Pertence ao Código de Processo Penal (DL n.º 78/87, de 17 de Fevereiro)
Este artigo estabelece a composição obrigatória do tribunal quando funciona em audiência no Supremo Tribunal de Justiça, especificamente para julgamento de recursos. O tribunal deve ser constituído por cinco magistrados: o presidente da secção (que preside), o relator (o juiz responsável pela análise do processo) e dois juízes-adjuntos adicionais. Esta composição garante que as decisões de recurso sejam tomadas com pluralidade de votos e maior garantia de equidade, evitando decisões unilaterais. A regra aplica-se a todas as audiências no contexto de recursos ordinários perante o Supremo Tribunal de Justiça, sendo uma exigência formal que deve ser cumprida para a validade do julgamento. A presença de todos estes elementos é mandatória e a sua falta compromete a legalidade do procedimento.
Um condenado recorre de uma sentença do tribunal da relação. Na audiência perante o Supremo Tribunal de Justiça, o presidente da secção preside os trabalhos, o relator apresenta o caso e fundamenta a sua análise, e dois juízes-adjuntos acompanham todo o debate. Apenas com esta composição completa é que a decisão de recurso pode ser validamente proferida.
Um advogado apresenta recurso sobre ponto jurídico discutido. O tribunal reúne-se em audiência com a composição legal: presidente, relator e dois adjuntos. Todos participam na discussão e votação da decisão final, garantindo que a interpretação da lei é discutida por múltiplos magistrados experientes.
Durante uma audiência, as partes requerem que se verifique se houve vícios processuais. O tribunal, constituído pelos cinco magistrados obrigatórios, analisa a questão conjuntamente e decide se o processo mantém validade ou se deve ser anulado total ou parcialmente.
Faz a tua pergunta em linguagem natural. A IA pesquisa em legislação consolidada e jurisprudência portuguesa e devolve resposta fundamentada com referências.
Grátis para começar · sem cartão de crédito
Este conteúdo tem fins meramente informativos e não constitui aconselhamento jurídico. Para questões específicas do seu caso, consulte um advogado qualificado inscrito na Ordem dos Advogados. A TogaAI é uma ferramenta de apoio à prática jurídica e não substitui o julgamento profissional de um advogado.