização orgânica e também da recuperação e correção A taxa de compromisso do eixo específico para a RAA
de situações de eutrofização das lagoas das Furnas e Sete está atualmente plenamente atingida.
Cidades, enquanto elementos importantes de reserva de No que respeita à execução, o montante da despesa pú-
recursos hídricos e ativos relevantes da paisagem aço- blica validada a 31 de agosto de 2013, foi de 66,8 milhões
riana. de euros ao qual corresponde o montante de cofinancia-
Com a reprogramação técnica e a reprogramação estra- mento de Fundo de Coesão de 56,8 milhões de euros e
tégica dos Programas Operacionais do QREN, aprovadas uma taxa de execução de 32,4%.
Dados a 31.08.2013
Valores Aprovados Despesa Declarada (elegível) Taxa
Custo Total Realização
Designação do Projeto Entidade Beneficiária
do Investimento Desp. Total Eleg./ Desp. Total Eleg./ Financeira
Fundo Fundo %
Mont. da Decisão Mont. da Decisão
Requalificação Ambiental das Sociedade de Gestão Ambien- 8.195.297,96 8.125.433,00 6.906.618,05 3.591.853,95 3.053.075,93 44,2
Bacias Hidrográficas das tal e Conservação da Natu-
Lagoas das Furnas e Sete reza, AZORINA, S.A.
Cidades.
Requalificação e Reordena- Portos dos Açores, SA. 49.098.244,69 42.787.750,61 36.369.588,02 39.782.964,28 33.815.519,63 93,0
mento da Frente Marítima
da Cidade da Horta.
Reordenamento do Porto da Portos dos Açores, SA. 13.129.885,37 13.050.630,32 11.093.035,77 11.923.919,18 10.135.331,30 91,4
Madalena – Construção de
Infraestruturas e obras para o
melhoramento das condições
de abrigo.
Centros de Processamento de Direção Regional do Am- 27.344.625,00 23.797.500,00 20.227.875,00 11.485.936,35 9.763.045,89 48,3
Resíduos de Sta. Maria, São biente.
Jorge, Pico e Faial e Sela-
gem/remoção de lixeiras.
Projeto VALORISM – Ecopar- MUSAMI – Operações Muni- 95.958.796,00 88.248.629,00 69.410.655,00 0,00 0,00 0,0
que da Ilha de São Miguel. cipais do Ambiente, EIM
Central de Tratamento e Valo- TERAMB – Empresa Munici- 36.485.944,72 36.461.444,72 30.992.228,01 0,00 0,00 0,0
rização de Resíduos da Ilha pal de Gestão e Valorização
Terceira. Ambiental da Ilha Terceira,
EEM.
Total . . . . . . . . . . 230.212.793,74 212.471.387,65 174.999.999,85 66.784.673,76 56.766.972,75 32,4
em 20 milhões de euros de FEADER, sendo este montante
alocado à Medida 1.5. Modernização das Explorações
Agrícolas. Com este reforço o programa ascende a um
O Programa de Desenvolvimento Rural da Região Autó- montante total de despesa pública de 345 milhões de eu-
noma dos Açores (PRORURAL) enquadra-se na política de ros, correspondendo a uma contribuição FEADER de 295
milhões de euros (85%).
desenvolvimento rural definida pela União Europeia para o
Apesar da conjuntura difícil que se vive, houve por parte
período de programação 2007-2013, sendo financiado pelo
dos agentes económicos uma dinâmica de investimento e
Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FE- adesão aos apoios disponíveis que permitiu, para bem da
ADER) no âmbito do Regulamento (CE) n.º 1698/2005, economia açoriana e especialmente do setor agrícola, que
de 20 de setembro. a taxa de execução se situe acima dos 69 % e de compro-
A estratégia definida teve subjacente o conjunto de misso de cerca de 86%.
especificidades de natureza geográfica, económica, social No atual período de programação foram apoiados inves-
e ambiental que caracteriza a Região, as Orientações Co- timentos que refletem um grau de inovação que importa
munitárias de Desenvolvimento Rural, o Plano Estratégico realçar não apenas pela diversificação que trazem às ati-
Nacional, a análise da situação de base e a avaliação do vidades de especialização, implicando novas estratégias
período de programação anterior. de abordagem dos mercados de escoamento, como pelo
O PRORURAL foi aprovado pela Decisão C (2007) surgimento de projetos de investimento em atividades com
6162, de 4 de dezembro de 2007, com um montante total menor presença no panorama produtivo regional.
de contribuição FEADER de cerca de 275 milhões de O programa de desenvolvimento rural para o período
euros. Em 2010, na sequência da Decisão do Conselho 2007-2013, muito contribuiu para o fortalecimento dos
2009/61/CE, de 19 de janeiro, o programa foi reforçado territórios rurais, na sua vertente económica, social e am-
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 209
biental. Revelou-se um fator dinamizador na componente Eixo Prioritário 2 – Transformação e Comercialização
de investimento, diversificação das economias rurais e dos Produtos da Pesca
fixação das populações nestas mesmas zonas. Apoiar investimentos relativos à construção e aquisi-
Apesar da conjuntura difícil que se vive, houve por parte ção de equipamentos para instalações de produção com
dos agentes económicos uma dinâmica de investimento e vista à introdução da atividade aquícola no arquipélago;
adesão aos apoios disponíveis que permitiu, para bem da a modernização das unidades conserveiras; a construção
economia açoriana e especialmente do setor agrícola, que de novas unidades de transformação e de filetagem de
a taxa de execução se situe acima da média dos programas pescado congelado; a construção de novas unidades da
da União Europeia. indústria transformadora tradicional resultantes de deslo-
Este dinamismo acentua-se especialmente nas medidas calizações por exigências de ordem ambiental ou de planos
que apoiam a instalação de jovens agricultores, moderni- de ordenamento do território. Promover investimentos que
zação das explorações agrícolas, melhoria do valor eco- tenham por objetivo a certificação da qualidade dos produ-
nómico das florestas, transformação, infraestruturas de
tos transformados e a diversificação da produção; a dina-
apoio à atividade agrícola e medidas ambientais, em que
mização dos circuitos de comercialização, os investimentos
as taxas de compromisso se situam nos 100%.
que incrementem as exportações para a União Europeia e
para países terceiros e que melhorem a competitividade,
a produtividade e a capacidade concorrencial do setor; os
investimentos que visem aumentarem o valor acrescentado
dos produtos da pesca; os que criem postos de trabalho
qualificados e permitam aquisição de conhecimentos e
de tecnologias, novas ou inovadoras, através de parcerias
entre as empresas e o sistema científico e tecnológico,
O Programa PROPESCAS assenta no apoio ao in- como universidades e laboratórios.
vestimento no âmbito dos projetos cofinanciados pelo
Eixo Prioritário 3 – Medidas de Interesse Geral
Fundo Europeu das Pescas visando, numa abordagem
sistémica, a criação das condições para a competitividade Apoiar a construção e modernização de unidades in-
e sustentabilidade, a longo prazo, do setor pesqueiro dustriais visando a introdução de novas técnicas, novas
regional, tendo em conta a aplicação de regimes de ex- tecnologias, a qualificação dos recursos humanos e a diver-
ploração biológica e ecologicamente racionais; a melhor sificação da produção, em ajuste à evolução do mercado,
organização do ramo da captura, transformação e comer- com vista ao aumento do valor acrescentado e à melhoria
cialização e o reforço da competitividade da atividade das condições de higiene, salubridade e qualidade dos
produtiva empresarial, com a diversificação, inovação, produtos, contemplando, entre outras, a indústria con-
acréscimo de mais-valias e garantia da qualidade dos serveira regional; aquisição de equipamentos necessários
produtos da pesca. ao processo produtivo, mais eficientes e respeitadores do
O desenvolvimento sustentável do setor das pescas da ambiente, nomeadamente em termos de rendimento ener-
Região Autónoma dos Açores depende de uma visão es- gético, consumo de água e tratamento de resíduos.
tratégica comum, de uma politica integrada, de um melhor
conhecimento científico e técnico, da cooperação insti- Eixo Prioritário 4 – Desenvolvimento Sustentável
tucional entre os parceiros do setor, da valorização dos das Zonas de Pesca
profissionais e da sua participação ativa em sistemas de Apoiar as comunidades piscatórias na criação de condi-
governação responsáveis e eficazes para que o setor das ções intrínsecas que conduzam a novas fontes sustentáveis
pescas se torne mais competitivo num quadro de globali- de rendimento e de qualidade de vida.
zação a nível mundial.
Importa realçar a discriminação positiva que, nos termos Eixo Prioritário 5 – Assistência Técnica
do artigo 299º do Tratado, foi assegurada aos operadores
sedeados nesta Região Ultraperiférica. Garantir as condições necessárias à implementação e
Assim, as linhas orientadoras para o desenvolvimento funcionamento do sistema e estrutura de gestão, acompa-
do setor das pescas da Região Autónoma dos Açores, pres- nhamento, avaliação, controlo e divulgação do PROPES-
supõem a inclusão no PROPESCAS, dos seguintes eixos CAS, visando o sucesso da estratégia de desenvolvimento
prioritários: definida para o setor.
O PROPESCAS apresenta um envelope financeiro de
Eixo Prioritário 1 – Adaptação da Frota de Pesca Regional despesa pública de 41,2 milhões de euros, a que correspon-
dem 35 milhões de euros de comparticipação comunitária
Apoiar a modernização das embarcações de pesca, com e 6,2 milhões de euros de comparticipação do orçamento
vista à melhoria das condições de trabalho e operaciona- regional.
lidade das mesmas, nomeadamente quanto à segurança a Até 30 de junho de 2013 foram aprovadas 128 candida-
bordo, condições de higiene, preservação da qualidade do turas com um montante de despesa pública de 26,5 milhões
pescado, seletividade das arte e das operações de pesca e de euros, a que corresponde um financiamento comunitário
racionalização dos custos energéticos. Os investimentos em previsto de 22,5 milhões de euros, o que representa uma
seletividade podem visar substituição das artes de pesca, taxa de compromisso de 64,2%.
experimentação de novas medidas técnicas, a redução Em termos de execução o montante de despesa pública
do impacte da pesca nas espécies sem valor comercial atinge 21,3 milhões de euros e financiamento comunitário
e a proteção das capturas e artes de pesca de predadores pago no valor de 18,1 milhões de euros, o que representa
selvagens protegidos. uma taxa de execução de 51,8%.
210 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
A repartição do FEDER por Eixo Prioritário do Pro-
grama, para a Região Autónoma dos Açores, estrutura-se
da seguinte forma:
Eixos Prioritários FEDER
EIXO 1: Promoção da investigação, desenvolvimento
tecnológico, inovação e sociedade da informação . . . . 2.314.671
EIXO 2: Consolidação da gestão do meio ambiente e da
prevenção de riscos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.820.555
EIXO 3: Cooperação com países terceiros e articulação
de grande vizinhança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000
EIXO 4: Assistência Técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311.823
O Programa de Cooperação Transnacional Aço-
res — Madeira – Canárias, para o período de programação Total . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.197.049
2007-2013, é um programa operacional cofinanciado pelo
fundo estrutural FEDER, enquadrado no Objetivo Comu- Em termos de aprovações de projetos, foram lança-
nitário da Cooperação Territorial Europeia, aprovado pela das até à data, 3 convocatórias, que deram os seguintes
Comissão Europeia através da Decisão C (2007) 4243, de resultados:
18 de setembro de 2007. • No ano de 2008, procedeu-se ao lançamento da 1.ª
O objetivo global que sustenta a estratégia adotada Convocatória para a apresentação de projetos aos Eixos 1
no Programa consiste em, por um lado, incrementar os e 2 do Programa, que decorreu de 1 de setembro a 30 de
níveis de desenvolvimento e de integração socioeconó- outubro. Em maio de 2009, houve lugar à aprovação dos
mica dos três arquipélagos, fomentando uma estratégia projetos apresentados, sendo que, com a participação de
que vise o impulso da sociedade do conhecimento e do entidades dos Açores, foram aprovados 44 projetos com
desenvolvimento sustentável, e, por outro lado, melhorar a atribuição de uma comparticipação FEDER de mais de
os níveis de integração socioeconómica do espaço de 4 milhões de euros.
cooperação com os países de proximidade geográfica • No final do ano de 2009, procedeu-se ao lançamento da
e cultural. 2.ª convocatória do Programa, dirigida exclusivamente para
O Plano Financeiro Conjunto do Programa apresenta o Eixo 3 – Cooperação com Países Terceiros e Grande Vizi-
um custo total previsto que ascende a 65.169.525 euros nhança. Desta convocatória, resultou a aprovação, por parte do
e a comparticipação do FEDER a 55.394.099 euros, que Comité de Gestão do Programa celebrado em junho de 2010,
corresponde a uma taxa máxima de ajuda comunitária de de 11 projetos desenvolvidos por entidades açorianas.
85% para a zona transnacional. • No final do ano de 2012, procedeu-se ao lançamento de
uma 3.ª convocatória, também esta dirigida para o estabele-
A percentagem de contrapartidas nacionais, que as-
cimento de parcerias com os países da Grande Vizinhança
cende a 15%, resulta do nível de contrapartidas propostas (Eixo 3), sendo de destacar a aprovação de mais 4 projetos.
por cada Estado-Membro. Este montante de recursos
nacionais atinge os 9.775.426 euros, procedentes do setor Assim, até à data, foram aprovadas 56 candidaturas, com
público. um montante de despesa pública associada de 5,7 milhões
A Região Autónoma dos Açores e da Madeira, neste de euros, a que corresponde a uma comparticipação FE-
conjunto, têm disponível, cada uma, a comparticipação DER de 4,9 milhões de euros. A relação entre o aprovado
FEDER de 5.197.049,50€. A Comunidade Autónoma de e a despesa declarada é de 70%, enquanto a relação entre
Canárias, por seu turno, dispõe de uma comparticipação as despesas validadas e as declaradas pelos parceiros dos
FEDER de 45.000.000€. projetos é de 84,9%.
