Diário da República, 1.ª série
Decreto-Lei n.º 28/2024
- Data
- 2024-04-03
- Tipo
- Decreto-Lei
Sumário
Adapta o ordenamento jurídico ao novo sistema de informação «Empresa 2.0»
Texto integral (2990 palavras)
Decreto-Lei n.º 28/2024
Desta forma, o presente decreto-lei introduz alterações ao Código do Registo Comercial, apro-
vado em anexo ao Decreto-Lei n.º 403/86, de 3 de dezembro, na sua redação atual, ao Regulamento
Emolumentar dos Registos e Notariado, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de
dezembro, na sua redação atual, ao Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de junho, na sua redação atual,
que cria a «Empresa Online», ao Decreto-Lei n.º 24/2019, de 1 de fevereiro, na sua redação atual, que
1/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
estabelece as regras aplicáveis à comunicação eletrónica entre o registo comercial nacional e os registos
de outros Estados-Membros da União Europeia, transpondo a Diretiva 2012/17/EU, e ao Decreto-Lei
n.º 109-D/2021, de 9 de dezembro, que cria um regime de registo online de representações permanentes
de sociedades com sede no estrangeiro.
Foram ouvidas a Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução, a Ordem dos Notários
e a Comissão Nacional de Proteção de Dados.
Foi promovida a audição da Ordem dos Advogados.
Assim:
Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Artigo 1.º
Objeto
O presente decreto-lei procede:
a) À alteração ao Código do Registo Comercial, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 403/86, de
3 de dezembro, na sua redação atual;
b) À alteração ao Regulamento Emolumentar dos Registos e Notariado, aprovado em anexo ao
Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de dezembro, na sua redação atual;
c) À alteração ao Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de junho, na sua redação atual, que cria a «Empresa
Online»;
d) À quarta alteração ao Decreto-Lei n.º 24/2019, de 1 de fevereiro, alterado pelos Decretos-Leis
n.os 109-D/2021, de 9 de dezembro, 114-C/2023, de 5 de dezembro, e 114-D/2023, de 5 de dezembro,
que estabelece as regras aplicáveis à comunicação eletrónica entre o registo comercial nacional e os
registos de outros Estados-Membros da União Europeia, transpondo a Diretiva 2012/17/UE;
e) À primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 109-D/2021, de 9 de dezembro, que cria um registo
online de representações permanentes de sociedades com sede no estrangeiro.
Artigo 2.º
Alteração ao Código do Registo Comercial
Os artigos 67.º-B e 116.º do Código do Registo Comercial, aprovado em anexo ao Decreto-Lei
n.º 403/86, de 3 de dezembro, na sua redação atual, passam a ter a seguinte redação:
«Artigo 67.º-B
[...]
1 — O registo definitivo de criação, alteração e encerramento de representação permanente de
sociedade portuguesa por quotas, anónima e em comandita por ações, efetuado noutro Estado-Membro
e comunicado através do sistema de interconexão dos registos da União Europeia, determina o registo
oficioso desse facto no registo comercial nacional.
2 — [...]
Decreto-Lei n.º 28/2024
Artigo 116.º
[...]
1 — [...]
2 — [...]
2/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
3 — As notificações efetuadas por via eletrónica consideram-se efetuadas no terceiro dia posterior
ao do seu envio, ou no primeiro dia útil seguinte a esse, quando o não seja.»
Artigo 3.º
Aditamento ao Código do Registo Comercial
É aditado ao Código do Registo Comercial, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 403/86, de 3 de
dezembro, na sua redação atual, o artigo 14.º-A, com a seguinte redação:
«Artigo 14.º-A
Página eletrónica da entidade
1 — O registo definitivo da entidade determina a disponibilização, pelo Instituto dos Registos e do
Notariado, I. P., de informação associada à entidade, em página eletrónica específica dedicada à enti-
dade, que permite, nomeadamente, o acesso à sua situação de registo, aos serviços online de registo
e ao histórico de interação com os serviços de registo, em termos a determinar por portaria do membro
do Governo responsável pela área da justiça.
2 — A página eletrónica da entidade pode ainda conter a informação detida por outras entidades
públicas, nos termos a definir por deliberação do conselho diretivo do Instituto dos Registos e do Nota-
riado, I. P., sem prejuízo da legislação especial aplicável.
3 — O Instituto dos Registos e do Notariado, I. P., enquanto entidade gestora da página eletrónica
da entidade, é responsável pelo tratamento de dados pessoais que dela constem.»
Artigo 4.º
Alteração ao Regulamento Emolumentar dos Registos e do Notariado
O artigo 27.º do Regulamento Emolumentar dos Registos e do Notariado, aprovado em anexo ao
Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de dezembro, na sua redação atual, passa a ter a seguinte redação:
«Artigo 27.º
[...]