Dados a 31.08.2013
Unidade: euro
Programado Aprovado Despesa Declarada (elegível) Despesa Validada
Projetos
Eixos
aprovados Despesa Despesa Despesa Despesa
FEDER FEDER FEDER FEDER
pública pública pública pública
Eixo I . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 2.723.142 2.314.672 2.819.915 2.396.928 2.361.433 2.007.218 2.036.801 1.731.281
Eixo II . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13* 2.141.830 1.820.555 1.990.380 1.691.823 1.363.030 1.158.575 1.249.919 1.062.431
Eixo III . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13** 882.353 750.000 882.353 750.000 260.713 221.606 98.047 83.340
Total . . . . . . . . . 56 5.747.325 4.885.227 5.692.648 4.838.750 3.985.176 3.387.399 3.384.768 2.877.053
(*) aprovadas 14 candidaturas-1 desistência;
(**) aprovadas 15 candidaturas-2 desistências).
Período de programação 2014-2020 27 Estados-membros (EM) e das 271 regiões europeias,
reduzindo disparidades regionais, potenciando oportuni-
A Política de Coesão da União Europeia foi instituída dades de crescimento em todo o território da UE numa
em 1986 e, desde então, tem sido sucessivamente renovada base de solidariedade.
perante os novos desafios europeus. Atualmente tem como A “nova” Política de Coesão para 2014-2020 surge
objetivo central a promoção da coesão económica, social e num contexto de reestruturação do projeto europeu, diante
territorial, garantindo o desenvolvimento equilibrado dos dos novos desafios do século XXI e da necessidade de
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 211
resposta aos fortes constrangimentos decorrentes da crise das redes e das infraestruturas estratégicas, numa articu-
económica, financeira e social que tem afetado, de forma lação funcional entre os espaços urbanos e os de natureza
diferenciada, as economias europeias, expondo as suas rural, num quadro de efetiva coesão territorial;
fragilidades estruturais. • Aprofundamento da eficiência e da qualidade dos
Este enquadramento requereu a alteração dos pressupos- sistemas sociais e coletivos, da proximidade do cidadão
tos de atuação da política de coesão que se pretende ainda com a administração pública e da minimização dos custos
mais eficaz e ágil (menos burocrática, com procedimentos de contexto e ainda de uma maior capacitação profissional
simplificados e regras harmonizadas), destacando-se adap- e técnica dos agentes.
tações na conceção, inspirada nas diretrizes da Estratégia
da Europa 2020, com menos prioridades e novos setores À data de elaboração da presente proposta de Plano para
de ação na implementação, sustentada por estratégias in- 2014, o Governo Regional dos Açores está a desenvolver
tegradas de “especialização inteligente”, financiadas numa as tarefas e os procedimentos necessários para que o novo
lógica de plurifundos e na gestão mais focada nos objetivos período de programação 2014-2020 entre em vigência o
e nos resultados e que dá primazia a projetos eficazes e de mais rapidamente possível, pese embora o atraso a ní-
real e efetivo impacto nos contextos onde são aplicadas. vel do processo europeu na aprovação dos instrumentos
A Estratégia Europa 2020 constitui o referencial central legais e da regulamentação aplicável, necessários para
das políticas comunitárias para a próxima década, assim apresentação dos programas operacionais que expressam
como do desenho do orçamento da UE para 2014-2020, a estratégia associada à utilização dos fundos comunitários
pretendendo garantir as condições para o cumprimento e os resultados esperados e a respetiva negociação desses
dos objetivos de desenvolvimento europeu no período. documentos com os serviços da Comissão Europeia.
A Europa 2020 corporiza, por conseguinte, o consenso Também nesta data foram definidos os envelopes finan-
alcançado entre os estados membros da União, sendo que ceiros por fundo comunitário a que a Região pode aceder.
os objetivos que lhe estão subjacentes norteiam as decisões Assim, do conjunto dos fundos de coesão, o Fundo Euro-
de investimento e as prioridades definidas pelos vários peu de Desenvolvimento Regional (FEDER), que apoia
Estados, bem como criam as condições para um cresci- as infraestruturas e o fomento ao investimento privado, o
mento que se pretende Inteligente, mediante a aposta na Fundo Social Europeu (FSE), que financia as políticas de
investigação, no conhecimento e na inovação; Sustentável, inclusão social, de emprego e formação e ainda o Fundo
pela prioridade atribuída à transição para uma economia de Coesão, orientado para investimentos em transportes
de baixo teor de carbono e uma indústria competitiva, e ambiente, a Região disporá à partida de um envelope
promovendo a eficiente utilização de recursos, de uma financeiro de 1.208 milhões de euros de cofinanciamento
forma mais ecológica e competitiva; e Inclusivo, por via comunitário.
da criação de emprego e redução da pobreza, como garante Destes mais de 1,2 mil milhões de euros de fundos co-
da coesão social e territorial. munitários, o Governo Regional decidiu afetar 855 milhões
Neste contexto e no âmbito do processo de programa- de euros a intervenções financiadas pelo fundo FEDER,
ção regional e de acesso aos fundos comunitários durante 290 milhões de euros para o Fundo Social Europeu e 63
o período 2014-2020, o Governo Regional, enunciou as milhões de euros para investimentos em transportes e am-
seguintes grandes prioridades estratégicas para o novo ciclo biente, através do Fundo de Coesão. Com esta repartição
2014-2020 (RCG n.º 44/2013 de 13 de maio de 2013), em o Governo Regional dos Açores sinaliza de forma muito
articulação com as prioridades estratégicas para a política clara que as políticas ativas de emprego, de formação e
de coesão europeia: de qualificação têm uma prioridade nas políticas públicas,
• Promoção de produção económica competitiva, preser- traduzindo-se, em termos financeiros e em comparação
vando e consolidando as atividades baseadas nos recursos com o atual período 2007-2013, num reforço de 100 mi-
disponíveis e nas vantagens adquiridas, no progressivo lhões de euros da dotação que se atribui ao fundo que
robustecimento de uma fileira económica ligada ao mar, financiará estas políticas, o fundo social europeu.
apostando-se complementarmente na inovação, na di- Os 918 milhões de euros para o FEDER e Fundo de
versificação e em novos produtos e serviços de natureza Coesão permitirão manter um nível importante de inves-
transacionável, numa perspetiva de prosperidade e sus- timento público na Região, seja da responsabilidade do
tentabilidade das empresas e dos negócios geradores de governo, seja o promovido pelas Autarquias Locais, em
empregabilidade efetiva e significativa do fator trabalho; áreas tão diversas, como a educação, a saúde, os transpor-
• Desenvolvimento de estratégias de alargamento efe- tes, o ambiente, a investigação, a tecnologia e a inovação,
tivo dos níveis de escolaridade e de formação dos jovens, a eficiência energética, a reabilitação urbana, entre outras,
reduzindo substancialmente o abandono escolar precoce, e ainda, o financiamento da aplicação na Região de siste-
tendo por horizonte as metas fixadas a nível da europa mas de incentivos e de apoio ao investimento privado das
comunitária; empresas regionais e outras ações previstas nas agendas
• Reforço das medidas de coesão social, conjugando a da competitividade e tecnológica em curso nos Açores,
empregabilidade como uma estratégia sólida de inclusão bem como a carta de obras públicas.
social, promovendo em complemento a igualdade de opor- Para além dos fundos de coesão, existem também fundos
tunidades em termos gerais, a reabilitação e a reinserção comunitários ligados às políticas comuns, como seja o caso
social, a reconversão profissional, a conciliação entre a do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
vida social e profissional, e a valorização da saúde como (FEADER), instrumento financeiro fundamental no apoio
fator de produtividade e de bem-estar; a um dos pilares da base económica regional, tendo sido
• Promoção da sustentabilidade ambiental, observando obtido para os Açores um envelope financeiro para o perío-
as linhas de orientação e as metas comunitárias, em articu- do 2014-2020 de 295 milhões de euros, montante inclusi-
lação estreita com o desenvolvimento de políticas orienta- vamente superior à atual dotação de 274 milhões de euros
das para a competitividade dos territórios, modernização para o corrente período de programação 2007-2013.
212 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
O Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas a um suplemento que ronda os 2,7 milhões de euros, o
(FEMAP), uma linha orçamental do Orçamento Comuni- que em termos práticos significa a duplicação de recursos
tário associada à política marítima e das pescas, apoiará os para estas ações.
projetos dos Açores a partir de um envelope financeiro que Em termos globais, para os próximos 7 anos a Região
será equivalente ao atual, ou seja um montante de cerca poderá aceder a um montante de cerca de 1.546 milhões de
de 33 milhões de euros. euros, valor superior ao do atual período de programação
Finalmente, uma linha de intervenção que não sendo 2007-2013.
expressiva em termos financeiros, pela natureza das ações
que comparticipa, mas que constitui uma das atuais prio- Com o envelope financeiro de fundos comunitários defi-
ridades comunitárias, o desenvolvimento da Cooperação nido e estabilizado, conjugado com as linhas programáticas
Regional Transfronteiriça e Transnacional, os Açores, pela definidas e uma operação global virada para os resultados
sua condição de região ultraperiférica, terá a sua dotação e eficácia de projetos sólidos e relevantes, reúnem-se as
para estas ações reforçada em 50%, passando dos atuais condições para que nos Açores se vença mais este desafio
5,2 milhões de euros de comparticipação comunitária para conducente ao progresso e ao desenvolvimento equilibrado
7,8 milhões de euros e ainda com possibilidade de aceder da Região.
DESAGREGAÇÃO POR OBJETIVO
Investimento Público 2014
Desagregação por Objetivo
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
TOTAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 661.647.888 433.455.470 228.192.418
AUMENTAR A COMPETITIVIDADE E A EMPREGABILIDADE DA ECONO-
MIA REGIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336.575.810 154.583.003 181.992.807
1 Competitividade, Emprego e Gestão Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
1.1 Competitividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53.325.208 53.325.208
1.1.1 Sistemas de Incentivos à Competitividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.143.208 30.143.208
1.1.2 Programa de Apoio à Reestruturação Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.715.000 4.715.000
1.1.4 Programa de Apoio à Comercialização Externa de Produtos Regionais . . . . . . . . . 2.932.000 2.932.000
1.1.6 Mobilização de Iniciativas Empresariais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.375.000 1.375.000
1.1.7 Promoção da Qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
1.1.8 Dinamização dos Sistemas Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
1.1.9 Linhas de Apoio ao Financiamento Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.000.000 8.000.000
1.1.10 Microcrédito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
1.1.11 Valorização dos Recursos Geológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65.000 65.000
1.1.15 Promoção da Inovação e do Empreendedorismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 775.000 775.000
1.1.16 Fundo de Capital de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000
1.2 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
1.2.1 Aperfeiçoamento e Inovação dos Saberes Tradicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
1.2.2 Divulgação, Promoção e Comercialização das Artes e Ofícios . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000
1.2.3 Certificação e Proteção dos Produtos e Serviços Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
1.2.4 Sistemas de Incentivos ao Artesanato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000
1.3 Emprego e Qualificação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.515.412 6.424.000 73.091.412
1.3.1 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.550.000 2.500.000 53.050.000
1.3.2 Programas de Estágios Profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.647.162 750.000 8.897.162
1.3.3 Programas de Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.167.650 1.430.000 10.737.650
1.3.4 Adequação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.000 274.000
1.3.5 Defesa do Consumidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000
1.3.6 Estudos, Projetos e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
1.3.7 Inspeção Regional do Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406.600 406.600
1.3.8 Contrato com a Universidade dos Açores para o Crescimento Económico e Criação
de Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1300000
1.4 Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 505.350 505.350
1.4.1 Ações de Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.750 24.750
1.4.2 Sistema Integrado de Gestão da Administração Regional dos Açores . . . . . . . . . . . 379.600 379.600
1.4.3 Promoção da Qualidade nos Serviços da Administração Pública Regional . . . . . . . 23.000 23.000
1.4.4 Desmaterialização de Processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78.000 78.000
1.5 Informação de Interesse Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.850.000 2.200.000 650.000
1.5.1 Rede Integrada de Apoio ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.850.000 2.200.000 650.000
1.6 Serviços Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.385 181.385
1.6.1 Serviços de Apoio aos Funcionários Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.385 181.385
1.7 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291.600 291.600
1.7.1 Cooperação Técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14.000 14.000
1.7.2 Cooperação Financeira com os Municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.600 27.600
1.7.3 Cooperação Financeira com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000
1.8 Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.600 73.600
1.8.1 Produção, Tratamento e Divulgação de Informação Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . 73.600 73.600
1.9 Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.145.000 5.145.000
1.9.1 Gestão, Acompanhamento, Controlo e Avaliação do Plano e Fundos Estruturais. . . 575.000 575.000
1.9.2 Património Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410.000 410.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 213
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
1.9.3 Reestruturação do Setor Público Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360.000 360.000
1.9.4 Coesão Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.800.000 3.800.000
2 Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141.716.068 46.616.161 95.099.907
2.1 Infraestruturas Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.602.051 16.000.960 22.601.091
2.1.1 Infraestruturas de Ordenamento Agrário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.684.000 2.300.000 22.384.000
2.1.2 Infraestruturas Rurais e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.378.840 2.378.840
2.1.3 Infraestruturas Agrícolas e de Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330.000 330.000
2.1.4 Construção das Novas Instalações do Laboratório Regional de Veterinária . . . . . . 4.711.153 4.711.153
2.1.5 Construção do Parque de Exposições da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.004.416 2.004.416
2.1.6 Construção do Parque de Exposições Santana - São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.543.621 2.543.621
2.1.7 Infraestruturas de Abate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 905.000 905.000
2.1.8 Sistemas e Infraestruturas de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000
2.1.9 Construção do Novo Matadouro do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.001 94.591 115.410
2.1.10 Construção do Novo Matadouro da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185.020 83.339 101.681
2.2 Modernização das Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36.823.331 14.416.131 22.407.200
2.2.1 Melhoramento e Sanidade Animal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.570.000 2.700.000 870.000
2.2.2 Sanidade Vegetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445.030 445.030
2.2.3 Formação Profissional, Experimentação e Aconselhamento Agrícola . . . . . . . . . . . 1.042.052 980.852 61.200
2.2.4 Apoio ao Investimento nas Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.493.333 3.060.000 20.433.333
2.2.5 Acompanhamento das Intervenções Comunitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 685.000 685.000
2.2.7 Reforma Antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.226.667 184.000 1.042.667
2.2.8 Incentivo à Compra de Terras Agrícolas (SICATE / RICTA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 489.749 489.749
2.2.9 Promoção, Divulgação e Apoio à Decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
2.2.10 Apoio à Reestruturação Financeira das Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . 1.660.000 1.660.000
2.2.11 Potenciar o Setor Vitivinícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61.500 61.500
2.2.12 Apoio à Inovação e Rentabilização da Atividade Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.600.000 1.600.000
2.2.13 Regime de Apoio a Redução dos Custos com a Atividade Agrícola . . . . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000
2.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33.749.990 10.347.703 23.402.287
2.3.1 Apoio à Indústria Agroalimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.176.557 1.774.270 23.402.287
2.3.2 Apoio ao Escoamento de Produtos na Indústria Agroalimentar . . . . . . . . . . . . . . . . 3.323.433 3.323.433
2.3.3 Regularização de Mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.700.000 4.700.000
2.3.4 Qualidade e Certificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000
2.4 Diversificação e Valorização do Espaço Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.540.696 5.851.367 26.689.329
2.4.1 Manutenção da Atividade Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.680.000 2.290.000 11.390.000
2.4.2 Pagamentos Agroambientais e Natura 2000 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.298.840 1.600.000 9.698.840
2.4.3 Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.734.400 364.660 3.369.740
2.4.4 Medidas Florestais de Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.536.175 305.426 2.230.749
2.4.5 Fomento Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 529.000 529.000
2.4.6 Promoção do Uso Múltiplo da Floresta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 762.281 762.281
3 Pescas e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.065.235 21.565.235 5.500.000
3.1 Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.006.000 1.006.000
3.1.1 Fiscalização e Inspeção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.000 56.000
3.1.2 Cooperação com o DOP/IMAR/OMA e Outras Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 950.000 950.000
3.2 Infraestruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.896.353 13.896.353
3.2.1 Portos da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.297.120 4.297.120
3.2.2 Ampliação, Reordenamento e Beneficiação do Porto de Pesca de Rabo de Peixe . . . 4.587.991 4.587.991
3.2.3 Melhoramento da Operacionalidade do Porto da Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.691.716 1.691.716
3.2.4 Construção do Entreposto Frigorífico de Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.319.526 3.319.526
3.3 Frota e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.722.900 3.722.900
3.3.1 Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.905.000 1.905.000
3.3.2 FUNDOPESCA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000
3.3.3 Regime de Apoio à Motorização das Embarcações de Pesca Local . . . . . . . . . . . . . 36.800 36.800
3.3.4 Regime de Apoio à Redução dos Custos na Atividade da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . 920.000 920.000
3.3.5 Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo das Embarcações de Pesca Local
e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
3.3.6 Regime de Apoio à Contratação de Tripulantes na Frota Atuneira Regional . . . . . . 72.000 72.000
3.3.7 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69.100 69.100
3.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.509.922 2.509.922
3.4.1 Mercados e Comercialização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 760.000 760.000
3.4.2 Transformação e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.550.000 1.550.000
3.4.3 Apoio ao Desenvolvimento da Pescaria de Profundidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
3.4.4 Regime de Compensação ao Escoamento dos Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . 159.922 159.922
3.5 Programa Regional de Desenvolvimento do Setor das Pescas . . . . . . . . . . . . . . 5.930.060 430.060 5.500.000
3.5.1 Apoio ao Investimento no Âmbito dos Projetos FEP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.930.060 430.060 5.500.000
4 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.206.952 17.555.464 7.651.488
4.1 Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.176.052 11.524.564 7.651.488
4.1.1 Estudos e Concertação da Política de Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325.042 325.042
4.1.2 Promoção e Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18.656.010 11.004.522 7.651.488
4.1.5 Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Regional - Turismo . . . . . . . . . . . . . . 195.000 195.000
4.2 Qualificação e Valorização da Oferta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.030.900 6.030.900
214 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
4.2.1 Qualificação dos Equipamentos Turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.706.400 1.706.400
4.2.2 Valorização do Destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.324.500 4.324.500
PROMOVER A QUALIFICAÇÃO E A INCLUSÃO SOCIAL . . . . . . . . . . . . . 160.127.862 152.607.862 7.520.000
5 Educação, Ciência e Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64.947.265 60.427.265 4.520.000
5.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.014.988 30.114.988 1.900.000
5.1.1 Beneficiação e Reabilitação de Instalações Escolares, Propriedade da RAA . . . . . . 200.000 200.000
5.1.2 Construção, Reparação e Remodelação do Parque Escolar do 1º Ciclo (DLR 32/2002/A,
de 8 agosto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.050.000 150.000 1.900.000
5.1.3 EB2,3/S das Lajes do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.852.500 6.852.500
5.1.4 Grande Reparação e Adaptação ao ES da EB2,3/S de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.801.920 8.801.920
5.1.5 Requalificação do Bloco Sul da ES Domingos Rebelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.421.328 2.421.328
5.1.6 Grande Reparação na EBI da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.546.740 1.546.740
5.1.7 Requalificação das Instalações para o 2.º e 3.º Ciclos da EBI de Rabo de Peixe . . . 3.172.500 3.172.500
5.1.8 Novas Instalações para a EB1,2/JI Gaspar Frutuoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.535.000 3.535.000
5.1.10 Assistência Técnica e Fecho Financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.350.000 1.350.000
5.1.11 Novas Instalações para a EBI Canto da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235.000 235.000
5.1.12 Requalificação da Escola Secundária Antero de Quental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
5.1.13 Construção de Novas Instalações para a EBS da Calheta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000
5.1.15 Requalificação das Instalações da EBS do Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.1.16 Construção de Novas Instalações para a EBI de Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.2.1 Aquisição de Equipamento para a Educação Pré-Escolar e os Ensino Básico e Secun-
dário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.3 Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.524.680 9.524.680
5.3.1 Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.524.680 9.524.680
5.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Instituições de Ensino Privado
e Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.119.107 3.819.107 1.300.000
5.4.1 Apoiar o Desenvolvimento do Ensino Profissional e as Instituições de Ensino Pri-
vado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.273.107 3.273.107
5.4.2 Escola Profissional das Capelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.800.000 500.000 1.300.000
5.4.3 Formação do Pessoal Docente e não Docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.000 46.000
5.5 Tecnologias da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308.200 308.200
5.5.1 Projetos Inerentes à Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação . . . 308.200 308.200
5.6 Projetos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
5.6.2 Projetos de Inovação Pedagógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.6.3 Combate ao Abandono Escolar Precoce . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.7 Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.750.000 1.750.000
5.7.1 Valorizar a Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.067.000 1.067.000
5.7.2 Cooperação e Criação de Parcerias em I&D . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233.000 233.000
5.7.3 Qualificação do Capital Humano para a Sociedade do Conhecimento . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.7.4 Apoio ao Desenvolvimento Tripolar da Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.8 Fundo Regional da Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.069.000 749.000 1.320.000
5.8.1 Transferências para o Fundo Regional da Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.069.000 749.000 1.320.000
5.9 Dinamização de Atividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.713.750 1.713.750
5.9.1 Escolas de Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.750 63.750
5.9.2 Edição de Obras de Cariz Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
5.9.3 Rede de Leitura Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
5.9.4 Banda Lira Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.9.5 Dinamização Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
5.9.6 Arte Contemporânea dos Açores - ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
5.9.7 Apoios a Atividades de Relevante Interesse Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000
5.9.8 Programa Regional de Apoio às Sociedades Recreativas e Filarmónicas . . . . . . . . 100.000 100.000
5.10 Defesa e Valorização do Património Arquitetónico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . 11.947.540 11.947.540
5.10.1 Aquisição e Restauro de Bens de Valor Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.10.2 Inventário do Património Artístico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.750 12.750
5.10.3 Imóveis e Conjuntos Classificados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.000 340.000
5.10.4 Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo - Novas Instalações . . . . . . . . 7.087.540 7.087.540
5.10.5 Investigação Arqueológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
5.10.6 Museus, Bibliotecas e Arquivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 510.000 510.000
5.10.7 Museu do Pico - Museu dos Baleeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000
5.10.8 Salvaguarda do Património Baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85.000 85.000
5.10.9 Divulgação e Sensibilização do Património Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.10.10 Aquisição de Conteúdos para Bibliotecas e Arquivos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
5.10.11 Aquisição, Recuperação e Conservação de Instalações para Entidades Culturais . . . 215.000 215.000
5.10.12 Arquipélago - Centro de Arte Contemporânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.430.000 1.430.000
5.10.14 Antigo Hospital da Boa Nova . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000
5.10.15 Execução do Protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 847.000 847.000
5.10.16 Igrejas do Carmo e São Francisco da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
5.10.17 Museu Francisco Lacerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000
5.10.18 Museu de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66.500 66.500
5.10.19 Restauro de Bens Arquivísticos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.500 8.500
5.10.20 Programa Museológico do Palácio da Conceição - Casa da Autonomia . . . . . . . . . 4.250 4.250
5.10.21 Convento de Santo André . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127.500 127.500
5.10.22 Lancha Espalamaca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 215
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
5.10.23 Museu da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
5.10.24 Reabilitação do Cinema do Aeroporto de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.10.25 Projeto Museológico da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
5.10.26 Ampliação do Museu do Vinho - Madalena do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500 3.500
5.10.27 Igreja das Manadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
5.10.28 Núcleo Museológico de História dos Cabos Submarinos do Museu da Horta . . . . . 25.000 25.000
6 Desenvolvimento do Sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34.391.292 34.391.292
6.1 Construção de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.439.850 9.439.850
6.1.1 Construção do Novo Centro de Saúde da Madalena e Ponta Delgada . . . . . . . . . . . 9.439.850 9.439.850
6.2 Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.521.600 3.521.600
6.2.1 Empreitada da Construção do Novo Corpo C do Hospital da Horta . . . . . . . . . . . . 2.219.000 2.219.000
6.2.2 Empreitada de Remodelação de Edifício em Unidade de Tratamento e Reabilitação
Juvenil, Solar da Glória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.302.600 1.302.600
6.3 Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
6.3.1 Beneficiação de Infraestruturas das Unidades de Saúde de Ilha e COA . . . . . . . . . . 500.000 500.000
6.3.2 Beneficiação de Infraestruturas dos Hospitais EPE’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000
6.4 Parcerias Público Privadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.062.475 11.062.475
6.4.1 Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.062.475 11.062.475
6.5 Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.595.000 2.595.000
6.5.1 Equipamentos para Unidades de Saúde de Ilha e COA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
6.5.2 Equipamentos para Hospitais EPE’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520.000 520.000
6.5.3 Equipamentos para Novo Centro de Saúde da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.000.000 2.000.000
6.6 Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.797.038 1.797.038
6.6.1 Rede de Cuidados Continuados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
6.6.2 Apoios e Acordos na Área da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
6.6.3 Apoios e Acordos na Área das Dependências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000
6.6.4 Requalificação da Rede Pública de Infraestruturas de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87.038 87.038
6.6.5 Rede de Cuidados Paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
6.7 Convenções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
6.7.1 Vale de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
6.8 Projetos na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.935.329 3.935.329
6.8.2 Deslocação de Doentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000
6.8.3 Plano Regional da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
6.8.4 Qualidade na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
6.8.5 Sistema de Telemetria e Aconselhamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405.329 405.329
6.9 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315.000 315.000
6.9.1 Bolsas de Estudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
6.9.2 Formação e Atualização de Profissionais de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
6.10 Tecnologias de Informação na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575.000 575.000
6.10.1 Sistemas de Informação da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575.000 575.000
7 Solidariedade Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.464.829 24.364.829 2.100.000
7.1 Apoio à Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.737.905 3.737.905
7.1.1 Reconstrução, Recuperação e Reabilitação de Edifícios para a Creche de Vila do
Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102.000 102.000
7.1.3 Remodelação e Ampliação de Creche e Jardim-de-Infância - Centro Social e Paroquial
de São Pedro - Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156.500 156.500
7.1.4 Adaptação de Edifício a Creche no Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
7.1.5 Construção da Creche da Casa do Povo da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178.500 178.500
7.1.6 Construção de Creche, Jardim de Infância e Centro de Atividades Ocupacionais na
Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.690.000 1.690.000
7.1.7 Recuperação do Edifício da Casa dos Tiagos para Centro de Dia e ATL . . . . . . . . . 10.000 10.000
7.1.8 Construção de Edifício para Creche nos Flamengos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272.000 272.000
7.1.10 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio à
Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 755.000 755.000
7.1.11 Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.165 16.165
7.1.13 Reabilitação de Edifício para ATL da Cáritas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37.740 37.740
7.1.15 Obras de Remodelação do Colégio “O Baloiço” em Angra do Heroísmo . . . . . . . . 300.000 300.000
7.1.16 Obras de Beneficiação do Infantário “O Carrocel” em Angra do Heroísmo . . . . . . 30.000 30.000
7.1.17 Remodelação da Creche “O Castelinho” - Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
7.2 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.380.000 9.280.000 2.100.000
7.2.2 Apoio Especializado ao Desenvolvimento e Requalificação da Rede de Equipamentos
Sociais e Programas Sociais dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.215.000 115.000 2.100.000
7.2.3 Fundo Regional de Ação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.100.000 8.100.000
7.2.4 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Edifícios e Equipamentos de Apoio à
Comunidade e dos Serviços da Segurança Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485.000 485.000
7.2.5 Reabilitação/Construção de Edifício para Sem Abrigo da Cáritas . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
7.2.6 Remodelação do Edifício Abrigo Amigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000
7.2.7 Programa Especial de Apoio ao Pagamento de Propinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
7.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585.600 585.600
7.3.1 Reabilitação do Edifício do Centro de Atividades Ocupacionais da APACDAA . . . 92.600 92.600
7.3.3 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio à
Deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293.000 293.000
7.3.4 Reabilitação de Edifício para Centro de Apoio à Deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
7.4 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.061.324 10.061.324
7.4.2 Construção de Lar de Idosos no Pico da Pedra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.805.000 2.805.000
216 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
7.4.4 Criação de Centro de Dia, Centro de Convívio e Serviço de Apoio Domiciliário no
Porto Judeu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.885.790 1.885.790
7.4.6 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio aos
Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84.934 84.934
7.4.7 Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000
7.4.8 Rede de Cuidados Continuados dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
7.4.9 COMPAMID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1.300.000
7.4.11 Programa Sénior Ativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317.400 317.400
7.4.13 Ampliação do Lar de Idosos da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.600 30.600
7.4.14 Requalificação das Instalações do Recolhimento Jesus, Maria, José . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000