[...]
1 — [...]
2 — [...]
3 — [...]
3.1 — [...]
3.2 — [...]
3.3 — [...]
3.4 — [...]
Decreto-Lei n.º 28/2024
3.5 — [...]
3.6 — [...]
3.7 — [...]
3/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
3.8 — Os emolumentos previstos nos n.os 3.6 e 3.7 têm um valor único e incluem o custo da apro-
vação eletrónica e automática da firma, nos termos do artigo 50.º-A do Decreto-Lei n.º 129/98, de 13 de
maio, bem como a publicação obrigatória do registo.
4 — [...]
5 — [...]
6 — [...]
7 — [...]
8 — [...]
9 — [...]
10 — [...]»
Artigo 5.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de junho
Os artigos 5.º, 7.º, 11.º, 12.º e 17.º do Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de junho, na sua redação
atual, passam a ter a seguinte redação:
«Artigo 5.º
Procedimento
1 — Efetuam-se mediante prévia autenticação eletrónica segura no sítio na Internet a que se refere
o artigo 1.º, nos termos a definir por portaria do membro do Governo responsável pela área da justiça,
os seguintes atos:
a) A indicação dos dados e a autorização para a sua partilha para efeitos de preenchimento do
pacto social ou do ato constitutivo da sociedade;
b) A entrega de documentos;
c) A aceitação da designação para o cargo de gerente ou administrador e a declaração da qual
conste não terem conhecimento de circunstâncias suscetíveis de os inibir da ocupação do cargo,
quando não for efetuada no pacto social ou no ato constitutivo da sociedade.
2 — [...]
3 — Caso intervenha mais de um interessado na constituição da sociedade, cada interessado deve
aceder ao processo de constituição online, para os efeitos previstos no n.º 1, designadamente para
aposição da assinatura eletrónica no pacto social ou ato constitutivo da sociedade que subscreve, na
sequência de notificação eletrónica desencadeada pelo requerente e automaticamente gerada pelo
sistema de informação.
4 — (Revogado.)
5 — Para efeitos do disposto no n.º 3, o requerente fornece o nome, número de identificação civil
e endereço eletrónico dos interessados.
6 — Com exceção da subscrição do pacto social ou do ato constitutivo e das declarações referi-
Decreto-Lei n.º 28/2024
das na alínea c) do n.º 1, que têm de ser efetuadas no sítio na Internet a que se refere o artigo 1.º, os
documentos entregues no processo de constituição online de sociedades podem ser assinados através
de assinatura eletrónica qualificada ou autógrafa.
7 — Sem prejuízo da competência para certificação de fotocópias atribuída por lei a outras enti-
dades, para efeitos de constituição online de sociedades, os respetivos gerentes, administradores
4/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
e secretários podem, quando os promovam, certificar a conformidade dos documentos eletrónicos
por si entregues, através do sítio na Internet, com os documentos originais em suporte de papel, com
exceção do pacto social ou do ato constitutivo.
8 — Os interessados podem formular, através do sítio na Internet, pedidos de registo relativos
a factos posteriores à constituição da sociedade, nos termos previstos no Código do Registo Comercial
e respetiva regulamentação.
9 — Os meios de autenticação eletrónica segura previstos no n.º 1 integram pelo menos:
a) A utilização de certificado digital qualificado, através de cartão de cidadão ou de Chave Móvel
Digital;
b) A utilização de certificado digital que comprove a qualidade profissional do utilizador, no caso
de advogados, solicitadores e notários; e
c) A utilização de meios de identificação eletrónica emitidos noutros Estados-Membros, desde
que reconhecidos para efeitos de autenticação transfronteiriça, nos termos do artigo 6.º do Regula-
mento (UE) n.º 910/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de julho de 2014.
Artigo 7.º
[...]
1 — Sem prejuízo do disposto nos n.os 5 e 6, os advogados, os solicitadores e os notários que se
autentiquem através de meios de autenticação eletrónica segura, previstos na alínea b) do n.º 9 do
artigo 5.º, podem:
a) Desencadear as notificações eletrónicas a que se refere o n.º 3 do artigo 5.º para os efeitos aí
previstos; ou
b) Enviar, através do sítio na Internet, o pacto social ou o ato constitutivo da sociedade, bem como
as declarações referidas na alínea c) do n.º 1 do artigo 5.º, assinados pelos seus subscritores, eletro-
nicamente ou de forma autógrafa.