7.4.15 Requalificação de Edifício para Residências de Idosos nas Cinco Ribeiras . . . . . . 500.000 500.000
7.4.16 Construção de Lar de Idosos e Centro de Dia em São Sebastião . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
7.4.17 Remodelação da Sede do Lar de Idosos D. Pedro V . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.362.600 1.362.600
7.4.19 Ampliação do Lar de Idosos da Piedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
7.4.20 Obra de Remodelação do Lar de Idosos do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
7.5 Igualdade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
7.5.1 Promoção de Políticas de Igualdade de Género, Igualdade no Trabalho e Conciliação
da Vida Profissional com a Familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.500 150.500
7.5.2 Combater e Prevenir a Violência e a Discriminação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217.000 217.000
7.5.3 Potenciar a Inclusão Social e Consequente Mobilidade Social de Grupos mais Vul-
neráveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136.440 136.440
7.5.4 Igualdade de Oportunidades para Pessoas com Deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196.060 196.060
8 Habitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.702.009 21.702.009
8.1 Promoção de Habitação, Reabilitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . 9.178.281 9.178.281
8.1.1 Promoção de Habitação de Custos Controlados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 524.477 524.477
8.1.3 Operação Urbanística e Reabilitação de Infraestruturas Habitacionais . . . . . . . . . . 228.423 228.423
8.1.4 Programa de Recuperação de Habitação Degradada, Reabilitação e Regeneração
Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.425.381 8.425.381
8.2 Arrendamento Social e Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.403.728 12.403.728
8.2.1 Programa de Apoio Famílias com Futuro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.206.723 6.206.723
8.2.2 Cooperação com Autarquias - Acordos de Colaboração IHRU/ RAA/ Municípios . . . 1.687.005 1.687.005
8.2.3 Salvaguarda Habitacional em Zonas de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.000 96.000
8.2.4 Contrato Programa com a SPRHI, SA - Sismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.140.000 4.140.000
8.2.5 Operações de Inserção e Reintegração Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.000 274.000
8.3 Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
8.3.1 Reabilitação e Manutenção de Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
8.3.2 Adequação e Adaptação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
9 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.622.467 11.722.467 900.000
9.1 Infraestruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.300.000 2.300.000
9.1.1 Melhoria da Qualidade de Instalações Desportivas e Sedes Sociais . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
9.1.2 Requalificação das Instalações Oficiais Integradas no Parque Desportivo Regional 120.000 120.000
9.1.3 Gestão e Funcionamento dos Complexos Desportivos Incluídos no Parque Desportivo
Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 635.000 635.000
9.1.4 Requalificação do Polidesportivo de Santo Espírito, Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . 335.000 335.000
9.1.5 Construção do Pavilhão Desportivo de Santa Bárbara . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 580.000 580.000
9.1.6 Acesso Generalizado às Instalações Desportivas Escolares e Outras Integradas por
Protocolos no Parque Desportivo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405.000 405.000
9.1.7 Modernização dos Serviços e do Movimento Associativo Desportivo . . . . . . . . . . 100.000 100.000
9.1.8 Reparação do Piso do Polidesportivo do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
9.2 Desenvolvimento do Desporto Federado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.488.000 6.588.000 900.000
9.2.1 Atividades das Associações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.400.000 2.400.000
9.2.2 Atividades dos Escalões de Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.900.000 1.900.000
9.2.3 Quadros Competitivos Nacionais, Internacionais e Séries Açores . . . . . . . . . . . . . . 2.900.000 2.000.000 900.000
9.2.4 Excelência Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178.000 178.000
9.2.5 Formação de Agentes Desportivos não Praticantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
9.2.6 Eventos Desportivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000
9.3 Promoção da Prática de Atividade Física Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 621.800 621.800
9.3.1 Desporto Escolar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000
9.3.2 Desporto Adaptado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151.800 151.800
9.3.3 Escolinhas do Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195.000 195.000
9.3.4 Atividades Físicas Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
9.4 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.212.667 2.212.667
9.4.1 Internacionalizar Mobilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000
9.4.2 Cidadania e Voluntariado Local e Internacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
9.4.3 Associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 320.000 320.000
9.4.4 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
9.4.5 Indústrias Criativas e Culturais: Incentivo à Criatividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000
9.4.6 Incentivo à Formação dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
9.4.7 Conferências, Fóruns e Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
9.4.8 Ocupação Tempos Livres dos Jovens e Campos de Férias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000
9.4.9 Observatório da Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
9.4.10 Projetos Comunitários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.496 40.496
9.4.11 Informação Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.000 56.000
9.4.12 Incentivo ao Turismo Jovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81.000 81.000
9.4.13 Pousada da Juventude de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.171 90.171
9.4.15 Academias da Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
9.4.16 Pousadas da Juventude dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 217
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
AUMENTAR A COESÃO TERRITORIAL E A SUSTENTABILIDADE . . . . . 162.993.216 124.313.605 38.679.611
10 Transportes, Energia e Infraestruturas Tecnológicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135.719.413 99.080.882 36.638.531
10.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.225.000 25.225.000
10.1.2 SCUT’S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000.000 25.000.000
10.1.4 Acesso ao Porto de Pescas de Vila Franca do Campo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
10.1.5 Acessibilidades Furnas-Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
10.2 Beneficiação e Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.663.536 6.663.536
10.2.1 Beneficiação e Pavimentação de ER em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76.666 76.666
10.2.2 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418.888 418.888
10.2.3 Reabilitação de ER em São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000
10.2.4 Beneficiação e Pavimentação de ER na Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
10.2.6 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
10.2.8 Beneficiação e Pavimentação de ER na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
10.2.9 Beneficiação e Pavimentação de ER no Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
10.2.11 Beneficiação e Pavimentação de ER no Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
10.2.13 Beneficiação e Pavimentação de ER no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
10.2.14 Beneficiação e Pavimentação de ER nas Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
10.2.15 Requalificação da Rede Viária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800.000 800.000
10.2.16 Qualificação do Parque de Máquinas da SRTT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.142.982 1.142.982
10.2.17 Calamidades em Estradas Regionais na RAA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.740.000 3.740.000
10.3 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . 3.259.900 650.000 2.609.900
10.3.1 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.259.900 650000 2.609.900
10.4 Integração Paisagística de Zonas Adjacentes às ER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113.000 113.000
10.4.1 Espaços Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000
10.4.2 Integração Paisagística da Rede Viária Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.000 23.000
10.5 Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . 23.797.781 5.009.150 18.788.631
10.5.1 Reordenamento do Porto, Marina e Baía da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.189.281 663.150 2.526.131
10.5.2 Reordenamento do Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526.097 526.097
10.5.3 Reordenamento do Porto de S. Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.447.582 143.582 1.304.000
10.5.4 Reordenamento e Ampliação do Porto da Casa no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000
10.5.5 Aeroporto da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 426.692 426.692
10.5.6 Aeródromo da Ilha de S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.271 500.271
10.5.7 Aeródromo da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137.115 137.115
10.5.8 Aeródromo da Ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317.195 232.195 85.000
10.5.9 Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.381.428 1.381.428
10.5.11 Reordenamento e Ampliação do Porto de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.235.000 100.000 1.135.000
10.5.12 Reordenamento do Porto das Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.146.050 76.050 1.070.000
10.5.13 Reordenamento do Porto de Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.929.070 194.670 6.734.400
10.5.14 Reordenamento do Porto da Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.753.000 80.400 3.672.600
10.5.16 Marina da Barra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.409.000 547.500 1.861.500
10.6 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.782.423 1.682.423 1.100.000
10.6.1 Concessão da Exploração dos Aeródromos da Região Autónoma dos Açores . . . . . 2.782.423 1.682.423 1.100.000
10.7 Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo InterIlhas . . . . . . . . . . . . . . . 43.322.055 29.322.055 14.000.000
10.7.1 Apoio ao Transporte Marítimo de Passageiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.976.989 9.976.989 14.000.000
10.7.2 Concessão das Rotas Aéreas InterIlhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.345.066 19.345.066
10.8 Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.700.000 1.560.000 140.000
10.8.1 Desenvolvimento de Sistemas de Apoio à Monitorização dos Portos dos Açores . . . 60.000 60.000
10.8.2 Plano Integrado dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.640.000 1.500.000 140.000
10.9 Eficiência Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.296.099 2.296.099
10.9.1 Estudos e Projetos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.500 12.500
10.9.2 Eficiência Mais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
10.9.3 Sistema de Certificação Energética de Edifícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
10.9.4 Promoção da Substituição da Utilização de Gazes Liquefeitos - Corvo . . . . . . . . . 200.000 200.000
10.9.5 Promoção da Eficiência Energética – Edifícios e Vias Públicas . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
10.9.7 Requalificação do Lugar do Cais do Mourato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.599 83.599
10.9.8 Programa para a Mobilidade Elétrica dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000
10.10 Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.589.000 4.589.000
10.10.1 Desenvolvimento Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . 2.976.500 2.976.500
10.10.4 Desenvolvimento de Projetos de TIC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.310.000 1.310.000
10.10.5 Incentivo a Projetos de Base Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302.500 302.500
10.11 Sistemas de Informação e de Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 559.751 559.751
10.11.1 Melhoria dos Sistemas Informáticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129.751 129.751
10.11.2 Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.000 275.000
10.11.3 REGGA “Rede Geodésica de GPS dos Açores “ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155.000 155.000
10.12 Cartografia e Sistemas de Informação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172.500 172.500
10.12.1 Cartografia e Geodesia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
10.12.2 Cadastro Predial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.500 12.500
10.12.3 Informação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
10.13 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370.868 370.868
10.13.1 I&DI - Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
10.13.2 Infraestruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.868 220.868
10.14 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . 4.187.500 4.187.500
10.14.1 Requalificação de Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
10.14.2 Parque Tecnológico de São Miguel - Nonagon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.900.000 2.900.000
10.14.3 Infraestruturas de Projetos Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287.500 287.500
218 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
10.15 Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.180.000 5.180.000
10.15.1 Contratos Programas com a SPRHI - Rede Viária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.680.000 3.680.000
10.15.2 Contratos de Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000
10.16 Coesão Territorial - Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.500.000 11.500.000
10.16.1 Promoção da Coesão Territorial - Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.500.000 11.500.000
11 Prevenção de Riscos e Proteção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.186.218 6.186.218
11.1 Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.615.000 1.615.000
11.1.1 Viaturas de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260.000 260.000
11.1.2 Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215.000 215.000
11.1.3 Equipamentos para o Serviço Regional de Proteção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000
11.1.4 Equipamentos para as AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215.000 215.000
11.1.5 Radiocomunicações do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000
11.2 Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233.800 233.800
11.2.1 Beneficiação e Reparação de Quartéis das AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
11.2.3 Centro de Formação de Proteção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.800 13.800
11.3 Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.242.418 4.242.418
11.3.1 Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
11.3.2 CIVISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138.000 138.000
11.3.3 MAC 2007-2013 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.500 22.500
11.3.4 Apoios Transporte Terrestre de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.800.000 3.800.000
11.3.5 Rede de Vigilância Sismo-vulcânica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111.918 111.918
11.3.6 Fundo Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
11.3.7 Linha Saúde Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
11.3.8 Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
11.4 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000
11.4.1 Formação Profissionais do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
11.4.2 Formação Profissionais dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
11.4.3 Formação à População . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
12 Ambiente e Ordenamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.087.585 19.046.505 2.041.080
12.1 Conservação da Natureza e Sensibilização Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.450.967 4.450.967
12.1.1 Monitorização e Gestão da Biodiversidade e do Património Natural dos Açores. . . . 596.173 596.173
12.1.2 Rede Regional de Ecotecas e Centros de Interpretação Ambiental . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000
12.1.3 Parques Naturais e Qualificação das Certificações Ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . 138.067 138.067
12.1.4 Gestão dos Parques Naturais de Ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149.527 149.527
12.1.5 Erradicação e Controlo de Espécies Invasoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 616.994 616.994
12.1.6 Informação, Sensibilização e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93.680 93.680
12.1.8 Centro de Interpretação da Cultura do Ananás – S. Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 423.192 423.192
12.1.10 Ampliação e Reabilitação dos Centros de Interpretação Ambiental . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
12.1.11 Casa dos Fósseis (Santa Maria) e Casa dos Vulcões (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.334 83.334
12.2 Ordenamento do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.492.297 1.492.297
12.2.1 Plano Setorial do Ordenamento do Território para as Atividades Extrativas . . . . . . 70.000 70.000
12.2.2 Monitorização do Ordenamento do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99.120 99.120
12.2.3 Planeamento e Gestão de Bacias Hidrográficas de Lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.323.177 1.323.177
12.3 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.491.835 4.491.835
12.3.1 Requalificação e Proteção de Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.025.623 2.025.623
12.3.3 Monitorização e Gestão dos Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.885 274.885
12.3.4 Monitorização das Massas de Água Interiores da Região Hidrográfica Açores . . . . 283.200 283.200
12.3.6 Controlo da Eutrofização das Lagoas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65.000 65.000
12.3.7 Prevenção e Análise de Risco de Cheias e Movimentos de Massas . . . . . . . . . . . . . 149.578 149.578
12.3.8 Construção da Bacia de Retenção da Fajãzinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 563.540 563.540
12.3.9 Limpeza, Renaturalização e Reperfilamento de Linhas de Água . . . . . . . . . . . . . . . 1.130.009 1.130.009
12.4 Qualidade Ambiental e Património Mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.404.060 1.404.060
12.4.1 Estado do Ambiente e Monitorização das Alterações Climáticas . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
12.4.2 Rede de Monitorização, Informação e Gestão Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41.180 41.180
12.4.3 Vigilância de Áreas Classificadas, Avaliação e Licenciamento Ambiental . . . . . . . 135.000 135.000
12.4.4 Monitorização, Controlo e Erradicação de Pragas Urbanas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.880 32.880
12.4.5 Inspeção e Fiscalização Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
12.4.6 Gestão da Paisagem Protegida da Cultura da Vinha da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
12.4.7 Incentivos à Manutenção e Reabilitação da Cultura Tradicional da Vinha do Pico 700.000 700.000
12.4.8 Equipamento do Corpo de Vigilantes da Natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
12.4.9 Programa Eco-Freguesia, Freguesia Limpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375.000 375.000
12.5 Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.249.217 5.749.217 1.500.000
12.5.1 Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.764.962 4.264.962 1.500.000
12.5.2 Centros de Processamento e Promoção de Boas Práticas de Gestão de Resíduos. . . 141.422 141.422
12.5.3 Apoio ao Transporte Marítimo de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
12.5.4 Selagem e Requalificação de Vazadouros de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.122.833 1.122.833
12.5.5 Programa de Remoção de Produtos Contendo Amianto em Edifícios Particulares . . . 150.000 150.000
12.6 Requalificação da Orla Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.045.709 589.629 456.080
12.6.1 Gestão da Orla Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.086 212.086
12.6.2 Projeto de Requalificação e Valorização da Orla Costeira dos Açores . . . . . . . . . . . 60.000 60.000
12.6.3 Proteção Costeira do Caminho Municipal Adjacente ao Campo de Jogos de Santa
Catarina e Reparação e Correção de Infraestruturas Hidráulicas do Caminho Mu-
nicipal da Fajã dos Cubres, Calheta, Ilha de S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 565.838 109.758 456.080
12.6.4 Intervenções Costeiras nas Ilhas do Faial, Pico e S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207.785 207.785
12.7 Monitorização, Promoção, Fiscalização e Ação Ambiental Marinha . . . . . . . . . 953.500 868.500 85.000
12.7.1 Monitorização, Fiscalização e Ação Ambiental Marinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 219
Unid.: euro
Investimento Outros
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Plano
Público Fundos
12.7.3 Promoção Ambiental Marinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.000 39.000
12.7.4 Cooperação Institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000
12.7.5 Erradicação de Organismos Marinhos Invasores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165.000 165.000
12.7.6 Avaliação, Gestão e Monitorização de Areias Submersas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
12.7.7 Monitorização da Diretiva-Quadro da Estratégia Marinha dos Açores . . . . . . . . . . 382.500 382.500
12.7.8 Promoção do Ambiente Marinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000
12.7.9 Micromacromar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
12.7.10 Escola do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 15.000 85.000
12.7.11 Mapeamento e Observação dos Fundos Marinhos dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
AFIRMAR A IDENTIDADE REGIONAL E PROMOVER A COOPERAÇÃO
EXTERNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.951.000 1.951.000
13 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.194.000 1.194.000
13.1 Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.070.000 1.070.000
13.1.1 PROMEDIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 515.000 515.000
13.1.2 Apoio Regional ao Serviço Público de Rádio e Televisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
13.1.3 Plataforma Eletrónica de Comunicação com o Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480.000 480.000
13.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124.000 124.000
13.2.1 Acesso a Base de Dados Jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124.000 124.000
14 Comunidades e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 757.000 757.000
14.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
14.1.1 Representação e Ação Externa da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
14.1.2 Relações com Organismos de Cooperação Inter-regional, Organizações e Instituições
Europeias e Internacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
14.1.3 Aproximação entre os Açores e a Europa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000
14.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.000 112.000
14.2.1 Integração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
14.2.2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
14.2.3 Encontros/Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
14.2.4 Projetos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.000 7.000
14.3 Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335.000 335.000
14.3.1 Açorianidade e Raízes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
14.3.2 Comunicação Açores/Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
14.3.3 Preservação da Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
14.3.4 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
14.3.5 Projetos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
14.4 Imigrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000
14.4.1 Integração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
14.4.2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45.000 45.000
14.4.3 Projetos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
Desagregação por Entidade Proponente
Investimento Público 2014
Desagregação por Entidade Proponente
Euro
Entidade Investimento Plano Outros Fundos
TOTAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 661.647.888 433.455.470 228.192.418
PGR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.951.000 1.951.000
VPG . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
SRSS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48.166.838 46.066.838 2.100.000
SRS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.577.510 40.577.510
SRECC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77.569.732 72.149.732 5.420.000
SRTT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.926.365 116.636.346 44.290.019
SRRN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189.868.888 87.227.901 102.640.987
Desagregação por Entidade Proponente
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
TOTAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 661.647.888 433.455.470 228.192.418
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.951.000 1.951.000
13 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.194.000 1.194.000
13.1 Apoio aos Media. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.070.000 1.070.000
13.1.1 PROMEDIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 515.000 515.000
220 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
13.1.2 Apoio Regional ao Serviço Público de Rádio e Televisão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
13.1.3 Plataforma Eletrónica de Comunicação com o Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480.000 480.000
13.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124.000 124.000
13.2.1 Acesso a Base de Dados Jurídica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124.000 124.000
14 Comunidades e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 757.000 757.000
14.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
14.1.1 Representação e Ação Externa da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
14.1.2 Relações com Organismos de Cooperação Inter-regional, Organizações e Instituições
Europeias e Internacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
14.1.3 Aproximação entre os Açores e a Europa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000
14.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.000 112.000
14.2.1 Integração. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
14.2.2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
14.2.3 Encontros/Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
14.2.4 Projetos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.000 7.000
14.3 Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335.000 335.000
14.3.1 Açorianidade e Raízes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
14.3.2 Comunicação Açores/Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
14.3.3 Preservação da Identidade Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
14.3.4 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
14.3.5 Projetos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
14.4 Imigrado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000
14.4.1 Integração. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
14.4.2 Protocolos de Cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45.000 45.000
14.4.3 Projetos/Candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
1 Competitividade, Emprego e Gestão Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142.587.555 68.846.143 73.741.412
1.1 Competitividade Empresarial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53.325.208 53.325.208
1.1.1 Sistemas de Incentivos à Competitividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.143.208 30.143.208
1.1.2 Programa de Apoio à Reestruturação Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.715.000 4.715.000
1.1.4 Programa de Apoio à Comercialização Externa de Produtos Regionais . . . . . . . . . . 2.932.000 2.932.000
1.1.6 Mobilização de Iniciativas Empresariais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.375.000 1.375.000
1.1.7 Promoção da Qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
1.1.8 Dinamização dos Sistemas Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
1.1.9 Linhas de Apoio ao Financiamento Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.000.000 8.000.000
1.1.10 Microcrédito. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
1.1.11 Valorização dos Recursos Geológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65.000 65.000
1.1.15 Promoção da Inovação e do Empreendedorismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 775.000 775.000
1.1.16 Fundo de Capital de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000
1.2 Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
1.2.1 Aperfeiçoamento e Inovação dos Saberes Tradicionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
1.2.2 Divulgação, Promoção e Comercialização das Artes e Ofícios. . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000
1.2.3 Certificação e Proteção dos Produtos e Serviços Artesanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
1.2.4 Sistemas de Incentivos ao Artesanato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000
1.3 Emprego e Qualificação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.515.412 6.424.000 73.091.412
1.3.1 Formação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.550.000 2.500.000 53.050.000
1.3.2 Programas de Estágios Profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.647.162 750.000 8.897.162
1.3.3 Programas de Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.167.650 1.430.000 10.737.650
1.3.4 Adequação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.000 274.000
1.3.5 Defesa do Consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000
1.3.6 Estudos, Projetos e Cooperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
1.3.7 Inspeção Regional do Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406.600 406.600
1.3.8 Contrato com a Universidade dos Açores para o Crescimento Económico e Criação
de Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1300000
1.4 Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 505.350 505.350
1.4.1 Ações de Modernização Administrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.750 24.750
1.4.2 Sistema Integrado de Gestão da Administração Regional dos Açores . . . . . . . . . . . 379.600 379.600
1.4.3 Promoção da Qualidade nos Serviços da Administração Pública Regional . . . . . . . 23.000 23.000
1.4.4 Desmaterialização de Processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78.000 78.000
1.5 Informação de Interesse Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.850.000 2.200.000 650.000
1.5.1 Rede Integrada de Apoio ao Cidadão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.850.000 2.200.000 650.000
1.6 Serviços Sociais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.385 181.385
1.6.1 Serviços de Apoio aos Funcionários Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.385 181.385
1.7 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291.600 291.600
1.7.1 Cooperação Técnica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14.000 14.000
1.7.2 Cooperação Financeira com os Municípios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.600 27.600
1.7.3 Cooperação Financeira com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000
1.8 Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.600 73.600
1.8.1 Produção, Tratamento e Divulgação de Informação Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . 73.600 73.600
1.9 Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.145.000 5.145.000
1.9.1 Gestão, Acompanhamento, Controlo e Avaliação do Plano e Fundos Estruturais. . . 575.000 575.000
1.9.2 Património Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410.000 410.000
1.9.3 Reestruturação do Setor Público Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360.000 360.000
1.9.4 Coesão Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.800.000 3.800.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 221
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
SECRETARIA REGIONAL DA SOLIDARIEDADE SOCIAL . . . . . . . . . . . . . 48.166.838 46.066.838 2.100.000
7 Solidariedade Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.464.829 24.364.829 2.100.000
7.1 Apoio à Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.737.905 3.737.905
7.1.1 Reconstrução, Recuperação e Reabilitação de Edifícios para a Creche de Vila do
Porto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102.000 102.000
7.1.3 Remodelação e Ampliação de Creche e Jardim-de-infância - Centro Social e Paroquial
de São Pedro - Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156.500 156.500
7.1.4 Adaptação de Edifício a Creche no Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
7.1.5 Construção da Creche da Casa do Povo da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178.500 178.500
7.1.6 Construção de Creche, Jardim de Infância e Centro de Atividades Ocupacionais na
Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.690.000 1.690.000
7.1.7 Recuperação do Edifício da Casa dos Tiagos para Centro de Dia e ATL . . . . . . . . . 10.000 10.000
7.1.8 Construção de Edifício para Creche nos Flamengos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272.000 272.000
7.1.10 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio à
Infância e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 755.000 755.000
7.1.11 Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.165 16.165
7.1.13 Reabilitação de Edifício para ATL da Cáritas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37.740 37.740
7.1.15 Obras de Remodelação do Colégio “O Baloiço” em Angra do Heroísmo . . . . . . . . 300.000 300.000
7.1.16 Obras de Beneficiação do Infantário “O Carrocel” em Angra do Heroísmo. . . . . . . 30.000 30.000
7.1.17 Remodelação da Creche “O Castelinho” - Horta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
7.2 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.380.000 9.280.000 2.100.000
7.2.2 Apoio Especializado ao Desenvolvimento e Requalificação da Rede de Equipamentos
Sociais e Programas Sociais dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.215.000 115.000 2.100.000
7.2.3 Fundo Regional de Ação Social 8.100.000 8.100.000
7.2.4 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Edifícios e Equipamentos de Apoio à
Comunidade e dos Serviços da Segurança Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485.000 485.000
7.2.5 Reabilitação/Construção de Edifício para Sem Abrigo da Cáritas . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
7.2.6 Remodelação do Edifício Abrigo Amigo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000
7.2.7 Programa Especial de Apoio ao Pagamento de Propinas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
7.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585.600 585.600
7.3.1 Reabilitação do Edifício do Centro de Atividades Ocupacionais da APACDAA . . . 92.600 92.600
7.3.3 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio à
Deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293.000 293.000
7.3.4 Reabilitação de Edifício para Centro de Apoio à Deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
7.4 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.061.324 10.061.324
7.4.2 Construção de Lar de Idosos no Pico da Pedra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.805.000 2.805.000
7.4.4 Criação de Centro de Dia, Centro de Convívio e Serviço de Apoio Domiciliário no
Porto Judeu. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.885.790 1.885.790
7.4.6 Criação, Melhoramento e Apetrechamento de Equipamentos Sociais de Apoio aos
Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84.934 84.934
7.4.7 Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000
7.4.8 Rede de Cuidados Continuados dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
7.4.9 COMPAMID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1.300.000
7.4.11 Programa Sénior Ativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317.400 317.400
7.4.13 Ampliação do Lar de Idosos da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.600 30.600
7.4.14 Requalificação das Instalações do Recolhimento Jesus, Maria, José . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000
7.4.15 Requalificação de Edifício para Residências de Idosos nas Cinco Ribeiras . . . . . . . 500.000 500.000
7.4.16 Construção de Lar de Idosos e Centro de Dia em São Sebastião . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
7.4.17 Remodelação da Sede do Lar de Idosos D. Pedro V . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.362.600 1.362.600
7.4.19 Ampliação do Lar de Idosos da Piedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
7.4.20 Obra de Remodelação do Lar de Idosos do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
7.5 Igualdade de Oportunidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
7.5.1 Promoção de Políticas de Igualdade de Género, Igualdade no Trabalho e Conciliação
da Vida Profissional com a Familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.500 150.500
7.5.2 Combater e Prevenir a Violência e a Discriminação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217.000 217.000
7.5.3 Potenciar a Inclusão Social e Consequente Mobilidade Social de Grupos mais Vul-
neráveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136.440 136.440
7.5.4 Igualdade de Oportunidades para Pessoas com Deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196.060 196.060
8 Habitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.702.009 21.702.009
8.1 Promoção de Habitação, Reabilitação e Renovação Urbana. . . . . . . . . . . . . . . . 9.178.281 9.178.281
8.1.1 Promoção de Habitação de Custos Controlados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 524.477 524.477
8.1.3 Operação Urbanística e Reabilitação de Infraestruturas Habitacionais. . . . . . . . . . . 228.423 228.423
8.1.4 Programa de Recuperação de Habitação Degradada, Reabilitação e Regeneração
Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.425.381 8.425.381
8.2 Arrendamento Social e Cooperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.403.728 12.403.728
8.2.1 Programa de Apoio Famílias com Futuro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.206.723 6.206.723
8.2.2 Cooperação com Autarquias - Acordos de Colaboração IHRU/ RAA/ Municípios. . . 1.687.005 1.687.005
8.2.3 Salvaguarda Habitacional em Zonas de Risco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.000 96.000
8.2.4 Contrato Programa com a SPRHI, SA - Sismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.140.000 4.140.000
8.2.5 Operações de Inserção e Reintegração Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.000 274.000
8.3 Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000
8.3.1 Reabilitação e Manutenção de Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
8.3.2 Adequação e Adaptação Tecnológica dos Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
222 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
SECRETARIA REGIONAL DA SAÚDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.577.510 40.577.510
6 Desenvolvimento do Sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34.391.292 34.391.292
6.1 Construção de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.439.850 9.439.850
6.1.1 Construção do Novo Centro de Saúde da Madalena e Ponta Delgada . . . . . . . . . . . 9.439.850 9.439.850
6.2 Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.521.600 3.521.600
6.2.1 Empreitada da Construção do Novo Corpo C do Hospital da Horta . . . . . . . . . . . . . 2.219.000 2.219.000
6.2.2 Empreitada de Remodelação de Edifício em Unidade de Tratamento e Reabilitação
Juvenil, Solar da Glória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.302.600 1.302.600
6.3 Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
6.3.1 Beneficiação de Infraestruturas das Unidades de Saúde de Ilha e COA . . . . . . . . . . 500.000 500.000
6.3.2 Beneficiação de Infraestruturas dos Hospitais EPE’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000
6.4 Parcerias Público Privadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.062.475 11.062.475
6.4.1 Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.062.475 11.062.475
6.5 Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.595.000 2.595.000
6.5.1 Equipamentos para Unidades de Saúde de Ilha e COA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
6.5.2 Equipamentos para Hospitais EPE’s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520.000 520.000
6.5.3 Equipamentos para Novo Centro de Saúde da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.000.000 2.000.000
6.6 Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.797.038 1.797.038
6.6.1 Rede de Cuidados Continuados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000
6.6.2 Apoios e Acordos na Área da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
6.6.3 Apoios e Acordos na Área das Dependências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000
6.6.4 Requalificação da Rede Pública de Infraestruturas de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87.038 87.038
6.6.5 Rede de Cuidados Paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
6.7 Convenções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
6.7.1 Vale de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
6.8 Projetos na Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.935.329 3.935.329
6.8.2 Deslocação de Doentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000
6.8.3 Plano Regional da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
6.8.4 Qualidade na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
6.8.5 Sistema de Telemetria e Aconselhamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405.329 405.329
6.9 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315.000 315.000
6.9.1 Bolsas de Estudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
6.9.2 Formação e Atualização de Profissionais de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
6.10 Tecnologias de Informação na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575.000 575.000
6.10.1 Sistemas de Informação da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575.000 575.000
11 Prevenção de Riscos e Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.186.218 6.186.218
11.1 Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.615.000 1.615.000
11.1.1 Viaturas de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260.000 260.000
11.1.2 Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215.000 215.000
11.1.3 Equipamentos para o Serviço Regional de Proteção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000
11.1.4 Equipamentos para as AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215.000 215.000
11.1.5 Radiocomunicações do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000
11.2 Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233.800 233.800
11.2.1 Beneficiação e Reparação de Quartéis das AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
11.2.3 Centro de Formação de Proteção Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.800 13.800
11.3 Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.242.418 4.242.418
11.3.1 Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
11.3.2 CIVISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138.000 138.000
11.3.3 MAC 2007-2013 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.500 22.500
11.3.4 Apoios Transporte Terrestre de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.800.000 3.800.000
11.3.5 Rede de Vigilância Sismo-vulcânica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111.918 111.918
11.3.6 Fundo Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
11.3.7 Linha Saúde Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
11.3.8 Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
11.4 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000
11.4.1 Formação Profissionais do SRPCBA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
11.4.2 Formação Profissionais dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
11.4.3 Formação à População . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA . . . . . 77.569.732 72.149.732 5.420.000
5 Educação, Ciência e Cultura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64.947.265 60.427.265 4.520.000
5.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.014.988 30.114.988 1.900.000
5.1.1 Beneficiação e Reabilitação de Instalações Escolares, Propriedade da RAA . . . . . . 200.000 200.000
5.1.2 Construção, Reparação e Remodelação do Parque Escolar do 1º Ciclo (DLR 32/2002/A,
de 8 agosto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.050.000 150.000 1.900.000
5.1.3 EB2,3/S das Lajes do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.852.500 6.852.500
5.1.4 Grande Reparação e Adaptação ao ES da EB2,3/S de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.801.920 8.801.920
5.1.5 Requalificação do Bloco Sul da ES Domingos Rebelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.421.328 2.421.328
5.1.6 Grande Reparação na EBI da Horta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.546.740 1.546.740
5.1.7 Requalificação das Instalações para o 2.º e 3.º Ciclos da EBI de Rabo de Peixe . . . 3.172.500 3.172.500
5.1.8 Novas Instalações para a EB1,2/JI Gaspar Frutuoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.535.000 3.535.000
5.1.10 Assistência Técnica e Fecho Financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.350.000 1.350.000
5.1.11 Novas Instalações para a EBI Canto da Maia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235.000 235.000
5.1.12 Requalificação da Escola Secundária Antero de Quental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
5.1.13 Construção de Novas Instalações para a EBS da Calheta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 223
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
5.1.15 Requalificação das Instalações da EBS do Nordeste. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.1.16 Construção de Novas Instalações para a EBI de Arrifes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.2.1 Aquisição de Equipamento para a Educação Pré-Escolar e os Ensino Básico e Secun-
dário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.3 Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.524.680 9.524.680
5.3.1 Apoio Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.524.680 9.524.680
5.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional e Apoio às Instituições de Ensino Privado
e Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.119.107 3.819.107 1.300.000
5.4.1 Apoiar o Desenvolvimento do Ensino Profissional e as Instituições de Ensino Pri-
vado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.273.107 3.273.107
5.4.2 Escola Profissional das Capelas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.800.000 500.000 1.300.000
5.4.3 Formação do Pessoal Docente e não Docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.000 46.000
5.5 Tecnologias da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308.200 308.200
5.5.1 Projetos Inerentes à Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação . . . 308.200 308.200
5.6 Projetos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
5.6.2 Projetos de Inovação Pedagógica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.6.3 Combate ao Abandono Escolar Precoce . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.7 Ciência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.750.000 1.750.000
5.7.1 Valorizar a Ciência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.067.000 1.067.000
5.7.2 Cooperação e Criação de Parcerias em I&D . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233.000 233.000
5.7.3 Qualificação do Capital Humano para a Sociedade do Conhecimento . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.7.4 Apoio ao Desenvolvimento Tripolar da Universidade dos Açores . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.8 Fundo Regional da Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.069.000 749.000 1.320.000
5.8.1 Transferências para o Fundo Regional da Ciência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.069.000 749.000 1.320.000
5.9 Dinamização de Atividades Culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.713.750 1.713.750
5.9.1 Escolas de Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.750 63.750
5.9.2 Edição de Obras de Cariz Cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
5.9.3 Rede de Leitura Pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
5.9.4 Banda Lira Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.9.5 Dinamização Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
5.9.6 Arte Contemporânea dos Açores - ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
5.9.7 Apoios a Atividades de Relevante Interesse Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000
5.9.8 Programa Regional de Apoio às Sociedades Recreativas e Filarmónicas . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.10 Defesa e Valorização do Património Arquitetónico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . 11.947.540 11.947.540
5.10.1 Aquisição e Restauro de Bens de Valor Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
5.10.2 Inventário do Património Artístico e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.750 12.750
5.10.3 Imóveis e Conjuntos Classificados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.000 340.000
5.10.4 Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo - Novas Instalações . . . . . . . . 7.087.540 7.087.540
5.10.5 Investigação Arqueológica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000
5.10.6 Museus, Bibliotecas e Arquivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 510.000 510.000
5.10.7 Museu do Pico - Museu dos Baleeiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000
5.10.8 Salvaguarda do Património Baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85.000 85.000
5.10.9 Divulgação e Sensibilização do Património Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.10.10 Aquisição de Conteúdos para Bibliotecas e Arquivos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
5.10.11 Aquisição, Recuperação e Conservação de Instalações para Entidades Culturais . . . 215.000 215.000
5.10.12 Arquipélago - Centro de Arte Contemporânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.430.000 1.430.000
5.10.14 Antigo Hospital da Boa Nova . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000
5.10.15 Execução do Protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 847.000 847.000
5.10.16 Igrejas do Carmo e São Francisco da Horta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
5.10.17 Museu Francisco Lacerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000
5.10.18 Museu de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66.500 66.500
5.10.19 Restauro de Bens Arquivísticos Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.500 8.500
5.10.20 Programa Museológico do Palácio da Conceição - Casa da Autonomia . . . . . . . . . . 4.250 4.250
5.10.21 Convento de Santo André . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127.500 127.500
5.10.22 Lancha Espalamaca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
5.10.23 Museu da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
5.10.24 Reabilitação do Cinema do Aeroporto de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
5.10.25 Projeto Museológico da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
5.10.26 Ampliação do Museu do Vinho - Madalena do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500 3.500
5.10.27 Igreja das Manadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
5.10.28 Núcleo Museológico de História dos Cabos Submarinos do Museu da Horta . . . . . 25.000 25.000
9 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.622.467 11.722.467 900.000
9.1 Infraestruturas e Equipamentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.300.000 2.300.000
9.1.1 Melhoria da Qualidade de Instalações Desportivas e Sedes Sociais . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
9.1.2 Requalificação das Instalações Oficiais Integradas no Parque Desportivo Regional 120.000 120.000
9.1.3 Gestão e Funcionamento dos Complexos Desportivos Incluídos no Parque Desportivo
Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 635.000 635.000
9.1.4 Requalificação do Polidesportivo de Santo Espírito, Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . 335.000 335.000
9.1.5 Construção do Pavilhão Desportivo de Santa Bárbara . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 580.000 580.000
9.1.6 Acesso Generalizado às Instalações Desportivas Escolares e Outras Integradas por
Protocolos no Parque Desportivo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405.000 405.000
9.1.7 Modernização dos Serviços e do Movimento Associativo Desportivo . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
9.1.8 Reparação do Piso do Polidesportivo do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
9.2 Desenvolvimento do Desporto Federado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.488.000 6.588.000 900.000
9.2.1 Atividades das Associações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.400.000 2.400.000
9.2.2 Atividades dos Escalões de Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.900.000 1.900.000
9.2.3 Quadros Competitivos Nacionais, Internacionais e Séries Açores . . . . . . . . . . . . . . 2.900.000 2.000.000 900.000
224 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
9.2.4 Excelência Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178.000 178.000
9.2.5 Formação de Agentes Desportivos não Praticantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
9.2.6 Eventos Desportivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000
9.3 Promoção da Prática de Atividade Física Desportiva. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 621.800 621.800
9.3.1 Desporto Escolar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000
9.3.2 Desporto Adaptado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151.800 151.800
9.3.3 Escolinhas do Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195.000 195.000
9.3.4 Atividades Físicas Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
9.4 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.212.667 2.212.667
9.4.1 Internacionalizar Mobilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000
9.4.2 Cidadania e Voluntariado Local e Internacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
9.4.3 Associativismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 320.000 320.000
9.4.4 Desporto e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
9.4.5 Indústrias Criativas e Culturais: Incentivo à Criatividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000
9.4.6 Incentivo à Formação dos Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
9.4.7 Conferências, Fóruns e Seminários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
9.4.8 Ocupação Tempos Livres dos Jovens e Campos de Férias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000
9.4.9 Observatório da Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000
9.4.10 Projetos Comunitários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.496 40.496
9.4.11 Informação Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.000 56.000
9.4.12 Incentivo ao Turismo Jovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81.000 81.000
9.4.13 Pousada da Juventude de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.171 90.171
9.4.15 Academias da Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
9.4.16 Pousadas da Juventude dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000
SECRETARIA REGIONAL DO TURISMO E TRANSPORTES . . . . . . . . . . . 160.926.365 116.636.346 44.290.019
4 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.206.952 17.555.464 7.651.488
4.1 Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.176.052 11.524.564 7.651.488
4.1.1 Estudos e Concertação da Política de Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325.042 325.042
4.1.2 Promoção e Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18.656.010 11.004.522 7.651.488
4.1.5 Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Regional - Turismo. . . . . . . . . . . . . . . 195.000 195.000
4.2 Qualificação e Valorização da Oferta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.030.900 6.030.900
4.2.1 Qualificação dos Equipamentos Turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.706.400 1.706.400
4.2.2 Valorização do Destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.324.500 4.324.500
10 Transportes, Energia e Infraestruturas Tecnológicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135.719.413 99.080.882 36.638.531
10.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.225.000 25.225.000
10.1.2 SCUT’S . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000.000 25.000.000
10.1.4 Acesso ao Porto de Pescas de Vila Franca do Campo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
10.1.5 Acessibilidades Furnas-Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
10.2 Beneficiação e Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.663.536 6.663.536
10.2.1 Beneficiação e Pavimentação de ER em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76.666 76.666
10.2.2 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418.888 418.888
10.2.3 Reabilitação de ER em São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000
10.2.4 Beneficiação e Pavimentação de ER na Terceira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
10.2.6 Beneficiação e Pavimentação de ER em São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
10.2.8 Beneficiação e Pavimentação de ER na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
10.2.9 Beneficiação e Pavimentação de ER no Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
10.2.11 Beneficiação e Pavimentação de ER no Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
10.2.13 Beneficiação e Pavimentação de ER no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
10.2.14 Beneficiação e Pavimentação de ER nas Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
10.2.15 Requalificação da Rede Viária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800.000 800.000
10.2.16 Qualificação do Parque de Máquinas da SRTT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.142.982 1.142.982
10.2.17 Calamidades em Estradas Regionais na RAA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.740.000 3.740.000
10.3 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . 3.259.900 650.000 2.609.900
10.3.1 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.259.900 650000 2.609.900
10.4 Integração Paisagística de Zonas Adjacentes às ER. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113.000 113.000
10.4.1 Espaços Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000
10.4.2 Integração Paisagística da Rede Viária Regional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.000 23.000
10.5 Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . 23.797.781 5.009.150 18.788.631
10.5.1 Reordenamento do Porto, Marina e Baía da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.189.281 663.150 2.526.131
10.5.2 Reordenamento do Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 526.097 526.097
10.5.3 Reordenamento do Porto de S. Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.447.582 143.582 1.304.000
10.5.4 Reordenamento e Ampliação do Porto da Casa no Corvo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000
10.5.5 Aeroporto da Ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 426.692 426.692
10.5.6 Aeródromo da Ilha de S. Jorge. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.271 500.271
10.5.7 Aeródromo da Ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137.115 137.115
10.5.8 Aeródromo da Ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317.195 232.195 85.000
10.5.9 Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.381.428 1.381.428
10.5.11 Reordenamento e Ampliação do Porto de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.235.000 100.000 1.135.000
10.5.12 Reordenamento do Porto das Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.146.050 76.050 1.070.000
10.5.13 Reordenamento do Porto de Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.929.070 194.670 6.734.400
10.5.14 Reordenamento do Porto da Praia da Vitória. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.753.000 80.400 3.672.600
10.5.16 Marina da Barra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.409.000 547.500 1.861.500
10.6 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.782.423 1.682.423 1.100.000
10.6.1 Concessão da Exploração dos Aeródromos da Região Autónoma dos Açores . . . . . 2.782.423 1.682.423 1.100.000
10.7 Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo InterIlhas. . . . . . . . . . . . . . . . 43.322.055 29.322.055 14.000.000
10.7.1 Apoio ao Transporte Marítimo de Passageiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.976.989 9.976.989 14.000.000
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014 225
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
10.7.2 Concessão das Rotas Aéreas InterIlhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.345.066 19.345.066
10.8 Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.700.000 1.560.000 140.000
10.8.1 Desenvolvimento de Sistemas de Apoio à Monitorização dos Portos dos Açores . . . 60.000 60.000
10.8.2 Plano Integrado dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.640.000 1.500.000 140.000
10.9 Eficiência Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.296.099 2.296.099
10.9.1 Estudos e Projetos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.500 12.500
10.9.2 Eficiência Mais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
10.9.3 Sistema de Certificação Energética de Edifícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
10.9.4 Promoção da Substituição da Utilização de Gazes Liquefeitos - Corvo . . . . . . . . . . 200.000 200.000
10.9.5 Promoção da Eficiência Energética – Edifícios e Vias Públicas . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000
10.9.7 Requalificação do Lugar do Cais do Mourato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.599 83.599
10.9.8 Programa para a Mobilidade Elétrica dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000
10.10 Tecnologias de Informação e Comunicação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.589.000 4.589.000
10.10.1 Desenvolvimento Tecnologias de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.976.500 2.976.500
10.10.4 Desenvolvimento de Projetos de TIC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.310.000 1.310.000
10.10.5 Incentivo a Projetos de Base Tecnológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302.500 302.500
10.11 Sistemas de Informação e de Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 559.751 559.751
10.11.1 Melhoria dos Sistemas Informáticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129.751 129.751
10.11.2 Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.000 275.000
10.11.3 REGGA “Rede Geodésica de GPS dos Açores “. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155.000 155.000
10.12 Cartografia e Sistemas de Informação Geográfica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172.500 172.500
10.12.1 Cartografia e Geodesia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
10.12.2 Cadastro Predial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.500 12.500
10.12.3 Informação Geográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000
10.13 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370.868 370.868
10.13.1 I&DI - Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
10.13.2 Infraestruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.868 220.868
10.14 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos. . . . . . . . . . . . . . . 4.187.500 4.187.500
10.14.1 Requalificação de Edifícios Públicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.000.000 1.000.000
10.14.2 Parque Tecnológico de São Miguel - Nonagon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.900.000 2.900.000
10.14.3 Infraestruturas de Projetos Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287.500 287.500
10.15 Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.180.000 5.180.000
10.15.1 Contratos Programas com a SPRHI - Rede Viária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.680.000 3.680.000
10.15.2 Contratos de Cooperação com Diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000
10.16 Coesão Territorial - Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.500.000 11.500.000
10.16.1 Promoção da Coesão Territorial - Transportes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.500.000 11.500.000
SECRETARIA REGIONAL DOS RECURSOS NATURAIS . . . . . . . . . . . . . . . 189.868.888 87.227.901 102.640.987
2 Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141.716.068 46.616.161 95.099.907
2.1 Infraestruturas Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.602.051 16.000.960 22.601.091
2.1.1 Infraestruturas de Ordenamento Agrário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.684.000 2.300.000 22.384.000
2.1.2 Infraestruturas Rurais e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.378.840 2.378.840
2.1.3 Infraestruturas Agrícolas e de Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330.000 330.000
2.1.4 Construção das Novas Instalações do Laboratório Regional de Veterinária . . . . . . . 4.711.153 4.711.153
2.1.5 Construção do Parque de Exposições da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.004.416 2.004.416
2.1.6 Construção do Parque de Exposições Santana - São Miguel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.543.621 2.543.621
2.1.7 Infraestruturas de Abate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 905.000 905.000
2.1.8 Sistemas e Infraestruturas de Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000
2.1.9 Construção do Novo Matadouro do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.001 94.591 115.410
2.1.10 Construção do Novo Matadouro da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185.020 83.339 101.681
2.2 Modernização das Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36.823.331 14.416.131 22.407.200
2.2.1 Melhoramento e Sanidade Animal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.570.000 2.700.000 870.000
2.2.2 Sanidade Vegetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445.030 445.030
2.2.3 Formação Profissional, Experimentação e Aconselhamento Agrícola . . . . . . . . . . . 1.042.052 980.852 61.200
2.2.4 Apoio ao Investimento nas Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23.493.333 3.060.000 20.433.333
2.2.5 Acompanhamento das Intervenções Comunitárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 685.000 685.000
2.2.7 Reforma Antecipada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.226.667 184.000 1.042.667
2.2.8 Incentivo à Compra de Terras Agrícolas (SICATE / RICTA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 489.749 489.749
2.2.9 Promoção, Divulgação e Apoio à Decisão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
2.2.10 Apoio à Reestruturação Financeira das Explorações Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . 1.660.000 1.660.000
2.2.11 Potenciar o Setor Vitivinícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61.500 61.500
2.2.12 Apoio à Inovação e Rentabilização da Atividade Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.600.000 1.600.000
2.2.13 Regime de Apoio a Redução dos Custos com a Atividade Agrícola . . . . . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000
2.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33.749.990 10.347.703 23.402.287
2.3.1 Apoio à Indústria Agroalimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.176.557 1.774.270 23.402.287
2.3.2 Apoio ao Escoamento de Produtos na Indústria Agroalimentar . . . . . . . . . . . . . . . . 3.323.433 3.323.433
2.3.3 Regularização de Mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.700.000 4.700.000
2.3.4 Qualidade e Certificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000
2.4 Diversificação e Valorização do Espaço Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.540.696 5.851.367 26.689.329
2.4.1 Manutenção da Atividade Agrícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.680.000 2.290.000 11.390.000
2.4.2 Pagamentos Agroambientais e Natura 2000 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.298.840 1.600.000 9.698.840
2.4.3 Diversificação da Economia Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.734.400 364.660 3.369.740
2.4.4 Medidas Florestais de Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.536.175 305.426 2.230.749
2.4.5 Fomento Florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 529.000 529.000
2.4.6 Promoção do Uso Múltiplo da Floresta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 762.281 762.281
3 Pescas e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.065.235 21.565.235 5.500.000
3.1 Inspeção e Gestão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.006.000 1.006.000
3.1.1 Fiscalização e Inspeção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.000 56.000
3.1.2 Cooperação com o DOP/IMAR/OMA e Outras Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 950.000 950.000
226 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Unid.: euro
Investimento
Entidade/Programa/Projeto/Ação Plano Outros Fundos
Público
3.2 Infraestruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.896.353 13.896.353
3.2.1 Portos da Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.297.120 4.297.120
3.2.2 Ampliação, Reordenamento e Beneficiação do Porto de Pesca de Rabo de Peixe . . . 4.587.991 4.587.991
3.2.3 Melhoramento da Operacionalidade do Porto da Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.691.716 1.691.716
3.2.4 Construção do Entrepostos Frigorífico e Ponta Delgada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.319.526 3.319.526
3.3 Frota e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.722.900 3.722.900
3.3.1 Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.905.000 1.905.000
3.3.2 FUNDOPESCA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000
3.3.3 Regime de Apoio à Motorização das Embarcações de Pesca Local . . . . . . . . . . . . . 36.800 36.800
3.3.4 Regime de Apoio à Redução dos Custos na Atividade da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . 920.000 920.000
3.3.5 Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo das Embarcações de Pesca Local
e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
3.3.6 Regime de Apoio à Contratação de Tripulantes na Frota Atuneira Regional . . . . . . 72.000 72.000
3.3.7 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69.100 69.100
3.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.509.922 2.509.922
3.4.1 Mercados e Comercialização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 760.000 760.000
3.4.2 Transformação e Aquicultura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.550.000 1.550.000
3.4.3 Apoio ao Desenvolvimento da Pescaria de Profundidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000
3.4.4 Regime de Compensação ao Escoamento dos Produtos da Pesca. . . . . . . . . . . . . . . 159.922 159.922
3.5 Programa Regional de Desenvolvimento do Setor das Pescas. . . . . . . . . . . . . . . 5.930.060 430.060 5.500.000
3.5.1 Apoio ao Investimento no Âmbito dos Projetos FEP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.930.060 430.060 5.500.000
12 Ambiente e Ordenamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.087.585 19.046.505 2.041.080
12.1 Conservação da Natureza e Sensibilização Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.450.967 4.450.967
12.1.1 Monitorização e Gestão da Biodiversidade e do Património Natural dos Açores . . . 596.173 596.173
12.1.2 Rede Regional de Ecotecas e Centros de Interpretação Ambiental . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000
12.1.3 Parques Naturais e Qualificação das Certificações Ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . 138.067 138.067
12.1.4 Gestão dos Parques Naturais de Ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149.527 149.527
12.1.5 Erradicação e Controlo de Espécies Invasoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 616.994 616.994
12.1.6 Informação, Sensibilização e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93.680 93.680
12.1.8 Centro de Interpretação da Cultura do Ananás – S. Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 423.192 423.192
12.1.10 Ampliação e Reabilitação dos Centros de Interpretação Ambiental . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
12.1.11 Casa dos Fósseis (Santa Maria) e Casa dos Vulcões (Pico). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.334 83.334
12.2 Ordenamento do Território. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.492.297 1.492.297
12.2.1 Plano Setorial do Ordenamento do Território para as Atividades Extrativas . . . . . . 70.000 70.000
12.2.2 Monitorização do Ordenamento do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99.120 99.120