2 — Quando o pacto social ou o ato constitutivo da sociedade seja assinado de forma autógrafa, os
advogados, os solicitadores ou os notários devem igualmente enviar o reconhecimento presencial das
assinaturas dos subscritores do pacto social ou do ato constitutivo da sociedade, no qual se certifique
a sua identidade e, se for o caso, a sua capacidade e os seus poderes de representação.
3 — [...]
4 — [...]
5 — O advogado ou solicitador que se autentique nos termos do n.º 1 pode agir, no exercício de
mandato, em representação dos interessados, na subscrição do pacto social ou do ato constitutivo da
sociedade, mediante apresentação de procuração com poderes especiais para o ato, caso em que deve
assinar, eletronicamente ou de forma autógrafa sem necessidade de reconhecimento, o pacto social
ou o ato constitutivo da sociedade.
6 — O notário que se autentique nos termos do n.º 1 pode subscrever o pacto social ou o ato cons-
titutivo da sociedade, devendo assiná-lo eletronicamente ou de forma autógrafa, sem necessidade de
reconhecimento, desde que declare que o ato tenha sido requerido pelos interessados e corresponde
à vontade destes.
Artigo 11.º
Decreto-Lei n.º 28/2024
Prazos do procedimento
1 — (Revogado.)
2 — O serviço competente convida o requerente a enviar, através do sítio na Internet e no prazo
de cinco dias, os documentos em falta, quando não seja possível suprir oficiosamente as informações
que deles devam constar.
5/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
3 — Se os interessados tiverem optado por pacto ou ato constitutivo de modelo aprovado pelo
presidente do conselho diretivo do IRN, I. P., e não se mostre necessária a entrega de autorizações
especiais para a constituição da sociedade, o serviço competente procede ao registo e às diligências
subsequentes no prazo de cinco dias a contar da confirmação do pagamento efetuado pelos interes-
sados e desde que tenham sido entregues os documentos previstos na portaria a que se refere o n.º 1
do artigo 5.º
4 — Nas restantes situações, o serviço competente procede ao registo e às diligências subsequen-
tes no prazo de 10 dias a contar da confirmação do pagamento efetuado pelos interessados e desde
que tenham sido entregues todos os documentos necessários.
5 — Caso não seja possível efetuar o registo nos prazos a que se referem os números anteriores,
o serviço competente notifica o requerente por via eletrónica dos motivos do atraso.
6 — (Revogado.)
7 — A não conclusão do procedimento de constituição de sociedade por facto imputável ao
requerente determina a caducidade do direito ao uso da firma previamente criada e reservada a favor
do Estado afeta à sociedade a constituir.
Artigo 12.º
[...]
1 — (Revogado.)
2 — (Revogado.)
3 — (Revogado.)
4 — Nos casos de aquisição de marca registada, é dispensado o documento escrito e assinado pelas
partes, previsto no n.º 4 do artigo 30.º do Código da Propriedade Industrial, e não há lugar à emissão
do título de concessão previsto no artigo 26.º do mesmo diploma.
5 — Após a disponibilização aos serviços competentes dos dados necessários ao controlo das
obrigações da sociedade por parte da administração tributária, os serviços da administração tributária
devem notificar, por via eletrónica, os serviços de segurança social dos elementos relativos ao início
de atividade.
6 — [...]
7 — O registo do pacto social ou ato constitutivo da sociedade e a prática das diligências subse-
quentes são da competência do conservador e dos oficiais de registo.
Artigo 17.º
[...]
[...]
Decreto-Lei n.º 28/2024
a) [...]
b) O procedimento de constituição online de sociedade, designadamente os requisitos e as con-
dições de utilização da autenticação eletrónica e da assinatura eletrónica, os documentos a entregar,
a receção e validação do pedido, os atos, comunicações e notificações a efetuar, bem como os respe-
tivos prazos de prática dos mesmos.»
6/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
Artigo 6.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 24/2019, de 1 de fevereiro
O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2019, de 1 de fevereiro, na sua redação atual, passa a ter
a seguinte redação:
«Artigo 6.º
[...]
1 — [...]
2 — [...]
3 — O registo comercial nacional comunica, através do Sistema de Interconexão, ao registo com-
petente do Estado-Membro onde esteja registada a sociedade representada os registos de criação,
alteração e de encerramento da representação permanente.
4 — [...]
5 — [...]»
Artigo 7.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 109-D/2021, de 9 de dezembro
Os artigos 2.º, 3.º, 5.º e 7.º do Decreto-Lei n.º 109-D/2021, de 9 de dezembro, passam a ter
a seguinte redação:
Artigo 2.º
[...]