12.2.3 Planeamento e Gestão de Bacias Hidrográficas de Lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.323.177 1.323.177
12.3 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.491.835 4.491.835
12.3.1 Requalificação e Proteção de Recursos Hídricos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.025.623 2.025.623
12.3.3 Monitorização e Gestão dos Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.885 274.885
12.3.4 Monitorização das Massas de Água Interiores da Região Hidrográfica Açores . . . . 283.200 283.200
12.3.6 Controlo da Eutrofização das Lagoas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65.000 65.000
12.3.7 Prevenção e Análise de Risco de Cheias e Movimentos de Massas . . . . . . . . . . . . . 149.578 149.578
12.3.8 Construção da Bacia de Retenção da Fajãzinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 563.540 563.540
12.3.9 Limpeza, Renaturalização e Reperfilamento de Linhas de Águas . . . . . . . . . . . . . . 1.130.009 1.130.009
12.4 Qualidade Ambiental e Património Mundial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.404.060 1.404.060
12.4.1 Estado do Ambiente e Monitorização das Alterações Climáticas . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000
12.4.2 Rede de Monitorização, Informação e Gestão Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41.180 41.180
12.4.3 Vigilância de Áreas Classificadas, Avaliação e Licenciamento Ambiental . . . . . . . . 135.000 135.000
12.4.4 Monitorização, Controlo e Erradicação de Pragas Urbanas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.880 32.880
12.4.5 Inspeção e Fiscalização Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
12.4.6 Gestão da Paisagem Protegida da Cultura da Vinha da Ilha do Pico. . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000
12.4.7 Incentivos à Manutenção e Reabilitação da Cultura Tradicional da Vinha do Pico . . . 700.000 700.000
12.4.8 Equipamento do Corpo de Vigilantes da Natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
12.4.9 Programa Eco-Freguesia, Freguesia Limpa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375.000 375.000
12.5 Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.249.217 5.749.217 1.500.000
12.5.1 Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.764.962 4.264.962 1.500.000
12.5.2 Centros de Processamento e Promoção de Boas Práticas de Gestão de Resíduos. . . 141.422 141.422
12.5.3 Apoio ao Transporte Marítimo de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000
12.5.4 Selagem e Requalificação de Vazadouros de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.122.833 1.122.833
12.5.5 Programa de Remoção de Produtos Contendo Amianto em Edifícios Particulares . . . 150.000 150.000
12.6 Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.045.709 589.629 456.080
12.6.1 Gestão da Orla Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.086 212.086
12.6.2 Projeto de Requalificação e Valorização da Orla Costeira dos Açores . . . . . . . . . . . 60.000 60.000
12.6.3 Proteção Costeira do Caminho Municipal Adjacente ao Campo de Jogos de Santa
Catarina e Reparação e Correção de Infraestruturas Hidráulicas do Caminho Mu-
nicipal da Fajã dos Cubres, Calheta, Ilha de S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 565.838 109.758 456.080
12.6.4 Intervenções Costeiras nas Ilhas do Faial, Pico e S. Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207.785 207.785
12.7 Monitorização, Promoção, Fiscalização e Ação Ambiental Marinha 953.500 868.500 85.000
12.7.1 Monitorização, Fiscalização e Ação Ambiental Marinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000
12.7.3 Promoção Ambiental Marinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.000 39.000
12.7.4 Cooperação Institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000
12.7.5 Erradicação de Organismos Marinhos Invasores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165.000 165.000
12.7.6 Avaliação, Gestão e Monitorização de Areias Submersas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
12.7.7 Monitorização da Diretiva-Quadro da Estratégia Marinha dos Açores . . . . . . . . . . . 382.500 382.500
12.7.8 Promoção do Ambiente Marinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000
12.7.9 Micromacromar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000
12.7.10 Escola do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 15.000 85.000
12.7.11 Mapeamento e Observação dos Fundos Marinhos dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000
Desagregação Espacial
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Investimento Público 2014
Desagregação Espacial
Euro
Objetivo/Programa/Projeto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
TOTAL . . . . . . . . . . . . . 24.834.272 219.025.798 125.023.933 25.383.978 40.509.587 54.702.198 54.218.745 20.956.310 5.091.077 91.901.990 661.647.888
AUMENTAR A COMPETITIVIDADE E A
EMPREGABILIDADE DA ECONOMIA
REGIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17.278.980 113.284.240 73.990.579 15.756.905 20.665.063 23.355.051 21.537.117 14.389.003 3.484.112 32.834.760 336.575.810
1 Competitividade, Emprego e Gestão Pública 8.439.576 44.184.059 34.062.696 8.074.236 8.300.911 8.404.407 10.081.799 7.572.316 1.881.911 11.585.644 142.587.555
1.1 Competitividade Empresarial. . . . . . . . . . . . . . . 2.528.076 17.417.207 13.345.736 2.483.651 2.415.031 2.527.397 3.230.929 2.481.151 432.021 6.464.009 53.325.208
Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Arte-
1.2 sanais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 68.000 35.000 5.000 10.000 18.000 14.000 8.000 2.000 520.000 700.000
1.3 Emprego e Qualificação Profissional. . . . . . . . . 5.569.500 24.694.852 18.369.960 5.263.585 5.615.880 5.459.810 6.414.870 4.761.165 1.361.090 2.004.700 79.515.412
1.4 Modernização Administrativa. . . . . . . . . . . . . . 505.350 505.350
1.5 Informação de Interesse Público ao Cidadão. . . 70.000 750.000 1.590.000 70.000 70.000 80.000 80.000 70.000 70.000 2.850.000
1.6 Serviços Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.385 181.385
1.7 Cooperação com as Autarquias Locais . . . . . . . 291.600 291.600
1.8 Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.600 73.600
1.9 Planeamento e Finanças. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252.000 1.254.000 722.000 252.000 190.000 319.200 342.000 252.000 16.800 1.545.000 5.145.000
2 Agricultura, Florestas e Desenvolvimento
Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.880.027 48.294.907 36.184.786 5.880.234 10.197.300 11.279.311 7.686.985 5.232.238 1.395.283 8.684.997 141.716.068
2.1 Infraestruturas Agrícolas e Florestais. . . . . . . . . 1.296.563 11.514.329 14.411.994 1.391.452 1.481.231 2.493.264 2.587.530 1.624.118 456.514 1.345.056 38.602.051
2.2 Modernização das Explorações Agrícolas . . . . . 1.480.905 11.766.073 9.415.242 1.721.315 2.402.334 3.232.408 2.763.491 1.627.051 555.191 1.859.321 36.823.331
2.3 Aumento do Valor dos Produtos Agrícolas e Flo-
restais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.355.079 16.228.065 6.079.050 1.481.067 2.365.285 389.939 855.836 1.053.166 76.589 2.865.914 33.749.990
2.4 Diversificação e Valorização do Espaço Rural. . . 1.747.480 8.786.440 6.278.500 1.286.400 3.948.450 5.163.700 1.480.128 927.903 306.989 2.614.706 32.540.696
3 Pescas e Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 379.775 13.753.959 1.071.667 261.396 690.016 1.334.133 1.020.149 210.360 104.161 8.239.619 27.065.235
3.1 Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.006.000 1.006.000
3.2 Infraestruturas Portuárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190.668 11.334.131 556.528 115.862 119.383 635.538 733.850 105.177 31.809 73.407 13.896.353
3.3 Frota e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . 137.882 1.483.910 373.311 100.746 124.349 252.256 159.154 61.500 32.475 997.317 3.722.900
3.4 Produtos da Pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51.225 935.918 141.828 44.788 446.284 446.339 127.145 43.683 39.877 232.835 2.509.922
3.5 Programa Regional de Desenvolvimento do Setor
das Pescas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.930.060 5.930.060
4 Desenvolvimento do Turismo . . . . . . . . . . . . . 1.579.602 7.051.315 2.671.430 1.541.039 1.476.836 2.337.200 2.748.184 1.374.089 102.757 4.324.500 25.206.952
4.1 Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . 1.510.975 6.129.494 2.493.003 1.319.192 1.415.076 2.254.846 2.638.384 1.319.192 95.890 19.176.052
4.2 Qualificação e Valorização da Oferta. . . . . . . . . 68.627 921.821 178.427 221.847 61.760 82.354 109.800 54.897 6.867 4.324.500 6.030.900
PROMOVER A QUALIFICAÇÃO E A IN-
CLUSÃO SOCIAL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.375.569 53.612.189 36.375.859 4.618.802 14.411.372 15.512.885 14.377.836 1.680.665 484.018 15.678.667 160.127.862
5 Educação, Ciência e Cultura. . . . . . . . . . . . . . 873.062 19.966.151 10.594.749 796.012 11.444.664 8.277.452 4.267.852 320.650 320.500 8.086.173 64.947.265
5.1 Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9.713.828 130.000 10.301.920 6.852.500 2.546.740 2.470.000 32.014.988
5.2 Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000
5.3 Apoio Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 677.062 4.080.724 1.667.469 677.062 580.394 804.302 776.617 259.550 1.500 9.524.680
5.4 Desenvolvimento do Ensino Profissional, Apoio
às Instituições de Ensino Privado e Formação 20.000 3.855.099 625.190 42.000 124.000 67.000 207.095 17.000 9.000 152.723 5.119.107
5.5 Tecnologias da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . 308.200 308.200 227
Euro
228
Objetivo/Programa/Projeto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
5.6 Projetos Pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
5.7 Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.750.000 1.750.000
5.8 Fundo Regional da Ciência . . . . . . . . . . . . . . . . 2.069.000 2.069.000
5.9 Dinamização de Atividades Culturais . . . . . . . . 37.000 474.750 381.750 30.750 53.750 74.750 84.000 17.000 10.000 550.000 1.713.750
5.10 Defesa e Valorização do Património Arquitetónico
e Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139.000 1.841.750 7.790.340 46.200 384.600 478.900 653.400 27.100 300.000 286.250 11.947.540
6 Desenvolvimento do Sistema de Saúde . . . . . 107.604 10.087.759 12.104.542 286.944 554.376 3.683.752 3.378.772 430.416 21.522 3.735.605 34.391.292
6.1 Construção de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . 8.000.000 1.439.850 9.439.850
6.2 Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . 1.302.600 2.219.000 3.521.600
6.3 Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . 300.000 200.000 500.000 1.000.000
6.4 Parcerias Público Privadas. . . . . . . . . . . . . . . . . 11.062.475 11.062.475
6.5 Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . 57.000 27.242 2.000.000 447.520 63.238 2.595.000
6.6 Apoios e Acordos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.667 33.333 20.000 1.697.038 1.797.038
6.7 Convenções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
6.8 Projetos na Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107.604 681.492 681.492 286.944 354.376 243.902 692.252 430.416 21.522 435.329 3.935.329
6.9 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315.000 315.000
6.10 Tecnologias de Informação na Saúde. . . . . . . . . 575.000 575.000
7 Solidariedade Social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 924.694 10.815.798 6.631.869 2.468.860 614.462 814.009 1.458.356 354.739 41.006 2.341.036 26.464.829
7.1 Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . 102.000 1.240.850 346.165 1.690.000 10.000 16.490 312.000 20.400 3.737.905
7.2 Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . 756.702 4.318.202 1.580.690 475.356 398.518 385.522 959.123 273.841 17.046 2.215.000 11.380.000
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7.3 Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais 450.731 48.243 86.626 585.600
7.4 Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.881 4.481.834 4.499.460 277.066 96.591 353.071 126.131 38.396 23.960 124.934 10.061.324
7.5 Igualdade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . 26.111 324.181 157.311 26.438 22.727 58.926 61.102 22.102 1.102 700.000
8 Habitação e Renovação Urbana . . . . . . . . . . . 570.071 8.691.981 3.340.616 844.277 1.574.902 1.855.947 4.336.149 391.926 500 95.640 21.702.009
8.1 Promoção de Habitação, Reabilitação e Renova-
ção Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 452.205 2.675.063 1.606.362 772.311 1.413.796 753.929 1.150.158 345.786 8.671 9.178.281
8.2 Arrendamento Social e Cooperação. . . . . . . . . . 112.794 5.969.886 1.693.723 66.893 155.533 1.096.445 3.180.418 41.067 86.969 12.403.728
8.3 Equipamentos Públicos e Adequação Tecnoló-
gica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.072 47.032 40.531 5.073 5.573 5.573 5.573 5.073 500 120.000
9 Desporto e Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.138 4.050.500 3.704.083 222.709 222.968 881.725 936.707 182.934 100.490 1.420.213 12.622.467
9.1 Infraestruturas e Equipamentos . . . . . . . . . . . . . 375.721 551.035 931.645 12.150 21.870 29.970 186.085 16.524 75.000 100.000 2.300.000
9.2 Desenvolvimento do Desporto Federado. . . . . . 362.312 2.558.502 2.046.393 146.691 138.688 768.123 667.311 128.247 671.733 7.488.000
9.3 Promoção da Prática de Atividade Física Despor-
tiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31.934 261.217 109.045 27.868 23.410 38.632 47.561 9.663 2.490 69.980 621.800
9.4 Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.171 679.746 617.000 36.000 39.000 45.000 35.750 28.500 23.000 578.500 2.212.667
AUMENTAR A COESÃO TERRITORIAL E
A SUSTENTABILIDADE . . . . . . . . . . . . . . 4.179.723 52.129.369 14.657.495 5.008.271 5.433.152 15.834.262 18.303.792 4.886.642 1.122.947 41.437.563 162.993.216
10 Transportes, Energia e Infraestruturas Tecno-
lógicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.878.449 48.443.890 14.010.723 4.539.259 4.681.154 14.781.927 16.477.741 3.724.891 953.057 26.228.322 135.719.413
10.1 Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . 25.225.000 25.225.000
10.2 Beneficiação e Reabilitação de Estradas Regio-
nais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166.666 2.368.888 2.500.000 130.000 180.000 810.000 190.000 307.982 10.000 6.663.536
10.3 Sistema de Transportes Terrestres e Segurança
Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166.058 1.154.105 664.233 166.058 174.361 294.753 315.511 166.058 158.763 3.259.900
Euro
Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
Objetivo/Programa/Projeto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
10.4 Integração Paisagística de Zonas Adjacentes às
ER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113.000 113.000
10.5 Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Ae-
roportuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.929.070 5.134.428 2.726.195 1.735.271 2.400.371 3.189.281 1.146.050 537.115 23.797.781
10.6 Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . 2.782.423 2.782.423
10.7 Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo
InterIlhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.470.725 8.956.984 5.424.903 1.517.006 2.356.634 10.691.916 11.251.689 1.368.371 205.942 77.885 43.322.055
10.8 Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . 1.700.000 1.700.000
10.9 Eficiência Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.599 200.000 2.012.500 2.296.099
10.10 Tecnologias de Informação e Comunicação . . . 4.589.000 4.589.000
10.11 Sistemas de Informação e de Comunicações . . . 75.000 150.000 334.751 559.751
10.12 Cartografia e Sistemas de Informação Geográ-
fica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172.500 172.500
10.13 Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . 370.868 370.868
10.14 Construção, Ampliação e Remodelação de Edifí-
cios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.900.000 1.287.500 4.187.500
10.15 Cooperação com Diversas Entidades. . . . . . . . . 538.975 287.159 234.888 501.288 1.531.260 586.430 1.500.000 5.180.000
10.16 Coesão Territorial - Transportes. . . . . . . . . . . . . 11.500.000 11.500.000
11 Prevenção de Riscos e Proteção Civil. . . . . . . 16.000 13.800 16.000 16.000 16.000 6.108.418 6.186.218
11.1 Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . 1.615.000 1.615.000
11.2 Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.000 13.800 16.000 16.000 16.000 156.000 233.800
11.3 Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.242.418 4.242.418
11.4 Formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000
12 Ambiente e Ordenamento . . . . . . . . . . . . . . . . 2.285.274 3.685.479 632.972 469.012 751.998 1.036.335 1.810.051 1.145.751 169.890 9.100.823 21.087.585
12.1 Conservação da Natureza e Sensibilização Am-
biental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.507 817.487 48.769 29.507 36.576 150.960 89.015 29.507 22.192 3.207.447 4.450.967
12.2 Ordenamento do Território. . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 892.297 1.492.297
12.3 Recursos Hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.031.585 551.323 26.550 26.550 563.540 1.292.287 4.491.835
12.4 Qualidade Ambiental e Património Mundial . . . 32.880 705.000 666.180 1.404.060
12.5 Gestão de Resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.265.767 412.704 70.824 30.204 1.391.204 552.704 112.698 2.413.112 7.249.217
12.6 Requalificação da Orla Costeira . . . . . . . . . . . . 236.407 251 644.598 123.621 40.832 1.045.709
12.7 Monitorização, Promoção, Fiscalização e Ação
Ambiental Marinha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289.000 35.000 629.500 953.500
AFIRMAR A IDENTIDADE REGIONAL
E PROMOVER A COOPERAÇÃO EX-
TERNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.951.000 1.951.000
13 Informação e Comunicação . . . . . . . . . . . . . . 1.194.000 1.194.000
13.1 Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.070.000 1.070.000
13.2 Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124.000 124.000
14 Comunidades e Cooperação Externa . . . . . . . 757.000 757.000
14.1 Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220.000 220.000
14.2 Emigrado/Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.000 112.000
14.3 Identidade Cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 335.000 335.000
14.4 Imigrado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 229
230 Diário da República, 1.ª série — N.º 10 — 15 de janeiro de 2014
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