É criado um regime de registo online de representações permanentes de sociedades de responsa-
bilidade limitada com sede no estrangeiro, através de sítio na Internet a definir por portaria do membro
do Governo responsável pela área da justiça, ao qual se aplica, em tudo o que não se encontre disposto
nos artigos seguintes, e com as necessárias adaptações, os artigos 3.º e 4.º, o n.º 1 do artigo 5.º e os
artigos 7.º, 14.º-B, 15.º, 16.º e 17.º-A do Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de junho, na sua redação
atual, e respetiva regulamentação.
Artigo 3.º
Procedimento
1 — Os interessados no registo online de representações permanentes de sociedades com sede no
estrangeiro formulam o seu pedido online, através do sítio na Internet a que se refere o artigo anterior.
2 — (Revogado.)
3 — (Revogado.)
4 — (Revogado.)
Artigo 5.º
[...]
Decreto-Lei n.º 28/2024
1 — [...]
2 — O serviço competente convida os interessados a enviar, através do sítio na Internet e no prazo
de cinco dias, os documentos em falta, quando não seja possível suprir oficiosamente as informações
que deles devam constar.
7/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
3 — (Revogado.)
4 — (Revogado.)
5 — O serviço competente procede ao registo da representação permanente e da designação dos
respetivos representantes, bem como às diligências subsequentes, no prazo de 10 dias a contar da
confirmação do pagamento efetuado pelos interessados e desde que tenham sido entregues os docu-
mentos previstos na portaria a que se refere o artigo 2.º
6 — [...]
7 — Após a disponibilização aos serviços competentes dos dados necessários ao controlo das
obrigações da representação permanente por parte da administração tributária, os serviços da admi-
nistração tributária devem notificar, por via eletrónica, os serviços de segurança social dos elementos
relativos ao início de atividade.
8 — Os interessados podem formular pedidos de registo relativos a factos posteriores à criação
da representação permanente, nos termos previstos no Código do Registo Comercial e respetiva regu-
lamentação.
Artigo 7.º
[...]
[...]
a) [...]
b) O procedimento de registo online de representações permanentes, designadamente os requisi-
tos e as condições de utilização da autenticação eletrónica e da assinatura eletrónica, os documentos
a entregar, a receção e validação do pedido, os atos, comunicações e notificações a efetuar, bem como
os respetivos prazos de prática dos mesmos.»
Artigo 8.º
Tratamento de dados e interoperabilidade
1 — O preenchimento de requerimentos ou a instrução dos procedimentos de constituição online
de sociedades e de registo online de representações permanentes, disponibilizados pelo Instituto dos
Registos e do Notariado, I. P. (IRN, I. P.), podem ser feitos com recurso a informação constante das bases
de dados da Administração Pública, através de mecanismos de interoperabilidade.
2 — O uso da referida informação implica o respeito pelo princípio da proporcionalidade e do
princípio da minimização e destina-se a permitir aos serviços de registo validar a informação prestada
e a evitar que os requerentes tenham de apresentar informação que já conste das bases de dados da
Administração Pública, que seja exigida no âmbito dos procedimentos referidos no número anterior,
designadamente os seguintes dados de identificação civil relativos aos sócios, gerentes, administra-
dores ou representantes:
a) Nome completo;
b) Morada;
c) Data de nascimento;
d) Estado civil.
Decreto-Lei n.º 28/2024
3 — O acesso e uso de informação constante de bases de dados que não seja da responsabilidade
do IRN, I. P., é realizado com recurso à Plataforma de Interoperabilidade da Administração Pública,
prevista na Resolução do Conselho de Ministros n.º 42/2015, de 19 de junho.
4 — Nas comunicações a realizar através de interoperabilidade são utilizadas as medidas e téc-
nicas adequadas de salvaguarda dos direitos dos titulares dos dados.
8/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
Artigo 9.º
Norma revogatória
São revogados:
a) O n.º 4 do artigo 5.º, os artigos 6.º, 8.º e 10.º, os n.os 1 e 6 do artigo 11.º e os n.os 1, 2 e 3 do
artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 125/2006, de 29 de junho, na sua redação atual;
b) Os n.os 2 a 4 do artigo 3.º, o artigo 4.º e os n.os 3 e 4 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 109-D/2021,
de 9 de dezembro.
Artigo 10.º
Entrada em vigor e produção de efeitos
O presente decreto-lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos a 31 de
março de 2024.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 21 de março de 2024. — Mariana Guimarães Vieira
da Silva — Catarina Teresa Rola Sarmento e Castro.
Promulgado em 25 de março de 2024.
Publique-se.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Referendado em 27 de março de 2024.
O Primeiro-Ministro, António Luís Santos da Costa.
117542813
Decreto-Lei n.º 28/2024
9/9
1.ª série
N.º 66
03-04-2024
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS